Questões de Concurso Comentadas para prefeitura de arapiraca - al

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Q3772807 Pedagogia
Sobre os preceitos éticos e responsabilidades inerentes ao magistério, está correta a afirmativa:
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Q3772806 Legislação Federal
À luz da Lei nº 12.527/2011, que regula o direito de acesso à informação, pode-se afirmar que: 
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Q3772805 Pedagogia
De acordo com as Diretrizes Operacionais para a Educação de Jovens e Adultos, a oferta da EJA deve ser: 
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Q3772804 Pedagogia
Ao tratar do Ensino Fundamental, o Plano Municipal de Educação de Arapiraca - AL destaca, como uma de suas diretrizes, que é necessário avaliar a qualidade do atendimento educacional com o estabelecimento de critérios mínimos de desempenho escolar. Essa ação envolve:  
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Q3772803 Pedagogia
“É preciso assegurar aos alunos a ampliação de suas interações com manifestações artísticas e culturais nacionais e internacionais, de diferentes épocas e contextos. Essas práticas podem ocupar os mais diversos espaços da escola, espraiando-se para o seu entorno e favorecendo as relações com a comunidade. Além disso, o diferencial dessa fase está na maior sistematização dos conhecimentos e na proposição de experiências mais diversificadas em relação a cada linguagem, considerando as culturas juvenis”. 

De acordo com a Base Nacional Comum Curricular, esse é o objetivo do ensino de Arte: 
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Q3772802 Pedagogia
Em uma determinada cidade do Norte do Brasil, o período de chuvas intensas inviabiliza aulas presenciais em determinados meses. Com base no artigo 22 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: 
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Q3772801 Pedagogia
De acordo com o art. 22 do Estatuto da Criança e do Adolescente, aos pais incumbe o dever de: 
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Q3772795 Português
Texto I

Tempos modernos – uma crítica à sociedade industrial

Por Arlindenor Pedro

    Quando o filme "Tempos Modernos" chegou às telas, em 1936, o mundo já convivia com o cinema sonoro há quase 10 anos. Durante todo esse tempo, o “vagabundo”, personagem que conhecemos como Carlitos, criado por Charlie Chaplin — que compartilhou nas primeiras décadas do século XX o infortúnio dos desvalidos, que viam nele uma identificação com seus geniais desempenhos — ficou sem aparecer nos cinemas.
    No intervalo entre o seu último filme, "Luzes da Cidade", e o lançamento de "Tempos Modernos", Chaplin amadureceu a ideia de que o “vagabundo” não iria transitar no mundo do cinema sonoro. Decidiu, então, que "Tempos Modernos" seria o último filme do personagem. O que aconteceu de fato!
    O mundo mudara muito nessa época, já se vivia a tensão de uma nova guerra que estava por vir!  
    Em 1931, Chaplin fez uma turnê pela Europa e viu que os males que afligiam a economia americana — a recessão e o desemprego — estavam presentes em todo lugar. Viu, também, que os capitalistas europeus, a exemplo dos americanos, buscavam superar a crise por alterações no processo produtivo, adaptando-se aos novos tempos, racionalizando cada vez mais a produção. Os conceitos de Henri Fayol e Frederick Taylor, de racionalizar as operações de trabalho, levariam a um considerável ganho de produtividade, reduzindo o custo unitário dos produtos e ampliando a margem de lucro por implementos, que tiveram seu ápice com a linha de montagem fordista. Isso encantava os empresários. A aplicação dessas ideias resultou no desemprego de milhões de pessoas, contribuindo para acelerar o confronto dos países capitalistas através da guerra. O conflito aliviaria as tensões sociais internas e abriria as portas para novos mercados.
    Retornando aos Estados Unidos, vivamente sensibilizado com essas questões, Charlie Chaplin tomou a decisão de fazer um novo filme, onde retrataria esse novo mundo. O cineasta sempre teve uma visão diferente daquela que estava sendo construída pelas elites econômicas da burguesia liberal. Sua Utopia era uma sociedade mais justa, com pleno emprego, sem a violência do Estado, com a felicidade ao alcance de todos, sem o racionalismo científico que tirava do ser humano a sua essência humanista, procurando transformá-lo em máquina. Eram ideias que ele procuraria sintetizar mais tarde, na cena final de seu próximo filme, lançado já em plena guerra: "O Grande Ditador".
    Em "Tempos Modernos", Chaplin nos mostra o “vagabundo” — antípoda da sociedade moderna racionalizada — às voltas com a linha de montagem fordista, em um ambiente asséptico, científico, controlado e não menos cruel. Numa cena clássica, vemos o nosso herói ser sugado, literalmente, pelas engrenagens das máquinas industriais, sem condições, portanto, de se adaptar à linha de produção e, por isso mesmo, levado à loucura.
    Nesses novos tempos, mais do que nunca, a competição econômica forçaria as empresas a buscarem a eficácia, revolucionando o trabalho, a técnica e os produtos, que adiante voltam a competir e a ser revolucionados, em um processo contínuo e infindável. Noutras palavras: estaria na lógica da produção de mercadorias a obrigatoriedade das empresas a racionalizarem o desenvolvimento das suas forças produtivas.

Fonte: https://www.jb.com.br/cadernob/2025/10/1057433-tempos-modernos-uma-critica-asociedade-industrial.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
“O conflito aliviaria as tensões sociais internas e abriria as portas para novos mercados” (4º parágrafo).

Nesse trecho, as duas palavras em destaque, em termos sintáticos, classificam-se, respectivamente, como:
Alternativas
Q3772794 Português
Texto I

Tempos modernos – uma crítica à sociedade industrial

Por Arlindenor Pedro

    Quando o filme "Tempos Modernos" chegou às telas, em 1936, o mundo já convivia com o cinema sonoro há quase 10 anos. Durante todo esse tempo, o “vagabundo”, personagem que conhecemos como Carlitos, criado por Charlie Chaplin — que compartilhou nas primeiras décadas do século XX o infortúnio dos desvalidos, que viam nele uma identificação com seus geniais desempenhos — ficou sem aparecer nos cinemas.
    No intervalo entre o seu último filme, "Luzes da Cidade", e o lançamento de "Tempos Modernos", Chaplin amadureceu a ideia de que o “vagabundo” não iria transitar no mundo do cinema sonoro. Decidiu, então, que "Tempos Modernos" seria o último filme do personagem. O que aconteceu de fato!
    O mundo mudara muito nessa época, já se vivia a tensão de uma nova guerra que estava por vir!  
    Em 1931, Chaplin fez uma turnê pela Europa e viu que os males que afligiam a economia americana — a recessão e o desemprego — estavam presentes em todo lugar. Viu, também, que os capitalistas europeus, a exemplo dos americanos, buscavam superar a crise por alterações no processo produtivo, adaptando-se aos novos tempos, racionalizando cada vez mais a produção. Os conceitos de Henri Fayol e Frederick Taylor, de racionalizar as operações de trabalho, levariam a um considerável ganho de produtividade, reduzindo o custo unitário dos produtos e ampliando a margem de lucro por implementos, que tiveram seu ápice com a linha de montagem fordista. Isso encantava os empresários. A aplicação dessas ideias resultou no desemprego de milhões de pessoas, contribuindo para acelerar o confronto dos países capitalistas através da guerra. O conflito aliviaria as tensões sociais internas e abriria as portas para novos mercados.
    Retornando aos Estados Unidos, vivamente sensibilizado com essas questões, Charlie Chaplin tomou a decisão de fazer um novo filme, onde retrataria esse novo mundo. O cineasta sempre teve uma visão diferente daquela que estava sendo construída pelas elites econômicas da burguesia liberal. Sua Utopia era uma sociedade mais justa, com pleno emprego, sem a violência do Estado, com a felicidade ao alcance de todos, sem o racionalismo científico que tirava do ser humano a sua essência humanista, procurando transformá-lo em máquina. Eram ideias que ele procuraria sintetizar mais tarde, na cena final de seu próximo filme, lançado já em plena guerra: "O Grande Ditador".
    Em "Tempos Modernos", Chaplin nos mostra o “vagabundo” — antípoda da sociedade moderna racionalizada — às voltas com a linha de montagem fordista, em um ambiente asséptico, científico, controlado e não menos cruel. Numa cena clássica, vemos o nosso herói ser sugado, literalmente, pelas engrenagens das máquinas industriais, sem condições, portanto, de se adaptar à linha de produção e, por isso mesmo, levado à loucura.
    Nesses novos tempos, mais do que nunca, a competição econômica forçaria as empresas a buscarem a eficácia, revolucionando o trabalho, a técnica e os produtos, que adiante voltam a competir e a ser revolucionados, em um processo contínuo e infindável. Noutras palavras: estaria na lógica da produção de mercadorias a obrigatoriedade das empresas a racionalizarem o desenvolvimento das suas forças produtivas.

Fonte: https://www.jb.com.br/cadernob/2025/10/1057433-tempos-modernos-uma-critica-asociedade-industrial.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
Em “O mundo mudara muito nessa época, já se vivia a tensão de uma nova guerra que estava por vir!” (3º parágrafo), a vírgula antes de “já” tem como função:
Alternativas
Q3772793 Português
Texto I

Tempos modernos – uma crítica à sociedade industrial

Por Arlindenor Pedro

    Quando o filme "Tempos Modernos" chegou às telas, em 1936, o mundo já convivia com o cinema sonoro há quase 10 anos. Durante todo esse tempo, o “vagabundo”, personagem que conhecemos como Carlitos, criado por Charlie Chaplin — que compartilhou nas primeiras décadas do século XX o infortúnio dos desvalidos, que viam nele uma identificação com seus geniais desempenhos — ficou sem aparecer nos cinemas.
    No intervalo entre o seu último filme, "Luzes da Cidade", e o lançamento de "Tempos Modernos", Chaplin amadureceu a ideia de que o “vagabundo” não iria transitar no mundo do cinema sonoro. Decidiu, então, que "Tempos Modernos" seria o último filme do personagem. O que aconteceu de fato!
    O mundo mudara muito nessa época, já se vivia a tensão de uma nova guerra que estava por vir!  
    Em 1931, Chaplin fez uma turnê pela Europa e viu que os males que afligiam a economia americana — a recessão e o desemprego — estavam presentes em todo lugar. Viu, também, que os capitalistas europeus, a exemplo dos americanos, buscavam superar a crise por alterações no processo produtivo, adaptando-se aos novos tempos, racionalizando cada vez mais a produção. Os conceitos de Henri Fayol e Frederick Taylor, de racionalizar as operações de trabalho, levariam a um considerável ganho de produtividade, reduzindo o custo unitário dos produtos e ampliando a margem de lucro por implementos, que tiveram seu ápice com a linha de montagem fordista. Isso encantava os empresários. A aplicação dessas ideias resultou no desemprego de milhões de pessoas, contribuindo para acelerar o confronto dos países capitalistas através da guerra. O conflito aliviaria as tensões sociais internas e abriria as portas para novos mercados.
    Retornando aos Estados Unidos, vivamente sensibilizado com essas questões, Charlie Chaplin tomou a decisão de fazer um novo filme, onde retrataria esse novo mundo. O cineasta sempre teve uma visão diferente daquela que estava sendo construída pelas elites econômicas da burguesia liberal. Sua Utopia era uma sociedade mais justa, com pleno emprego, sem a violência do Estado, com a felicidade ao alcance de todos, sem o racionalismo científico que tirava do ser humano a sua essência humanista, procurando transformá-lo em máquina. Eram ideias que ele procuraria sintetizar mais tarde, na cena final de seu próximo filme, lançado já em plena guerra: "O Grande Ditador".
    Em "Tempos Modernos", Chaplin nos mostra o “vagabundo” — antípoda da sociedade moderna racionalizada — às voltas com a linha de montagem fordista, em um ambiente asséptico, científico, controlado e não menos cruel. Numa cena clássica, vemos o nosso herói ser sugado, literalmente, pelas engrenagens das máquinas industriais, sem condições, portanto, de se adaptar à linha de produção e, por isso mesmo, levado à loucura.
    Nesses novos tempos, mais do que nunca, a competição econômica forçaria as empresas a buscarem a eficácia, revolucionando o trabalho, a técnica e os produtos, que adiante voltam a competir e a ser revolucionados, em um processo contínuo e infindável. Noutras palavras: estaria na lógica da produção de mercadorias a obrigatoriedade das empresas a racionalizarem o desenvolvimento das suas forças produtivas.

Fonte: https://www.jb.com.br/cadernob/2025/10/1057433-tempos-modernos-uma-critica-asociedade-industrial.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
A palavra “utopia” é morfologicamente classificada como:
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Q3772792 Português
Texto I

Tempos modernos – uma crítica à sociedade industrial

Por Arlindenor Pedro

    Quando o filme "Tempos Modernos" chegou às telas, em 1936, o mundo já convivia com o cinema sonoro há quase 10 anos. Durante todo esse tempo, o “vagabundo”, personagem que conhecemos como Carlitos, criado por Charlie Chaplin — que compartilhou nas primeiras décadas do século XX o infortúnio dos desvalidos, que viam nele uma identificação com seus geniais desempenhos — ficou sem aparecer nos cinemas.
    No intervalo entre o seu último filme, "Luzes da Cidade", e o lançamento de "Tempos Modernos", Chaplin amadureceu a ideia de que o “vagabundo” não iria transitar no mundo do cinema sonoro. Decidiu, então, que "Tempos Modernos" seria o último filme do personagem. O que aconteceu de fato!
    O mundo mudara muito nessa época, já se vivia a tensão de uma nova guerra que estava por vir!  
    Em 1931, Chaplin fez uma turnê pela Europa e viu que os males que afligiam a economia americana — a recessão e o desemprego — estavam presentes em todo lugar. Viu, também, que os capitalistas europeus, a exemplo dos americanos, buscavam superar a crise por alterações no processo produtivo, adaptando-se aos novos tempos, racionalizando cada vez mais a produção. Os conceitos de Henri Fayol e Frederick Taylor, de racionalizar as operações de trabalho, levariam a um considerável ganho de produtividade, reduzindo o custo unitário dos produtos e ampliando a margem de lucro por implementos, que tiveram seu ápice com a linha de montagem fordista. Isso encantava os empresários. A aplicação dessas ideias resultou no desemprego de milhões de pessoas, contribuindo para acelerar o confronto dos países capitalistas através da guerra. O conflito aliviaria as tensões sociais internas e abriria as portas para novos mercados.
    Retornando aos Estados Unidos, vivamente sensibilizado com essas questões, Charlie Chaplin tomou a decisão de fazer um novo filme, onde retrataria esse novo mundo. O cineasta sempre teve uma visão diferente daquela que estava sendo construída pelas elites econômicas da burguesia liberal. Sua Utopia era uma sociedade mais justa, com pleno emprego, sem a violência do Estado, com a felicidade ao alcance de todos, sem o racionalismo científico que tirava do ser humano a sua essência humanista, procurando transformá-lo em máquina. Eram ideias que ele procuraria sintetizar mais tarde, na cena final de seu próximo filme, lançado já em plena guerra: "O Grande Ditador".
    Em "Tempos Modernos", Chaplin nos mostra o “vagabundo” — antípoda da sociedade moderna racionalizada — às voltas com a linha de montagem fordista, em um ambiente asséptico, científico, controlado e não menos cruel. Numa cena clássica, vemos o nosso herói ser sugado, literalmente, pelas engrenagens das máquinas industriais, sem condições, portanto, de se adaptar à linha de produção e, por isso mesmo, levado à loucura.
    Nesses novos tempos, mais do que nunca, a competição econômica forçaria as empresas a buscarem a eficácia, revolucionando o trabalho, a técnica e os produtos, que adiante voltam a competir e a ser revolucionados, em um processo contínuo e infindável. Noutras palavras: estaria na lógica da produção de mercadorias a obrigatoriedade das empresas a racionalizarem o desenvolvimento das suas forças produtivas.

Fonte: https://www.jb.com.br/cadernob/2025/10/1057433-tempos-modernos-uma-critica-asociedade-industrial.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
“Quando o filme ‘Tempos Modernos’ chegou às telas, em 1936, o mundo já convivia com o cinema sonoro há quase 10 anos” (1º parágrafo).

Nesse trecho, o verbo em destaque está flexionado no:  
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Q3772791 Português
Texto I

Tempos modernos – uma crítica à sociedade industrial

Por Arlindenor Pedro

    Quando o filme "Tempos Modernos" chegou às telas, em 1936, o mundo já convivia com o cinema sonoro há quase 10 anos. Durante todo esse tempo, o “vagabundo”, personagem que conhecemos como Carlitos, criado por Charlie Chaplin — que compartilhou nas primeiras décadas do século XX o infortúnio dos desvalidos, que viam nele uma identificação com seus geniais desempenhos — ficou sem aparecer nos cinemas.
    No intervalo entre o seu último filme, "Luzes da Cidade", e o lançamento de "Tempos Modernos", Chaplin amadureceu a ideia de que o “vagabundo” não iria transitar no mundo do cinema sonoro. Decidiu, então, que "Tempos Modernos" seria o último filme do personagem. O que aconteceu de fato!
    O mundo mudara muito nessa época, já se vivia a tensão de uma nova guerra que estava por vir!  
    Em 1931, Chaplin fez uma turnê pela Europa e viu que os males que afligiam a economia americana — a recessão e o desemprego — estavam presentes em todo lugar. Viu, também, que os capitalistas europeus, a exemplo dos americanos, buscavam superar a crise por alterações no processo produtivo, adaptando-se aos novos tempos, racionalizando cada vez mais a produção. Os conceitos de Henri Fayol e Frederick Taylor, de racionalizar as operações de trabalho, levariam a um considerável ganho de produtividade, reduzindo o custo unitário dos produtos e ampliando a margem de lucro por implementos, que tiveram seu ápice com a linha de montagem fordista. Isso encantava os empresários. A aplicação dessas ideias resultou no desemprego de milhões de pessoas, contribuindo para acelerar o confronto dos países capitalistas através da guerra. O conflito aliviaria as tensões sociais internas e abriria as portas para novos mercados.
    Retornando aos Estados Unidos, vivamente sensibilizado com essas questões, Charlie Chaplin tomou a decisão de fazer um novo filme, onde retrataria esse novo mundo. O cineasta sempre teve uma visão diferente daquela que estava sendo construída pelas elites econômicas da burguesia liberal. Sua Utopia era uma sociedade mais justa, com pleno emprego, sem a violência do Estado, com a felicidade ao alcance de todos, sem o racionalismo científico que tirava do ser humano a sua essência humanista, procurando transformá-lo em máquina. Eram ideias que ele procuraria sintetizar mais tarde, na cena final de seu próximo filme, lançado já em plena guerra: "O Grande Ditador".
    Em "Tempos Modernos", Chaplin nos mostra o “vagabundo” — antípoda da sociedade moderna racionalizada — às voltas com a linha de montagem fordista, em um ambiente asséptico, científico, controlado e não menos cruel. Numa cena clássica, vemos o nosso herói ser sugado, literalmente, pelas engrenagens das máquinas industriais, sem condições, portanto, de se adaptar à linha de produção e, por isso mesmo, levado à loucura.
    Nesses novos tempos, mais do que nunca, a competição econômica forçaria as empresas a buscarem a eficácia, revolucionando o trabalho, a técnica e os produtos, que adiante voltam a competir e a ser revolucionados, em um processo contínuo e infindável. Noutras palavras: estaria na lógica da produção de mercadorias a obrigatoriedade das empresas a racionalizarem o desenvolvimento das suas forças produtivas.

Fonte: https://www.jb.com.br/cadernob/2025/10/1057433-tempos-modernos-uma-critica-asociedade-industrial.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
No trecho “[...] sem o racionalismo científico que tirava do ser humano a sua essência humanista” (5º parágrafo), o conectivo “que” introduz uma oração:  
Alternativas
Q3772790 Português
Texto I

Tempos modernos – uma crítica à sociedade industrial

Por Arlindenor Pedro

    Quando o filme "Tempos Modernos" chegou às telas, em 1936, o mundo já convivia com o cinema sonoro há quase 10 anos. Durante todo esse tempo, o “vagabundo”, personagem que conhecemos como Carlitos, criado por Charlie Chaplin — que compartilhou nas primeiras décadas do século XX o infortúnio dos desvalidos, que viam nele uma identificação com seus geniais desempenhos — ficou sem aparecer nos cinemas.
    No intervalo entre o seu último filme, "Luzes da Cidade", e o lançamento de "Tempos Modernos", Chaplin amadureceu a ideia de que o “vagabundo” não iria transitar no mundo do cinema sonoro. Decidiu, então, que "Tempos Modernos" seria o último filme do personagem. O que aconteceu de fato!
    O mundo mudara muito nessa época, já se vivia a tensão de uma nova guerra que estava por vir!  
    Em 1931, Chaplin fez uma turnê pela Europa e viu que os males que afligiam a economia americana — a recessão e o desemprego — estavam presentes em todo lugar. Viu, também, que os capitalistas europeus, a exemplo dos americanos, buscavam superar a crise por alterações no processo produtivo, adaptando-se aos novos tempos, racionalizando cada vez mais a produção. Os conceitos de Henri Fayol e Frederick Taylor, de racionalizar as operações de trabalho, levariam a um considerável ganho de produtividade, reduzindo o custo unitário dos produtos e ampliando a margem de lucro por implementos, que tiveram seu ápice com a linha de montagem fordista. Isso encantava os empresários. A aplicação dessas ideias resultou no desemprego de milhões de pessoas, contribuindo para acelerar o confronto dos países capitalistas através da guerra. O conflito aliviaria as tensões sociais internas e abriria as portas para novos mercados.
    Retornando aos Estados Unidos, vivamente sensibilizado com essas questões, Charlie Chaplin tomou a decisão de fazer um novo filme, onde retrataria esse novo mundo. O cineasta sempre teve uma visão diferente daquela que estava sendo construída pelas elites econômicas da burguesia liberal. Sua Utopia era uma sociedade mais justa, com pleno emprego, sem a violência do Estado, com a felicidade ao alcance de todos, sem o racionalismo científico que tirava do ser humano a sua essência humanista, procurando transformá-lo em máquina. Eram ideias que ele procuraria sintetizar mais tarde, na cena final de seu próximo filme, lançado já em plena guerra: "O Grande Ditador".
    Em "Tempos Modernos", Chaplin nos mostra o “vagabundo” — antípoda da sociedade moderna racionalizada — às voltas com a linha de montagem fordista, em um ambiente asséptico, científico, controlado e não menos cruel. Numa cena clássica, vemos o nosso herói ser sugado, literalmente, pelas engrenagens das máquinas industriais, sem condições, portanto, de se adaptar à linha de produção e, por isso mesmo, levado à loucura.
    Nesses novos tempos, mais do que nunca, a competição econômica forçaria as empresas a buscarem a eficácia, revolucionando o trabalho, a técnica e os produtos, que adiante voltam a competir e a ser revolucionados, em um processo contínuo e infindável. Noutras palavras: estaria na lógica da produção de mercadorias a obrigatoriedade das empresas a racionalizarem o desenvolvimento das suas forças produtivas.

Fonte: https://www.jb.com.br/cadernob/2025/10/1057433-tempos-modernos-uma-critica-asociedade-industrial.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
"A aplicação dessas ideias resultou no desemprego de milhões de pessoas, contribuindo para acelerar o confronto dos países capitalistas através da guerra" (4º parágrafo).

A forma verbal em destaque veicula sentido de: 
Alternativas
Q3772789 Português
Texto I

Tempos modernos – uma crítica à sociedade industrial

Por Arlindenor Pedro

    Quando o filme "Tempos Modernos" chegou às telas, em 1936, o mundo já convivia com o cinema sonoro há quase 10 anos. Durante todo esse tempo, o “vagabundo”, personagem que conhecemos como Carlitos, criado por Charlie Chaplin — que compartilhou nas primeiras décadas do século XX o infortúnio dos desvalidos, que viam nele uma identificação com seus geniais desempenhos — ficou sem aparecer nos cinemas.
    No intervalo entre o seu último filme, "Luzes da Cidade", e o lançamento de "Tempos Modernos", Chaplin amadureceu a ideia de que o “vagabundo” não iria transitar no mundo do cinema sonoro. Decidiu, então, que "Tempos Modernos" seria o último filme do personagem. O que aconteceu de fato!
    O mundo mudara muito nessa época, já se vivia a tensão de uma nova guerra que estava por vir!  
    Em 1931, Chaplin fez uma turnê pela Europa e viu que os males que afligiam a economia americana — a recessão e o desemprego — estavam presentes em todo lugar. Viu, também, que os capitalistas europeus, a exemplo dos americanos, buscavam superar a crise por alterações no processo produtivo, adaptando-se aos novos tempos, racionalizando cada vez mais a produção. Os conceitos de Henri Fayol e Frederick Taylor, de racionalizar as operações de trabalho, levariam a um considerável ganho de produtividade, reduzindo o custo unitário dos produtos e ampliando a margem de lucro por implementos, que tiveram seu ápice com a linha de montagem fordista. Isso encantava os empresários. A aplicação dessas ideias resultou no desemprego de milhões de pessoas, contribuindo para acelerar o confronto dos países capitalistas através da guerra. O conflito aliviaria as tensões sociais internas e abriria as portas para novos mercados.
    Retornando aos Estados Unidos, vivamente sensibilizado com essas questões, Charlie Chaplin tomou a decisão de fazer um novo filme, onde retrataria esse novo mundo. O cineasta sempre teve uma visão diferente daquela que estava sendo construída pelas elites econômicas da burguesia liberal. Sua Utopia era uma sociedade mais justa, com pleno emprego, sem a violência do Estado, com a felicidade ao alcance de todos, sem o racionalismo científico que tirava do ser humano a sua essência humanista, procurando transformá-lo em máquina. Eram ideias que ele procuraria sintetizar mais tarde, na cena final de seu próximo filme, lançado já em plena guerra: "O Grande Ditador".
    Em "Tempos Modernos", Chaplin nos mostra o “vagabundo” — antípoda da sociedade moderna racionalizada — às voltas com a linha de montagem fordista, em um ambiente asséptico, científico, controlado e não menos cruel. Numa cena clássica, vemos o nosso herói ser sugado, literalmente, pelas engrenagens das máquinas industriais, sem condições, portanto, de se adaptar à linha de produção e, por isso mesmo, levado à loucura.
    Nesses novos tempos, mais do que nunca, a competição econômica forçaria as empresas a buscarem a eficácia, revolucionando o trabalho, a técnica e os produtos, que adiante voltam a competir e a ser revolucionados, em um processo contínuo e infindável. Noutras palavras: estaria na lógica da produção de mercadorias a obrigatoriedade das empresas a racionalizarem o desenvolvimento das suas forças produtivas.

Fonte: https://www.jb.com.br/cadernob/2025/10/1057433-tempos-modernos-uma-critica-asociedade-industrial.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
O texto de Arlindenor Pedro organiza-se predominantemente segundo um modo de organização discursiva: 
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Q3772787 Português
Texto I

Tempos modernos – uma crítica à sociedade industrial

Por Arlindenor Pedro

    Quando o filme "Tempos Modernos" chegou às telas, em 1936, o mundo já convivia com o cinema sonoro há quase 10 anos. Durante todo esse tempo, o “vagabundo”, personagem que conhecemos como Carlitos, criado por Charlie Chaplin — que compartilhou nas primeiras décadas do século XX o infortúnio dos desvalidos, que viam nele uma identificação com seus geniais desempenhos — ficou sem aparecer nos cinemas.
    No intervalo entre o seu último filme, "Luzes da Cidade", e o lançamento de "Tempos Modernos", Chaplin amadureceu a ideia de que o “vagabundo” não iria transitar no mundo do cinema sonoro. Decidiu, então, que "Tempos Modernos" seria o último filme do personagem. O que aconteceu de fato!
    O mundo mudara muito nessa época, já se vivia a tensão de uma nova guerra que estava por vir!  
    Em 1931, Chaplin fez uma turnê pela Europa e viu que os males que afligiam a economia americana — a recessão e o desemprego — estavam presentes em todo lugar. Viu, também, que os capitalistas europeus, a exemplo dos americanos, buscavam superar a crise por alterações no processo produtivo, adaptando-se aos novos tempos, racionalizando cada vez mais a produção. Os conceitos de Henri Fayol e Frederick Taylor, de racionalizar as operações de trabalho, levariam a um considerável ganho de produtividade, reduzindo o custo unitário dos produtos e ampliando a margem de lucro por implementos, que tiveram seu ápice com a linha de montagem fordista. Isso encantava os empresários. A aplicação dessas ideias resultou no desemprego de milhões de pessoas, contribuindo para acelerar o confronto dos países capitalistas através da guerra. O conflito aliviaria as tensões sociais internas e abriria as portas para novos mercados.
    Retornando aos Estados Unidos, vivamente sensibilizado com essas questões, Charlie Chaplin tomou a decisão de fazer um novo filme, onde retrataria esse novo mundo. O cineasta sempre teve uma visão diferente daquela que estava sendo construída pelas elites econômicas da burguesia liberal. Sua Utopia era uma sociedade mais justa, com pleno emprego, sem a violência do Estado, com a felicidade ao alcance de todos, sem o racionalismo científico que tirava do ser humano a sua essência humanista, procurando transformá-lo em máquina. Eram ideias que ele procuraria sintetizar mais tarde, na cena final de seu próximo filme, lançado já em plena guerra: "O Grande Ditador".
    Em "Tempos Modernos", Chaplin nos mostra o “vagabundo” — antípoda da sociedade moderna racionalizada — às voltas com a linha de montagem fordista, em um ambiente asséptico, científico, controlado e não menos cruel. Numa cena clássica, vemos o nosso herói ser sugado, literalmente, pelas engrenagens das máquinas industriais, sem condições, portanto, de se adaptar à linha de produção e, por isso mesmo, levado à loucura.
    Nesses novos tempos, mais do que nunca, a competição econômica forçaria as empresas a buscarem a eficácia, revolucionando o trabalho, a técnica e os produtos, que adiante voltam a competir e a ser revolucionados, em um processo contínuo e infindável. Noutras palavras: estaria na lógica da produção de mercadorias a obrigatoriedade das empresas a racionalizarem o desenvolvimento das suas forças produtivas.

Fonte: https://www.jb.com.br/cadernob/2025/10/1057433-tempos-modernos-uma-critica-asociedade-industrial.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
A expressão “infortúnio dos desvalidos” (1º parágrafo) refere-se:  
Alternativas
Q3772786 Português
Texto I

Tempos modernos – uma crítica à sociedade industrial

Por Arlindenor Pedro

    Quando o filme "Tempos Modernos" chegou às telas, em 1936, o mundo já convivia com o cinema sonoro há quase 10 anos. Durante todo esse tempo, o “vagabundo”, personagem que conhecemos como Carlitos, criado por Charlie Chaplin — que compartilhou nas primeiras décadas do século XX o infortúnio dos desvalidos, que viam nele uma identificação com seus geniais desempenhos — ficou sem aparecer nos cinemas.
    No intervalo entre o seu último filme, "Luzes da Cidade", e o lançamento de "Tempos Modernos", Chaplin amadureceu a ideia de que o “vagabundo” não iria transitar no mundo do cinema sonoro. Decidiu, então, que "Tempos Modernos" seria o último filme do personagem. O que aconteceu de fato!
    O mundo mudara muito nessa época, já se vivia a tensão de uma nova guerra que estava por vir!  
    Em 1931, Chaplin fez uma turnê pela Europa e viu que os males que afligiam a economia americana — a recessão e o desemprego — estavam presentes em todo lugar. Viu, também, que os capitalistas europeus, a exemplo dos americanos, buscavam superar a crise por alterações no processo produtivo, adaptando-se aos novos tempos, racionalizando cada vez mais a produção. Os conceitos de Henri Fayol e Frederick Taylor, de racionalizar as operações de trabalho, levariam a um considerável ganho de produtividade, reduzindo o custo unitário dos produtos e ampliando a margem de lucro por implementos, que tiveram seu ápice com a linha de montagem fordista. Isso encantava os empresários. A aplicação dessas ideias resultou no desemprego de milhões de pessoas, contribuindo para acelerar o confronto dos países capitalistas através da guerra. O conflito aliviaria as tensões sociais internas e abriria as portas para novos mercados.
    Retornando aos Estados Unidos, vivamente sensibilizado com essas questões, Charlie Chaplin tomou a decisão de fazer um novo filme, onde retrataria esse novo mundo. O cineasta sempre teve uma visão diferente daquela que estava sendo construída pelas elites econômicas da burguesia liberal. Sua Utopia era uma sociedade mais justa, com pleno emprego, sem a violência do Estado, com a felicidade ao alcance de todos, sem o racionalismo científico que tirava do ser humano a sua essência humanista, procurando transformá-lo em máquina. Eram ideias que ele procuraria sintetizar mais tarde, na cena final de seu próximo filme, lançado já em plena guerra: "O Grande Ditador".
    Em "Tempos Modernos", Chaplin nos mostra o “vagabundo” — antípoda da sociedade moderna racionalizada — às voltas com a linha de montagem fordista, em um ambiente asséptico, científico, controlado e não menos cruel. Numa cena clássica, vemos o nosso herói ser sugado, literalmente, pelas engrenagens das máquinas industriais, sem condições, portanto, de se adaptar à linha de produção e, por isso mesmo, levado à loucura.
    Nesses novos tempos, mais do que nunca, a competição econômica forçaria as empresas a buscarem a eficácia, revolucionando o trabalho, a técnica e os produtos, que adiante voltam a competir e a ser revolucionados, em um processo contínuo e infindável. Noutras palavras: estaria na lógica da produção de mercadorias a obrigatoriedade das empresas a racionalizarem o desenvolvimento das suas forças produtivas.

Fonte: https://www.jb.com.br/cadernob/2025/10/1057433-tempos-modernos-uma-critica-asociedade-industrial.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto
O texto apresenta uma perspectiva críticointerpretativa sobre a obra “Tempos Modernos”. A ideia central do autor está corretamente manifestada:  
Alternativas
Q3772784 Pedagogia
Segundo as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, a organização do tempo na Educação Infantil deve considerar: 
Alternativas
Q3772783 Pedagogia
Segundo a Base Nacional Comum CurricularBNCC, “conhecer-se e construir sua identidade pessoal, social e cultural, constituindo uma imagem positiva de si e de seus grupos de pertencimento, nas diversas experiências de cuidados, interações, brincadeiras e linguagens vivenciadas na instituição escolar e em seu contexto familiar e comunitário” é: 
Alternativas
Q3772782 Sociologia
Diz respeito ao conhecimento e à valorização de características étnicas e culturais dos diferentes grupos sociais que convivem no território nacional, às desigualdades socioeconômicas e à crítica a relações sociais discriminatórias e excludentes que permeiam a sociedade brasileira, oferecendo ao aluno a possibilidade de conhecer o Brasil como um país complexo, multifacetado e algumas vezes paradoxal.

Essa é uma temática normalmente tratada pelo campo da: 
Alternativas
Q3772781 Pedagogia
A disgrafia é um distúrbio da aprendizagem que se caracteriza por:  
Alternativas
Respostas
321: B
322: C
323: D
324: A
325: C
326: C
327: B
328: A
329: D
330: D
331: B
332: C
333: D
334: C
335: D
336: B
337: D
338: D
339: C
340: C