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Disponível em:<http://abre.ai/ajUN> . Acesso em: 2 out. 2019.
Essa charge demonstra, principalmente, a
TEXTO I
Fumante ignora riscos do cigarro eletrônico
Alardeado como uma solução para quem quer parar de fumar, o cigarro eletrônico é cada vez mais procurado em Belo Horizonte, principalmente por jovens. Mesmo proibido, é facilmente encontrado em lojas do hipercentro, shoppings populares e até no Mercado Central. O comércio dos “vapes”, como são conhecidos, é vetado desde 2009 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A restrição se deve à ausência de dados científicos sobre os produtos. Além da falta de informações, o risco de causar doenças respiratórias e cânceres preocupa especialistas. O assunto ganha ainda mais força nesta quinta-feira (29), Dia Nacional de Combate ao Fumo.
“Essas composições têm glicerina, que pode causar irritação nos brônquios, doença pulmonar obstrutiva crônica, crise de asma e outros problemas. Os elementos que dão sabor e odor ao vapor também podem ser irritativos quando esquentados”, aponta o psiquiatra Frederico Garcia, coordenador do Centro de Referência em Drogas da UFMG.
Cânceres de pulmão, fígado e cabeça e pescoço também são enfermidades que podem estar relacionadas ao uso, explica a oncologista clínica do grupo Oncoclínicas, Flávia Amaral Duarte. “O que a indústria divulga é que não existe a combustão no cigarro eletrônico, mas a vaporização. Porém, isso não significa ausência de toxicidade, ou que os produtos não fazem mal”.
Nas alturas
O cigarro eletrônico pode ser encontrado sob diferentes formas: tipo caneta, parecido com uma garrafinha e até do tamanho de um cigarro convencional, mas achatado. O preço varia de R$ 180 a R$ 600. O usuário ainda precisa comprar as essências ou cartuchos vaporizáveis, que podem ter ou não nicotina. Há opções com sabores, como baunilha, chicletes e “cigarro branco”.
Débora (nome fictício), que trabalha em uma tabacaria na Savassi, conta que começou a usar o produto há quatro meses. “Não é fácil, porque a gente tem o vício de estar com algo nas mãos e na boca, mas já reduzi muito a quantidade de nicotina que fumo. Meu objetivo é parar totalmente”, afirma.
Cigarro
O consumo de cigarro afeta o indivíduo em três aspectos: o comportamental, com o ato de fumar, o psicológico, com o prazer causado pela experiência, e causando o vício orgânico. Para freá-los por completo, o psiquiatra e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dartiu Xavier da Silveira, que trabalha com redução de danos há três décadas, explica que opções como gomas de mascar e adesivos com nicotina costumam ser mais eficazes e seguras.
“Eles até têm a substância, mas o que pega o tabagista é o hábito, que continua com os vaporizadores. Seria bom se a pessoa conseguisse ficar só no uso controlado e esporádico, mas vemos que não é isso que ocorre. Pelo contrário, ela pode até fumar mais e o produto é vendido e estimulado como se fosse inócuo”, critica.
Legislação
A legislação federal proíbe a venda, a importação e a propaganda de vaporizadores, além de acessórios e refis. O descumprimento é punido com advertência, multa, apreensão, interdição parcial ou total da loja e até cancelamento de alvará. A vigilância sanitária de BH foi procurada, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, que diz não fiscalizar a venda dos produtos. [...]
Disponível em:<http://twixar.me/8qM1>
TEXTO I
Fumante ignora riscos do cigarro eletrônico
Alardeado como uma solução para quem quer parar de fumar, o cigarro eletrônico é cada vez mais procurado em Belo Horizonte, principalmente por jovens. Mesmo proibido, é facilmente encontrado em lojas do hipercentro, shoppings populares e até no Mercado Central. O comércio dos “vapes”, como são conhecidos, é vetado desde 2009 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A restrição se deve à ausência de dados científicos sobre os produtos. Além da falta de informações, o risco de causar doenças respiratórias e cânceres preocupa especialistas. O assunto ganha ainda mais força nesta quinta-feira (29), Dia Nacional de Combate ao Fumo.
“Essas composições têm glicerina, que pode causar irritação nos brônquios, doença pulmonar obstrutiva crônica, crise de asma e outros problemas. Os elementos que dão sabor e odor ao vapor também podem ser irritativos quando esquentados”, aponta o psiquiatra Frederico Garcia, coordenador do Centro de Referência em Drogas da UFMG.
Cânceres de pulmão, fígado e cabeça e pescoço também são enfermidades que podem estar relacionadas ao uso, explica a oncologista clínica do grupo Oncoclínicas, Flávia Amaral Duarte. “O que a indústria divulga é que não existe a combustão no cigarro eletrônico, mas a vaporização. Porém, isso não significa ausência de toxicidade, ou que os produtos não fazem mal”.
Nas alturas
O cigarro eletrônico pode ser encontrado sob diferentes formas: tipo caneta, parecido com uma garrafinha e até do tamanho de um cigarro convencional, mas achatado. O preço varia de R$ 180 a R$ 600. O usuário ainda precisa comprar as essências ou cartuchos vaporizáveis, que podem ter ou não nicotina. Há opções com sabores, como baunilha, chicletes e “cigarro branco”.
Débora (nome fictício), que trabalha em uma tabacaria na Savassi, conta que começou a usar o produto há quatro meses. “Não é fácil, porque a gente tem o vício de estar com algo nas mãos e na boca, mas já reduzi muito a quantidade de nicotina que fumo. Meu objetivo é parar totalmente”, afirma.
Cigarro
O consumo de cigarro afeta o indivíduo em três aspectos: o comportamental, com o ato de fumar, o psicológico, com o prazer causado pela experiência, e causando o vício orgânico. Para freá-los por completo, o psiquiatra e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dartiu Xavier da Silveira, que trabalha com redução de danos há três décadas, explica que opções como gomas de mascar e adesivos com nicotina costumam ser mais eficazes e seguras.
“Eles até têm a substância, mas o que pega o tabagista é o hábito, que continua com os vaporizadores. Seria bom se a pessoa conseguisse ficar só no uso controlado e esporádico, mas vemos que não é isso que ocorre. Pelo contrário, ela pode até fumar mais e o produto é vendido e estimulado como se fosse inócuo”, critica.
Legislação
A legislação federal proíbe a venda, a importação e a propaganda de vaporizadores, além de acessórios e refis. O descumprimento é punido com advertência, multa, apreensão, interdição parcial ou total da loja e até cancelamento de alvará. A vigilância sanitária de BH foi procurada, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, que diz não fiscalizar a venda dos produtos. [...]
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A partir do referente principal “cigarro eletrônico”, outros termos surgem para garantir a progressão referencial no texto.
São alguns desses termos, exceto:
TEXTO I
Fumante ignora riscos do cigarro eletrônico
Alardeado como uma solução para quem quer parar de fumar, o cigarro eletrônico é cada vez mais procurado em Belo Horizonte, principalmente por jovens. Mesmo proibido, é facilmente encontrado em lojas do hipercentro, shoppings populares e até no Mercado Central. O comércio dos “vapes”, como são conhecidos, é vetado desde 2009 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A restrição se deve à ausência de dados científicos sobre os produtos. Além da falta de informações, o risco de causar doenças respiratórias e cânceres preocupa especialistas. O assunto ganha ainda mais força nesta quinta-feira (29), Dia Nacional de Combate ao Fumo.
“Essas composições têm glicerina, que pode causar irritação nos brônquios, doença pulmonar obstrutiva crônica, crise de asma e outros problemas. Os elementos que dão sabor e odor ao vapor também podem ser irritativos quando esquentados”, aponta o psiquiatra Frederico Garcia, coordenador do Centro de Referência em Drogas da UFMG.
Cânceres de pulmão, fígado e cabeça e pescoço também são enfermidades que podem estar relacionadas ao uso, explica a oncologista clínica do grupo Oncoclínicas, Flávia Amaral Duarte. “O que a indústria divulga é que não existe a combustão no cigarro eletrônico, mas a vaporização. Porém, isso não significa ausência de toxicidade, ou que os produtos não fazem mal”.
Nas alturas
O cigarro eletrônico pode ser encontrado sob diferentes formas: tipo caneta, parecido com uma garrafinha e até do tamanho de um cigarro convencional, mas achatado. O preço varia de R$ 180 a R$ 600. O usuário ainda precisa comprar as essências ou cartuchos vaporizáveis, que podem ter ou não nicotina. Há opções com sabores, como baunilha, chicletes e “cigarro branco”.
Débora (nome fictício), que trabalha em uma tabacaria na Savassi, conta que começou a usar o produto há quatro meses. “Não é fácil, porque a gente tem o vício de estar com algo nas mãos e na boca, mas já reduzi muito a quantidade de nicotina que fumo. Meu objetivo é parar totalmente”, afirma.
Cigarro
O consumo de cigarro afeta o indivíduo em três aspectos: o comportamental, com o ato de fumar, o psicológico, com o prazer causado pela experiência, e causando o vício orgânico. Para freá-los por completo, o psiquiatra e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dartiu Xavier da Silveira, que trabalha com redução de danos há três décadas, explica que opções como gomas de mascar e adesivos com nicotina costumam ser mais eficazes e seguras.
“Eles até têm a substância, mas o que pega o tabagista é o hábito, que continua com os vaporizadores. Seria bom se a pessoa conseguisse ficar só no uso controlado e esporádico, mas vemos que não é isso que ocorre. Pelo contrário, ela pode até fumar mais e o produto é vendido e estimulado como se fosse inócuo”, critica.
Legislação
A legislação federal proíbe a venda, a importação e a propaganda de vaporizadores, além de acessórios e refis. O descumprimento é punido com advertência, multa, apreensão, interdição parcial ou total da loja e até cancelamento de alvará. A vigilância sanitária de BH foi procurada, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, que diz não fiscalizar a venda dos produtos. [...]
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TEXTO I
Fumante ignora riscos do cigarro eletrônico
Alardeado como uma solução para quem quer parar de fumar, o cigarro eletrônico é cada vez mais procurado em Belo Horizonte, principalmente por jovens. Mesmo proibido, é facilmente encontrado em lojas do hipercentro, shoppings populares e até no Mercado Central. O comércio dos “vapes”, como são conhecidos, é vetado desde 2009 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A restrição se deve à ausência de dados científicos sobre os produtos. Além da falta de informações, o risco de causar doenças respiratórias e cânceres preocupa especialistas. O assunto ganha ainda mais força nesta quinta-feira (29), Dia Nacional de Combate ao Fumo.
“Essas composições têm glicerina, que pode causar irritação nos brônquios, doença pulmonar obstrutiva crônica, crise de asma e outros problemas. Os elementos que dão sabor e odor ao vapor também podem ser irritativos quando esquentados”, aponta o psiquiatra Frederico Garcia, coordenador do Centro de Referência em Drogas da UFMG.
Cânceres de pulmão, fígado e cabeça e pescoço também são enfermidades que podem estar relacionadas ao uso, explica a oncologista clínica do grupo Oncoclínicas, Flávia Amaral Duarte. “O que a indústria divulga é que não existe a combustão no cigarro eletrônico, mas a vaporização. Porém, isso não significa ausência de toxicidade, ou que os produtos não fazem mal”.
Nas alturas
O cigarro eletrônico pode ser encontrado sob diferentes formas: tipo caneta, parecido com uma garrafinha e até do tamanho de um cigarro convencional, mas achatado. O preço varia de R$ 180 a R$ 600. O usuário ainda precisa comprar as essências ou cartuchos vaporizáveis, que podem ter ou não nicotina. Há opções com sabores, como baunilha, chicletes e “cigarro branco”.
Débora (nome fictício), que trabalha em uma tabacaria na Savassi, conta que começou a usar o produto há quatro meses. “Não é fácil, porque a gente tem o vício de estar com algo nas mãos e na boca, mas já reduzi muito a quantidade de nicotina que fumo. Meu objetivo é parar totalmente”, afirma.
Cigarro
O consumo de cigarro afeta o indivíduo em três aspectos: o comportamental, com o ato de fumar, o psicológico, com o prazer causado pela experiência, e causando o vício orgânico. Para freá-los por completo, o psiquiatra e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dartiu Xavier da Silveira, que trabalha com redução de danos há três décadas, explica que opções como gomas de mascar e adesivos com nicotina costumam ser mais eficazes e seguras.
“Eles até têm a substância, mas o que pega o tabagista é o hábito, que continua com os vaporizadores. Seria bom se a pessoa conseguisse ficar só no uso controlado e esporádico, mas vemos que não é isso que ocorre. Pelo contrário, ela pode até fumar mais e o produto é vendido e estimulado como se fosse inócuo”, critica.
Legislação
A legislação federal proíbe a venda, a importação e a propaganda de vaporizadores, além de acessórios e refis. O descumprimento é punido com advertência, multa, apreensão, interdição parcial ou total da loja e até cancelamento de alvará. A vigilância sanitária de BH foi procurada, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, que diz não fiscalizar a venda dos produtos. [...]
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TEXTO I
Fumante ignora riscos do cigarro eletrônico
Alardeado como uma solução para quem quer parar de fumar, o cigarro eletrônico é cada vez mais procurado em Belo Horizonte, principalmente por jovens. Mesmo proibido, é facilmente encontrado em lojas do hipercentro, shoppings populares e até no Mercado Central. O comércio dos “vapes”, como são conhecidos, é vetado desde 2009 pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A restrição se deve à ausência de dados científicos sobre os produtos. Além da falta de informações, o risco de causar doenças respiratórias e cânceres preocupa especialistas. O assunto ganha ainda mais força nesta quinta-feira (29), Dia Nacional de Combate ao Fumo.
“Essas composições têm glicerina, que pode causar irritação nos brônquios, doença pulmonar obstrutiva crônica, crise de asma e outros problemas. Os elementos que dão sabor e odor ao vapor também podem ser irritativos quando esquentados”, aponta o psiquiatra Frederico Garcia, coordenador do Centro de Referência em Drogas da UFMG.
Cânceres de pulmão, fígado e cabeça e pescoço também são enfermidades que podem estar relacionadas ao uso, explica a oncologista clínica do grupo Oncoclínicas, Flávia Amaral Duarte. “O que a indústria divulga é que não existe a combustão no cigarro eletrônico, mas a vaporização. Porém, isso não significa ausência de toxicidade, ou que os produtos não fazem mal”.
Nas alturas
O cigarro eletrônico pode ser encontrado sob diferentes formas: tipo caneta, parecido com uma garrafinha e até do tamanho de um cigarro convencional, mas achatado. O preço varia de R$ 180 a R$ 600. O usuário ainda precisa comprar as essências ou cartuchos vaporizáveis, que podem ter ou não nicotina. Há opções com sabores, como baunilha, chicletes e “cigarro branco”.
Débora (nome fictício), que trabalha em uma tabacaria na Savassi, conta que começou a usar o produto há quatro meses. “Não é fácil, porque a gente tem o vício de estar com algo nas mãos e na boca, mas já reduzi muito a quantidade de nicotina que fumo. Meu objetivo é parar totalmente”, afirma.
Cigarro
O consumo de cigarro afeta o indivíduo em três aspectos: o comportamental, com o ato de fumar, o psicológico, com o prazer causado pela experiência, e causando o vício orgânico. Para freá-los por completo, o psiquiatra e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dartiu Xavier da Silveira, que trabalha com redução de danos há três décadas, explica que opções como gomas de mascar e adesivos com nicotina costumam ser mais eficazes e seguras.
“Eles até têm a substância, mas o que pega o tabagista é o hábito, que continua com os vaporizadores. Seria bom se a pessoa conseguisse ficar só no uso controlado e esporádico, mas vemos que não é isso que ocorre. Pelo contrário, ela pode até fumar mais e o produto é vendido e estimulado como se fosse inócuo”, critica.
Legislação
A legislação federal proíbe a venda, a importação e a propaganda de vaporizadores, além de acessórios e refis. O descumprimento é punido com advertência, multa, apreensão, interdição parcial ou total da loja e até cancelamento de alvará. A vigilância sanitária de BH foi procurada, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, que diz não fiscalizar a venda dos produtos. [...]
Disponível em:<http://twixar.me/8qM1>
Nesse contexto, são papéis dos adultos, exceto:
Nesse contexto, são critérios recomendados para o estabelecimento de convênios e parcerias com as organizações, exceto:
Segundo a Lei n° 9.394, o dever do Estado com educação escolar pública será efetivado mediante a garantia de atendimento educacional especializado gratuito aos educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.
De acordo com a Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional, esse atendimento se dará
De acordo com esse documento, as competências gerais da etapa da Educação Infantil são organizadas em
Sobre essa organização por grupos, assinale a alternativa incorreta.
Leia estes textos.
TEXTO I
A tragédia provocada pelo rompimento da barragem da
mineradora Vale em Brumadinho (MG) ainda mobiliza
uma intensa operação de buscas pelos desaparecidos.
Balanço divulgado em 25 de fevereiro de 2019 pelo
Corpo de Bombeiros e pela Defesa Civil de Minas
Gerais, quando a tragédia completou um mês, aponta
que foram encontrados 179 corpos, mas 131 pessoas
continuam desaparecidas. A barragem 1 de rejeitos de
minério de ferro da Mina do Feijão rompeu-se no início
da tarde do dia 25 de janeiro de 2019, deixando um
rastro de destruição e mortes no município, que fica na
região metropolitana de Belo Horizonte e tem cerca de
36.000 habitantes
Além das mortes causadas, o tsunami de rejeitos de minério de ferro soterrou casas, pousadas e sítios, atingiu o rio Paraopeba (um dos afluentes do rio São Francisco), e provocou danos ambientais tão graves quanto os gerados pelo desastre de Mariana (2015).
Disponível em: <https://brasil.elpais.com/brasil/2019/02/01/politica/1549044928_726130.htm>. Acesso em: 21 jun. 2018. (Adaptação)
TEXTO II
As duas barragens consideradas mais perigosas do país ameaçam um manancial da Região Metropolitana de Belo Horizonte. As barragens 1 e 2 da Mina Engenho, em Rio Acima (MG), são as duas que aparecem na lista da Agência Nacional de Mineração (ANM) com classificação A - ou seja, risco alto e elevado potencial de dano.
Elas ficam a 2 km do Rio das Velhas, que abastece um terço da população da capital mineira, e é um dos afluentes do Rio São Francisco. O maior risco caso haja um rompimento é de contaminação química, segundo o secretário de Meio Ambiente de Rio Acima, Marcos Antônio Reis.
Disponível em: <https://g1.globo.com/mg/minas-gerais/noticia/2019/01/31/barragens-com-maior-potencial-de-dano-do-pais-oferecem-risco-de-contaminacao-quimica-a-manancial-na-grande-bh.ghtm>. Acesso em: 21 jun. 2018. (Adaptação)
Com base nesses textos, que apresentam episódios relacionadas às barragens de rejeitos existentes em Minas Gerais, analise as seguintes afirmativas e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) A tragédia provocada pelo rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho (2019) provocou danos ambientais tão graves quanto os gerados pelo desastre de Mariana (2015).
( ) A tragédia provocada pelo rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho (2019) provocou tantas perdas humanas quanto o desastre de Mariana (2015).
( ) De acordo como o Corpo de Bombeiros e com a Defesa Civil de Minas Gerais, atualmente não há mais chances de ocorrerem novos rompimentos de barragens em Minas Gerais.
( ) A capital mineira, por sua posição geográfica privilegiada, não corre qualquer risco caso uma nova barragem de rejeitos venha a se romper futuramente.
Assinale a sequência correta.
Leia estes textos.
TEXTO I
Disponível em:<https://www.cartacapital.com.br/sociedade/ desde-a-greve-de-2018-vida-de-caminhoneiros-so-piora/>. Acesso em: 21 jun. 2018. (Adaptação)
TEXTO II
Mais quatro cidades de Minas Gerais decretaram situação de emergência por conta da paralisação dos caminhoneiros. A Prefeitura de Campo Belo, no sul do estado, informou que “em decorrência da paralisação prolongada dos caminhoneiros, tem sido afetada a prestação dos serviços públicos, em razão do desabastecimento e ou escassez de insumos no âmbito do município, ocasionando prejuízos de grande repercussão”.
Disponível em: <https://www.em.com.br/app/noticia/gerais/2018/05/28/interna_gerais,962438/cidades-do-norte-ao-sul-de-minas-decretam-emergencia.shtml>. Acesso em: 21 jun. 2018. (Adaptação)
Considerando esses textos acerca da greve dos
caminhoneiros ocorrida em meados de 2018, analise as
afirmativas a seguir.
I. A greve dos caminhoneiros se restringiu ao Sudeste do Brasil, atingindo, especialmente, a região onde está localizada a cidade de Campo Belo, cuja prestação dos serviços públicos foi diretamente afetada em razão do desabastecimento e / ou escassez de insumos no âmbito do município.
II. A greve aparentemente beneficiou as transportadoras e prejudicou os motoristas que trabalham por conta própria, cuja renda encolheu 20%, segundo um estudo dos economistas Cristiano Aguiar de Oliveira e Daniel Mesquita Pereira, da Universidade Federal do Rio Grande.
III. A então presidente da República, Dilma Rousseff, foi a principal responsável pelo fim da greve dos caminhoneiros ao atender prontamente todas as reinvindicações dos setores grevistas, entre elas, a redução do preço do diesel e a criação de uma tabela com os preços mínimos dos fretes.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
Leia os textos a seguir.
TEXTO I
Em virtude do Dia Nacional de Luta contra o Abuso e a Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, a Secretaria Municipal de Assistência Social realizou, no dia 13 a 20 de maio de 2019, atividades de sensibilização e mobilização nas escolas, Igrejas e na Rede de Proteção e Garantia de Direitos da Criança e do Adolescente. A Prefeitura de Campo Belo participou também da “Caminhada pela Paz”, em parceria com a Escola Estadual Padre Alberto Fuger. O objetivo foi promover esse marco de luta pelo fim da violência sexual contra crianças e adolescentes.
Disponível em: <https://www.campobelo.mg.gov.br/portal/noticias/0/3/859/PREFEITURA-REALIZA-ACOES-EMPROL-DO-DIA-NACIONAL-DE-COMBATE-AO-ABUSO-E-A-EXPLORACAO-SEXUAL-INFANTIL>. Acesso em: 21 jun. 2018. (Adaptação)
TEXTO II
Segundo o Atlas da Violência de 2018, 50,9% dos casos registrados de estupro em 2016 foram cometidos contra menores de 13 anos de idade. Além disso, em 32,1% dos casos, as vítimas foram adultos, e em 17%, adolescentes.
Um dos principais espaços de violência contra a mulher não é a rua, e sim dentro das casas das próprias vítimas. No total, o Atlas da Violência mapeou mais de 13 mil casos registrados como ocorridos dentro da casa da pessoa violentada. O ambiente prevalece especialmente nos casos de estupro cometidos por pessoas conhecidas da vítima. Nessa situação, a casa é a cena do crime em 78,6% dos casos.
Uma das razões para isso é o perfil do agressor. No caso do estupro de crianças com menos de 13 anos, conhecidos e amigos da família são responsáveis por 30% dos crimes. Pais e padrastos vêm logo em seguida, com 12% cada.
Disponível em: <https://oglobo.globo.com/brasil/atlas-daviolencia-2018-criancas-sao-maiores-vitimas-de-estupro-no-pais-22747251>. Acesso em: 20 jun. 2018. (Adaptação)
Considerando esses textos, avalie as seguintes afirmativas e a relação proposta entre elas.
I. As principais vítimas de estupro no Brasil são
crianças menores de 13 anos de idade, que, na
maioria das vezes, são violentadas dentro de casa.
PORQUE
II. No Brasil, os pais e padrastos, que deveriam ser os responsáveis legais pela integridade física e psicológica das crianças e dos adolescentes, são os principais autores dos crimes de estupro contra menores de 13 anos de idade.A respeito dessas afirmativas e da relação proposta entre elas, assinale a alternativa correta.
De acordo com o prefeito, “A referida lei está em consonância com o princípio da isonomia. Ela se funda na necessidade de superar o racismo estrutural e institucional ainda existente na sociedade brasileira, e garantir a igualdade material entre os cidadãos, por meio da distribuição mais equitativa de bens sociais e da promoção do reconhecimento da população negra, sem haver a violação aos princípios do concurso público e da eficiência”.
Disponível em: <https://www.campobelo.mg.gov. br/portal/noticias/0/3/810/Prefeito-sanciona-lei-que-reserva-aos-negros-10-dez-porcento-das-vagas-oferecidas-nos-concursos-publicos-para-provimento-de-cargos>. Acesso em: 21 jun. 2018. (Adaptação)
De acordo com o prefeito de Campo Belo, a lei que garante aos negros 10% das vagas oferecidas nos concursos públicos tem por objetivo enfraquecer