Foram encontradas 1.666 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3182025 Pedagogia
Entender o processo educativo como complexo, porque marcado pelas variáveis pedagógicas e sociais, implica considerar, na construção do currículo, as interações dialógicas entre escola e vida, conhecimento e cultura. Por isso, uma das competências gerais da Base Nacional Comum Curricular é:
Alternativas
Q3182024 Pedagogia
Uma das possibilidades de organização curricular é a interdisciplinaridade, que se fundamenta numa visão mais ampla e conectada do conhecimento. Sendo assim, propõe:
Alternativas
Q3182023 Pedagogia
Adotar o modelo organizativo denominado Projetos de Trabalho implica compromisso com:
Alternativas
Q3182022 Pedagogia
Leia o trecho a seguir:
“Enquanto conversa com a amiga ao telefone, Vera observa o filho sentado ao seu lado. Guilherme está com 5 anos e se diverte preenchendo algumas folhas de papel com lápis de cor. Próximo a cada desenho, ele escreve as letras que já conhece. Num determinado momento, a mãe interrompe a conversa ao telefone:
    - Gui, me dá um pedaço de papel que eu preciso escrever o nome da rua da minha amiga.     A criança rasga um pedaço, que não deve ter mais do que um centímetro, da folha que está usando.     - Gui, assim não dá. Como eu posso escrever o nome da rua nesse pedacinho?     - Por que não?? A sua amiga mora tão longe assim?”
(SEBER, 1995, p. 31)

Pensando a partir do relato feito, é possível inferir que Guilherme formula ideias a respeito do mundo, a partir das compreensões que é capaz de fazer, articulando informações recebidas e o seu próprio ponto de vista. À medida que os conhecimentos vão sendo construídos, progressos vão sendo alcançados e suas hipóteses, se modificando. Essa inferência encontra sustentação na teoria da aprendizagem:
Alternativas
Q3182021 Pedagogia
Na escola pública, o planejamento participativo tem importante papel na construção da gestão democrática. Para Heloísa Lück, a participação constitui uma forma de, ao promover maior aproximação entre os membros da comunidade escolar:
Alternativas
Q3182020 Pedagogia
A avaliação pode exercer múltiplas funções dentro e fora da escola, dentre elas, a de representar um conjunto de mecanismos através dos quais se sanciona o sucesso ou o insucesso do aluno. Desse modo, pode-se afirmar que a avaliação assume a função conhecida como:
Alternativas
Q3182019 Pedagogia
Para o professor e linguista Luiz Carlos Cagliari, a alfabetização é, primordialmente, “a aprendizagem da escrita e da leitura” (2009, p.5). Considerando que ler e escrever são atos linguísticos, é importante que o professor alfabetizador:
Alternativas
Q3181998 Pedagogia
Uma das competências específicas de língua portuguesa para o Ensino Fundamental é a seguinte:
Alternativas
Q3181997 Pedagogia
Eis uma das habilidades de língua portuguesa, presente na Base Nacional Comum Curricular: “(EF67LP15) Identificar a proibição imposta ou o direito garantido, bem como as circunstâncias de sua aplicação, em artigos relativos a normas, regimentos escolares, regimentos e estatutos da sociedade civil, regulamentações para o mercado publicitário, Código de Defesa do Consumidor, Código Nacional de Trânsito, ECA, Constituição, dentre outros”. Essa habilidade está associada a uma determinada prática de linguagem, que é o campo:
Alternativas
Q3181996 Literatura
Leia o poema a seguir, de Gonçalves de Magalhães:

Adeus à Europa

Adeus, oh terras da Europa!
Adeus, França, adeus, Paris!
Volto a ver terras da Pátria,
vou morrer no meu país.

Qual ave errante, sem ninho,
oculto peregrinando,
visitei vossas cidades,
sempre na Pátria pensando.

De saudade consumido,
dos velhos pais tão distante,
gotas de fel azedavam
o meu mais suave instante.

As cordas de minha lira
longo tempo suspiraram,
mas alfim frouxas, cansadas
de suspirar, se quebraram.

Oh lira do meu exílio,
da Europa as plagas deixemos;
eu te darei novas cordas,
novos hinos cantaremos.

Adeus, oh terras da Europa!
Adeus, França, adeus, Paris!
Volto a ver terras da Pátria,
vou morrer no meu país.


Fonte: https://www.cervantesvirtual.com/obra-visor/suspiros-poeticos-e-saudades--0/html/. Acesso em 14/10/2024
No poema, um traço muito marcante do período literário em que foi produzido é o:
Alternativas
Q3181995 Literatura
Leia o poema a seguir, de Gonçalves de Magalhães:

Adeus à Europa

Adeus, oh terras da Europa!
Adeus, França, adeus, Paris!
Volto a ver terras da Pátria,
vou morrer no meu país.

Qual ave errante, sem ninho,
oculto peregrinando,
visitei vossas cidades,
sempre na Pátria pensando.

De saudade consumido,
dos velhos pais tão distante,
gotas de fel azedavam
o meu mais suave instante.

As cordas de minha lira
longo tempo suspiraram,
mas alfim frouxas, cansadas
de suspirar, se quebraram.

Oh lira do meu exílio,
da Europa as plagas deixemos;
eu te darei novas cordas,
novos hinos cantaremos.

Adeus, oh terras da Europa!
Adeus, França, adeus, Paris!
Volto a ver terras da Pátria,
vou morrer no meu país.


Fonte: https://www.cervantesvirtual.com/obra-visor/suspiros-poeticos-e-saudades--0/html/. Acesso em 14/10/2024
Esse poema é representativo da:
Alternativas
Q3181994 Português
Na palavra DESACELERAÇÃO, há:
Alternativas
Q3181993 Português
Por que estudar com materiais impressos pode ajudar a
aumentar a retenção

Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita
uma leitura mais lenta e cuidadosa

No mundo digital de hoje, muitos estudantes e profissionais migraram para e-books, tablets e laptops para estudar. No entanto, estudos indicam que o uso de materiais impressos pode ser mais eficaz para a retenção de informações. Entenda por que escolher o papel em vez das telas pode melhorar sua capacidade de aprendizado e memória, segundo um estudo da Universidade de Valencia. As informações são do The Guardian.

1. Materiais impressos reduzem a fadiga ocular e aumentam a concentração

Ler em dispositivos digitais por longos períodos pode causar fadiga ocular, desconforto e dificuldade para se concentrar. A luz
emitida pelas telas digitais, especialmente a luz azul, interfere no foco visual, levando a cansaço e, em alguns casos, dor de
cabeça. Esses fatores afetam diretamente a capacidade de se concentrar e reter informações. Com materiais impressos, você
elimina esse problema, permitindo um estudo mais confortável e prolongado, o que favorece a memorização. Além disso, o papel oferece uma experiência de leitura mais tranquila e linear, sem as distrações constantes de notificações ou a tentação de mudar para outros aplicativos, o que muitas vezes acontece ao estudar em dispositivos digitais.


2. O papel estimula um aprendizado mais ativo e profundo

Estudos mostram que a leitura de materiais impressos envolve um processamento cognitivo mais profundo em comparação com a leitura em dispositivos eletrônicos. Quando você interage com um livro físico, pode sublinhar, fazer anotações nas margens e folhear as páginas com mais facilidade, o que ajuda a reforçar o aprendizado. Essas ações promovem um envolvimento mais ativo com o conteúdo, aumentando a chance de reter as informações a longo prazo. O formato físico também facilita a criação de uma representação mental do conteúdo. Muitas pessoas conseguem "visualizar" onde certas informações estavam localizadas em uma página, o que ajuda na recuperação das informações no futuro. Esse tipo de memória espacial é menos comum quando se lê em dispositivos digitais.


3. Estudar com papel promove melhor compreensão e reflexão

Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita uma leitura mais lenta e cuidadosa. Diferente da leitura rápida que ocorre frequentemente em dispositivos digitais, o papel incentiva a reflexão e a análise crítica. Essa desaceleração é essencial para uma compreensão mais profunda e para a retenção de conceitos complexos. Além disso, o ato físico de virar páginas e marcar progresso em um livro pode gerar uma sensação de conquista e controle sobre o aprendizado, o que ajuda a manter o foco e a motivação. Isso se traduz em um maior comprometimento com o conteúdo, aumentando significativamente a retenção de informações.

O papel como aliado da memória e do aprendizado

Embora os dispositivos digitais ofereçam conveniência, os materiais impressos têm vantagens claras quando o objetivo é melhorar a retenção de informações. Eles reduzem a fadiga ocular, promovem um aprendizado mais ativo e envolvem o cérebro em um processo de leitura mais profundo. Ao incorporar materiais impressos em sua rotina de estudos, você pode melhorar significativamente sua concentração, compreensão e capacidade de lembrar o que aprendeu. Portanto, da próxima vez que precisar estudar algo importante, considere deixar o tablet de lado e recorrer ao bom e velho papel.


Fonte: https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/por-que-estudar-com-materiais-impressos-pode-ajudar-a-aumentar-a-retencao/?fbclid=IwY2xjawF0DdtleHRuA2FlbQIxMQABHbl79jkIg9y4wXAE_i9nJWevHj7Iiw6I-0SQaUP_1hoPBWERHfLRcF-54w_aem_cJ1lizqhZA1_J2oU3MTF3A&sfnsn=wiwspwa. Acesso em: 14 out. 2024.
Em “Esses fatores afetam diretamente a capacidade de se concentrar e reter informações”, as duas orações destacadas estão coordenadas entre si. Elas são classificadas como subordinadas:
Alternativas
Q3181992 Português
Por que estudar com materiais impressos pode ajudar a
aumentar a retenção

Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita
uma leitura mais lenta e cuidadosa

No mundo digital de hoje, muitos estudantes e profissionais migraram para e-books, tablets e laptops para estudar. No entanto, estudos indicam que o uso de materiais impressos pode ser mais eficaz para a retenção de informações. Entenda por que escolher o papel em vez das telas pode melhorar sua capacidade de aprendizado e memória, segundo um estudo da Universidade de Valencia. As informações são do The Guardian.

1. Materiais impressos reduzem a fadiga ocular e aumentam a concentração

Ler em dispositivos digitais por longos períodos pode causar fadiga ocular, desconforto e dificuldade para se concentrar. A luz
emitida pelas telas digitais, especialmente a luz azul, interfere no foco visual, levando a cansaço e, em alguns casos, dor de
cabeça. Esses fatores afetam diretamente a capacidade de se concentrar e reter informações. Com materiais impressos, você
elimina esse problema, permitindo um estudo mais confortável e prolongado, o que favorece a memorização. Além disso, o papel oferece uma experiência de leitura mais tranquila e linear, sem as distrações constantes de notificações ou a tentação de mudar para outros aplicativos, o que muitas vezes acontece ao estudar em dispositivos digitais.


2. O papel estimula um aprendizado mais ativo e profundo

Estudos mostram que a leitura de materiais impressos envolve um processamento cognitivo mais profundo em comparação com a leitura em dispositivos eletrônicos. Quando você interage com um livro físico, pode sublinhar, fazer anotações nas margens e folhear as páginas com mais facilidade, o que ajuda a reforçar o aprendizado. Essas ações promovem um envolvimento mais ativo com o conteúdo, aumentando a chance de reter as informações a longo prazo. O formato físico também facilita a criação de uma representação mental do conteúdo. Muitas pessoas conseguem "visualizar" onde certas informações estavam localizadas em uma página, o que ajuda na recuperação das informações no futuro. Esse tipo de memória espacial é menos comum quando se lê em dispositivos digitais.


3. Estudar com papel promove melhor compreensão e reflexão

Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita uma leitura mais lenta e cuidadosa. Diferente da leitura rápida que ocorre frequentemente em dispositivos digitais, o papel incentiva a reflexão e a análise crítica. Essa desaceleração é essencial para uma compreensão mais profunda e para a retenção de conceitos complexos. Além disso, o ato físico de virar páginas e marcar progresso em um livro pode gerar uma sensação de conquista e controle sobre o aprendizado, o que ajuda a manter o foco e a motivação. Isso se traduz em um maior comprometimento com o conteúdo, aumentando significativamente a retenção de informações.

O papel como aliado da memória e do aprendizado

Embora os dispositivos digitais ofereçam conveniência, os materiais impressos têm vantagens claras quando o objetivo é melhorar a retenção de informações. Eles reduzem a fadiga ocular, promovem um aprendizado mais ativo e envolvem o cérebro em um processo de leitura mais profundo. Ao incorporar materiais impressos em sua rotina de estudos, você pode melhorar significativamente sua concentração, compreensão e capacidade de lembrar o que aprendeu. Portanto, da próxima vez que precisar estudar algo importante, considere deixar o tablet de lado e recorrer ao bom e velho papel.


Fonte: https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/por-que-estudar-com-materiais-impressos-pode-ajudar-a-aumentar-a-retencao/?fbclid=IwY2xjawF0DdtleHRuA2FlbQIxMQABHbl79jkIg9y4wXAE_i9nJWevHj7Iiw6I-0SQaUP_1hoPBWERHfLRcF-54w_aem_cJ1lizqhZA1_J2oU3MTF3A&sfnsn=wiwspwa. Acesso em: 14 out. 2024.
“Ler em dispositivos digitais por longos períodos pode causar fadiga ocular, desconforto e dificuldade para se concentrar”. O trecho destacado pode ser classificado sintaticamente como:
Alternativas
Q3181991 Português
Por que estudar com materiais impressos pode ajudar a
aumentar a retenção

Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita
uma leitura mais lenta e cuidadosa

No mundo digital de hoje, muitos estudantes e profissionais migraram para e-books, tablets e laptops para estudar. No entanto, estudos indicam que o uso de materiais impressos pode ser mais eficaz para a retenção de informações. Entenda por que escolher o papel em vez das telas pode melhorar sua capacidade de aprendizado e memória, segundo um estudo da Universidade de Valencia. As informações são do The Guardian.

1. Materiais impressos reduzem a fadiga ocular e aumentam a concentração

Ler em dispositivos digitais por longos períodos pode causar fadiga ocular, desconforto e dificuldade para se concentrar. A luz
emitida pelas telas digitais, especialmente a luz azul, interfere no foco visual, levando a cansaço e, em alguns casos, dor de
cabeça. Esses fatores afetam diretamente a capacidade de se concentrar e reter informações. Com materiais impressos, você
elimina esse problema, permitindo um estudo mais confortável e prolongado, o que favorece a memorização. Além disso, o papel oferece uma experiência de leitura mais tranquila e linear, sem as distrações constantes de notificações ou a tentação de mudar para outros aplicativos, o que muitas vezes acontece ao estudar em dispositivos digitais.


2. O papel estimula um aprendizado mais ativo e profundo

Estudos mostram que a leitura de materiais impressos envolve um processamento cognitivo mais profundo em comparação com a leitura em dispositivos eletrônicos. Quando você interage com um livro físico, pode sublinhar, fazer anotações nas margens e folhear as páginas com mais facilidade, o que ajuda a reforçar o aprendizado. Essas ações promovem um envolvimento mais ativo com o conteúdo, aumentando a chance de reter as informações a longo prazo. O formato físico também facilita a criação de uma representação mental do conteúdo. Muitas pessoas conseguem "visualizar" onde certas informações estavam localizadas em uma página, o que ajuda na recuperação das informações no futuro. Esse tipo de memória espacial é menos comum quando se lê em dispositivos digitais.


3. Estudar com papel promove melhor compreensão e reflexão

Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita uma leitura mais lenta e cuidadosa. Diferente da leitura rápida que ocorre frequentemente em dispositivos digitais, o papel incentiva a reflexão e a análise crítica. Essa desaceleração é essencial para uma compreensão mais profunda e para a retenção de conceitos complexos. Além disso, o ato físico de virar páginas e marcar progresso em um livro pode gerar uma sensação de conquista e controle sobre o aprendizado, o que ajuda a manter o foco e a motivação. Isso se traduz em um maior comprometimento com o conteúdo, aumentando significativamente a retenção de informações.

O papel como aliado da memória e do aprendizado

Embora os dispositivos digitais ofereçam conveniência, os materiais impressos têm vantagens claras quando o objetivo é melhorar a retenção de informações. Eles reduzem a fadiga ocular, promovem um aprendizado mais ativo e envolvem o cérebro em um processo de leitura mais profundo. Ao incorporar materiais impressos em sua rotina de estudos, você pode melhorar significativamente sua concentração, compreensão e capacidade de lembrar o que aprendeu. Portanto, da próxima vez que precisar estudar algo importante, considere deixar o tablet de lado e recorrer ao bom e velho papel.


Fonte: https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/por-que-estudar-com-materiais-impressos-pode-ajudar-a-aumentar-a-retencao/?fbclid=IwY2xjawF0DdtleHRuA2FlbQIxMQABHbl79jkIg9y4wXAE_i9nJWevHj7Iiw6I-0SQaUP_1hoPBWERHfLRcF-54w_aem_cJ1lizqhZA1_J2oU3MTF3A&sfnsn=wiwspwa. Acesso em: 14 out. 2024.
“Entenda por que escolher o papel em vez das telas pode melhorar sua capacidade de aprendizado e memória, segundo um estudo da Universidade de Valencia”. Os textos costumam ser tipologicamente variados. O trecho destacado nesta questão é predominantemente:
Alternativas
Q3181990 Português
Por que estudar com materiais impressos pode ajudar a
aumentar a retenção

Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita
uma leitura mais lenta e cuidadosa

No mundo digital de hoje, muitos estudantes e profissionais migraram para e-books, tablets e laptops para estudar. No entanto, estudos indicam que o uso de materiais impressos pode ser mais eficaz para a retenção de informações. Entenda por que escolher o papel em vez das telas pode melhorar sua capacidade de aprendizado e memória, segundo um estudo da Universidade de Valencia. As informações são do The Guardian.

1. Materiais impressos reduzem a fadiga ocular e aumentam a concentração

Ler em dispositivos digitais por longos períodos pode causar fadiga ocular, desconforto e dificuldade para se concentrar. A luz
emitida pelas telas digitais, especialmente a luz azul, interfere no foco visual, levando a cansaço e, em alguns casos, dor de
cabeça. Esses fatores afetam diretamente a capacidade de se concentrar e reter informações. Com materiais impressos, você
elimina esse problema, permitindo um estudo mais confortável e prolongado, o que favorece a memorização. Além disso, o papel oferece uma experiência de leitura mais tranquila e linear, sem as distrações constantes de notificações ou a tentação de mudar para outros aplicativos, o que muitas vezes acontece ao estudar em dispositivos digitais.


2. O papel estimula um aprendizado mais ativo e profundo

Estudos mostram que a leitura de materiais impressos envolve um processamento cognitivo mais profundo em comparação com a leitura em dispositivos eletrônicos. Quando você interage com um livro físico, pode sublinhar, fazer anotações nas margens e folhear as páginas com mais facilidade, o que ajuda a reforçar o aprendizado. Essas ações promovem um envolvimento mais ativo com o conteúdo, aumentando a chance de reter as informações a longo prazo. O formato físico também facilita a criação de uma representação mental do conteúdo. Muitas pessoas conseguem "visualizar" onde certas informações estavam localizadas em uma página, o que ajuda na recuperação das informações no futuro. Esse tipo de memória espacial é menos comum quando se lê em dispositivos digitais.


3. Estudar com papel promove melhor compreensão e reflexão

Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita uma leitura mais lenta e cuidadosa. Diferente da leitura rápida que ocorre frequentemente em dispositivos digitais, o papel incentiva a reflexão e a análise crítica. Essa desaceleração é essencial para uma compreensão mais profunda e para a retenção de conceitos complexos. Além disso, o ato físico de virar páginas e marcar progresso em um livro pode gerar uma sensação de conquista e controle sobre o aprendizado, o que ajuda a manter o foco e a motivação. Isso se traduz em um maior comprometimento com o conteúdo, aumentando significativamente a retenção de informações.

O papel como aliado da memória e do aprendizado

Embora os dispositivos digitais ofereçam conveniência, os materiais impressos têm vantagens claras quando o objetivo é melhorar a retenção de informações. Eles reduzem a fadiga ocular, promovem um aprendizado mais ativo e envolvem o cérebro em um processo de leitura mais profundo. Ao incorporar materiais impressos em sua rotina de estudos, você pode melhorar significativamente sua concentração, compreensão e capacidade de lembrar o que aprendeu. Portanto, da próxima vez que precisar estudar algo importante, considere deixar o tablet de lado e recorrer ao bom e velho papel.


Fonte: https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/por-que-estudar-com-materiais-impressos-pode-ajudar-a-aumentar-a-retencao/?fbclid=IwY2xjawF0DdtleHRuA2FlbQIxMQABHbl79jkIg9y4wXAE_i9nJWevHj7Iiw6I-0SQaUP_1hoPBWERHfLRcF-54w_aem_cJ1lizqhZA1_J2oU3MTF3A&sfnsn=wiwspwa. Acesso em: 14 out. 2024.
“Entenda por que escolher o papel em vez das telas pode melhorar sua capacidade de aprendizado e memória, segundo um estudo da Universidade de Valencia”. Em seu contexto de uso, a palavra destacada é um tipo de conectivo classificado como:
Alternativas
Q3181989 Português
Por que estudar com materiais impressos pode ajudar a
aumentar a retenção

Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita
uma leitura mais lenta e cuidadosa

No mundo digital de hoje, muitos estudantes e profissionais migraram para e-books, tablets e laptops para estudar. No entanto, estudos indicam que o uso de materiais impressos pode ser mais eficaz para a retenção de informações. Entenda por que escolher o papel em vez das telas pode melhorar sua capacidade de aprendizado e memória, segundo um estudo da Universidade de Valencia. As informações são do The Guardian.

1. Materiais impressos reduzem a fadiga ocular e aumentam a concentração

Ler em dispositivos digitais por longos períodos pode causar fadiga ocular, desconforto e dificuldade para se concentrar. A luz
emitida pelas telas digitais, especialmente a luz azul, interfere no foco visual, levando a cansaço e, em alguns casos, dor de
cabeça. Esses fatores afetam diretamente a capacidade de se concentrar e reter informações. Com materiais impressos, você
elimina esse problema, permitindo um estudo mais confortável e prolongado, o que favorece a memorização. Além disso, o papel oferece uma experiência de leitura mais tranquila e linear, sem as distrações constantes de notificações ou a tentação de mudar para outros aplicativos, o que muitas vezes acontece ao estudar em dispositivos digitais.


2. O papel estimula um aprendizado mais ativo e profundo

Estudos mostram que a leitura de materiais impressos envolve um processamento cognitivo mais profundo em comparação com a leitura em dispositivos eletrônicos. Quando você interage com um livro físico, pode sublinhar, fazer anotações nas margens e folhear as páginas com mais facilidade, o que ajuda a reforçar o aprendizado. Essas ações promovem um envolvimento mais ativo com o conteúdo, aumentando a chance de reter as informações a longo prazo. O formato físico também facilita a criação de uma representação mental do conteúdo. Muitas pessoas conseguem "visualizar" onde certas informações estavam localizadas em uma página, o que ajuda na recuperação das informações no futuro. Esse tipo de memória espacial é menos comum quando se lê em dispositivos digitais.


3. Estudar com papel promove melhor compreensão e reflexão

Pesquisas indicam que o estudo com materiais impressos facilita uma leitura mais lenta e cuidadosa. Diferente da leitura rápida que ocorre frequentemente em dispositivos digitais, o papel incentiva a reflexão e a análise crítica. Essa desaceleração é essencial para uma compreensão mais profunda e para a retenção de conceitos complexos. Além disso, o ato físico de virar páginas e marcar progresso em um livro pode gerar uma sensação de conquista e controle sobre o aprendizado, o que ajuda a manter o foco e a motivação. Isso se traduz em um maior comprometimento com o conteúdo, aumentando significativamente a retenção de informações.

O papel como aliado da memória e do aprendizado

Embora os dispositivos digitais ofereçam conveniência, os materiais impressos têm vantagens claras quando o objetivo é melhorar a retenção de informações. Eles reduzem a fadiga ocular, promovem um aprendizado mais ativo e envolvem o cérebro em um processo de leitura mais profundo. Ao incorporar materiais impressos em sua rotina de estudos, você pode melhorar significativamente sua concentração, compreensão e capacidade de lembrar o que aprendeu. Portanto, da próxima vez que precisar estudar algo importante, considere deixar o tablet de lado e recorrer ao bom e velho papel.


Fonte: https://exame.com/carreira/guia-de-carreira/por-que-estudar-com-materiais-impressos-pode-ajudar-a-aumentar-a-retencao/?fbclid=IwY2xjawF0DdtleHRuA2FlbQIxMQABHbl79jkIg9y4wXAE_i9nJWevHj7Iiw6I-0SQaUP_1hoPBWERHfLRcF-54w_aem_cJ1lizqhZA1_J2oU3MTF3A&sfnsn=wiwspwa. Acesso em: 14 out. 2024.
A leitura do texto permite a inferência de que:
Alternativas
Q3181988 Inglês
TEXT:
Flipped learning – could it work for you?
Exploring the benefits, challenges and tips for success

By Stephanie Hirschman
October 2, 2023


Flipped learning is very much a buzz word these days, and it’s worth thinking about whether this approach is suitable for your
lessons. It’s quite easy to define: whereas a more traditional model of teaching involves some sort of initial input (for example a
lecture or demonstration) followed by some sort of related output (for example a discussion or experiment) with some homework to follow, in flipped learning, this order is disrupted. Students do their homework before the class meets by watching a recorded lecture or video or reading an article. This enables them to spend the lesson time on activities which make a more significant contribution to their deep understanding and mastery of important ideas, for example, discussion, roleplay or presentations. It sits well within blended learning as the pre-lesson homework is likely to be accessed online, while the class activities are conducted face-to-face.

Why is it important?
Flipped learning makes good use of technology, allowing students to approach the input at their own level. Some may need to view a video several times more than would be possible in a group classroom setting, with frequent pauses and rewinding to ensure that they have recognized the main points. It’s also possible for students to explore other aspects of a topic, either using further links that the teacher provides, or finding other relevant resources to explore on their own. Finally, they can do the work when and where they wish, and even make use of otherwise “dead” time, like waiting for a bus.


How relevant is it for English language teaching (ELT)?

It’s important to recognize that flipped learning was not developed with ELT contexts in mind. In a language lesson, we may find
students reading a text about, say, major infrastructure projects, but this content is merely a vehicle for some other language point like expressing high numbers or making comparisons. During a conventional English lesson, the teacher would be guiding students through the text, encouraging prediction and other strategies and setting achievable reading or listening tasks to check basic understanding, before introducing key language points in a staged presentation. This would be followed by controlled practice and freer production. It’s not easy to see how this pattern of brief but meaningful interactive activities maps onto flipped learning. ELT texts, even at advanced levels, tend to be too short to be worth exploring in depth, unlike a 30-minute lecture or video that students of other subjects may be watching. Of course, it could be argued that the true content of the lesson, ie the language point, could be the subject of flipped learning, with students watching a presentation on this subject before the class meets. However, this removes the language point from an engaging and meaningful context and furthermore, working alone robs students of the opportunity to ask questions and discuss emergent ideas about meaning, which are key elements of communicative learning.

Tips for success
Nonetheless, it is possible to flip an ELT classroom, with some adjustments:

1. Flipped learning would suit certain types of ELT which are heavily content based, like CLIL or Business. Mature students are more likely to have the motivation required to implement this approach sensibly.

2. It makes sense to devote the final stages of a lesson to introducing the content that students will explore independently before the next class meeting. This should include a justification of why the content was chosen, how students should approach it and how they can check their understanding. Providing some comprehension questions is a minimum. If answers aren’t furnished, the next class meeting could open with an activity to discuss and check these.

3. The teacher must provide an easy and reliable way for students to access the content, for example via an online learning system.

4. It’s reasonable to expect that students will require training and a settling-in period, as they come to terms with the demands of the new system. It could even be worth trialing the routine during a face-to-face lesson, with students accessing content on their phones or laptops, and with some reminders about how to approach a reading text (for example skimming and scanning) or how to make good use of technology to ensure effective listening (for example, rewinding, user slower speed settings or making use of a tape script).

5. Because of the investment required in learner training, flipped learning will be tricky to implement in programs with continuous enrolment. It’s far more suitable for a setting with a termly or yearly intake date.

6. Even when the system is up and running, there will probably always be a number of students who have not prepared adequately for the lesson. This will affect how successful follow-up activities are and the teacher needs some strategies in place to address this.

Available in: https://linguahouse.com/blog/post/flipped-learning-could-it-work-for-you
Acesso: 17/10/2024
Analisando o trecho: “Even when the system is up and running, there will probably always be a number of students who have not prepared adequately for the lesson”, a expressão idiomática que pode ser usada para se referir a este tipo de aluno é:
Alternativas
Q3181987 Inglês
TEXT:
Flipped learning – could it work for you?
Exploring the benefits, challenges and tips for success

By Stephanie Hirschman
October 2, 2023


Flipped learning is very much a buzz word these days, and it’s worth thinking about whether this approach is suitable for your
lessons. It’s quite easy to define: whereas a more traditional model of teaching involves some sort of initial input (for example a
lecture or demonstration) followed by some sort of related output (for example a discussion or experiment) with some homework to follow, in flipped learning, this order is disrupted. Students do their homework before the class meets by watching a recorded lecture or video or reading an article. This enables them to spend the lesson time on activities which make a more significant contribution to their deep understanding and mastery of important ideas, for example, discussion, roleplay or presentations. It sits well within blended learning as the pre-lesson homework is likely to be accessed online, while the class activities are conducted face-to-face.

Why is it important?
Flipped learning makes good use of technology, allowing students to approach the input at their own level. Some may need to view a video several times more than would be possible in a group classroom setting, with frequent pauses and rewinding to ensure that they have recognized the main points. It’s also possible for students to explore other aspects of a topic, either using further links that the teacher provides, or finding other relevant resources to explore on their own. Finally, they can do the work when and where they wish, and even make use of otherwise “dead” time, like waiting for a bus.


How relevant is it for English language teaching (ELT)?

It’s important to recognize that flipped learning was not developed with ELT contexts in mind. In a language lesson, we may find
students reading a text about, say, major infrastructure projects, but this content is merely a vehicle for some other language point like expressing high numbers or making comparisons. During a conventional English lesson, the teacher would be guiding students through the text, encouraging prediction and other strategies and setting achievable reading or listening tasks to check basic understanding, before introducing key language points in a staged presentation. This would be followed by controlled practice and freer production. It’s not easy to see how this pattern of brief but meaningful interactive activities maps onto flipped learning. ELT texts, even at advanced levels, tend to be too short to be worth exploring in depth, unlike a 30-minute lecture or video that students of other subjects may be watching. Of course, it could be argued that the true content of the lesson, ie the language point, could be the subject of flipped learning, with students watching a presentation on this subject before the class meets. However, this removes the language point from an engaging and meaningful context and furthermore, working alone robs students of the opportunity to ask questions and discuss emergent ideas about meaning, which are key elements of communicative learning.

Tips for success
Nonetheless, it is possible to flip an ELT classroom, with some adjustments:

1. Flipped learning would suit certain types of ELT which are heavily content based, like CLIL or Business. Mature students are more likely to have the motivation required to implement this approach sensibly.

2. It makes sense to devote the final stages of a lesson to introducing the content that students will explore independently before the next class meeting. This should include a justification of why the content was chosen, how students should approach it and how they can check their understanding. Providing some comprehension questions is a minimum. If answers aren’t furnished, the next class meeting could open with an activity to discuss and check these.

3. The teacher must provide an easy and reliable way for students to access the content, for example via an online learning system.

4. It’s reasonable to expect that students will require training and a settling-in period, as they come to terms with the demands of the new system. It could even be worth trialing the routine during a face-to-face lesson, with students accessing content on their phones or laptops, and with some reminders about how to approach a reading text (for example skimming and scanning) or how to make good use of technology to ensure effective listening (for example, rewinding, user slower speed settings or making use of a tape script).

5. Because of the investment required in learner training, flipped learning will be tricky to implement in programs with continuous enrolment. It’s far more suitable for a setting with a termly or yearly intake date.

6. Even when the system is up and running, there will probably always be a number of students who have not prepared adequately for the lesson. This will affect how successful follow-up activities are and the teacher needs some strategies in place to address this.

Available in: https://linguahouse.com/blog/post/flipped-learning-could-it-work-for-you
Acesso: 17/10/2024
As vogais podem representar diferentes fonemas na língua inglesa. Dentre as palavras abaixo, todas retiradas do texto, aquela na qual a vogal /i/ tem como representação fonética o símbolo /ai/ é:
Alternativas
Q3181986 Inglês
TEXT:
Flipped learning – could it work for you?
Exploring the benefits, challenges and tips for success

By Stephanie Hirschman
October 2, 2023


Flipped learning is very much a buzz word these days, and it’s worth thinking about whether this approach is suitable for your
lessons. It’s quite easy to define: whereas a more traditional model of teaching involves some sort of initial input (for example a
lecture or demonstration) followed by some sort of related output (for example a discussion or experiment) with some homework to follow, in flipped learning, this order is disrupted. Students do their homework before the class meets by watching a recorded lecture or video or reading an article. This enables them to spend the lesson time on activities which make a more significant contribution to their deep understanding and mastery of important ideas, for example, discussion, roleplay or presentations. It sits well within blended learning as the pre-lesson homework is likely to be accessed online, while the class activities are conducted face-to-face.

Why is it important?
Flipped learning makes good use of technology, allowing students to approach the input at their own level. Some may need to view a video several times more than would be possible in a group classroom setting, with frequent pauses and rewinding to ensure that they have recognized the main points. It’s also possible for students to explore other aspects of a topic, either using further links that the teacher provides, or finding other relevant resources to explore on their own. Finally, they can do the work when and where they wish, and even make use of otherwise “dead” time, like waiting for a bus.


How relevant is it for English language teaching (ELT)?

It’s important to recognize that flipped learning was not developed with ELT contexts in mind. In a language lesson, we may find
students reading a text about, say, major infrastructure projects, but this content is merely a vehicle for some other language point like expressing high numbers or making comparisons. During a conventional English lesson, the teacher would be guiding students through the text, encouraging prediction and other strategies and setting achievable reading or listening tasks to check basic understanding, before introducing key language points in a staged presentation. This would be followed by controlled practice and freer production. It’s not easy to see how this pattern of brief but meaningful interactive activities maps onto flipped learning. ELT texts, even at advanced levels, tend to be too short to be worth exploring in depth, unlike a 30-minute lecture or video that students of other subjects may be watching. Of course, it could be argued that the true content of the lesson, ie the language point, could be the subject of flipped learning, with students watching a presentation on this subject before the class meets. However, this removes the language point from an engaging and meaningful context and furthermore, working alone robs students of the opportunity to ask questions and discuss emergent ideas about meaning, which are key elements of communicative learning.

Tips for success
Nonetheless, it is possible to flip an ELT classroom, with some adjustments:

1. Flipped learning would suit certain types of ELT which are heavily content based, like CLIL or Business. Mature students are more likely to have the motivation required to implement this approach sensibly.

2. It makes sense to devote the final stages of a lesson to introducing the content that students will explore independently before the next class meeting. This should include a justification of why the content was chosen, how students should approach it and how they can check their understanding. Providing some comprehension questions is a minimum. If answers aren’t furnished, the next class meeting could open with an activity to discuss and check these.

3. The teacher must provide an easy and reliable way for students to access the content, for example via an online learning system.

4. It’s reasonable to expect that students will require training and a settling-in period, as they come to terms with the demands of the new system. It could even be worth trialing the routine during a face-to-face lesson, with students accessing content on their phones or laptops, and with some reminders about how to approach a reading text (for example skimming and scanning) or how to make good use of technology to ensure effective listening (for example, rewinding, user slower speed settings or making use of a tape script).

5. Because of the investment required in learner training, flipped learning will be tricky to implement in programs with continuous enrolment. It’s far more suitable for a setting with a termly or yearly intake date.

6. Even when the system is up and running, there will probably always be a number of students who have not prepared adequately for the lesson. This will affect how successful follow-up activities are and the teacher needs some strategies in place to address this.

Available in: https://linguahouse.com/blog/post/flipped-learning-could-it-work-for-you
Acesso: 17/10/2024
Na frase: “Nonetheless, it is possible to flip an ELT classroom, with some adjustments...”, podemos substituir o termo em destaque, sem prejuízo de significado, por:
Alternativas
Respostas
641: C
642: D
643: A
644: B
645: D
646: A
647: C
648: D
649: C
650: C
651: A
652: B
653: D
654: B
655: A
656: A
657: B
658: D
659: B
660: C