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Q2584886 Pedagogia

De acordo com Emilia Ferreiro, atualmente é preciso conceber a alfabetização como:

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Q2584885 Pedagogia

A formação e disponibilização de professores para o atendimento educacional especializado, de tradutores e intérpretes da Libras, de guias intérpretes e de profissionais de apoio é:

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Q2584884 Pedagogia

Considerando os preceitos legais vigentes que orientam a construção dos currículos escolares, a tecnologia deve:

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Q2584883 Pedagogia

Vilma, professora do 2º ano do ensino fundamental, decidiu trabalhar a leitura com sua turma por meio de sequências didáticas, porque esta modalidade organizativa têm como característica a:

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Q2584882 Pedagogia

Muitos foram os pesquisadores que investigaram o desenvolvimento cognitivo levantando questões sobre as relações entre a razão e a organização psicológica. Piaget foi um deles e chegou à conclusão de que:

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Q2584881 Pedagogia

De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência, nº 13.146, toda pessoa com deficiência tem direito à igualdade de oportunidades com as demais pessoas e não sofrerá nenhuma espécie de discriminação. Nesse contexto, considera-se discriminação em razão da deficiência toda forma de:

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Q2584880 Pedagogia

Janaína, professora do ensino fundamental, adota uma abordagem teórico-metodológica em que a ênfase incide sobre o trabalho de integração das diferentes áreas do conhecimento, um real trabalho de cooperação e troca, aberto ao diálogo e ao planejamento. Considerando essas características, a abordagem utilizada pela Janaína é a:

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Q2584879 Pedagogia

Considerando o longo processo de mudanças ocorridas no âmbito educativo, atualmente as concepções de alfabetização e letramento são consideradas como:

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Q2584878 Pedagogia

Em seu livro Pensamento e Linguagem, Vygostky afirma que “a função primordial da fala, tanto nas crianças quanto nos adultos, é a comunicação, o contato social” (2008, p. 23). Assim, de acordo com o esquema de desenvolvimento construído pelo referido pesquisador, a evolução da fala segue a seguinte sequência:

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Q2584877 Pedagogia

Foi necessário um longo percurso até que se chegasse à ideia de que, na educação Infantil, as funções de educar e cuidar devem integradas e associadas a padrões de qualidade. Essa qualidade advém de concepções de desenvolvimento que consideram as crianças:

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Q2584875 Noções de Informática

Ana está trabalhando em um notebook Intel com Windows 11 BR, e precisou verificar o status da conexão wifi, associada ao link da internet, o que pode ser feito por meio de um ícone, existente na Área de Notificação, localizada no canto inferior direito da tela do monitor de vídeo.


Esse ícone consta da alternativa:

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Q2584873 Noções de Informática

No uso dos recursos do Word 2013 BR (x64), em um microcomputador Intel com Windows 10 BR (x64), o acionamento de um ícone tem por objetivo possibilitar a escolha de espaçamento entre as linhas do texto ou entre os parágrafos, ao passo que a execução de um atalho de teclado tem por finalidade recortar o conteúdo selecionado para a área de transferência. O ícone e o atalho de teclado são, respectivamente:

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Q2584872 Noções de Informática

No que diz respeito aos conceitos básicos e modos de utilização de tecnologias em informática, um componente de hardware de um computador é um circuito integrado que realiza as funções de cálculo e tomada de decisão de um computador, sendo que sua operação dá-se com números e símbolos representados no sistema binário, incorporando as funções de uma CPU, operando como um dispositivo multifuncional programável que aceita dados digitais como entrada, os processa conforme as instruções armazenadas na memória e fornece resultados como saída.


Esse componente de hardware é conhecido por:

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Q2584871 Legislação dos Municípios do Estado do Mato Grosso

A soberania popular nos termos da Constituição Federal é exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos. De acordo com a Lei Orgânica do Município de Campo Novo do Parecis, por sua vez, o exercício direto do poder pelo povo no Município se dá mediante as mesmas formas previstas expressamente pelo constituinte originário, além da seguinte:

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Q2584870 História

Na década de 1970, a ocupação efetiva da região que abarca o município de Campo Novo do Parecis, se deu a partir da:

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Q2584865 Português

Leia o texto a seguir:


Cansado depois de uma reunião online?

Cientistas descobrem o que causa fadiga e como evitá-la


Estudo da Universidade de Galway confirma que pessoas se sentem mais cansadas após videoconferências


Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social: o cansaço causado pelas videochamadas, lives e outros modelos de conferências virtuais que os especialistas chamaram de “fadiga do Zoom”, em referência a um dos programas mais utilizados para essa finalidade.

Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela. Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários, sendo 16 homens e 16 mulheres, que participaram de uma reunião Zoom ao vivo, com o modo de autovisualização ativado e desativado em momentos diferentes.

Por meio do EEG, aparelho que registra a atividade espontânea no cérebro usando eletrodos colocados na cabeça, foi observado que os níveis de fadiga eram bem maiores durante os momentos em que os participantes podiam ver a própria imagem.

De acordo com estudos anteriores, baseados em relatos pessoais extraídos de entrevistas e questionários abertos, as mulheres experimentariam mais fadiga do Zoom do que os homens. Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho.

No entanto, a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado ao constatar que não foram captadas diferenças significantes no nível de fadiga neurofisiológica entre homens e mulheres.

Em um comunicado publicado no site da universidade, essas descobertas são celebradas como fundamentais para o estabelecimento de boas práticas para proteger o bem-estar dos funcionários na era do trabalho híbrido e remoto. — Nosso estudo mostra que a sensação de cansaço que você sente durante as videochamadas é real, e ver seu próprio reflexo torna tudo ainda mais cansativo. Simplesmente desligar a imagem espelhada pode ajudar a compensar o cansaço em reuniões virtuais — afirma Whelan.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/04/22/cansado-depois-de-uma-reuniao-online-cientistas-descobrem-o-que-causa-fadiga-e-como-evita-la. ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em 27 abr. 2024.

“a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado” (5º parágrafo). À luz da norma-padrão, na voz passiva, esse trecho seria reescrito da seguinte forma as:

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Q2584864 Português

Leia o texto a seguir:


Cansado depois de uma reunião online?

Cientistas descobrem o que causa fadiga e como evitá-la


Estudo da Universidade de Galway confirma que pessoas se sentem mais cansadas após videoconferências


Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social: o cansaço causado pelas videochamadas, lives e outros modelos de conferências virtuais que os especialistas chamaram de “fadiga do Zoom”, em referência a um dos programas mais utilizados para essa finalidade.

Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela. Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários, sendo 16 homens e 16 mulheres, que participaram de uma reunião Zoom ao vivo, com o modo de autovisualização ativado e desativado em momentos diferentes.

Por meio do EEG, aparelho que registra a atividade espontânea no cérebro usando eletrodos colocados na cabeça, foi observado que os níveis de fadiga eram bem maiores durante os momentos em que os participantes podiam ver a própria imagem.

De acordo com estudos anteriores, baseados em relatos pessoais extraídos de entrevistas e questionários abertos, as mulheres experimentariam mais fadiga do Zoom do que os homens. Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho.

No entanto, a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado ao constatar que não foram captadas diferenças significantes no nível de fadiga neurofisiológica entre homens e mulheres.

Em um comunicado publicado no site da universidade, essas descobertas são celebradas como fundamentais para o estabelecimento de boas práticas para proteger o bem-estar dos funcionários na era do trabalho híbrido e remoto. — Nosso estudo mostra que a sensação de cansaço que você sente durante as videochamadas é real, e ver seu próprio reflexo torna tudo ainda mais cansativo. Simplesmente desligar a imagem espelhada pode ajudar a compensar o cansaço em reuniões virtuais — afirma Whelan.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/04/22/cansado-depois-de-uma-reuniao-online-cientistas-descobrem-o-que-causa-fadiga-e-como-evita-la. ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em 27 abr. 2024.

Em “Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho” (4º parágrafo). Uma possível reescrita desse trecho, à luz da norma-padrão, seria:

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Q2584863 Português

Leia o texto a seguir:


Cansado depois de uma reunião online?

Cientistas descobrem o que causa fadiga e como evitá-la


Estudo da Universidade de Galway confirma que pessoas se sentem mais cansadas após videoconferências


Desde a pandemia de Covid-19, o aumento das reuniões virtuais e interações pelas telas deram espaço para um novo problema social: o cansaço causado pelas videochamadas, lives e outros modelos de conferências virtuais que os especialistas chamaram de “fadiga do Zoom”, em referência a um dos programas mais utilizados para essa finalidade.

Um estudo feito por acadêmicos da Universidade de Galway, na Irlanda, confirmou essa tendência e descobriu que as pessoas que participam dessas reuniões ficam ainda mais cansadas quando conseguem se ver na tela. Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários, sendo 16 homens e 16 mulheres, que participaram de uma reunião Zoom ao vivo, com o modo de autovisualização ativado e desativado em momentos diferentes.

Por meio do EEG, aparelho que registra a atividade espontânea no cérebro usando eletrodos colocados na cabeça, foi observado que os níveis de fadiga eram bem maiores durante os momentos em que os participantes podiam ver a própria imagem.

De acordo com estudos anteriores, baseados em relatos pessoais extraídos de entrevistas e questionários abertos, as mulheres experimentariam mais fadiga do Zoom do que os homens. Entre os principais motivos pensados para explicar essa diferença de gênero, os pesquisadores destacavam a maior autoconsciência que as mulheres têm da sua aparência quando se olham em um espelho.

No entanto, a pesquisa da Universidade de Galway contradiz as conclusões alcançadas no passado ao constatar que não foram captadas diferenças significantes no nível de fadiga neurofisiológica entre homens e mulheres.

Em um comunicado publicado no site da universidade, essas descobertas são celebradas como fundamentais para o estabelecimento de boas práticas para proteger o bem-estar dos funcionários na era do trabalho híbrido e remoto. — Nosso estudo mostra que a sensação de cansaço que você sente durante as videochamadas é real, e ver seu próprio reflexo torna tudo ainda mais cansativo. Simplesmente desligar a imagem espelhada pode ajudar a compensar o cansaço em reuniões virtuais — afirma Whelan.


Fonte: https://oglobo.globo.com/saude/noticia/2024/04/22/cansado-depois-de-uma-reuniao-online-cientistas-descobrem-o-que-causa-fadiga-e-como-evita-la. ghtml?utm_source=Facebook&utm_medium=Social&utm_campaign=OGlobo. Acesso em 27 abr. 2024.

Em “Conduzida pelo professor Eoin Whelan, da Escola de Negócios e Economia, a análise foi feita por meio do monitoramento eletroencefalográfico (EEG) de 32 voluntários” (2º parágrafo), o termo destacado classifica-se sintaticamente como:

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Q2496030 Inglês
Dentre as expressões idiomáticas abaixo, a utilizada para se referir a um estudante que recebe um tratamento melhor do que os outros por ser o favorito do professor é:
Alternativas
Q2496027 Inglês

TEXT I 


Is English language teaching for you? A guide to a new career 

Marie Therese Swabey

June 14, 2021



Whether you’re just starting out or thinking of a career change, teaching English as a foreign language is one of the most rewarding professional journeys you can embark on.


In English language teaching, there is a lot of career potential. As you develop your skills and take on more responsibilities, you can enjoy a long-term career. Many professionals become senior teachers or teacher trainers, or move into management or materials writing.



Why become an English language teacher? 


There are lots of reasons you might want to become an English language teacher. For a start, you can make a real difference in people’s lives. According to a 2019 survey by Wall Street English, 18% of professionals who have learned English report that they feel happier at work; 12% say they feel happier in general; and half of English speakers earn 25% more because of their language skills.


Moreover, English language teaching is an immensely flexible profession. You can decide whether to take a public or private job, or offer lessons on your own. Your working conditions are flexible too. You might prefer to work in a local school or academy, but many English language teaching jobs also allow you to work online from home. And if you’re feeling adventurous, there are lots of opportunities to live and work abroad, in a new country and culture. If you do travel further afield, you might even learn a new language of your own.


English language teaching is a career that encourages creativity. You’ll become an expert at designing lessons and making learning materials to meet the needs of your students. Best of all ... it’s fun! You spend your day with interesting, engaging people who are keen to learn. What could be better than that?



What do English language teachers do every day? 


It probably goes without saying that language educators teach students English on a day-to-day basis. But there are plenty of other aspects to the job as well.


English language teachers assess their learners through quick tests and official exams. They use this information to define learning objectives, and then plan courses and classes that meet their students’ needs.


Language teachers use a range of coursebooks and English language teaching materials, including a variety of audio, visual and digital tools. At the same time, they find and create teaching and learning materials of their own.


In the process of developing learners’ reading, listening, speaking andwriting abilities, teachers also help students develop confidence in presenting and communicating ideas. Furthermore, language teachers encourage students to develop important 21st century skills, such as creativity, collaboration, leadership, autonomous learning and adaptability. These skills are transferable and will help learners in many areas throughout their lives.



What do you need to become an English language teacher? 


Being a good English teacher requires more than just being able to speak the language fluently. You’ll also need a comprehensive knowledge of English grammar, pronunciation and vocabulary, combined with excellent communication skills. Teachers of young learners will also need to have an understanding of how to teach engaging, effective classes to children.


It helps if you are comfortable speaking in front of other people, managing groups of learners, and able to plan and organise your time. And it’s important to have a friendly, sympathetic nature and a good degree of cultural sensitivity. After all, you’ll be working with people from all over the world and all walks of life.



Where can you teach? 


There are opportunities to teach the English language almost everywhere. For example, you can teach English in an Englishspeaking country such as the UK, the US, Canada, Australia, New Zealand or Ireland. You’ll find many private and public programmes and classes for people who have come to work or study, and who need to improve their English.


Alternatively, you can teach English in schools and universities in countries where English is the official language – but not always how people communicate on a daily basis. Nigeria, Malta, India and Sierra Leone are examples. You might also prefer to teach in non-English-speaking countries, where you’ll have the opportunity to immerse yourself in the local culture and learn a new language too.


In terms of teaching environments, there are opportunities to teach in private academies, public schools, universities, offices, private homes and online. 



Who do you teach? 


There is an extensive list of people who want to learn to speak English. Many teachers start out with a variety of class types to find out which they like best. Your options include (but are not limited to):


  • • adults in private groups or one-to-one classes

  • • adults in language schools, colleges or universities

  • • professionals such as business people, medical professionals, pilots, etc. who require English for a specific purpose

  • • students who are preparing for an official exam

  • • people who have moved to an English-speaking country and need to improve their English 

  • • young learners in one-to-one classes or groups, or online

  • • young learners in private language schools, or in secondary/ primary schools.


Adapted from: https://www.cambridgeenglish.org/blog/is-english-language-teachingfor-you. Accessed on May 2, 2024

No trecho “…you can enjoy a long-term career”, o verbo modal em destaque expressa:
Alternativas
Respostas
181: D
182: B
183: C
184: B
185: A
186: D
187: C
188: A
189: B
190: D
191: B
192: A
193: D
194: D
195: A
196: D
197: C
198: A
199: D
200: B