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Essa matriz é usada para registrar os elementos principais do planejamento. É amplamente aplicada em auditorias governamentais, especialmente no setor público, onde a transparência e a rastreabilidade são essenciais.
Devem constar numa Matriz de Planejamento de Auditoria:
Esses procedimentos incluem a obtenção de entendimento sobre a entidade, seu ambiente, controles internos, atividades operacionais, estrutura de governança e fatores externos que possam impactar a gestão.
Os procedimentos de avaliação de riscos devem incluir
O auditor, seguindo a estratégia global de auditoria, precisa garantir que o trabalho seja conduzido de maneira eficiente, cobrindo as áreas de maior risco, enquanto utiliza adequadamente os termos da auditoria.
Com base nessa situação, a melhor abordagem do auditor seria
Esse modelo é amplamente utilizado para planejar, executar e avaliar procedimentos de auditoria em entidades públicas, garantindo a eficiência e a qualidade do trabalho.
Ele se baseia na interação de três componentes principais, a saber:
1. Risco Inerente (RI): 2. Risco de Controle (RC): 3. Risco de Detecção (RD):
O modelo do risco de auditoria (RA) é representado matematicamente como
Relacione as fases do processo de auditoria a seguir, com as ações nelas desenvolvidas:
I. Execução da Auditoria II. Planejamento de Auditoria III. Relatório e Monitoramento
( ) Elaborar um relatório baseado nas conclusões alcançadas. ( ) Avaliar as evidências de auditoria e extrair conclusões. ( ) Estabelecer os termos da auditoria ( ) Realizar avaliação de risco ou análise do problema ( ) Realizar os procedimentos de auditoria planejados para obter evidências. ( ) Monitorar as questões relatadas como relevantes.
A sequência correta, na ordem dada, é:
O desempenho é examinado segundo critérios adequados, e as causas de desvios desses critérios ou outros problemas são analisados. O objetivo é responder a questões-chave de auditoria e apresentar recomendações para aperfeiçoamento.
Esse auditor está desenvolvendo uma Auditoria
Durante a auditoria, o auditor encontra inconsistências nos registros contábeis relacionados às transferências voluntárias e despesas associadas a projetos educacionais.
Com base nesse cenário, a seguinte ação representa a decisão mais apropriada para o auditor:
I. São inconstitucionais normas que atribuam a emissão de pareceres opinativos aos auditores de Tribunal de Contas estadual, por incompatibilidade com a função de judicatura de contas.
II. Na ausência de Lei criando o cargo de Conselheiro-Substituto, é constitucional a norma do Tribunal de Contas que preveja o exercício das respectivas atribuições por servidor ocupante do cargo de Auditor de Controle Externo.
III. O Conselheiro-Substituto, quando em substituição a Conselheiro, terá as mesmas garantias e impedimentos, vencimentos e vantagens do titular e quando no exercício de suas atribuições funcionais, às de Juiz da mais alta entrância.
Está correto o que se afirma em
No entanto, o Tribunal de Contas verificou que, embora encaminhadas, as contas não reuniam as informações e os documentos exigidos na legislação em vigor, pelo que as informações e documentos comprobatórios da regular aplicação dos recursos foram obtidos pela unidade de controle externo competente do Tribunal por outros meios.
Nessa situação, as contas poderão ser julgadas
Após assegurar a José os direitos ao contraditório e à ampla defesa, o Tribunal de Contas proferiu decisão definitiva em que lhe imputou de débito e lhe aplicou multa.
Inconformado, José concedeu entrevista a uma rádio local, informando à população que a decisão do Tribunal de Contas é nula por extrapolar suas competências constitucionais.
A alegação de José pode ser considerada
I. É inconstitucional Lei Estadual que confere autonomia administrativa e orçamentária ao Ministério Público de Contas que atuar junto ao Tribunal de Contas Estadual.
II. Se, em um processo de fiscalização de iniciativa do Tribunal de Contas do Estado, for verificada a prática de atos que tipifiquem crimes contra a administração pública, o respectivo Ministério Público de Contas poderá firmar acordo de não-persecução penal (ANPP) com os responsáveis, na forma da legislação penal aplicável.
III. Para requerer informações e documentos diretamente aos órgãos e entes jurisdicionados, o Ministério Público de Contas deverá, previamente, oficiar a Presidência do respectivo Tribunal de Contas, que autorizará a requisição.
Está correto o que se afirma em
O projeto recebeu uma emenda parlamentar, que vedava ao tribunal editar normas de regulamentação de requisitos para escolha, nomeação e posse dos seus Conselheiros, tendo sido aprovada e dado origem à Lei Estadual nº 010, que alterava a Lei Orgânica do referido Tribunal.
Considerando os fatos narrados e a jurisprudência dos tribunais superiores, é correto afirmar que a Lei nº 010 é
I. Deve incluir uma estratégia de auditoria e um plano de auditoria.
II. Deve ser suficientemente detalhada para permitir a um auditor experiente, sem nenhum conhecimento prévio da auditoria, entender a natureza, a época, o escopo e os resultados dos procedimentos executados.
III. Deve registrar os procedimentos executados e a evidência obtida e apoiar a comunicação dos resultados da auditoria.
Está correto o que se afirma em