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I. O PNE é um instrumento de planejamento que estabelece metas exclusivamente quantitativas, sem considerar aspectos qualitativos da educação.
II. Uma das metas do PNE é a universalização do atendimento escolar para crianças de 4 a 5 anos na educação infantil, incluindo metas relacionadas à melhoria da qualidade do ensino nessa etapa.
III. O PNE, ao definir metas para a erradicação do analfabetismo, concentra-se apenas na população adulta, desconsiderando a alfabetização de crianças e jovens.
IV. O PNE prevê estratégias para a promoção da equidade na educação, reconhecendo a necessidade de superar desigualdades regionais, étnico-raciais e de gênero.
I. Segundo Magda Soares, a avaliação de aprendizagem deve ser centrada tanto em avaliações somativas, quanto em avaliações formativas.
II. Magda Soares destaca que a avaliação deve considerar apenas os resultados finais dos alunos, sem levar em conta os processos e trajetórias individuais de aprendizagem.
III. Na perspectiva de Magda Soares, a avaliação de aprendizagem deve ir além da mensuração de conhecimentos, abrangendo também aspectos socioemocionais e habilidades metacognitivas dos alunos.
IV. Magda Soares defende que a avaliação de aprendizagem deve ser uniforme para todos os alunos, sem considerar suas características individuais, contextos e diversidades.
I. A interdisciplinaridade consiste em fragmentar o conhecimento, permitindo que cada disciplina desenvolva suas abordagens isoladas, sem integração com outras áreas do saber.
II. A globalização dos conhecimentos na prática pedagógica implica na ênfase exclusiva em aspectos locais e regionais, desconsiderando as influências globais nas dinâmicas educacionais.
III. A interdisciplinaridade busca a integração harmoniosa entre diferentes disciplinas, promovendo a compreensão holística e a conexão entre os saberes, contribuindo para uma formação mais abrangente dos alunos.
IV. A globalização dos conhecimentos na prática pedagógica não se limita apenas aos aspectos tecnológicos, mas também abrange questões socioambientais, culturais e econômicas globais, reconhecendo a importância de compreender e abordar essas diversas dimensões na educação dos alunos.
I. O Regimento Escolar, por ser um documento normativo, deve considerar as especificidades da comunidade escolar e deve seguir modelos pré-estabelecidos.
II. A elaboração do Regimento Escolar é uma responsabilidade exclusiva da direção da escola, sem a necessidade de participação ativa de outros membros da comunidade escolar.
III. O Regimento Escolar deve abordar apenas aspectos administrativos, não sendo necessário contemplar questões relacionadas à pedagogia e aos princípios educacionais.
IV. A participação democrática e a consulta à comunidade escolar são aspectos essenciais na elaboração e revisão do Regimento Escolar, garantindo representatividade e aderência às necessidades locais.
I. A BNCC tem como objetivo proporcionar uma educação uniforme, respeitando as diversidades regionais, culturais e sociais do país.
II. A BNCC estabelece apenas os conteúdos curriculares obrigatórios, não sendo necessário considerar a diversidade de contextos e realidades presentes nas diferentes regiões do Brasil.
III. A BNCC destaca a importância do desenvolvimento de competências socioemocionais, como o pensamento crítico e a colaboração, além dos conhecimentos acadêmicos.
IV. A BNCC exclui a necessidade de adaptação curricular para atender alunos com necessidades educacionais especiais, mantendo um modelo único para todos.
I. O PPP é um documento estático, elaborado apenas uma vez ao ano, e não precisa ser revisado ao longo do processo, pois suas diretrizes são imutáveis.
II. A construção do PPP é uma responsabilidade exclusivamente da equipe pedagógica e da gestão escolar, não sendo necessário o envolvimento ativo dos demais membros da comunidade escolar.
III. A participação da comunidade escolar na elaboração do PPP é fundamental para garantir representatividade, transparência e alinhamento com os anseios e valores locais.
IV. O PPP pode ser priorizado apenas com foco nas metas acadêmicas, desconsiderando sobre questões sociais, culturais e emocionais dos alunos.
I. A função sociocultural da escola é limitada ao repasse de conhecimentos acadêmicos, desconsiderando seu papel na formação ética e cidadã dos alunos.
II. A escola, como instituição sociocultural, deve promover a valorização e preservação da diversidade cultural, contribuindo para a construção de uma sociedade mais inclusiva e respeitosa.
III. A função sociocultural da escola não está relacionada à promoção da consciência crítica e da participação ativa dos alunos na sociedade.
IV. A escola, ao cumprir sua função sociocultural, deve priorizar exclusivamente o desenvolvimento individual dos alunos, considerando seu papel na formação de uma consciência coletiva e de responsabilidade social.
I. Na prática filosófica, o pedagogo deve se aprofundar em teorias educacionais abstratas e universais, buscando uma compreensão essencialista da educação, que pode ser aplicada de forma flexível e adaptável aos diferentes contextos socioculturais.
II. Na dimensão sociocultural o pedagogo deve reconhecer a diversidade cultural e social dos alunos, promovendo práticas pedagógicas que respeitem e valorizem as diferentes identidades presentes na comunidade escolar.
III. A dimensão pedagógica engloba apenas aspectos técnicos e metodológicos da prática educativa, desconsiderando a necessidade de reflexão sobre os fundamentos éticos e filosóficos que embasam a ação pedagógica.
IV. A integração harmoniosa das dimensões filosófica, sociocultural e pedagógica é essencial para uma atuação eficaz do pedagogo, proporcionando uma compreensão mais ampla e significativa da educação.
I. O pedagogo desempenha um papel central na escola básica, sendo responsável por conduzir exclusivamente os processos de alfabetização, deixando os demais professores com a responsabilidade de atuar em outras áreas do currículo.
II. A abordagem da alfabetização, desconsiderando as necessidades específicas dos alunos, pode ser considerada uma estratégia eficaz para facilitar a avaliação e o acompanhamento do processo educacional.
III. O pedagogo, ao atuar na alfabetização, deve considerar as diferenças individuais dos alunos, adaptando estratégias pedagógicas para atender às necessidades específicas de cada criança.
IV. A alfabetização é um processo isolado, e o pedagogo deve priorizar as habilidades de leitura e escrita, sem considerar a integração com outras áreas do conhecimento como foco principal.
I. Em sua teoria, Ferreiro e Teberosky enfatizam que a aprendizagem da leitura e da escrita ocorre de forma natural, sem a necessidade de intervenção pedagógica.
II. Segundo Ferreiro e Teberosky, a criança passa por estágios específicos na construção do conhecimento sobre a língua escrita, começando pelo estágio silábico e progredindo linearmente até o estágio alfabético.
III. A perspectiva de Ferreiro e Teberosky destaca a importância do ensino formal da leitura e da escrita desde a primeira infância, enfatizando a memorização de palavras como estratégia eficaz.
IV. A teoria de Ferreiro e Teberosky considera a linguagem escrita como um sistema simbólico complexo, no qual as crianças desenvolvem hipóteses sobre a escrita por meio de suas interações com o ambiente.
I. Vygotsky destaca a zona de desenvolvimento proximal como o espaço entre o nível de desenvolvimento real e o potencial, enfatizando a importância da instrução e da interação social para a promoção do aprendizado.
II. Segundo Vygotsky, o desenvolvimento cognitivo da criança ocorre de maneira autônoma, sendo influenciado principalmente por fatores genéticos e biológicos.
III. O conceito de "ferramentas psicológicas", na perspectiva de Vygotsky, refere-se a habilidades e conhecimentos adquiridos pela criança de forma independente, sem a necessidade de mediação social.
IV. Vygotsky defende que a linguagem desempenha um papel secundário no desenvolvimento cognitivo, não sendo considerada uma ferramenta essencial para a construção do pensamento.
I. De acordo com a perspectiva de Emília Ferreiro, o processo de alfabetização é linear, seguindo uma sequência predefinida de estágios que todos os alunos percorrem de maneira uniforme.
II. Emília Ferreiro propôs a teoria da psicogênese da língua escrita, que destaca a importância do desenvolvimento cognitivo e afetivo na construção do conhecimento sobre a escrita.
III. A autora defende que o conhecimento da língua escrita é adquirido exclusivamente por meio da instrução formal, com ênfase na decodificação de palavras.
IV. O conceito de "hipóteses de escrita" é central na abordagem de Emília Ferreiro, representando as estratégias e tentativas que as crianças utilizam ao se depararem com a língua escrita.
I. O DCGO destaca a importância da abordagem interdisciplinar no ensino, incentivando a integração de diferentes áreas de conhecimento de forma a proporcionar uma aprendizagem mais contextualizada.
II. Uma das diretrizes do DCGO é a promoção de uma educação inclusiva, com estratégias específicas para atender às necessidades de alunos com deficiência, respeitando a diversidade e garantindo a equidade no ambiente escolar.
III. O DCGO preconiza a utilização exclusiva de métodos tradicionais de avaliação, priorizando provas escritas como principal instrumento para mensurar o aprendizado dos estudantes.
IV. A autonomia pedagógica é um princípio central do DCGO, incentivando os educadores a adaptar e contextualizar as propostas curriculares de acordo com as características e necessidades específicas de suas turmas.
I. Cadeias alimentares
II. Ciclos biogeoquímicos dos mares costeiros
III. Liberação de gases de efeito estufa
IV. Parâmetros físicos, químicos e biológicos fora do padrão de qualidade exigidos (poluição)
O preenchimento correto da lacuna está em:
I. No Marco Situacional poderão constar os dados da avaliação interna, partindo do estudo de quais estudantes têm sido aprovados sucessivamente por Conselho de Classe nos três últimos anos, sua situação de aprendizagem nos anos seguintes, os motivos que justificam as aprovações por Conselho de Classe Final e as necessidades oriundas dessa medida pedagógica.
II. No Marco Conceitual deve constar qual a concepção de avaliação foi assumida pelo coletivo da escola, quais princípios fundamentam o Conselho de Classe e com qual intencionalidade.
III. No Marco Operacional descreve-se quais ações deverão ser desenvolvidas para a diminuição da porcentagem de aprovação por Conselho de Classe: o trabalho com os estudantes de acompanhamento permanente do processo de aprendizagem; a orientação quanto aos hábitos de estudo e estímulo ao comprometimento; os encaminhamentos com os professores, em relação ao redimensionamento do Plano de Trabalho Docente; e as ações para orientação de possibilidades de acompanhamento escolar no ambiente familiar.