Questões de Concurso
Comentadas para câmara de novo horizonte - sc
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A redação oficial exige precisão, impessoalidade e linguagem padronizada. Sobre essas características, analise as assertivas abaixo:
I. A impessoalidade garante que o texto oficial seja elaborado com base na função institucional, e não em preferências pessoais.
II. O padrão de linguagem deve ser informal e objetivo, garantindo maior identificação com o público.
III. A clareza e a concisão são princípios que visam à compreensão imediata e sem ambiguidades.
É correto o que se afirma em:
A questão se refere ao Regimento Interno da Câmara Municipal de Vereadores de Novo Horizonte.
O expediente destina-se à leitura e votação da ata da sessão anterior, à leitura das matérias recebidas, à leitura, discussão e votação de pareceres e de requerimentos e moções, à apresentação de proposições pelos Vereadores e ao uso da tribuna. O expediente terá a duração máxima e improrrogável de ________, a partir da hora fixada para o início da sessão.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, a lacuna?
A questão se refere ao Regimento Interno da Câmara Municipal de Vereadores de Novo Horizonte.
A questão se refere ao Regimento Interno da Câmara Municipal de Vereadores de Novo Horizonte.
A questão se refere ao Regimento Interno da Câmara Municipal de Vereadores de Novo Horizonte.
As Comissões da Câmara são:
I - Permanentes;
II - Temporárias.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
A questão se refere ao Regimento Interno da Câmara Municipal de Vereadores de Novo Horizonte.
A questão se refere à Lei Orgânica Municipal de Novo Horizonte.
A questão se refere à Lei Orgânica Municipal de Novo Horizonte.
A questão se refere à Lei Orgânica Municipal de Novo Horizonte.
São condições de elegibilidade para o exercício do mandato de vereador, EXCETO:
A questão se refere à Lei Orgânica Municipal de Novo Horizonte.
O Poder Legislativo é exercido pela Câmara Municipal de Vereadores, eleitos pelo sistema proporcional, com mandato de _________. Cada legislatura tem duração de ________, correspondendo cada ano a uma sessão legislativa.
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas?
A questão se refere à Lei Orgânica Municipal de Novo Horizonte.
A dinâmica geopolítica mundial se reorganizou significativamente após a Segunda Guerra Mundial, influenciando a constituição de blocos econômicos e o reposicionamento das potências globais. Com base nesse contexto, analise as afirmativas a seguir:
I. A União Europeia é um bloco econômico que visa à integração política e econômica entre países da América Latina, com foco na livre circulação de pessoas e moeda única.
II. O G7 reúne as principais economias industrializadas do mundo, como Estados Unidos, Alemanha, Japão e França, para discutir estratégias globais de desenvolvimento.
III. A China passou a integrar os BRICS – grupo de países emergentes – destacando-se por seu acelerado crescimento econômico nas últimas décadas.
IV. O MERCOSUL é um bloco formado por países da América do Norte, como México e Estados Unidos, com foco em acordos de livre comércio com a Ásia.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
As transformações políticas, culturais e territoriais ocorridas em Santa Catarina revelam os diferentes ciclos de colonização, conflitos e reorganizações ao longo dos séculos. Com base no texto, analise as assertivas a seguir:
I. O nome “Santa Catarina” surgiu pela primeira vez em documentos cartográficos do século XVI e pode ter sido atribuído em homenagem a uma figura religiosa ou a uma esposa de navegador europeu.
II. A Revolução Farroupilha teve repercussões diretas em Santa Catarina, culminando na proclamação da República Juliana na cidade de Laguna, em 1839.
III. Os primeiros imigrantes europeus a se fixarem no estado foram os italianos, fundando a colônia de Blumenau em 1829, no Vale do Itajaí.
IV. Após a invasão espanhola de 1777, a Ilha de Santa Catarina permaneceu sob domínio hispânico até 1822, quando foi reintegrada à Coroa Portuguesa por meio do Tratado de Santo Idelfonso.
Das assertivas, pode-se afirmar que:
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Algoritmo da vida real
Tenho ouvido muita gente falar sobre prompt, aquele comando que é dado a uma linguagem de inteligência artificial, para ela responder assertivamente ao questionamento feito pelo usuário. Também escutei muito sobre leads, aqueles clientes em potencial que mostram interesse por produtos ou serviços, mas precisam ser direcionados para efetivar as compras. Ouvi também, em diferentes fóruns, sobre a obsolescência de boa parte das funções, a partir da transformação do mercado de trabalho e da chegada de novas tecnologias para auxiliar ou substituir parte da mão de obra. Todas essas informações e inferências estiveram pontuadas por dados e projeções, com relativo grau de objetividade. Não tinha me dado conta de que, no próximo ano, estaremos mais perto de 2050 do que dos anos 2000.
Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit, evento com sete palcos em apresentações simultâneas e uma série de outras conversas paralelas sobre diversos assuntos, realizado entre quarta e sexta-feira. Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram, mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo. Era de outra cidade, não conhecia o percurso e jamais ouviu falar do que estava sendo discutido nos espaços do Sierra Park. Existe, sim, um abismo entre as pessoas e é preciso ter cuidado para essa tecnologia ser inclusiva e não segregadora. Precisamos transcender à bolha, cada vez mais.
Existe, no entanto, um fio condutor capaz de minimizar essas diferenças. Obviamente, por ofício e preferência, escolhi acompanhar falas que trouxessem um quê de humanidade para as rodas de conversa. Fui entusiasmadíssima assistir à palestra de Luiza Trajano e encontrei uma mulher determinada e consciente, com preocupação social e humildade. Disse que nunca quis perder a essência – e isso inclui um sotaque mineiro que ela considera meio brega. Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta. Em um ambiente que se vende pela disrupção, é muito bonito ver alguém mostrar o básico feito com excelência.
Rony Meisler, fundador da Reserva, disse que a matériaprima da evolução é audição: ao ouvirmos o outro, podemos entender dores e fortalezas e a partir disso resolver problemas.
Marco Túlio Lara, o guitarrista bonitão do Jota Quest mesclou música com um relato singelo das escolhas na vida. Achei lindo o filósofo Gilmar Marcílio declamando parte do poema A Arte de Perder, de Elisabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério;/Tantas coisas contêm em si o acidente/De perdê-las, que perder não é nada sério".
Ou como um fio temporal invisível conecta Rodrigo Faro criança, dançando na porta do SBT para ser notado por Silvio Santos, a ele anos depois, interpretando o principal apresentador brasileiro em um filme. No final das contas, são apenas histórias.
É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo. As interações e relações sociais são as lições que ficam. Olhar para o outro com atenção, para mim, vai ser sempre o ato mais revolucionário e transformador. Numa tela, máquina ou, melhor ainda, fora dela.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
TEXTO PARA A QUESTÃO.
Algoritmo da vida real
Tenho ouvido muita gente falar sobre prompt, aquele comando que é dado a uma linguagem de inteligência artificial, para ela responder assertivamente ao questionamento feito pelo usuário. Também escutei muito sobre leads, aqueles clientes em potencial que mostram interesse por produtos ou serviços, mas precisam ser direcionados para efetivar as compras. Ouvi também, em diferentes fóruns, sobre a obsolescência de boa parte das funções, a partir da transformação do mercado de trabalho e da chegada de novas tecnologias para auxiliar ou substituir parte da mão de obra. Todas essas informações e inferências estiveram pontuadas por dados e projeções, com relativo grau de objetividade. Não tinha me dado conta de que, no próximo ano, estaremos mais perto de 2050 do que dos anos 2000.
Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit, evento com sete palcos em apresentações simultâneas e uma série de outras conversas paralelas sobre diversos assuntos, realizado entre quarta e sexta-feira. Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas para problemas que ainda nem apareceram, mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo. Era de outra cidade, não conhecia o percurso e jamais ouviu falar do que estava sendo discutido nos espaços do Sierra Park. Existe, sim, um abismo entre as pessoas e é preciso ter cuidado para essa tecnologia ser inclusiva e não segregadora. Precisamos transcender à bolha, cada vez mais.
Existe, no entanto, um fio condutor capaz de minimizar essas diferenças. Obviamente, por ofício e preferência, escolhi acompanhar falas que trouxessem um quê de humanidade para as rodas de conversa. Fui entusiasmadíssima assistir à palestra de Luiza Trajano e encontrei uma mulher determinada e consciente, com preocupação social e humildade. Disse que nunca quis perder a essência – e isso inclui um sotaque mineiro que ela considera meio brega. Palestras costumam vir acompanhadas de frases de efeito e alguns clichês, mas é o entremeio que conecta. Em um ambiente que se vende pela disrupção, é muito bonito ver alguém mostrar o básico feito com excelência.
Rony Meisler, fundador da Reserva, disse que a matériaprima da evolução é audição: ao ouvirmos o outro, podemos entender dores e fortalezas e a partir disso resolver problemas.
Marco Túlio Lara, o guitarrista bonitão do Jota Quest mesclou música com um relato singelo das escolhas na vida. Achei lindo o filósofo Gilmar Marcílio declamando parte do poema A Arte de Perder, de Elisabeth Bishop: "A arte de perder não é nenhum mistério;/Tantas coisas contêm em si o acidente/De perdê-las, que perder não é nada sério".
Ou como um fio temporal invisível conecta Rodrigo Faro criança, dançando na porta do SBT para ser notado por Silvio Santos, a ele anos depois, interpretando o principal apresentador brasileiro em um filme. No final das contas, são apenas histórias.
É no algoritmo da realidade que a vida acontece. São as conversas que mudam as pessoas — e são elas que transformam os processos e o mundo. As interações e relações sociais são as lições que ficam. Olhar para o outro com atenção, para mim, vai ser sempre o ato mais revolucionário e transformador. Numa tela, máquina ou, melhor ainda, fora dela.
Autora: Tríssia Ordovás Sartori - GZH (adaptado).
Observe o trecho:
“Essas percepções são um reflexo, mesmo que raso, da minha imersão na Gramado Summit (...). Interessante ver como especialistas têm soluções avançadas (...), mas o motorista de Uber que me levou para o evento na sexta mal sabia usar o aplicativo.”
A conjunção “mas” expressa, no contexto, uma ideia de: