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Paciente do sexo masculino, 42 anos, sem comorbidades conhecidas, apresenta febre elevada de início súbito (39,2 °C), mialgia difusa, calafrios, tosse produtiva com expectoração purulenta e dor torácica pleurítica à direita. O exame físico evidencia taquicardia e estertores crepitantes em base pulmonar direita. Radiografia de tórax revela consolidação segmentar no lobo inferior direito. Diante do quadro clínicoepidemiológico e à luz das recomendações atualizadas da IDSA/ATS para o manejo da PAC, assinale a conduta mais apropriada:
I. A acidose lática tipo A cursa com aumento do ânion gap, geralmente associada a choque ou hipóxia tecidual significativa.
II. A perda intestinal de bicarbonato em quadros de diarreia secretora configura acidose metabólica com ânion gap normal.
III. A resposta respiratória compensatória é mediada pela estimulação dos quimiorreceptores centrais, levando à hiperventilação.
IV. A presença de ânion gap aumentado em acidose metabólica é patognomônica de intoxicação exógena por metanol.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
I. A nefropatia hipertensiva crônica, quando associada à microalbuminúria persistente, configura critério de lesão em órgão-alvo e modifica a estratificação de risco cardiovascular do paciente hipertenso.
II. Em pacientes com insuficiência cardíaca com fração de ejeção reduzida, o uso de betabloqueadores como carvedilol está contraindicado na presença de HAS estágio 2, devido ao risco de bradicardia sintomática.
III. A escolha de antagonistas do receptor de angiotensina II (ARA II) é preferencial em pacientes hipertensos com intolerância a inibidores da ECA e histórico de diabetes mellitus tipo 2 com proteinúria.
IV. A monitorização ambulatorial da pressão arterial (MAPA) e a medida residencial (MRPA) são indicadas tanto para diagnóstico de hipertensão do avental branco quanto para detecção de hipertensão mascarada.
Com base nesse quadro clínico e nos critérios diagnósticos estabelecidos, qual a conduta mais apropriada a ser instituída como parte do manejo inicial?
I. A diferenciação entre IRA pré-renal e necrose tubular aguda pode ser auxiliada pela análise da fração excretada de sódio (FeNa), sendo que valores inferiores a 1% sugerem IRA pré-renal, enquanto valores superiores a 2% indicam lesão tubular.
II. A presença de cilindros granulosos ou epiteliais no sedimento urinário é sugestiva de necrose tubular aguda e reforça a hipótese de injúria renal estrutural.
III. Em pacientes com IRA associada a congestão sistêmica, a administração de diuréticos de alça pode ser indicada com fins terapêuticos e diagnósticos.
IV. A ultrassonografia renal é pouco útil na IRA, sendo recomendada apenas quando houver suspeita clínica evidente de nefrolitíase ou pielonefrite.
V. A IRA é definida pela elevação de creatinina sérica ≥0,3 mg/dL em até 48 horas ou pela redução do volume urinário para menos de 0,5 mL/kg/h por pelo menos 6 horas, segundo os critérios KDIGO.
Assinale a alternativa correta: