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A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB n.º 9.394/96) determina princípios e normas específicas para a educação infantil, compreendida como a primeira etapa da educação básica. Tal legislação reconhece o direito da criança à educação desde o nascimento e atribui ao Estado a responsabilidade pelo atendimento educacional gratuito em creches e pré-escolas. A organização desse nível de ensino envolve carga horária mínima, acompanhamento do desenvolvimento infantil e avaliação sem caráter de promoção. Com base na legislação vigente, a concepção normativa da educação infantil é:
O Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova (1932) representou um marco no pensamento educacional brasileiro ao propor reformas estruturais que rompiam com o modelo tradicional vigente. Influenciado pelo pragmatismo de John Dewey, Anísio Teixeira defendia uma escola democrática, ativa e vinculada às necessidades sociais. Nesse contexto, o documento destacava princípios fundamentais, como a obrigatoriedade e a gratuidade da educação, a adaptação curricular aos interesses dos alunos e a formação universitária de professores. Considerando o movimento da Escola Nova e o papel de Anísio Teixeira, a concepção de educação defendida nesse manifesto caracteriza-se por:
Alinhando sua concepção de Educação Física com a Teoria Freireana, Maldonado (2025) defende a leitura crítica da realidade como um dos objetivos para a disciplina. No entanto, o autor aponta que tal leitura de mundo precisa ser produzida a partir das situações-limites, com potencialidade de problematização com atividades de ensino que busquem:
Sobre a pedagogia da rua, João Batista Freire (2022) destaca que, assim como acontece na rua, os estudantes da educação básica devem sentir pertencimento a um grupo, formando uma sociedade lúdica na escola. Nesse sentido, o autor defende que os professores podem estender essa ideia de constituição de uma sociedade lúdica para toda a escola, tendo como compromisso que:
Para o Coletivo de autores (1992), a capoeira, em seu conjunto de gestos, expressa de forma explícita a "voz" do oprimido na sua relação com o opressor. Diante desse conteúdo, os autores expressam que a Educação Física brasileira precisa:
Para o Coletivo de autores (1992), o jogo é uma invenção, um ato em que sua curiosidade e intencionalidade resultam num processo criativo para modificar, imaginariamente, a realidade presente. De acordo com a obra, com relação ao jogo, o professor deve:
De acordo com o Coletivo de Autores (1992), o aspecto mais complexo do ensino da dança na escola é:
A Revolução Burguesa trouxe nova compreensão social para o corpo, alterando o praticado pelo obscurantismo religioso do Feudalismo. As doenças, por exemplo, não eram mais explicadas a partir de castigo divino, mas sim a partir das ciências biológicas que passavam a responder pelos problemas da saúde humana. Segundo Soares (2012), nesse período, o exercício físico ganha protagonismo e a ginástica passa a integrar o currículo escolar. Para a autora, esse novo paradigma das ciências biológicas, difundido por pedagogos liberais, trouxe para o corpo um caráter:
Reconhecendo os avanços pedagógicos e educacionais presentes na Educação Física no final do século XX e no início deste século, Kunz (2014) faz uma avaliação sobre o dilema que o professor de Educação Física possui acerca do ensino do esporte, qual seja: ensinar o esporte para formação mais plena e crítica do estudante ou sucumbir ao esporte tal como ele é apresentado pela mídia. Para o autor, o esporte apresentado pela mídia busca formar o:
Dominar a história da Educação Física é fundamental para o trabalho pedagógico no espaço escolar. Assim, o Coletivo de Autores (1992), ao olhar para as aulas de Educação Física escolar, no Brasil, especificamente nas quatro primeiras décadas do século XX, assinala que foi marcante no sistema educacional a influência dos:
O esporte é um conteúdo fundamental do processo de ensino e aprendizagem da Educação Física escolar. Nesse sentido, Tubino (2011) assinala que o esporte possui três dimensões sociais, que são:
Refletindo sobre a dialética inclusão/exclusão no contexto da Educação Física escolar e a diversidade presente nesse espaço, Fonseca e Ramos (2017) declaram a necessidade de desconstruir uma Educação Física Escolar ancorada nas técnicas e no rendimento físico padronizado que exclui e discrimina alunos rotulados como inábeis e construir processualmente uma Educação Física com cunho educacional que se preocupa em atender a todos indistintamente, criando estratégias para a participação de todos, reconhecendo seus limites e possibilidades. Assim, buscando formular propostas de ensino e aprendizagem para a Educação Física escolar em uma perspectiva inclusiva, as autoras apontam como possibilidades:
A construção de uma prática educacional orientada por princípios éticos exige do professor uma postura que transcenda a mera transmissão de conteúdos, integrando-se ao projeto pedagógico da escola como agente de transformação social. Considerando os fundamentos da ética profissional docente e sua aplicabilidade no cotidiano escolar, o princípio que deve fundamentar prioritariamente a atuação do professor diante de situações que envolvam conflitos entre interesses individuais dos estudantes e normas institucionais é:
I.A construção de um ambiente educativo interdisciplinar pressupõe a eliminação das barreiras entre pessoas antes mesmo da integração formal entre disciplinas, fundamentando-se no reconhecimento mútuo de competências e limites, na valorização recíproca e na capacidade de questionamento constante das próprias posições assumidas.
II.O desenvolvimento de relações humanas pautadas na racionalidade comunicativa requer a superação do paradigma da subjetividade pelo paradigma da intersubjetividade, reconhecendo que o espírito subjetivo obtém sua estrutura a partir do engajamento em relações entre sujeitos socializados.
III.A construção de um projeto pedagógico coletivo dispensa a explicitação de projetos pessoais de vida dos educadores, uma vez que a dimensão institucional deve prevalecer sobre as trajetórias individuais para garantir a coesão organizacional.
É correto o que se afirma em: