Questões de Concurso

Foram encontradas 134.972 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q3928613 Pedagogia
O Artigo 24 da LDB, ao tratar da verificação do rendimento escolar, estabelece critérios pedagógicos que priorizam a qualidade sobre a quantidade. Em uma situação de conflito avaliativo, a legislação determina que: 
Alternativas
Q3928612 Pedagogia
Considere a redação do Artigo 26-A da LDB, que trata do estudo da história e cultura afrobrasileira e indígena. Diante da hermenêutica legal e pedagógica, assinale a alternativa que descreve corretamente a aplicabilidade desse dispositivo:
Alternativas
Q3928601 Pedagogia
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
Considere a afirmação: "o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade". No contexto de uma educação inclusiva, essa premissa indica que: 
Alternativas
Q3928600 Pedagogia
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
No fechamento do texto, o autor utiliza uma analogia sobre "projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão". O recurso retórico serve para sustentar a tese de que: 
Alternativas
Q3928599 Pedagogia
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
Ao abordar a consolidação da memória, o texto estabelece uma relação de dependência entre o intelecto e a emoção, sugerindo que:
Alternativas
Q3928598 Pedagogia
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
O autor descreve o ambiente escolar como "lento" ou "desinteressante" (2º parágrafo). De acordo com a lógica argumentativa do texto, essa percepção é uma consequência direta:
Alternativas
Q3928597 Pedagogia
A Biologia do Aprender: Neurociência e o Resgate da Atenção no Chão da Escola

Historicamente, a pedagogia e a biologia caminharam por trilhas paralelas, raramente se cruzando no cotidiano das salas de aula. No entanto, o avanço da neurociência cognitiva nas últimas décadas rompeu esse isolamento, revelando que a aprendizagem não é apenas um fenômeno social ou psicopedagógico, mas um evento fisiológico complexo. Compreender que o cérebro possui uma "plasticidade" inerente — a capacidade de se remodelar fisicamente a cada novo estímulo — redefine o papel do professor, que passa a atuar, ainda que indiretamente, como um mediador de conexões sinápticas.

O grande entrave para a educação contemporânea, contudo, reside na disputa pela atenção. Em uma era de estímulos dopaminérgicos constantes, promovidos pela arquitetura das redes sociais, o ambiente escolar muitas vezes parece "lento" ou "desinteressante" para o sistema límbico dos estudantes. O erro comum tem sido tentar acelerar o ensino para competir com o digital, quando a ciência aponta para o caminho inverso: o aprendizado profundo exige pausa, repetição estratégica e, primordialmente, uma carga emocional significativa. Sem o engajamento do sistema emocional, a informação dificilmente atravessa a barreira da memória de curto prazo para se consolidar no neocórtex.

Portanto, a escola do século XXI não precisa de mais conteúdos, mas de uma gestão mais inteligente da arquitetura cerebral. Reconhecer que cada aluno possui um ritmo biológico e que o estresse crônico é o maior inibidor da neuroplasticidade é o primeiro passo para uma prática docente verdadeiramente inclusiva. Ensinar sem considerar como o cérebro funciona é como tentar projetar uma luva sem nunca ter visto uma mão. 

Fonte: Departamento de Elaboração de Provas da FRONTE CONCURSOS (2026). Texto inédito para fins pedagógicos.
A partir da leitura do primeiro parágrafo, depreende-se que a integração entre a neurociência cognitiva e a pedagogia resultou em uma mudança paradigmática que:
Alternativas
Q3927797 Pedagogia
“[...] publicou em 1939 um livro, A natureza da Geografia, que foi mundialmente discutido. Dos debates ensejados por esta obra, das críticas e sugestões levantadas, retirou o material para escrever outro livro, Questões sobre a natureza da Geografia, publicado em 1959, que apresentou o conteúdo final da sua proposta. Esta vai ser a última tentativa de agilizar a Geografia Tradicional, mantendo-lhe a essência de busca de um conhecimento unitário, e dando-lhe uma versão mais moderna”. (Moraes, 2007, p. 97. Geografia: pequena história crítica. 21ed.). 
O texto acima faz referência ao papel decisivo de um geógrafo estadunidense na consolidação do pensamento geográfico nos EUA. Marque corretamente o nome desse geógrafo: 
Alternativas
Q3927223 Pedagogia

A inserção dos jogos indígenas nas aulas de Educação Física escolar dialoga com a concepção de práticas corporais como manifestações culturais e com o compromisso da escola na valorização da diversidade étnico-cultural brasileira. A legislação educacional brasileira, especialmente a Lei nº 11.645/2008, determina a obrigatoriedade do ensino da história e cultura indígena na educação básica, o que implica reconhecer os jogos tradicionais indígenas como patrimônio cultural imaterial e como expressão de saberes ancestrais relacionados à coletividade, territorialidade e relação com a natureza (Brasil, 2008; Brasil, 2018; Neira, 2011). Nesse contexto, um professor propõe o estudo e a vivência de jogos indígenas, acompanhados de pesquisa sobre suas origens, significados simbólicos e contextos socioculturais, problematizando estereótipos e preconceitos historicamente construídos. A partir das diretrizes legais e das concepções da Educação Física escolar, é correto afirmar que essa proposta:

Alternativas
Q3927222 Pedagogia

A Educação Física escolar, ao reconhecer as práticas corporais como manifestações da cultura corporal, deve considerar expressões oriundas da cultura popular, como jogos tradicionais, danças regionais, brincadeiras cantadas, capoeira e festas populares. Essa perspectiva amplia o currículo para além do esporte institucionalizado e contribui para a valorização da diversidade cultural, da identidade local e da formação cidadã (Soares et al., 1992; Brasil, 2018; Darido; Rangel, 2018). Um professor organiza uma unidade temática em que os estudantes pesquisam brincadeiras tradicionais de suas comunidades, vivenciam jogos populares de diferentes regiões do Brasil, discutem suas origens históricas e analisam como esses jogos expressam valores sociais e culturais. Tendo em vista essas concepções contemporâneas da Educação Física escolar, essa proposta pedagógica:

Alternativas
Q3927217 Pedagogia

A recreação, os jogos e os projetos de lazer, no contexto da Educação Física escolar e das políticas públicas educacionais, constituem espaços privilegiados para a promoção da inclusão, da convivência democrática e da valorização da diversidade. Sob a perspectiva sociocultural do lazer (Dumazedier, 1976; Marcellino, 2010) e dos referenciais contemporâneos da Educação Física inclusiva (Brasil, 2018; Munster, 2020), tais práticas devem ser organizadas com intencionalidade pedagógica, garantindo acesso, participação e equidade. Associe os conceitos apresentados na Coluna I às respectivas definições ou implicações pedagógicas descritas na Coluna II.



Coluna I


Recreação inclusiva

Jogos cooperativos

Projeto de lazer escolar

Acessibilidade pedagógica

Mediação docente intencional



Coluna II


(  ) Organização sistematizada de experiências lúdicas articuladas ao projeto político-pedagógico da escola, considerando cultura local e formação cidadã.


(  ) Estruturação de atividades que reduzem a lógica excludente da competição e priorizam metas coletivas e interdependência positiva entre os participantes.


(  ) Planejamento de estratégias que assegurem adaptações materiais, comunicacionais e metodológicas para garantir participação efetiva de todos os estudantes.


(  ) Condução reflexiva do processo lúdico pelo professor, com intervenções que favoreçam diálogo, respeito às diferenças e aprendizagem social.


(  ) Concepção de atividades recreativas estruturadas para contemplar diferentes níveis de habilidade, condições corporais e contextos socioculturais.



Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo:

Alternativas
Q3927216 Pedagogia

Historicamente, a avaliação em Educação Física esteve associada a práticas seletivas e meritocráticas, vinculadas à lógica esportivizante e ao rendimento físico. A partir das abordagens críticas, passou-se a defender uma avaliação coerente com princípios democráticos e inclusivos, capaz de reconhecer diferentes formas de participação e aprendizagem nas práticas corporais. Tendo em vista essas transformações paradigmáticas, é CORRETO afirmar que:

Alternativas
Q3927212 Pedagogia

A avaliação em Educação Física escolar tem sido objeto de intensos debates teóricos, especialmente a partir das críticas às práticas centradas exclusivamente na mensuração do desempenho físico e na classificação dos estudantes por critérios biométricos. Perspectivas contemporâneas defendem uma avaliação processual, formativa e diagnóstica, coerente com a concepção de cultura corporal de movimento e com os princípios da BNCC (BRASIL, 2018). Considerando esse referencial, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q3927211 Pedagogia

A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) insere a Educação Física na área de Linguagens, compreendendo as práticas corporais como formas de expressão, comunicação e produção de sentidos historicamente construídos. Tal concepção supera perspectivas reducionistas centradas exclusivamente na aptidão física, deslocando o foco para a cultura corporal de movimento e sua dimensão simbólica, estética e política (BRASIL, 2018; BRACHT, 1999).


Considerando essa orientação curricular e suas implicações pedagógicas na Educação Física escolar, analise as afirmativas a seguir:


(  ) Ao reconhecer as práticas corporais como linguagens, a BNCC atribui ao professor de Educação Física a responsabilidade de problematizar significados sociais, identidades e valores presentes nas manifestações corporais.


(  ) A organização curricular deve restringir-se à mensuração de capacidades físicas, uma vez que indicadores biométricos garantem objetividade pedagógica.



(  ) A inserção da Educação Física na área de Linguagens implica reconhecer que jogos, danças, esportes, lutas e ginásticas produzem sentidos e participam da construção cultural dos sujeitos.



(  ) A perspectiva da cultura corporal pressupõe considerar contextos socioculturais locais, regionais e nacionais na seleção e organização dos conteúdos.



(  ) A abordagem proposta pela BNCC elimina a necessidade de conhecimentos técnicos e científicos sobre o corpo, priorizando exclusivamente dimensões simbólicas.



Assinale a alternativa correta:

Alternativas
Q3927207 Pedagogia

No contexto escolar, a avaliação deve superar o caráter meramente técnico-esportivo para contemplar a complexidade da cultura corporal. Segundo Zabala (1998) e Darido (2012), para que a avaliação seja coerente com uma prática pedagógica inclusiva, ela deve incidir sobre as diferentes dimensões do conhecimento. Sobre a avaliação multidimensional na Educação Física escolar, assinale a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q3927206 Pedagogia

A consolidação da Educação Física como componente curricular na Educação Básica brasileira resultou de disputas epistemológicas que superaram a tradição biologicista e militar-higienista predominante até meados do século XX. As abordagens críticas passaram a compreender a cultura corporal como objeto de ensino, reconhecendo o movimento humano como fenômeno histórico, social e simbólico, conforme autores clássicos como Carmem Soares e Valter Bracht. À luz dessa concepção contemporânea, é CORRETO afirmar que a intervenção pedagógica do professor de Educação Física deve:

Alternativas
Q3927125 Pedagogia

O Decreto nº 5.626/2005 regulamenta a Lei nº 10.436/2002 e o art. 18 da Lei nº 10.098/2000, estabelecendo diretrizes para o reconhecimento, a difusão e o uso da Língua Brasileira de Sinais (Libras), bem como para a garantia do direito à educação, à comunicação e à informação das pessoas surdas ou com deficiência auditiva. Considerando as disposições do referido decreto, especialmente no que se refere à formação de profissionais, à inclusão da Libras nos currículos, ao acesso à educação e às responsabilidades das instituições públicas e privadas, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q3927124 Pedagogia
À luz do Plano Nacional de Educação (PNE – Lei nº 13.005/2014), especificamente no que se refere à Educação Infantil, assinale a alternativa CORRETA quanto à articulação entre metas, estratégias, avaliação e regime de colaboração federativa, conforme previsto no ordenamento legal vigente.
Alternativas
Q3927123 Pedagogia
Considerando as diretrizes, os princípios de implementação e os mecanismos de monitoramento previstos no Plano Municipal de Educação de Assaré (Lei nº 005/2015), assinale a alternativa correta acerca da articulação federativa, do financiamento da educação e da governança das políticas educacionais no âmbito municipal:
Alternativas
Q3927121 Pedagogia

De acordo com o que estabelece a Lei nº 9.394/1996, a educação escolar brasileira compõe-se de:

Alternativas
Respostas
4861: A
4862: A
4863: B
4864: C
4865: B
4866: A
4867: D
4868: B
4869: B
4870: C
4871: A
4872: C
4873: E
4874: A
4875: C
4876: D
4877: C
4878: D
4879: B
4880: D