Questões de Concurso
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Texto 2
Jovens perdem o interesse nas eleições
1 Desde a última eleição para presidente da República, em 2006, o número
2 de eleitores com 16 e 17 anos de idade caiu 25,65%, segundo dados do
3 Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para o cientista político Valdir Pucci, o
4 Brasil vive uma espécie de acomodação democrática que provoca esse
5 desinteresse dos jovens pela vida política.
6 “O País vive essa normalidade democrática. Nós vamos ter uma eleição
7 este ano mais burocrática, o que não empolga o jovem. Essa realidade é
8 parecida com a dos lugares onde o voto é facultativo, a eleição não mobiliza
9 a sociedade”, afirma o cientista político.
10 Além disso, segundo Pucci, o sentimento de descrédito em relação aos
11 candidatos e à situação política do País também causa o desinteresse. “O
12 cidadão brasileiro como um todo tem um descrédito em relação à política,
13 de que não adianta votar porque tudo vai continuar como sempre esteve. E
14 com os jovens não é diferente”, avalia.
15 Na opinião dele, o que pode causar uma mudança neste cenário daqui a
16 quatro anos é a entrada de novos nomes na briga política ou alguma
17 alteração forte nos rumos do País. “Se não tivermos nenhuma mudança
18 grave no ritmo do País, nem surgir um novo nome, a tendência é ficar
19 assim”, destacou o cientista político.
Postado em 3 de maio de 2010.
Disponível em: http://correiodesantamaria.com.br/?p=4309.
Acesso em: 21 set. 2011.
Em “a eleição não mobiliza a sociedade” (linhas 8-9), a palavra em destaque significa
Texto 2
Jovens perdem o interesse nas eleições
1 Desde a última eleição para presidente da República, em 2006, o número
2 de eleitores com 16 e 17 anos de idade caiu 25,65%, segundo dados do
3 Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para o cientista político Valdir Pucci, o
4 Brasil vive uma espécie de acomodação democrática que provoca esse
5 desinteresse dos jovens pela vida política.
6 “O País vive essa normalidade democrática. Nós vamos ter uma eleição
7 este ano mais burocrática, o que não empolga o jovem. Essa realidade é
8 parecida com a dos lugares onde o voto é facultativo, a eleição não mobiliza
9 a sociedade”, afirma o cientista político.
10 Além disso, segundo Pucci, o sentimento de descrédito em relação aos
11 candidatos e à situação política do País também causa o desinteresse. “O
12 cidadão brasileiro como um todo tem um descrédito em relação à política,
13 de que não adianta votar porque tudo vai continuar como sempre esteve. E
14 com os jovens não é diferente”, avalia.
15 Na opinião dele, o que pode causar uma mudança neste cenário daqui a
16 quatro anos é a entrada de novos nomes na briga política ou alguma
17 alteração forte nos rumos do País. “Se não tivermos nenhuma mudança
18 grave no ritmo do País, nem surgir um novo nome, a tendência é ficar
19 assim”, destacou o cientista político.
Postado em 3 de maio de 2010.
Disponível em: http://correiodesantamaria.com.br/?p=4309.
Acesso em: 21 set. 2011.
A classificação da palavra em destaque não está correta em
Texto 2
Jovens perdem o interesse nas eleições
1 Desde a última eleição para presidente da República, em 2006, o número
2 de eleitores com 16 e 17 anos de idade caiu 25,65%, segundo dados do
3 Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para o cientista político Valdir Pucci, o
4 Brasil vive uma espécie de acomodação democrática que provoca esse
5 desinteresse dos jovens pela vida política.
6 “O País vive essa normalidade democrática. Nós vamos ter uma eleição
7 este ano mais burocrática, o que não empolga o jovem. Essa realidade é
8 parecida com a dos lugares onde o voto é facultativo, a eleição não mobiliza
9 a sociedade”, afirma o cientista político.
10 Além disso, segundo Pucci, o sentimento de descrédito em relação aos
11 candidatos e à situação política do País também causa o desinteresse. “O
12 cidadão brasileiro como um todo tem um descrédito em relação à política,
13 de que não adianta votar porque tudo vai continuar como sempre esteve. E
14 com os jovens não é diferente”, avalia.
15 Na opinião dele, o que pode causar uma mudança neste cenário daqui a
16 quatro anos é a entrada de novos nomes na briga política ou alguma
17 alteração forte nos rumos do País. “Se não tivermos nenhuma mudança
18 grave no ritmo do País, nem surgir um novo nome, a tendência é ficar
19 assim”, destacou o cientista político.
Postado em 3 de maio de 2010.
Disponível em: http://correiodesantamaria.com.br/?p=4309.
Acesso em: 21 set. 2011.
Em relação ao enunciado “o sentimento de descrédito em relação aos candidatos e à situação política do País também causa o desinteresse” (linhas 10-11), é verdadeiro afirmar que
Texto 2
Jovens perdem o interesse nas eleições
1 Desde a última eleição para presidente da República, em 2006, o número
2 de eleitores com 16 e 17 anos de idade caiu 25,65%, segundo dados do
3 Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para o cientista político Valdir Pucci, o
4 Brasil vive uma espécie de acomodação democrática que provoca esse
5 desinteresse dos jovens pela vida política.
6 “O País vive essa normalidade democrática. Nós vamos ter uma eleição
7 este ano mais burocrática, o que não empolga o jovem. Essa realidade é
8 parecida com a dos lugares onde o voto é facultativo, a eleição não mobiliza
9 a sociedade”, afirma o cientista político.
10 Além disso, segundo Pucci, o sentimento de descrédito em relação aos
11 candidatos e à situação política do País também causa o desinteresse. “O
12 cidadão brasileiro como um todo tem um descrédito em relação à política,
13 de que não adianta votar porque tudo vai continuar como sempre esteve. E
14 com os jovens não é diferente”, avalia.
15 Na opinião dele, o que pode causar uma mudança neste cenário daqui a
16 quatro anos é a entrada de novos nomes na briga política ou alguma
17 alteração forte nos rumos do País. “Se não tivermos nenhuma mudança
18 grave no ritmo do País, nem surgir um novo nome, a tendência é ficar
19 assim”, destacou o cientista político.
Postado em 3 de maio de 2010.
Disponível em: http://correiodesantamaria.com.br/?p=4309.
Acesso em: 21 set. 2011.
A “acomodação democrática” de que fala Valdir Pucci deve-se ao(à)
Texto 2
Jovens perdem o interesse nas eleições
1 Desde a última eleição para presidente da República, em 2006, o número
2 de eleitores com 16 e 17 anos de idade caiu 25,65%, segundo dados do
3 Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para o cientista político Valdir Pucci, o
4 Brasil vive uma espécie de acomodação democrática que provoca esse
5 desinteresse dos jovens pela vida política.
6 “O País vive essa normalidade democrática. Nós vamos ter uma eleição
7 este ano mais burocrática, o que não empolga o jovem. Essa realidade é
8 parecida com a dos lugares onde o voto é facultativo, a eleição não mobiliza
9 a sociedade”, afirma o cientista político.
10 Além disso, segundo Pucci, o sentimento de descrédito em relação aos
11 candidatos e à situação política do País também causa o desinteresse. “O
12 cidadão brasileiro como um todo tem um descrédito em relação à política,
13 de que não adianta votar porque tudo vai continuar como sempre esteve. E
14 com os jovens não é diferente”, avalia.
15 Na opinião dele, o que pode causar uma mudança neste cenário daqui a
16 quatro anos é a entrada de novos nomes na briga política ou alguma
17 alteração forte nos rumos do País. “Se não tivermos nenhuma mudança
18 grave no ritmo do País, nem surgir um novo nome, a tendência é ficar
19 assim”, destacou o cientista político.
Postado em 3 de maio de 2010.
Disponível em: http://correiodesantamaria.com.br/?p=4309.
Acesso em: 21 set. 2011.
Não há referência às razões para o desinteresse dos jovens pelas eleições em
Texto 2
Jovens perdem o interesse nas eleições
1 Desde a última eleição para presidente da República, em 2006, o número
2 de eleitores com 16 e 17 anos de idade caiu 25,65%, segundo dados do
3 Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para o cientista político Valdir Pucci, o
4 Brasil vive uma espécie de acomodação democrática que provoca esse
5 desinteresse dos jovens pela vida política.
6 “O País vive essa normalidade democrática. Nós vamos ter uma eleição
7 este ano mais burocrática, o que não empolga o jovem. Essa realidade é
8 parecida com a dos lugares onde o voto é facultativo, a eleição não mobiliza
9 a sociedade”, afirma o cientista político.
10 Além disso, segundo Pucci, o sentimento de descrédito em relação aos
11 candidatos e à situação política do País também causa o desinteresse. “O
12 cidadão brasileiro como um todo tem um descrédito em relação à política,
13 de que não adianta votar porque tudo vai continuar como sempre esteve. E
14 com os jovens não é diferente”, avalia.
15 Na opinião dele, o que pode causar uma mudança neste cenário daqui a
16 quatro anos é a entrada de novos nomes na briga política ou alguma
17 alteração forte nos rumos do País. “Se não tivermos nenhuma mudança
18 grave no ritmo do País, nem surgir um novo nome, a tendência é ficar
19 assim”, destacou o cientista político.
Postado em 3 de maio de 2010.
Disponível em: http://correiodesantamaria.com.br/?p=4309.
Acesso em: 21 set. 2011.
Com o enunciado “Nós vamos ter uma eleição este ano mais burocrática” (linhas 6-7), Valdir Pucci refere-se a eleições em
Texto 1
Políticos bonitos têm vantagem nas eleições
1 “Essa eu ganho!”
2 Quem vê cara não vê plano eleitoral, mas isso pode importar menos do que
3 a gente imagina. (Ou talvez a gente já imagine mesmo.) “Será que
4 candidatos bonitos são mais propensos a serem eleitos?”, se perguntaram
5 os pesquisadores australianos Amy King e Andrew Leigh. Para descobrir,
6 eles colheram dados lá na Austrália mesmo – país onde o voto é obrigatório
7e onde os eleitores recebem cartões com fotos dos candidatos dos
8 principais partidos na hora de irem às urnas. “Selecionamos avaliadores
9 representativos do eleitorado para estimar a beleza dos candidatos dos
10 principais partidos e, então, estimamos o efeito da aparência nos votos da
11 eleição federal de 2004″, contam. “Os candidatos bonitos são, de fato, mais
12 propensos a serem eleitos, com um aumento médio de 1,5 a 2 pontos
13 percentuais nos votos recebidos”. O estudo aponta, ainda, que o efeito do
14 rostinho bonito é maior entre os candidatos homens do que entre as
15 mulheres. E também que a beleza importa mais nos eleitorados com maior
16 número de eleitores “apáticos” – aqueles que saíram de casa para votar só
17 porque foram obrigados. “Protesto”, será?
Thiago Perin
21 de outubro de 2010
Disponível em: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/category/politica/.
Acesso em: 19 set. 2011.
Em “E também que a beleza importa mais nos eleitorados com maior número de eleitores ‘apáticos’” (linhas 15-16), as aspas foram usadas em “apáticos” para
Texto 1
Políticos bonitos têm vantagem nas eleições
1 “Essa eu ganho!”
2 Quem vê cara não vê plano eleitoral, mas isso pode importar menos do que
3 a gente imagina. (Ou talvez a gente já imagine mesmo.) “Será que
4 candidatos bonitos são mais propensos a serem eleitos?”, se perguntaram
5 os pesquisadores australianos Amy King e Andrew Leigh. Para descobrir,
6 eles colheram dados lá na Austrália mesmo – país onde o voto é obrigatório
7e onde os eleitores recebem cartões com fotos dos candidatos dos
8 principais partidos na hora de irem às urnas. “Selecionamos avaliadores
9 representativos do eleitorado para estimar a beleza dos candidatos dos
10 principais partidos e, então, estimamos o efeito da aparência nos votos da
11 eleição federal de 2004″, contam. “Os candidatos bonitos são, de fato, mais
12 propensos a serem eleitos, com um aumento médio de 1,5 a 2 pontos
13 percentuais nos votos recebidos”. O estudo aponta, ainda, que o efeito do
14 rostinho bonito é maior entre os candidatos homens do que entre as
15 mulheres. E também que a beleza importa mais nos eleitorados com maior
16 número de eleitores “apáticos” – aqueles que saíram de casa para votar só
17 porque foram obrigados. “Protesto”, será?
Thiago Perin
21 de outubro de 2010
Disponível em: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/category/politica/.
Acesso em: 19 set. 2011.
Em relação aos fatos da língua, é verdadeiro afirmar que
Texto 1
Políticos bonitos têm vantagem nas eleições
1 “Essa eu ganho!”
2 Quem vê cara não vê plano eleitoral, mas isso pode importar menos do que
3 a gente imagina. (Ou talvez a gente já imagine mesmo.) “Será que
4 candidatos bonitos são mais propensos a serem eleitos?”, se perguntaram
5 os pesquisadores australianos Amy King e Andrew Leigh. Para descobrir,
6 eles colheram dados lá na Austrália mesmo – país onde o voto é obrigatório
7e onde os eleitores recebem cartões com fotos dos candidatos dos
8 principais partidos na hora de irem às urnas. “Selecionamos avaliadores
9 representativos do eleitorado para estimar a beleza dos candidatos dos
10 principais partidos e, então, estimamos o efeito da aparência nos votos da
11 eleição federal de 2004″, contam. “Os candidatos bonitos são, de fato, mais
12 propensos a serem eleitos, com um aumento médio de 1,5 a 2 pontos
13 percentuais nos votos recebidos”. O estudo aponta, ainda, que o efeito do
14 rostinho bonito é maior entre os candidatos homens do que entre as
15 mulheres. E também que a beleza importa mais nos eleitorados com maior
16 número de eleitores “apáticos” – aqueles que saíram de casa para votar só
17 porque foram obrigados. “Protesto”, será?
Thiago Perin
21 de outubro de 2010
Disponível em: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/category/politica/.
Acesso em: 19 set. 2011.
Em “Essa eu ganho!” (linha 1), o pronome “essa” refere-se a
Texto 1
Políticos bonitos têm vantagem nas eleições
1 “Essa eu ganho!”
2 Quem vê cara não vê plano eleitoral, mas isso pode importar menos do que
3 a gente imagina. (Ou talvez a gente já imagine mesmo.) “Será que
4 candidatos bonitos são mais propensos a serem eleitos?”, se perguntaram
5 os pesquisadores australianos Amy King e Andrew Leigh. Para descobrir,
6 eles colheram dados lá na Austrália mesmo – país onde o voto é obrigatório
7e onde os eleitores recebem cartões com fotos dos candidatos dos
8 principais partidos na hora de irem às urnas. “Selecionamos avaliadores
9 representativos do eleitorado para estimar a beleza dos candidatos dos
10 principais partidos e, então, estimamos o efeito da aparência nos votos da
11 eleição federal de 2004″, contam. “Os candidatos bonitos são, de fato, mais
12 propensos a serem eleitos, com um aumento médio de 1,5 a 2 pontos
13 percentuais nos votos recebidos”. O estudo aponta, ainda, que o efeito do
14 rostinho bonito é maior entre os candidatos homens do que entre as
15 mulheres. E também que a beleza importa mais nos eleitorados com maior
16 número de eleitores “apáticos” – aqueles que saíram de casa para votar só
17 porque foram obrigados. “Protesto”, será?
Thiago Perin
21 de outubro de 2010
Disponível em: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/category/politica/.
Acesso em: 19 set. 2011.
Em “para estimar a beleza dos candidatos” (linha 9), a palavra em destaque não significa
Texto 1
Políticos bonitos têm vantagem nas eleições
1 “Essa eu ganho!”
2 Quem vê cara não vê plano eleitoral, mas isso pode importar menos do que
3 a gente imagina. (Ou talvez a gente já imagine mesmo.) “Será que
4 candidatos bonitos são mais propensos a serem eleitos?”, se perguntaram
5 os pesquisadores australianos Amy King e Andrew Leigh. Para descobrir,
6 eles colheram dados lá na Austrália mesmo – país onde o voto é obrigatório
7e onde os eleitores recebem cartões com fotos dos candidatos dos
8 principais partidos na hora de irem às urnas. “Selecionamos avaliadores
9 representativos do eleitorado para estimar a beleza dos candidatos dos
10 principais partidos e, então, estimamos o efeito da aparência nos votos da
11 eleição federal de 2004″, contam. “Os candidatos bonitos são, de fato, mais
12 propensos a serem eleitos, com um aumento médio de 1,5 a 2 pontos
13 percentuais nos votos recebidos”. O estudo aponta, ainda, que o efeito do
14 rostinho bonito é maior entre os candidatos homens do que entre as
15 mulheres. E também que a beleza importa mais nos eleitorados com maior
16 número de eleitores “apáticos” – aqueles que saíram de casa para votar só
17 porque foram obrigados. “Protesto”, será?
Thiago Perin
21 de outubro de 2010
Disponível em: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/category/politica/.
Acesso em: 19 set. 2011.
Quanto às ideias desenvolvidas no texto, é falso afirmar que
Texto 1
Políticos bonitos têm vantagem nas eleições
1 “Essa eu ganho!”
2 Quem vê cara não vê plano eleitoral, mas isso pode importar menos do que
3 a gente imagina. (Ou talvez a gente já imagine mesmo.) “Será que
4 candidatos bonitos são mais propensos a serem eleitos?”, se perguntaram
5 os pesquisadores australianos Amy King e Andrew Leigh. Para descobrir,
6 eles colheram dados lá na Austrália mesmo – país onde o voto é obrigatório
7e onde os eleitores recebem cartões com fotos dos candidatos dos
8 principais partidos na hora de irem às urnas. “Selecionamos avaliadores
9 representativos do eleitorado para estimar a beleza dos candidatos dos
10 principais partidos e, então, estimamos o efeito da aparência nos votos da
11 eleição federal de 2004″, contam. “Os candidatos bonitos são, de fato, mais
12 propensos a serem eleitos, com um aumento médio de 1,5 a 2 pontos
13 percentuais nos votos recebidos”. O estudo aponta, ainda, que o efeito do
14 rostinho bonito é maior entre os candidatos homens do que entre as
15 mulheres. E também que a beleza importa mais nos eleitorados com maior
16 número de eleitores “apáticos” – aqueles que saíram de casa para votar só
17 porque foram obrigados. “Protesto”, será?
Thiago Perin
21 de outubro de 2010
Disponível em: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/category/politica/.
Acesso em: 19 set. 2011.
O enunciado “Quem vê cara não vê plano eleitoral” (linha 2) significa que
Texto 1
Políticos bonitos têm vantagem nas eleições
1 “Essa eu ganho!”
2 Quem vê cara não vê plano eleitoral, mas isso pode importar menos do que
3 a gente imagina. (Ou talvez a gente já imagine mesmo.) “Será que
4 candidatos bonitos são mais propensos a serem eleitos?”, se perguntaram
5 os pesquisadores australianos Amy King e Andrew Leigh. Para descobrir,
6 eles colheram dados lá na Austrália mesmo – país onde o voto é obrigatório
7e onde os eleitores recebem cartões com fotos dos candidatos dos
8 principais partidos na hora de irem às urnas. “Selecionamos avaliadores
9 representativos do eleitorado para estimar a beleza dos candidatos dos
10 principais partidos e, então, estimamos o efeito da aparência nos votos da
11 eleição federal de 2004″, contam. “Os candidatos bonitos são, de fato, mais
12 propensos a serem eleitos, com um aumento médio de 1,5 a 2 pontos
13 percentuais nos votos recebidos”. O estudo aponta, ainda, que o efeito do
14 rostinho bonito é maior entre os candidatos homens do que entre as
15 mulheres. E também que a beleza importa mais nos eleitorados com maior
16 número de eleitores “apáticos” – aqueles que saíram de casa para votar só
17 porque foram obrigados. “Protesto”, será?
Thiago Perin
21 de outubro de 2010
Disponível em: http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/category/politica/.
Acesso em: 19 set. 2011.
O texto “Políticos bonitos têm vantagem nas eleições”
Segundo o Código de Trânsito Brasileiro, conduzir veículo com o lacre, a inscrição do chassi, o selo, a placa ou qualquer outro elemento de identificação do veículo violado ou falsificado, constitui:
Um dos preceitos definidos na Constituição da República Federativa do Brasil, de 1988, é o seguinte:
“Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.
Trata-se de preceitos relativos aos direitos e garantias fundamentais do cidadão no que diz respeito aos
E um poder inicial, incondicional e ilimitado, para a elaboração de uma nova Constituição:
Os arquivos dos aplicativos do Microsoft Office também podem ser transmissores de vírus. Os vírus que geralmente são transmitidos por esses aplicativos são do tipo:
O procedimento que cria cópias de segurança dos arquivos, programas e dados de um computador, para recuperá-los, quando necessário, ou em caso de defeito do disco rígido do computador é chamado de:
Com o objetivo de padronizar as redes de dados remotas foi elaborado um modelo aberto (Reference Model for Open Systems Interconection - RM OSI), baseado no OSI (Open System Interconection). A arquitetura RM-OSI sugere sete camadas que descrevem os componentes que processam a comunicação de dados entre dois nós de uma rede.
A camada que define as características elétricas (níveis de tensão, impedância etc.), as características mecânicas (tipo de conectores, dimensões do suporte físico de transmissão etc.) e as características funcionais e de procedimentos das conexões físicas é chamada de:
A Unidade Central de Processamento, conhecida pela sigla inglesa CPU (Central Processor Unit), é o componente vital do sistema de computação, responsável pela realização das operações de processamento (cálculos matemáticos, cálculos lógicos,etc) e de controle, durante a execução de um programa.
Abaixo, destacamos diversos procedimentos computacionais:
Marque a letra correspondente a um procedimento que não é realizado pela Unidade Central de Processamento (CPU):