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Q2780484 Direito Administrativo

Os Princípios da Administração Pública são um conjunto de normas fundamentais, estabelecidas pela Constituição Federal Brasileira, que todos os dirigentes públicos devem seguir. Quando se utiliza na publicidade oficial de obras e de serviços públicos o nome ou a imagem do governante, de modo a caracterizar sua promoção pessoal, caracteriza-se a violação do princípio da

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Q2780483 Direito Administrativo

Em relação ao acesso à informação e sua divulgação, está previsto que cabe aos órgãos e entidades do poder público, observadas as normas e procedimentos específicos aplicáveis, assegurar, entre outros, a gestão transparente da informação, propiciando amplo acesso a ela, sua divulgação e

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Q2780469 Direito Constitucional

Nos termos da Constituição Estadual e na forma estabelecida em Lei, compete ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM/GO), órgão de controle externo:

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Q2780462 Direito Constitucional

Em conformidade com a Constituição Federal de 1988, as emendas ao projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias não poderão ser aprovadas quando incompatíveis com

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Q2780459 Direito Constitucional

A Constituição Federal de 1988 estabelece que os recursos objeto de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária, que ficarem sem destinação podem ser utilizados, mediante prévia e específica autorização legislativa, conforme o caso, como fonte para

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Q2779650 Português

Observe o trecho abaixo e assinale a alternativa em as palavras preencham as lacunas, sequencialmente, de acordo com a norma culta da língua.


“Não sei (.........) ela se irrita tanto com seu cabelo. Talvez seja (........) fica querendo imitar o tipo que as amigas tem como modelo. Essa é umas das tantas dúvidas que o adolescente vive; um (..........) que parece eterno em suas mentes.”

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Q2779649 Português

Talvez haja maturação, lhe dizem, mas ainda não é maturidade.” A palavra destacada pode ser substituída por todas as abaixo, SEM prejuízo de sentido, EXCETO:

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Q2779648 Português

As palavras “adorar”, “forro” e “Esaú” são, respectivamente:

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Q2779647 Português

E os “profetas atuais”, o que estão prevendo?” A palavra destacada possui:

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Q2779646 Português

“Entretanto em 1995, os Simpsons já mostravam essa realidade em seus episódios.” Os termos “essa realidade” e “em seus episódios” são, respectivamente:

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Q2779645 Português

“O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças”. O termo destacado é um:

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Q2779644 Português

“Para que livros? perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a terra impressa com as tintas do sol e das galáxias, aberta à maneira de um livro.” O sujeito do verbo destacado é:

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Q2779643 Português

Assinale a alternativa em que a palavra destacada é um SUBSTANTIVO.

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Q2779642 Português

Das palavras abaixo assinale a alternativa em que uma das palavras NÃO é paroxítona.

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Q2779641 Português

“....... direita ficam o setores administrativos.”

“Chegamos ...... tempo para a apresentação.”

“Ninguém foi favorável ...... greve.”

“Refiro-me ...... uma situação atípica.”

“Todas as mercadorias podem ser vendidas ....... prazo.”


Levando em consideração o emprego ou não da crase, assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE as orações acima.

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Q2779640 Português

Leia a anedota abaixo para responder as questões de 28 a 30.


O camarada telefona pro consultório médico:


Quero marcar uma consulta pra amanhã, tenho convênio!

Sinto muito, senhor, só temos hora pra daqui a dois meses...

Peraí... Até lá, posso ter morrido!

Nesse caso, peça pra alguém telefonar e desmarcar a consulta!

Quanto à tipologia textual, pode-se AFIRMAR que:

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Q2779639 Português

Leia a anedota abaixo para responder as questões de 28 a 30.


O camarada telefona pro consultório médico:


Quero marcar uma consulta pra amanhã, tenho convênio!

Sinto muito, senhor, só temos hora pra daqui a dois meses...

Peraí... Até lá, posso ter morrido!

Nesse caso, peça pra alguém telefonar e desmarcar a consulta!

“O camarada telefona pro consultório médico:”. O termo destacado é:

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Q2779638 Português

Leia a anedota abaixo para responder as questões de 28 a 30.


O camarada telefona pro consultório médico:


Quero marcar uma consulta pra amanhã, tenho convênio!

Sinto muito, senhor, só temos hora pra daqui a dois meses...

Peraí... Até lá, posso ter morrido!

Nesse caso, peça pra alguém telefonar e desmarcar a consulta!

De acordo com o sentido global da anedota, a afirmativa que MELHOR pode explicar a intencionalidade da anedota:

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Q2779637 Português

A CASA MATERNA


Há, desde a entrada, um sentimento de tempo na casa materna. As grades do portão têm uma velha ferrugem e o trinco se oculta num lugar que só a mão filial conhece. O jardim pequeno parece mais verde e úmido que os demais, com suas palmas, tinhorões e samambaias que a mão filial, fiel a um gesto de infância, desfolha ao longo da haste.

É sempre quieta a casa materna, mesmo aos domingos, quando as mãos filiais se pousam sobre a mesa farta do almoço, repetindo uma antiga imagem. Há um tradicional silêncio em suas salas e um dorido repouso em suas poltronas. O assoalho encerado, sobre o qual ainda escorrega o fantasma da cachorrinha preta, guarda as mesmas manchas e o mesmo taco solto de outras primaveras. As coisas vivem como em prece, nos mesmos lugares onde as situaram as mãos maternas quando eram moças e lisas. Rostos irmãos se olham dos porta-retratos, a se amarem e compreenderem mudamente. O piano fechado, com uma longa tira de flanela sobre as teclas, repete ainda passadas valsas, de quando as mãos maternas careciam sonhar.

A casa materna é o espelho de outras, em pequenas coisas que o olhar filial admirava ao tempo em que tudo era belo: o licoreiro magro, a bandeja triste, o absurdo bibelô. E tem um corredor à escuta, de cujo teto à noite pende uma luz morta, com negras aberturas para quartos cheios de sombra. Na estante junto à escada há um Tesouro da juventude com o dorso puído de tato e de tempo. Foi ali que o olhar filial primeiro viu a forma gráfica de algo que passaria a ser para ele a forma suprema da beleza: o verso.

Na escada há o degrau que estala e anuncia aos ouvidos maternos a presença dos passos filiais. Pois a casa materna se divide em dois mundos: o térreo, onde se processa a vida presente, e o de cima, onde vive a memória. Embaixo há sempre coisas fabulosas na geladeira e no armário da copa: roquefort amassado, ovos frescos, mangas-espadas, untuosas compotas, bolos de chocolate, biscoitos de araruta – pois não há lugar mais propício do que a casa materna para uma boa ceia noturna. E porque é uma casa velha, há sempre uma barata que aparece e é morta com uma repugnância que vem de longe. Em cima ficam os guardados antigos, os livros que lembram a infância, o pequeno oratório em frente ao qual ninguém, a não ser a figura materna sabe por que, queima às vezes uma vela votiva. E a cama onde a figura paterna repousava de sua agitação diurna. Hoje, vazia.

A imagem paterna persiste no interior da casa materna. Seu violão dorme encostado junto à vitrola. Seu corpo como que se marca ainda na velha poltrona da sala e como que se pode ouvir ainda o brando ronco de sua sesta dominical. Ausente para sempre da casa materna, a figura paterna parece mergulhá-la docemente na eternidade, enquanto as mãos maternas se fazem mais lentas e as mãos filiais mais unidas em torno à grande mesa, onde já agora vibram também vozes infantis.


(Vinícius de Moraes)

A alternativa em que a concordância NÃO condiz com a norma culta é:

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Q2779636 Português

A CASA MATERNA


Há, desde a entrada, um sentimento de tempo na casa materna. As grades do portão têm uma velha ferrugem e o trinco se oculta num lugar que só a mão filial conhece. O jardim pequeno parece mais verde e úmido que os demais, com suas palmas, tinhorões e samambaias que a mão filial, fiel a um gesto de infância, desfolha ao longo da haste.

É sempre quieta a casa materna, mesmo aos domingos, quando as mãos filiais se pousam sobre a mesa farta do almoço, repetindo uma antiga imagem. Há um tradicional silêncio em suas salas e um dorido repouso em suas poltronas. O assoalho encerado, sobre o qual ainda escorrega o fantasma da cachorrinha preta, guarda as mesmas manchas e o mesmo taco solto de outras primaveras. As coisas vivem como em prece, nos mesmos lugares onde as situaram as mãos maternas quando eram moças e lisas. Rostos irmãos se olham dos porta-retratos, a se amarem e compreenderem mudamente. O piano fechado, com uma longa tira de flanela sobre as teclas, repete ainda passadas valsas, de quando as mãos maternas careciam sonhar.

A casa materna é o espelho de outras, em pequenas coisas que o olhar filial admirava ao tempo em que tudo era belo: o licoreiro magro, a bandeja triste, o absurdo bibelô. E tem um corredor à escuta, de cujo teto à noite pende uma luz morta, com negras aberturas para quartos cheios de sombra. Na estante junto à escada há um Tesouro da juventude com o dorso puído de tato e de tempo. Foi ali que o olhar filial primeiro viu a forma gráfica de algo que passaria a ser para ele a forma suprema da beleza: o verso.

Na escada há o degrau que estala e anuncia aos ouvidos maternos a presença dos passos filiais. Pois a casa materna se divide em dois mundos: o térreo, onde se processa a vida presente, e o de cima, onde vive a memória. Embaixo há sempre coisas fabulosas na geladeira e no armário da copa: roquefort amassado, ovos frescos, mangas-espadas, untuosas compotas, bolos de chocolate, biscoitos de araruta – pois não há lugar mais propício do que a casa materna para uma boa ceia noturna. E porque é uma casa velha, há sempre uma barata que aparece e é morta com uma repugnância que vem de longe. Em cima ficam os guardados antigos, os livros que lembram a infância, o pequeno oratório em frente ao qual ninguém, a não ser a figura materna sabe por que, queima às vezes uma vela votiva. E a cama onde a figura paterna repousava de sua agitação diurna. Hoje, vazia.

A imagem paterna persiste no interior da casa materna. Seu violão dorme encostado junto à vitrola. Seu corpo como que se marca ainda na velha poltrona da sala e como que se pode ouvir ainda o brando ronco de sua sesta dominical. Ausente para sempre da casa materna, a figura paterna parece mergulhá-la docemente na eternidade, enquanto as mãos maternas se fazem mais lentas e as mãos filiais mais unidas em torno à grande mesa, onde já agora vibram também vozes infantis.


(Vinícius de Moraes)

Na última linha do texto o cronista:

Alternativas
Respostas
7781: C
7782: D
7783: A
7784: D
7785: C
7786: D
7787: D
7788: C
7789: B
7790: B
7791: D
7792: A
7793: A
7794: C
7795: A
7796: C
7797: C
7798: D
7799: C
7800: C