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Os Princípios da Administração Pública são um conjunto de normas fundamentais, estabelecidas pela Constituição Federal Brasileira, que todos os dirigentes públicos devem seguir. Quando se utiliza na publicidade oficial de obras e de serviços públicos o nome ou a imagem do governante, de modo a caracterizar sua promoção pessoal, caracteriza-se a violação do princípio da
Em relação ao acesso à informação e sua divulgação, está previsto que cabe aos órgãos e entidades do poder público, observadas as normas e procedimentos específicos aplicáveis, assegurar, entre outros, a gestão transparente da informação, propiciando amplo acesso a ela, sua divulgação e
Nos termos da Constituição Estadual e na forma estabelecida em Lei, compete ao Tribunal de Contas dos Municípios (TCM/GO), órgão de controle externo:
Em conformidade com a Constituição Federal de 1988, as emendas ao projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias não poderão ser aprovadas quando incompatíveis com
A Constituição Federal de 1988 estabelece que os recursos objeto de veto, emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária, que ficarem sem destinação podem ser utilizados, mediante prévia e específica autorização legislativa, conforme o caso, como fonte para
Observe o trecho abaixo e assinale a alternativa em as palavras preencham as lacunas, sequencialmente, de acordo com a norma culta da língua.
“Não sei (.........) ela se irrita tanto com seu cabelo. Talvez seja (........) fica querendo imitar o tipo que as amigas tem como modelo. Essa é umas das tantas dúvidas que o adolescente vive; um (..........) que parece eterno em suas mentes.”
“Talvez haja maturação, lhe dizem, mas ainda não é maturidade.” A palavra destacada pode ser substituída por todas as abaixo, SEM prejuízo de sentido, EXCETO:
As palavras “adorar”, “forro” e “Esaú” são, respectivamente:
“E os “profetas atuais”, o que estão prevendo?” A palavra destacada possui:
“Entretanto em 1995, os Simpsons já mostravam essa realidade em seus episódios.” Os termos “essa realidade” e “em seus episódios” são, respectivamente:
“O mundo será administrado exclusivamente pelas crianças”. O termo destacado é um:
“Para que livros? perguntará um anjo e, sorrindo, mostrará a terra impressa com as tintas do sol e das galáxias, aberta à maneira de um livro.” O sujeito do verbo destacado é:
Assinale a alternativa em que a palavra destacada é um SUBSTANTIVO.
Das palavras abaixo assinale a alternativa em que uma das palavras NÃO é paroxítona.
“....... direita ficam o setores administrativos.”
“Chegamos ...... tempo para a apresentação.”
“Ninguém foi favorável ...... greve.”
“Refiro-me ...... uma situação atípica.”
“Todas as mercadorias podem ser vendidas ....... prazo.”
Levando em consideração o emprego ou não da crase, assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE as orações acima.
Leia a anedota abaixo para responder as questões de 28 a 30.
O camarada telefona pro consultório médico:
─ Quero marcar uma consulta pra amanhã, tenho convênio!
─ Sinto muito, senhor, só temos hora pra daqui a dois meses...
─ Peraí... Até lá, posso ter morrido!
─ Nesse caso, peça pra alguém telefonar e desmarcar a consulta!
Quanto à tipologia textual, pode-se AFIRMAR que:
Leia a anedota abaixo para responder as questões de 28 a 30.
O camarada telefona pro consultório médico:
─ Quero marcar uma consulta pra amanhã, tenho convênio!
─ Sinto muito, senhor, só temos hora pra daqui a dois meses...
─ Peraí... Até lá, posso ter morrido!
─ Nesse caso, peça pra alguém telefonar e desmarcar a consulta!
“O camarada telefona pro consultório médico:”. O termo destacado é:
Leia a anedota abaixo para responder as questões de 28 a 30.
O camarada telefona pro consultório médico:
─ Quero marcar uma consulta pra amanhã, tenho convênio!
─ Sinto muito, senhor, só temos hora pra daqui a dois meses...
─ Peraí... Até lá, posso ter morrido!
─ Nesse caso, peça pra alguém telefonar e desmarcar a consulta!
De acordo com o sentido global da anedota, a afirmativa que MELHOR pode explicar a intencionalidade da anedota:
A CASA MATERNA
Há, desde a entrada, um sentimento de tempo na casa materna. As grades do portão têm uma velha ferrugem e o trinco se oculta num lugar que só a mão filial conhece. O jardim pequeno parece mais verde e úmido que os demais, com suas palmas, tinhorões e samambaias que a mão filial, fiel a um gesto de infância, desfolha ao longo da haste.
É sempre quieta a casa materna, mesmo aos domingos, quando as mãos filiais se pousam sobre a mesa farta do almoço, repetindo uma antiga imagem. Há um tradicional silêncio em suas salas e um dorido repouso em suas poltronas. O assoalho encerado, sobre o qual ainda escorrega o fantasma da cachorrinha preta, guarda as mesmas manchas e o mesmo taco solto de outras primaveras. As coisas vivem como em prece, nos mesmos lugares onde as situaram as mãos maternas quando eram moças e lisas. Rostos irmãos se olham dos porta-retratos, a se amarem e compreenderem mudamente. O piano fechado, com uma longa tira de flanela sobre as teclas, repete ainda passadas valsas, de quando as mãos maternas careciam sonhar.
A casa materna é o espelho de outras, em pequenas coisas que o olhar filial admirava ao tempo em que tudo era belo: o licoreiro magro, a bandeja triste, o absurdo bibelô. E tem um corredor à escuta, de cujo teto à noite pende uma luz morta, com negras aberturas para quartos cheios de sombra. Na estante junto à escada há um Tesouro da juventude com o dorso puído de tato e de tempo. Foi ali que o olhar filial primeiro viu a forma gráfica de algo que passaria a ser para ele a forma suprema da beleza: o verso.
Na escada há o degrau que estala e anuncia aos ouvidos maternos a presença dos passos filiais. Pois a casa materna se divide em dois mundos: o térreo, onde se processa a vida presente, e o de cima, onde vive a memória. Embaixo há sempre coisas fabulosas na geladeira e no armário da copa: roquefort amassado, ovos frescos, mangas-espadas, untuosas compotas, bolos de chocolate, biscoitos de araruta – pois não há lugar mais propício do que a casa materna para uma boa ceia noturna. E porque é uma casa velha, há sempre uma barata que aparece e é morta com uma repugnância que vem de longe. Em cima ficam os guardados antigos, os livros que lembram a infância, o pequeno oratório em frente ao qual ninguém, a não ser a figura materna sabe por que, queima às vezes uma vela votiva. E a cama onde a figura paterna repousava de sua agitação diurna. Hoje, vazia.
A imagem paterna persiste no interior da casa materna. Seu violão dorme encostado junto à vitrola. Seu corpo como que se marca ainda na velha poltrona da sala e como que se pode ouvir ainda o brando ronco de sua sesta dominical. Ausente para sempre da casa materna, a figura paterna parece mergulhá-la docemente na eternidade, enquanto as mãos maternas se fazem mais lentas e as mãos filiais mais unidas em torno à grande mesa, onde já agora vibram também vozes infantis.
(Vinícius de Moraes)
A alternativa em que a concordância NÃO condiz com a norma culta é:
A CASA MATERNA
Há, desde a entrada, um sentimento de tempo na casa materna. As grades do portão têm uma velha ferrugem e o trinco se oculta num lugar que só a mão filial conhece. O jardim pequeno parece mais verde e úmido que os demais, com suas palmas, tinhorões e samambaias que a mão filial, fiel a um gesto de infância, desfolha ao longo da haste.
É sempre quieta a casa materna, mesmo aos domingos, quando as mãos filiais se pousam sobre a mesa farta do almoço, repetindo uma antiga imagem. Há um tradicional silêncio em suas salas e um dorido repouso em suas poltronas. O assoalho encerado, sobre o qual ainda escorrega o fantasma da cachorrinha preta, guarda as mesmas manchas e o mesmo taco solto de outras primaveras. As coisas vivem como em prece, nos mesmos lugares onde as situaram as mãos maternas quando eram moças e lisas. Rostos irmãos se olham dos porta-retratos, a se amarem e compreenderem mudamente. O piano fechado, com uma longa tira de flanela sobre as teclas, repete ainda passadas valsas, de quando as mãos maternas careciam sonhar.
A casa materna é o espelho de outras, em pequenas coisas que o olhar filial admirava ao tempo em que tudo era belo: o licoreiro magro, a bandeja triste, o absurdo bibelô. E tem um corredor à escuta, de cujo teto à noite pende uma luz morta, com negras aberturas para quartos cheios de sombra. Na estante junto à escada há um Tesouro da juventude com o dorso puído de tato e de tempo. Foi ali que o olhar filial primeiro viu a forma gráfica de algo que passaria a ser para ele a forma suprema da beleza: o verso.
Na escada há o degrau que estala e anuncia aos ouvidos maternos a presença dos passos filiais. Pois a casa materna se divide em dois mundos: o térreo, onde se processa a vida presente, e o de cima, onde vive a memória. Embaixo há sempre coisas fabulosas na geladeira e no armário da copa: roquefort amassado, ovos frescos, mangas-espadas, untuosas compotas, bolos de chocolate, biscoitos de araruta – pois não há lugar mais propício do que a casa materna para uma boa ceia noturna. E porque é uma casa velha, há sempre uma barata que aparece e é morta com uma repugnância que vem de longe. Em cima ficam os guardados antigos, os livros que lembram a infância, o pequeno oratório em frente ao qual ninguém, a não ser a figura materna sabe por que, queima às vezes uma vela votiva. E a cama onde a figura paterna repousava de sua agitação diurna. Hoje, vazia.
A imagem paterna persiste no interior da casa materna. Seu violão dorme encostado junto à vitrola. Seu corpo como que se marca ainda na velha poltrona da sala e como que se pode ouvir ainda o brando ronco de sua sesta dominical. Ausente para sempre da casa materna, a figura paterna parece mergulhá-la docemente na eternidade, enquanto as mãos maternas se fazem mais lentas e as mãos filiais mais unidas em torno à grande mesa, onde já agora vibram também vozes infantis.
(Vinícius de Moraes)
Na última linha do texto o cronista: