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AS QUESTÕES DE 01 A 08 SE REFEREM AO TEXTO SEGUINTE.
Não vale dizer
Ruy Castro*
Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar. E outros vales isso ou aquilo. Você pode não ter se tocado, mas, de há algum tempo, essas palavras estão lhe entrando pelos olhos com alarmante frequência e ocupando espaço à toa. A frase começa com "Vale dizer que ..." e segue-se o que a pessoa acha que vale dizer. Não ocorre a ela que, se dispensar o "vale dizer" e disser logo o que tem a dizer, sua informação não sofrerá nenhum prejuízo. Ao contrário, ganhará em concisão e objetividade.
É um vício de linguagem, como um tique nervoso ou uma pálpebra que dispara. E, como todo vício ou tique, brota de algum lugar no espaço e chega direto aos dedos de quem escreve, sem um estágio intermediário no nicho do cérebro onde se escolhem as palavras. A pessoa, quando se dá conta, já escreveu e, na verdade, nem se dá conta. Aliás, "na verdade" também é um desses tiques. Na verdade, por que "na verdade"? E quem garante que seja verdade? Em tempo: mesmo que fique ansioso com a ideia, experimente escrever sem usar "na verdade" e veja como não lhe fará a menor falta.
"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo. Donde volto a sugerir: se escrever "Em tempo ...", experimente apagá-la e veja se seu conteúdo perde alguma coisa.
Alguém dirá que são implicâncias de um escriba ranzinza e que ninguém está ligando para isso. Pois devia estar. Manter a língua eficiente, como queria Ezra Pound, é obrigação de todos os que fazem uso dela.
"Fazer uso"? Epa! De todos que a usam, digo.
* Jornalista e escritor.
Folha de São Paulo, Opinião, 14 mar. 2022, p. A 2. Adaptado.
A morfossintaxe é a observação conjunta da classificação morfológica e da função sintática das palavras nas orações.
Informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma sobre os aspectos morfossintáticos de algumas passagens transcritas do texto.
( ) Na frase “sua informação não sofrerá nenhum prejuízo.”, o sujeito é simples, o predicado é verbal e o verbo é transitivo direto.
( ) No período “Manter a língua eficiente, como queria Ezra Pound, é obrigação de todos os que fazem uso dela.”, a oração intercalada exprime concessão.
( ) Em “Donde volto a sugerir: se escrever ‘Em tempo ...’, experimente apagá-la...”, o termo destacado se classifica como pronome pessoal do caso oblíquo.
( ) No trecho “...e veja como não lhe fará a menor falta.”, a próclise é de rigor porque, na oração, antes do verbo, identifica-se palavra que atrai o pronome átono.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
AS QUESTÕES DE 01 A 08 SE REFEREM AO TEXTO SEGUINTE.
Não vale dizer
Ruy Castro*
Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar. E outros vales isso ou aquilo. Você pode não ter se tocado, mas, de há algum tempo, essas palavras estão lhe entrando pelos olhos com alarmante frequência e ocupando espaço à toa. A frase começa com "Vale dizer que ..." e segue-se o que a pessoa acha que vale dizer. Não ocorre a ela que, se dispensar o "vale dizer" e disser logo o que tem a dizer, sua informação não sofrerá nenhum prejuízo. Ao contrário, ganhará em concisão e objetividade.
É um vício de linguagem, como um tique nervoso ou uma pálpebra que dispara. E, como todo vício ou tique, brota de algum lugar no espaço e chega direto aos dedos de quem escreve, sem um estágio intermediário no nicho do cérebro onde se escolhem as palavras. A pessoa, quando se dá conta, já escreveu e, na verdade, nem se dá conta. Aliás, "na verdade" também é um desses tiques. Na verdade, por que "na verdade"? E quem garante que seja verdade? Em tempo: mesmo que fique ansioso com a ideia, experimente escrever sem usar "na verdade" e veja como não lhe fará a menor falta.
"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo. Donde volto a sugerir: se escrever "Em tempo ...", experimente apagá-la e veja se seu conteúdo perde alguma coisa.
Alguém dirá que são implicâncias de um escriba ranzinza e que ninguém está ligando para isso. Pois devia estar. Manter a língua eficiente, como queria Ezra Pound, é obrigação de todos os que fazem uso dela.
"Fazer uso"? Epa! De todos que a usam, digo.
* Jornalista e escritor.
Folha de São Paulo, Opinião, 14 mar. 2022, p. A 2. Adaptado.
No trecho “Alguém dirá que são implicâncias de um escriba ranzinza...”, sem prejuízo para o sentido pretendido, a palavra destacada, no contexto em que foi empregada, pode ser substituída, fundamentalmente, por
AS QUESTÕES DE 01 A 08 SE REFEREM AO TEXTO SEGUINTE.
Não vale dizer
Ruy Castro*
Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar. E outros vales isso ou aquilo. Você pode não ter se tocado, mas, de há algum tempo, essas palavras estão lhe entrando pelos olhos com alarmante frequência e ocupando espaço à toa. A frase começa com "Vale dizer que ..." e segue-se o que a pessoa acha que vale dizer. Não ocorre a ela que, se dispensar o "vale dizer" e disser logo o que tem a dizer, sua informação não sofrerá nenhum prejuízo. Ao contrário, ganhará em concisão e objetividade.
É um vício de linguagem, como um tique nervoso ou uma pálpebra que dispara. E, como todo vício ou tique, brota de algum lugar no espaço e chega direto aos dedos de quem escreve, sem um estágio intermediário no nicho do cérebro onde se escolhem as palavras. A pessoa, quando se dá conta, já escreveu e, na verdade, nem se dá conta. Aliás, "na verdade" também é um desses tiques. Na verdade, por que "na verdade"? E quem garante que seja verdade? Em tempo: mesmo que fique ansioso com a ideia, experimente escrever sem usar "na verdade" e veja como não lhe fará a menor falta.
"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo. Donde volto a sugerir: se escrever "Em tempo ...", experimente apagá-la e veja se seu conteúdo perde alguma coisa.
Alguém dirá que são implicâncias de um escriba ranzinza e que ninguém está ligando para isso. Pois devia estar. Manter a língua eficiente, como queria Ezra Pound, é obrigação de todos os que fazem uso dela.
"Fazer uso"? Epa! De todos que a usam, digo.
* Jornalista e escritor.
Folha de São Paulo, Opinião, 14 mar. 2022, p. A 2. Adaptado.
Considere os dois textos as seguir
TEXTO I
"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo.
TEXTO II
Disponível em: <https://br.pinterest.com/pin/745908757017111559/>.
Avalie as afirmações sobre os sinais de pontuação.
I – O sinal de pontuação que marca, na escrita, a entonação de um questionamento foi utilizado adequadamente nos dois textos.
II – O travessão na frase “ ‒ e lá vem a preciosa informação.” (Texto I) indica a interrupção do que o autor desejava comunicar.
III – O ponto de exclamação em “Olha só!” (Texto II) introduz uma reflexão e antecede as palavras ditas por uma das personagens.
IV – As aspas em “vale dizer” (Texto I) e em “encarnar” (Texto II) foram empregadas para isolar expressão e palavra intercaladas no respectivo período.
Está correto apenas o que se afirma em
AS QUESTÕES DE 01 A 08 SE REFEREM AO TEXTO SEGUINTE.
Não vale dizer
Ruy Castro*
Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar. E outros vales isso ou aquilo. Você pode não ter se tocado, mas, de há algum tempo, essas palavras estão lhe entrando pelos olhos com alarmante frequência e ocupando espaço à toa. A frase começa com "Vale dizer que ..." e segue-se o que a pessoa acha que vale dizer. Não ocorre a ela que, se dispensar o "vale dizer" e disser logo o que tem a dizer, sua informação não sofrerá nenhum prejuízo. Ao contrário, ganhará em concisão e objetividade.
É um vício de linguagem, como um tique nervoso ou uma pálpebra que dispara. E, como todo vício ou tique, brota de algum lugar no espaço e chega direto aos dedos de quem escreve, sem um estágio intermediário no nicho do cérebro onde se escolhem as palavras. A pessoa, quando se dá conta, já escreveu e, na verdade, nem se dá conta. Aliás, "na verdade" também é um desses tiques. Na verdade, por que "na verdade"? E quem garante que seja verdade? Em tempo: mesmo que fique ansioso com a ideia, experimente escrever sem usar "na verdade" e veja como não lhe fará a menor falta.
"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo. Donde volto a sugerir: se escrever "Em tempo ...", experimente apagá-la e veja se seu conteúdo perde alguma coisa.
Alguém dirá que são implicâncias de um escriba ranzinza e que ninguém está ligando para isso. Pois devia estar. Manter a língua eficiente, como queria Ezra Pound, é obrigação de todos os que fazem uso dela.
"Fazer uso"? Epa! De todos que a usam, digo.
* Jornalista e escritor.
Folha de São Paulo, Opinião, 14 mar. 2022, p. A 2. Adaptado.
Considere a estratégia argumentativa de Ruy Castro no último parágrafo e preencha as lacunas do texto a seguir.
Com a frase “‘Fazer uso’? Epa! De todos que a usam, digo.”, o autor confere um tom __________ ao seu texto ao grafar, quiçá propositalmente, a expressão “Fazer uso” composta por uma palavra cujo emprego ele __________ ao longo de toda a sua argumentação.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
AS QUESTÕES DE 01 A 08 SE REFEREM AO TEXTO SEGUINTE.
Não vale dizer
Ruy Castro*
Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar. E outros vales isso ou aquilo. Você pode não ter se tocado, mas, de há algum tempo, essas palavras estão lhe entrando pelos olhos com alarmante frequência e ocupando espaço à toa. A frase começa com "Vale dizer que ..." e segue-se o que a pessoa acha que vale dizer. Não ocorre a ela que, se dispensar o "vale dizer" e disser logo o que tem a dizer, sua informação não sofrerá nenhum prejuízo. Ao contrário, ganhará em concisão e objetividade.
É um vício de linguagem, como um tique nervoso ou uma pálpebra que dispara. E, como todo vício ou tique, brota de algum lugar no espaço e chega direto aos dedos de quem escreve, sem um estágio intermediário no nicho do cérebro onde se escolhem as palavras. A pessoa, quando se dá conta, já escreveu e, na verdade, nem se dá conta. Aliás, "na verdade" também é um desses tiques. Na verdade, por que "na verdade"? E quem garante que seja verdade? Em tempo: mesmo que fique ansioso com a ideia, experimente escrever sem usar "na verdade" e veja como não lhe fará a menor falta.
"Em tempo"? Eis outra relíquia arrancada do passado e posta a circular na mídia como se já não pudéssemos passar sem. Equivale ao "vale dizer". Dá-se assim: na sequência de uma informação, sapeca-se um ponto-parágrafo e, sem qualquer motivo, começa-se o parágrafo seguinte com "Em tempo ..." ‒ e lá vem a preciosa informação. É como se o autor temesse esquecer-se dela ou que seu espaço fosse acabar e ele não a usasse a tempo. Donde volto a sugerir: se escrever "Em tempo ...", experimente apagá-la e veja se seu conteúdo perde alguma coisa.
Alguém dirá que são implicâncias de um escriba ranzinza e que ninguém está ligando para isso. Pois devia estar. Manter a língua eficiente, como queria Ezra Pound, é obrigação de todos os que fazem uso dela.
"Fazer uso"? Epa! De todos que a usam, digo.
* Jornalista e escritor.
Folha de São Paulo, Opinião, 14 mar. 2022, p. A 2. Adaptado.
A repetição é um recurso textual significativo com diversas funções, entre as quais a de contribuir para a organização discursiva e a monitoração da coerência textual, além de ser usada como estratégia reiterativa necessária para a produção de textos coerentes.
A esse respeito, avalie o que se afirma sobre o emprego da repetição da palavra “vale” no primeiro parágrafo do texto: “Vale dizer. Vale lembrar. Vale ressaltar. Vale destacar. Vale acrescentar”.
I – Com finalidade estilística para reforçar a ideia pretendida, mas enfatizando o segundo verbo de cada repetição, cujo objetivo é o de realçar significados semelhantes.
II – Por seu teor expressivo, a fim de chamar a atenção do leitor para a continuidade da argumentação, que é uma das condições da coesão e da preservação da coerência textual nesse texto.
III – Como falha textual comprometedora das sequências discursivas, ao impedir que se transforme em uma produção coesa e fluida, o que torna o texto pobre do ponto de vista do vocabulário.
Está correto apenas o que se afirma em
Sobre as principais doenças e agravos em saúde bucal, é correto afirmar que o (a)
Estão incluídas nas competências do auxiliar de consultório dentário EXCETO
Sobre as ações de promoção de saúde desenvolvidas pelas equipes de saúde bucal é correto afirmar que
A Política Nacional de Saúde Bucal de 2004, chamada de Brasil Sorridente, prevê a
Leia o texto a seguir e preencha as lacunas.
A saúde bucal é parte inseparável da saúde ___________ do indivíduo e está relacionada diretamente com as condições ___________ das pessoas. Este conceito, que tem na essência dele a ideia da inclusão social, é o eixo determinante da política nacional de ___________ que tem como eixo orientador o trabalho das equipes de saúde bucal na atenção ___________.
A sequência que preenche corretamente as lacunas é
Na Política Nacional da Atenção Básica (PNAB), o auxiliar de consultório dentário é chamado de Auxiliar de Saúde Bucal (ASB). Sobre as atribuições do ASB, é correto afirmar que deve
Os conselhos locais de saúde e as conferências municipais, estaduais e nacional de saúde bucal estão fundamentados em qual princípio do SUS?
A “Atenção Básica” é a terminologia utilizada pelo Ministério da Saúde no Brasil e apresenta como sinônimos as expressões “Atenção Primária à Saúde” e “Cuidados Primários de Saúde”, comumente encontradas na literatura internacional.
Sobre a “Atenção Básica”, é correto afirmar que
A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.
Avalie as assertivas a seguir sobre os princípios e diretrizes que organizam as atividades de saúde no Brasil.
I - Acesso universal.
II - Provimento das ações e serviços mediante rede regionalizada e hierarquizada, integrados em sistema único.
III - Centralização, com direção única pelo governo federal.
IV - Atendimento integral, com prioridade para as atividades preventivas, sem prejuízo dos serviços assistenciais.
Está correto apenas o que se afirma em
No momento presente, o que NÃO é uma ameaça real à Amazônia?
Em 2022 o Brasil celebra os 100 anos da realização de um dos mais importantes eventos culturais do século XX no país, o (a)
O programa do Windows que serve para produção e edição de textos é o
No dia 24 de fevereiro de 2022 uma nova guerra teve início na Europa. Essa guerra começou após as tropas russas invadirem a
Desde o início da pandemia de Covid-19 até abril de 2022, já faleceram em decorrência da doença, só no Brasil, cerca de quantas pessoas?
Observe o quadro abaixo.
CENSO AGROPECUÁRIO – MUNICÍPIO DE SANTA CRUZ DO ESCALVADO – ANO: 2017
LAVADOURA |
Número de estabelecimentos agropecuários |
Banana |
19 |
Café |
3 |
Cana-de-açúcar |
162 |
Cana-de-açúcar forrageira |
69 |
Feijão |
15 |
Mandioca |
32 |
Milho |
86 |
Milho forrageiro |
26 |
Fonte: INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). “Censo Agropecuário”. Ano: 2017. Disponível em https://cidades.ibge.gov.br/brasil/mg/santa-cruz-do-escalvado/pesquisa/24/76693.
Os dados indicados revelam que o (a)