Questões de Concurso
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De acordo com a Constituição Federal de 1988:
I. As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes, nessa qualidade, causarem a terceiros, assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa.
II. Admite-se a vinculação ou a equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para efeito de remuneração de pessoal do serviço público.
III. Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos, a perda da função pública, a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário, na forma e gradação previstas em lei, sem prejuízo da ação penal cabível.
IV. A criação de autarquia e a instituição de empresa pública, de sociedade de economia mista e de fundação, independe de autorização legislativa.
Estão corretas somente as afirmativas:
A questão refere-se ao texto a seguir. Leia-o, atentamente, antes de marcar a resposta correta.
Uns craseiam, outros ganham fama
Ferreira Gullar
Foi em 1955 que ganhei um exemplar do livro "Tudo sobre a Crase". Tomei o ônibus que me levaria à Revista Manchete, comecei a ler o livro e, antes de descer, já havia sacado um aforismo: "A crase não foi feita para humilhar ninguém".
Esse primeiro aforismo desencadeou uma série de outros, que publiquei, meses depois, no suplemento literário do Diário de Notícias. A verdade é que, já na semana seguinte à publicação, os estudantes universitários de Curitiba, que estavam em greve, puseram uma faixa no refeitório com o meu aforismo. Mas, numa entrevista a um jornal do Recife, um crítico literário o atribuiu a Paulo Mendes Campos.
Não gostei, mas não dei muita importância, pois, no final das contas o que importa são meus poemas, que até agora ninguém atribuiu a outro poeta.
A vida seguiu até que alguém, escrevendo sobre erros gramaticais, citou o aforismo como sendo de Otto Lara. Comecei a ficar grilado, mas me tranquilizei, lembrando que o Otto deve ter me citado e o cara não guardou meu nome. Mas não demorou muito e a autoria do mesmo aforismo foi atribuída a Machado de Assis e, em seguida, a Rubem Braga.
Este, porém, já a par da confusão que se armara, decidiu esclarecer as coisas: publicou uma crônica afirmando que o verdadeiro autor do aforismo, agora tão citado, era o poeta Ferreira Gullar. Fiquei felicíssimo.
Já estava tranquilo, certo de que finalmente me tornara autor do aforismo, quando, faz uns três domingos, surge um artigo afirmando que "Carlos Drummond escreveu: 'A crase não foi feita para humilhar ninguém'". Minha esperança é que, no futuro, alguém mal informado atribua a mim, ainda que por equívoco, a autoria do aforismo que é meu.
(Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3107201123.htm>. Acesso em: 09 maio. 2017.)
Por enquadrar-se na mesma regra da estrutura em destaque, a crase foi empregada corretamente em:
A questão refere-se ao texto a seguir. Leia-o, atentamente, antes de marcar a resposta correta.
Uns craseiam, outros ganham fama
Ferreira Gullar
Foi em 1955 que ganhei um exemplar do livro "Tudo sobre a Crase". Tomei o ônibus que me levaria à Revista Manchete, comecei a ler o livro e, antes de descer, já havia sacado um aforismo: "A crase não foi feita para humilhar ninguém".
Esse primeiro aforismo desencadeou uma série de outros, que publiquei, meses depois, no suplemento literário do Diário de Notícias. A verdade é que, já na semana seguinte à publicação, os estudantes universitários de Curitiba, que estavam em greve, puseram uma faixa no refeitório com o meu aforismo. Mas, numa entrevista a um jornal do Recife, um crítico literário o atribuiu a Paulo Mendes Campos.
Não gostei, mas não dei muita importância, pois, no final das contas o que importa são meus poemas, que até agora ninguém atribuiu a outro poeta.
A vida seguiu até que alguém, escrevendo sobre erros gramaticais, citou o aforismo como sendo de Otto Lara. Comecei a ficar grilado, mas me tranquilizei, lembrando que o Otto deve ter me citado e o cara não guardou meu nome. Mas não demorou muito e a autoria do mesmo aforismo foi atribuída a Machado de Assis e, em seguida, a Rubem Braga.
Este, porém, já a par da confusão que se armara, decidiu esclarecer as coisas: publicou uma crônica afirmando que o verdadeiro autor do aforismo, agora tão citado, era o poeta Ferreira Gullar. Fiquei felicíssimo.
Já estava tranquilo, certo de que finalmente me tornara autor do aforismo, quando, faz uns três domingos, surge um artigo afirmando que "Carlos Drummond escreveu: 'A crase não foi feita para humilhar ninguém'". Minha esperança é que, no futuro, alguém mal informado atribua a mim, ainda que por equívoco, a autoria do aforismo que é meu.
(Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3107201123.htm>. Acesso em: 09 maio. 2017.)
“Tomei o ônibus que me levaria à Revista Manchete, comecei a ler o livro e, antes de descer, já havia sacado um aforismo.” (1º parágrafo)
O valor semântico que se estabelece entre as frases desse período
é de
A questão refere-se ao texto a seguir. Leia-o, atentamente, antes de marcar a resposta correta.
Uns craseiam, outros ganham fama
Ferreira Gullar
Foi em 1955 que ganhei um exemplar do livro "Tudo sobre a Crase". Tomei o ônibus que me levaria à Revista Manchete, comecei a ler o livro e, antes de descer, já havia sacado um aforismo: "A crase não foi feita para humilhar ninguém".
Esse primeiro aforismo desencadeou uma série de outros, que publiquei, meses depois, no suplemento literário do Diário de Notícias. A verdade é que, já na semana seguinte à publicação, os estudantes universitários de Curitiba, que estavam em greve, puseram uma faixa no refeitório com o meu aforismo. Mas, numa entrevista a um jornal do Recife, um crítico literário o atribuiu a Paulo Mendes Campos.
Não gostei, mas não dei muita importância, pois, no final das contas o que importa são meus poemas, que até agora ninguém atribuiu a outro poeta.
A vida seguiu até que alguém, escrevendo sobre erros gramaticais, citou o aforismo como sendo de Otto Lara. Comecei a ficar grilado, mas me tranquilizei, lembrando que o Otto deve ter me citado e o cara não guardou meu nome. Mas não demorou muito e a autoria do mesmo aforismo foi atribuída a Machado de Assis e, em seguida, a Rubem Braga.
Este, porém, já a par da confusão que se armara, decidiu esclarecer as coisas: publicou uma crônica afirmando que o verdadeiro autor do aforismo, agora tão citado, era o poeta Ferreira Gullar. Fiquei felicíssimo.
Já estava tranquilo, certo de que finalmente me tornara autor do aforismo, quando, faz uns três domingos, surge um artigo afirmando que "Carlos Drummond escreveu: 'A crase não foi feita para humilhar ninguém'". Minha esperança é que, no futuro, alguém mal informado atribua a mim, ainda que por equívoco, a autoria do aforismo que é meu.
(Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/fsp/ilustrad/fq3107201123.htm>. Acesso em: 09 maio. 2017.)
Este fragmento foi extraído do Manual de Redação da Presidência da República.
Uma das convenções estabelecidas na linguagem escrita consiste em apresentar ideias similares numa forma gramatical idêntica, o que se chama de paralelismo. Assim, incorre-se em erro ao conferir forma não paralela a elementos paralelos.
(Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/manual/manual.htm#_Toc26002156>.
Acesso em: 09 maio. 2017.)
A seguinte sentença constitui-se de um exemplo de atendimento
à regra de paralelismo:

(Disponível em: <https://goo.gl/9DObC5>. Acesso em: 09 maio. 2017.)
A oração introduzida pela conjunção “que” tem como finalidade
Para preservar o exato sentido da sentença, o elemento coesivo em destaque deve ser substituído por:
I- Os medicamentos modernos ocupam um papel importante nos sistemas sanitários, pois salvam vidas e melhoram a saúde. II- Todos os medicamentos novos representam inovações terapêuticas, trazendo benefícios em relação às terapias existentes. III- Existem milhões de pessoas com doenças comuns, como pneumonia, malária, tuberculose, hipertensão e outras tantas enfermidades, sujeitas a vicissitudes frequentemente relacionadas aos tratamentos medicamentosos.
Está correto apenas o que se afirma em
( ) A seleção de medicamentos é considerada o eixo da Assistência Farmacêutica, uma vez que norteia a programação, a aquisição, a distribuição e a dispensação de medicamentos. ( ) A programação de medicamentos tem como objetivo a garantia da disponibilidade dos medicamentos previamente selecionados nas quantidades adequadas e no tempo oportuno. ( ) A aquisição de medicamentos no setor público se dá, preferencialmente, por cotação de preços. ( ) No transporte e na distribuição de medicamentos não é necessária a supervisão do farmacêutico, uma vez que é um processo logístico. ( ) A dispensação de medicamentos deve ser supervisionada e consiste na entrega dos medicamentos ao paciente.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
A associação sulfametoxazol com trimetoprima resulta em __________, já que cada fármaco, individualmente, apresenta ação __________ e a associação resulta em ação __________, além de mostrar um espectro antibacteriano maior do que o de cada fármaco separadamente.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
I- As interações medicamentosas se referem à interferência de um fármaco na ação de outro ou de um alimento/nutriente na ação de medicamentos. II- Todas as associações em dose fixa aumentam o custo do tratamento e, certamente, o risco de efeitos adversos. III- As interações medicamentosas potenciais são sempre prejudiciais ao paciente.
Está correto apenas o que se afirma em
FASES
1- Superdosagem relativa 2- Efeito colateral 3- Idiossincrasia 4- Tolerância 5- Hipersensibilidade alérgica
CARACTERÍSTICAS
( ) Para sua produção são necessárias a sensibilização prévia do indivíduo e a mediação de algum mecanismo imunitário. ( ) É inerente à própria ação farmacológica, porém o aparecimento é indesejável no momento determinado de sua aplicação. ( ) Ocorre quando um fármaco é administrado em doses terapêuticas, mas, apesar disso, suas concentrações são superiores às habituais. ( ) É reação nociva, às vezes fatal, que ocorre em uma minoria dos indivíduos. É uma sensibilidade peculiar a um determinado produto. ( ) Fenômeno pelo qual a administração repetida, contínua ou crônica de um fármaco na mesma dose diminui progressivamente a intensidade dos efeitos farmacológicos.
A sequência correta dessa associação é
( ) A via oral é usada em mais de 80% dos tratamentos fora do ambiente hospitalar e também é a via mais utilizada para a automedicação. ( ) O termo parenteral refere-se às apresentações intranasais, sendo mais utilizado em ambientes hospitalares. ( ) A administração subcutânea é muito utilizada para os processos de imunização, sendo administrados grandes volumes (maior que 10mL). ( ) Na via intramuscular, a administração é feita diretamente no tecido muscular (volumes de até 10mL). ( ) A via intravenosa permite um efeito farmacológico imediato.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
FASES
1- Fase I 2- Fase II 3- Fase III 4- Fase IV
CARACTERÍSTICAS
( ) Avalia a efetividade em pacientes em uso do medicamento. ( ) Avalia a eficácia e a segurança em amostras probabilísticas da população. ( ) Envolve voluntários sadios, para investigar a segurança e a farmacocinética. ( ) Pesquisa em pacientes que avalia a eficácia e a segurança em comparação a outros medicamentos já conhecidos ou ao placebo.
A sequência correta dessa associação é