Foram encontradas 12.768 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q4255491 Português
Leia o texto para responder a questão.


‘Tremembé’: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video

Nomes como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga fazem parte da produção

Por Giovanna Fraguito – 13 nov 2025, 10h00


   A série Tremembé, lançada no final de outubro na Prime Video, baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, retrata o cotidiano de detentos famosos, que conviveram na penitenciária do interior paulista. Com o sucesso da produção, aumentou também o interesse sobre como estão os nomes que tiveram suas penas relembradas. A seguir, como cada um dos citados vive.

  Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que cumpria pena de 34 anos pela morte dos pais, progrediu para o regime aberto em janeiro de 2023. Desde então, retomou presencialmente o curso de direito, que havia iniciado ainda na prisão, além de ter se casado com o médico Felipe Zecchini Muniz e dado à luz seu primeiro filho em janeiro de 2024. Atualmente, mora em Angatuba (SP) e é dona de um micro empreendimento, uma loja online que comercializa chinelos e outros produtos artesanais personalizados.

  Daniel e Cristian Cravinhos, condenados respectivamente a 39 e 38 anos de prisão, encontram-se atualmente em regime aberto. Daniel (Felipe Simas), que obteve liberdade em 2018, trabalha com customização de motos. E possui além do seu relacionamento com a biomédica Carolina de Andrade. Já Cristian (Kelner Macêdo) teve uma trajetória mais conturbada: chegou a perder o benefício da liberdade após ser detido sob suspeita de agressão e tentativa de suborno a policiais em Sorocaba (SP), mas conquistou sua liberdade em 2024.

  Elize Matsunaga (Carol Garcia), que cumpriu pena de 19 anos e 11 meses pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da Yoki, vive discretamente em Franca, interior de São Paulo, desde maio de 2022. Após sua libertação, trabalhou como motorista de aplicativo e se dedicou à produção de acessórios para pets. Não há informações sobre a relação com a filha.

    Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi), que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024 e trabalha como promotor de vendas na empresa familiar. Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato), condenada a 26 anos no mesmo caso, obteve liberdade em junho de 2023. Embora tenham se separado durante o período de reclusão, foram vistos juntos em agosto de 2025, com indícios de reconciliação. Os dois filhos do casal ficaram sob os cuidados dos avós paternos, família de Alexandre, e hoje têm 18 e 20 anos.

  O ex-médico Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos), condenado a 278 anos de prisão, pena posteriormente reduzida para 181 anos, cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, pelo estupro de 37 pacientes, crimes cometidos em seu consultório de reprodução assistida entre 1995 e 2008. Atualmente, ele ocupa uma cela individual no setor médico. Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios, mas a Justiça tem negado todos os pedidos de prisão domiciliar.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/tremembe-comovivem-hoje-os-criminosos-da-serie-da-prime-video/
Analise o período: “Alexandre Nardoni, que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024”. A oração subordinada destacada é classificada como: 
Alternativas
Q4255490 Português
Leia o texto para responder a questão.


‘Tremembé’: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video

Nomes como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga fazem parte da produção

Por Giovanna Fraguito – 13 nov 2025, 10h00


   A série Tremembé, lançada no final de outubro na Prime Video, baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, retrata o cotidiano de detentos famosos, que conviveram na penitenciária do interior paulista. Com o sucesso da produção, aumentou também o interesse sobre como estão os nomes que tiveram suas penas relembradas. A seguir, como cada um dos citados vive.

  Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que cumpria pena de 34 anos pela morte dos pais, progrediu para o regime aberto em janeiro de 2023. Desde então, retomou presencialmente o curso de direito, que havia iniciado ainda na prisão, além de ter se casado com o médico Felipe Zecchini Muniz e dado à luz seu primeiro filho em janeiro de 2024. Atualmente, mora em Angatuba (SP) e é dona de um micro empreendimento, uma loja online que comercializa chinelos e outros produtos artesanais personalizados.

  Daniel e Cristian Cravinhos, condenados respectivamente a 39 e 38 anos de prisão, encontram-se atualmente em regime aberto. Daniel (Felipe Simas), que obteve liberdade em 2018, trabalha com customização de motos. E possui além do seu relacionamento com a biomédica Carolina de Andrade. Já Cristian (Kelner Macêdo) teve uma trajetória mais conturbada: chegou a perder o benefício da liberdade após ser detido sob suspeita de agressão e tentativa de suborno a policiais em Sorocaba (SP), mas conquistou sua liberdade em 2024.

  Elize Matsunaga (Carol Garcia), que cumpriu pena de 19 anos e 11 meses pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da Yoki, vive discretamente em Franca, interior de São Paulo, desde maio de 2022. Após sua libertação, trabalhou como motorista de aplicativo e se dedicou à produção de acessórios para pets. Não há informações sobre a relação com a filha.

    Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi), que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024 e trabalha como promotor de vendas na empresa familiar. Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato), condenada a 26 anos no mesmo caso, obteve liberdade em junho de 2023. Embora tenham se separado durante o período de reclusão, foram vistos juntos em agosto de 2025, com indícios de reconciliação. Os dois filhos do casal ficaram sob os cuidados dos avós paternos, família de Alexandre, e hoje têm 18 e 20 anos.

  O ex-médico Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos), condenado a 278 anos de prisão, pena posteriormente reduzida para 181 anos, cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, pelo estupro de 37 pacientes, crimes cometidos em seu consultório de reprodução assistida entre 1995 e 2008. Atualmente, ele ocupa uma cela individual no setor médico. Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios, mas a Justiça tem negado todos os pedidos de prisão domiciliar.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/tremembe-comovivem-hoje-os-criminosos-da-serie-da-prime-video/
No trecho “Elize Matsunaga vive discretamente em Franca”, a palavra destacada é classificada morfologicamente como 
Alternativas
Q4255489 Português
Leia o texto para responder a questão.


‘Tremembé’: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video

Nomes como Suzane von Richthofen e Elize Matsunaga fazem parte da produção

Por Giovanna Fraguito – 13 nov 2025, 10h00


   A série Tremembé, lançada no final de outubro na Prime Video, baseada nos livros do jornalista Ullisses Campbell, retrata o cotidiano de detentos famosos, que conviveram na penitenciária do interior paulista. Com o sucesso da produção, aumentou também o interesse sobre como estão os nomes que tiveram suas penas relembradas. A seguir, como cada um dos citados vive.

  Suzane von Richthofen (Marina Ruy Barbosa), que cumpria pena de 34 anos pela morte dos pais, progrediu para o regime aberto em janeiro de 2023. Desde então, retomou presencialmente o curso de direito, que havia iniciado ainda na prisão, além de ter se casado com o médico Felipe Zecchini Muniz e dado à luz seu primeiro filho em janeiro de 2024. Atualmente, mora em Angatuba (SP) e é dona de um micro empreendimento, uma loja online que comercializa chinelos e outros produtos artesanais personalizados.

  Daniel e Cristian Cravinhos, condenados respectivamente a 39 e 38 anos de prisão, encontram-se atualmente em regime aberto. Daniel (Felipe Simas), que obteve liberdade em 2018, trabalha com customização de motos. E possui além do seu relacionamento com a biomédica Carolina de Andrade. Já Cristian (Kelner Macêdo) teve uma trajetória mais conturbada: chegou a perder o benefício da liberdade após ser detido sob suspeita de agressão e tentativa de suborno a policiais em Sorocaba (SP), mas conquistou sua liberdade em 2024.

  Elize Matsunaga (Carol Garcia), que cumpriu pena de 19 anos e 11 meses pelo assassinato e esquartejamento do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga, diretor executivo da Yoki, vive discretamente em Franca, interior de São Paulo, desde maio de 2022. Após sua libertação, trabalhou como motorista de aplicativo e se dedicou à produção de acessórios para pets. Não há informações sobre a relação com a filha.

    Alexandre Nardoni (Lucas Oradovschi), que cumpria pena de 31 anos pela morte da filha Isabella Nardoni, de 5 anos, em 2008, foi solto em maio de 2024 e trabalha como promotor de vendas na empresa familiar. Anna Carolina Jatobá (Bianca Comparato), condenada a 26 anos no mesmo caso, obteve liberdade em junho de 2023. Embora tenham se separado durante o período de reclusão, foram vistos juntos em agosto de 2025, com indícios de reconciliação. Os dois filhos do casal ficaram sob os cuidados dos avós paternos, família de Alexandre, e hoje têm 18 e 20 anos.

  O ex-médico Roger Abdelmassih (Anselmo Vasconcelos), condenado a 278 anos de prisão, pena posteriormente reduzida para 181 anos, cumpre pena na Penitenciária II de Tremembé, no interior de São Paulo, pelo estupro de 37 pacientes, crimes cometidos em seu consultório de reprodução assistida entre 1995 e 2008. Atualmente, ele ocupa uma cela individual no setor médico. Ele apresenta problemas cardíacos e respiratórios, mas a Justiça tem negado todos os pedidos de prisão domiciliar.


Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/veja-gente/tremembe-comovivem-hoje-os-criminosos-da-serie-da-prime-video/
O texto “Tremembé: como vivem hoje os criminosos da série da Prime Video” tem como principal objetivo e estrutura central 
Alternativas
Q4255488 Medicina
Amélia, 64 anos, aposentada, procura atendimento relatando dor gradual nos joelhos há aproximadamente 6 anos, inicialmente intermitente e desencadeada após longos períodos em pé ou caminhadas. Nos últimos meses, a dor tornou-se mais persistente, inclusive ocasionalmente à noite, e a paciente relata rigidez matinal nos joelhos que dura cerca de 10 a 15 minutos. Ao exame físico, observa se dor à palpação das articulações femorotibiais, crepitação ao movimento ativo e passivo, discreto aumento de volume articular por presença de osteófitos e leve limitação da amplitude de movimento. Notam-se instabilidade articular durante a marcha e sinais de insuficiência miotendínea nos músculos da coxa. Não há sinais de inflamação sistêmica. Sobre a osteoartrose, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.  

I. Tem característica mecânica, isto é, tende a ser protocinética.

II. As alterações características da osteoartrite são estreitamento do espaço articular, que reflete a perda de cartilagem, esclerose óssea subcondral e o desenvolvimento de osteófitos.

III. O exame do líquido sinovial revela um aspecto amarelo citrino, com escassa celularidade (< 3.000 leucócitos), geralmente menos do que 25% de células polimorfonucleares.

IV. Casos com alterações apenas nos exames de imagem, sem sinais clínicos, não configuram o diagnóstico de osteoartrite.

V. A osteoartrite é uma condição na qual se verifica dano qualitativo e quantitativo da cartilagem articular determinando neoformação óssea subcondral.  
Alternativas
Q4255487 Medicina
Augusta, 54 anos, professora, apresenta poliartralgia progressiva há 8 meses, com rigidez matinal prolongada variando entre 40 e 90 minutos. Refere inchaço em articulações das mãos e punhos, de padrão simétrico, associado a fadiga diária. No exame, identifica-se sinovite em articulações metacarpofalangianas (MCP) e interfalangianas proximais (PIP) bilateralmente, com edema palpável e sensibilidade, além de nódulos subcutâneos firmes em região olecraniana. Não há lesões cutâneas sugestivas de psoríase, mas relata fenômeno de Raynaud ocasional e queixa de secura ocular leve. Exames laboratoriais mostram anemia discreta, proteína C reativa (PCR) e velocidade de hemossedimentação (VHS) elevadas, fator reumatoide (FR) positivo e anticorpos anti-peptídeo citrulinado cíclico (anti-CCP) moderadamente elevados. Com base no quadro clínico, assinale a alternativa referente ao diagnóstico de Augusta.
Alternativas
Q4255486 Medicina
Rubens, 74 anos, hipertenso e diabético tipo 2, apresenta tontura intensa, fadiga e sensação de desmaio nas últimas horas. Refere uso de losartana, hidroclorotiazida e metformina, sem histórico prévio de síncope. No exame físico, apresenta PA 85/50 mmHg, FC 32 bpm regular, paciente pálido e sudorético, sem sinais de congestão pulmonar. Ausculta cardíaca com bulhas normofonéticas. ECG evidencia bloqueio atrioventricular total, com ritmo de escape ventricular a 30 bpm. Hemograma, eletrólitos e função renal estão normais. Foi administrada atropina 0,5 mg IV, sem sucesso clínico ou eletrocardiográfico. Considerando o quadro clínico e a falha de atropina, qual é a conduta mais adequada? 
Alternativas
Q4255485 Medicina
Maria, 67 anos, hipertensa e com insuficiência cardíaca, apresenta PA 80/50 mmHg, FC 160 bpm, irregularmente irregular, paciente sudorética e confusa. Ausculta cardíaca sem sopros e estertores bibasais leves. Apresentando queixa principal: palpitações súbitas, tontura e sensação de desmaio há 30 minutos. ECG mostra fibrilação atrial com resposta ventricular rápida (~160 bpm). Hemograma, eletrólitos e função renal dentro da normalidade. Levando em consideração o quadro clínico, qual a conduta mais adequada nesta paciente? 
Alternativas
Q4255484 Medicina
João Carlos, 74 anos, masculino, aposentado, natural de Belo Horizonte (MG), apresentou fraqueza súbita do hemicorpo direito e dificuldade para falar há aproximadamente 90 minutos. Possui histórico de hipertensão arterial sistêmica em uso de enalapril, diabetes mellitus tipo 2 em uso de metformina e dislipidemia em uso de atorvastatina. No exame físico, a pressão arterial era 160/90 mmHg, frequência cardíaca 88 bpm, NIHSS 14 (hemiparesia direita, desvio da rima labial e afasia motora leve). As pupilas eram isocóricas e reativas, sem sinais de hemorragia meníngea, e os reflexos tendinosos estavam aumentados à direita, com Babinski positivo no hemicorpo direito. A tomografia computadorizada de crânio sem contraste mostrou área de hipodensidade precoce envolvendo mais de um terço do território da artéria cerebral média esquerda, sugestiva de isquemia aguda. Hemograma, eletrólitos, função renal e glicemia estavam dentro dos limites normais. Levando em consideração o caso clínico, qual a conduta adequada neste momento?
Alternativas
Q4255483 Medicina
Ângelo, 68 anos, masculino, pedreiro aposentado, natural e residente em São Paulo (SP). Paciente relata dispneia progressiva há 8 meses, atualmente aos mínimos esforços. Refere tosse crônica há mais de 10 anos, inicialmente matinal, com expectoração esbranquiçada, sem hemoptise. Nas últimas semanas, nota piora da dispneia e episódios de chiado, principalmente à noite. Nega febre, dor torácica ou perda de peso importante. O paciente apresenta histórico de tabagismo importante, com carga tabágica de 50 maços-ano, tendo cessado o hábito há dois anos. Durante a vida profissional, esteve exposto de forma prolongada à poeira de cimento e cal em virtude de sua atividade como pedreiro. Entre as comorbidades, destaca-se hipertensão arterial sistêmica, atualmente controlada com o uso de losartana, além de diagnóstico de osteoartrose. Quanto ao histórico vacinal, relata vacinação anual contra influenza, porém não há registro de imunização pneumocócica. Faz uso de tiotrópio inalatório e da combinação formoterol/budesonida, embora de maneira irregular. A seguir estão seus exames complementares: 

Espirometria (pós-broncodilatador):
VEF₁ = 42% do previsto
CVF = 80% do previsto
VEF₁/CVF = 0,48

O diagnóstico de DPOC requer VEF₁/CVF < 0,70 após broncodilatador — o que confirma obstrução persistente ao fluxo aéreo. Levando em consideração o caso clínico exposto, sobre a classificação de GOLD para DPOC, assinale a alternativa em que Ângelo se enquadra. 
Alternativas
Q4255482 Direito Sanitário

Sobre a Lei nº 8.080/1990 que estabelece as bases do Sistema Único de Saúde (SUS), definindo seus princípios e diretrizes de organização. Com base em seus dispositivos, analise as assertivas e assinale a alternativa correta.  

I. A direção do SUS é única em cada esfera de governo, competindo ao município a execução dos serviços de saúde e à União a formulação de políticas nacionais e o controle de sua execução.

II. O princípio da integralidade da assistência, previsto na Lei nº 8.080/1990, pressupõe a articulação contínua das ações e serviços de saúde, abrangendo os níveis de atenção, desde que não ultrapassem a capacidade instalada do ente federativo responsável.

III. A descentralização político-administrativa implica a distribuição de competências entre as esferas de governo, com ênfase na municipalização dos serviços de saúde.

IV. A iniciativa privada poderá participar do SUS de forma complementar, desde que respeite as diretrizes do sistema, sendo vedada qualquer forma de remuneração pelos serviços prestados.

Alternativas
Q4255481 Medicina
Maurício, 50 anos, sexo masculino, sem história prévia de doença cardiovascular ou renal, com IMC normal (23 kg/m²), foi diagnosticado com diabetes mellitus tipo 2. A HbA1c encontrada foi 8,1%, sem sintomas graves de hiperglicemia. De acordo com as diretrizes atuais, qual é a conduta terapêutica inicial mais adequada para este paciente? 
Alternativas
Q4255480 Medicina
Marina, 28 anos, do lar, procura atendimento por cansaço intenso, queda de cabelo e ganho de peso de 5 kg nos últimos 4 meses, sem alterações na dieta. Refere constipação frequente, pele ressecada e intolerância ao frio. Várias alterações endócrinas podem ocorrer no hipotireoidismo. Entre as mais importantes, destaca-se:
Alternativas
Q4255479 Medicina

Sobre o câncer de esôfago, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.


“Para o estudo da etiologia do câncer de esôfago é preciso compreender sua histologia. ________ é o tipo histológico mais frequente no Brasil. O terço médio e o inferior do esôfago são as regiões mais comumente afetadas. Já o ________, que surge principalmente na parte distal do esôfago, tem relação com a doença do refluxo gastroesofágico (DRGE).” 

Alternativas
Q4255478 Medicina
Homem, 38 anos, analista de sistemas, procura atendimento relatando queimação retroesternal há cerca de 6 meses, especialmente após refeições volumosas e ao se deitar. Refere regurgitação ácida ocasional e tosse seca noturna. Nega disfagia, hematêmese ou perda de peso. Relata consumo frequente de café e refeições tardias; ingere bebidas alcoólicas aos fins de semana e apresenta sobrepeso (IMC = 28 kg/m²). Ao exame físico: sem alterações relevantes. Foi realizado teste terapêutico com inibidor de bomba de prótons (IBP) por 8 semanas, com melhora significativa dos sintomas. Sobre a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE), analise as assertivas e assinale a alternativa correta.  

I. Os fatores de risco para a DRGE são: sexo feminino, gravidez, obesidade, hérnia de hiato, fatores genéticos e idade avançada.

II. O relaxamento transitório do esfíncter esofágico inferior é o mecanismo mais frequentemente encontrado nos pacientes com DRGE, ocorrendo em 60 a 80% dos casos.

III. Na Endoscopia Digestiva Alta (EDA), grande parte dos pacientes não apresenta nenhuma anormalidade na endoscopia, ou apresentam anormalidades inespecíficas como o eritema e o edema.

IV. A pHmetria é considerado o exame padrão ouro para o diagnóstico da DRGE.

V. Todos os pacientes com hérnia de hiato apresentarão refluxo.  
Alternativas
Q4255477 Medicina
Andressa, 29 anos, professora, relata episódios de diarreia com sangue e muco há três meses, acompanhados de dor abdominal tipo cólica e urgência evacuatória. Nega febre alta, mas refere fadiga e perda ponderal de 3 kg no período. Ao exame físico: abdome flácido, ruídos hidroaéreos aumentados, dor leve difusa à palpação, sem visceromegalias. Exames laboratoriais mostram anemia discreta, PCR elevada e coprocultura negativa. Diante da suspeita de doença inflamatória intestinal, foi solicitada colonoscopia. Com base nos achados clínicos e exames, assinale a alternativa que melhor descreve o padrão endoscópico característico da Retocolite Ulcerativa. 
Alternativas
Q4255476 Medicina
Mario Luís, 22 anos, previamente hígido, procura atendimento por dor abdominal recorrente há oito meses, localizada em fossa ilíaca direita, associada a diarreia crônica sem sangue e perda ponderal de 7 kg no período. Nega febre, mas refere fadiga e episódios ocasionais de aftas orais. Ao exame físico, apresenta dor à palpação profunda em fossa ilíaca direita e discreta sensibilidade perianal. Exames laboratoriais revelam anemia leve (Hb = 11,2 g/dL) e PCR aumentada. Colonoscopia mostra áreas descontínuas de ulceração e mucosa normal intercalada (“em salteado”), predominando em íleo terminal. Biópsia evidencia inflamação transmural com granulomas não caseosos. Sobre a Doença de Crohn, analise as assertivas e assinale a alternativa correta. 

I. Pode apresentar lesões descontínuas, úlceras profundas e longitudinais, geralmente não acomete o reto.

II. Apresentam lesões salteadas e profundas que predominam na transição ileocolônica, seguidas de intestino delgado e cólon.

III. Podem ocorrer complicações como: abcessos, doença perineal e obstrução, preferencialmente no intestino grosso.

IV. O tratamento é dividido em indução e remissão.

V. Em quadros severos o tratamento é corticoesteroide IV e imunobiológico, a manutenção é feita com azatioprina e/ou imunobiológico.
Alternativas
Q4255475 Medicina
Heloá, 14 meses de idade, trazida pelos pais ao pronto-atendimento apresentando febre de 39°C há três dias, acompanhado de coriza, tosse seca persistente e conjuntivite. No segundo dia de febre, surgiu exantema maculopapular que iniciou na face e se espalhou em 24 horas para o tronco e membros, e há presença de manchas de Köplik na mucosa oral. A família relata que a criança nunca recebeu vacina contra sarampo (primeira dose deveria ter sido aos 12 meses). No exame físico, há taquipneia leve e algumas pústulas que sugerem infecção secundária de pele. Com base nas orientações nacionais de imunização e vigilância do Ministério da Saúde (MS) para o sarampo, assinale a alternativa correta sobre a conduta. 
Alternativas
Q4255474 Medicina
Marcio, 47 anos, fumante pesado (30 cigarros/dia) e com histórico de diabetes mal controlado, procura atendimento por tosse produtiva que já dura 4 semanas, febre vespertina persistente, emagrecimento de 6 kg nos últimos 2 meses e sudorese noturna. A radiografia de tórax revela infiltrado cavitado no lobo superior direito. Baciloscopia de escarro (2 amostras) positiva para bacilos álcool-ácido resistentes (BAAR). O paciente inicia esquema básico de tratamento para tuberculose sensível: isoniazida, rifampicina, etambutol e pirazinamida. Após 2 meses, mantém baciloscopia positiva na amostra de escarro. Segundo o Ministério da Saúde (MS) — Manual de Recomendações para o Controle da Tuberculose no Brasil — assinale a alternativa que representa a conduta adequada frente ao caso descrito. 
Alternativas
Q4255473 Psiquiatria
Raimundo, 72 anos, internado há 2 dias após cirurgia de emergência para perfuração de víscera. No primeiro dia pós-operatório apresentou: confusão mental súbita, não reconhece o familiar que está no quarto, está desorientado no tempo e no local, apresenta atenção muito prejudicada — não consegue acompanhar instruções simples e seu nível de consciência parece flutuante: em alguns momentos está muito agitado, em outros parece sonolento com respostas lentas. Ele teve queda acentuada do sódio sérico (hiponatremia) e insuficiência renal aguda. Não apresenta demência conhecida previamente. Com base nos critérios do DSM-5, assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico.
Alternativas
Q4255472 Medicina
Andressa, 19 anos, estudante universitária de biomedicina, relata que há aproximadamente 9 meses vem restringindo fortemente a alimentação: ela consome apenas 500-800 kcal/dia, evita quase totalmente carboidratos e gorduras e faz duas sessões de corrida intensa por dia. Atualmente seu peso é 45 kg para altura de 1,70 m (IMC ≈ 15,6 kg/m²). Ela reluta em comer em grupos, tem amenorreia há 6 meses, nega vômitos autoinduzidos ou uso de laxantes, manifesta medo intenso de ganhar peso e relata que se sente “inchada” mesmo quando pesa menos que 50 kg. Exame físico evidencia lanugo discreto, frio nas extremidades, bradicardia leve (56 bpm) e constipação persistente. Ela foi encaminhada para avaliação psiquiátrica e nutricional. Com base no DSM-5, assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico desta paciente. 
Alternativas
Respostas
1941: D
1942: B
1943: D
1944: E
1945: D
1946: C
1947: C
1948: B
1949: C
1950: A
1951: A
1952: C
1953: A
1954: C
1955: A
1956: C
1957: B
1958: E
1959: A
1960: C