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I. Contribui para a produção do conhecimento científico da psicologia através da observação, descrição e análise dos processos de desenvolvimento, inteligência, aprendizagem, personalidade e outros aspectos do comportamento humano e animal.
II. O psicólogo educacional colabora para a compreensão e para a mudança do comportamento de educadores e educandos, no processo de ensino aprendizagem, nas relações interpessoais e nos processos intrapessoais, referindo-se sempre as dimensões política, econômica, social e cultural de modo exclusivo nas instituições formais do país.
III. O psicólogo educacional colabora com a adequação, por parte dos educadores, de conhecimentos que lhes sejam úteis na consecução crítica e reflexiva de seus papéis.
IV. O psicólogo social assessora órgãos públicos e particulares, organizações de objetivos políticos ou comunitários, na elaboração e implementação de programas de mudança de caráter social e técnico, em situações planejadas ou não.
( ) Na construção do Código de Ética buscou-se a valorização dos princípios fundamentais como grandes eixos que devem orientar a relação do psicólogo com a sociedade, a profissão, as entidades profissionais e a ciência, pois esses eixos atravessam todas as práticas e estas demandam uma contínua reflexão sobre o contexto social e institucional.
( ) No atendimento à criança, ao adolescente ou ao interdito, deve ser comunicado aos responsáveis o estritamente essencial para se promoverem medidas em seu benefício.
( ) Ao promover publicamente seus serviços, por quaisquer meios, individual ou coletivamente, fará referência apenas a títulos ou qualificações profissionais que possua.
( ) Na realização de estudos, pesquisas e atividades voltadas para a produção de conhecimento e desenvolvimento de tecnologias, garantirá o acesso das pessoas, grupos ou organizações aos resultados das pesquisas ou estudos, após seu encerramento, sempre que assim o desejarem.
I. Os critérios e valores para a remuneração de serviços e os parâmetros de cobertura assistencial serão estabelecidos pela direção nacional do Sistema Único de Saúde, aprovados no Conselho Nacional de Saúde.
II. As entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos terão preferência para participar do Sistema Único de Saúde.
III. Os serviços contratados submeter-se-ão às normas técnicas e administrativas e aos princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde, mantido o equilíbrio econômico e financeiro do contrato.
IV. Aos proprietários, administradores e dirigentes de entidades ou serviços contratados é vedado exercer cargo de chefia ou função de confiança no Sistema Único de Saúde.
I. A definição do objetivo do projeto deve ser clara e acordada entre o cliente e a pessoas ou organização que conduzirá o projeto.
II. Uma estrutura analítica de projeto (EAP) é uma árvore hierárquica de elementos ou itens de trabalho realizados ou produzidos pela equipe durante o projeto.
III. O diagrama de rede mostra a sequência necessária e as interdependências das atividades para atingir o objetivo do projeto.
IV. Quanto aos recursos pode-se afirmar que seu uso ocorrerá de acordo com a atividade realizada, não interferindo prazo estimado para o projeto.
V. O escopo do projeto, a estimativa de duração das atividades e a atribuição de recursos por atividade podem ser ajustados até que se obtenha um planobase viável e realista.
I. O custo da qualidade (CDQ) inclui todos os custos incorridos durante a vida do produto através de investimentos na prevenção do não cumprimento dos requisitos, na avaliação do produto ou serviço quanto ao cumprimento dos requisitos, e ao não cumprimento dos requisitos.
II. O ciclo planejar-fazer-verificar-agir (PDCA) é a base para a melhoria da qualidade, conforme definida por Shewhart e modificada por Ishikawa.
III. Dependendo do projeto e do setor, a equipe do projeto pode precisar ter um conhecimento prático de processos de controle estatístico para avaliar os dados contidos nas saídas de Controlar a Qualidade, devendo conhecer, portanto, as diferenças entre: prevenção e inspeção; amostragem de atributos e amostragem de variáveis; tolerâncias e limites de controle.
IV. O gerente do projeto e a equipe de gerenciamento do projeto são responsáveis por administrar as compensações associadas à entrega dos níveis requeridos de qualidade e grau. Embora um nível de qualidade que não cumpra os requisitos de qualidade seja sempre um problema, um produto de baixo grau pode não ser.
I. Nível estratégico: a gestão estratégica da qualidade se integra e é direcionada pela estratégica do negócio; Nível operacional: a gestão da qualidade se integra com as atividades de gestão dos processos de realização do produto.
II. O Diagrama Pareto tem o objetivo de compreender a relação ação – benefício, ou seja, prioriza a ação que trará o melhor resultado.
III. Benchmarking: método de melhoria baseado na avaliação e comparação com boas práticas externas e posterior incorporação dessas práticas.
IV. Análise do Modo e do Efeito da Falha (FMEA): método usado nas etapas de engenharia de produto e processo, para priorizar e sistematizar a eliminação de falhas de produto ou processo que comprometam o atendimento de requisitos.
V. Sistemas de Medição de Desempenho (SMD): refere-se não a um método em particular, mas a teoria de medição de desempenho que deu origem a vários métodos de gestão por medição de desempenho.
I. O controlador Proporcional, Integral e Derivativo (PID) gera a sua saída proporcionalmente ao erro, bem como também proporcionalmente à integral e à derivada do erro.
II. O controlador Proporcional e Integral (PI) gera a sua saída proporcionalmente ao erro e proporcionalmente à integral do erro, não aceitando assim um erro em regime permanente.
III. O controlador proporcional (P) gera a sua saída proporcionalmente ao erro e este erro é em regime permanente.
IV. A ação integral nos controladores quando aplicada conjuntamente com a ação proporcional, converge o erro em regime permanente.
I. A tensão gerada em um circuito de termopar é devida ao efeito Seebeck.
II. O par de fios utilizados na fabricação de um termopar é de materiais diferentes.
III. O efeito Peltier presente em um circuito de termopar ocorre quando há adição de calor ao circuito.
IV. Em um circuito de termopar estão presentes os efeitos termoelétricos Seebeck, Peltier e Thompson.
V. A tensão gerada em um circuito de termopar é uma função linear da variação de temperatura.
1. Falha crítica.
2. Falha aleatória.
3. Falha relevante.
4. Falha catastrófica.
( ) Qualquer falha cuja causa ou mecanismo faça com que seu instante de ocorrência se torne imprevisível, a não ser no sentido probabilístico ou estatístico.
( ) Falha repentina que resulta na incapacidade completa de um item desempenhar todas as funções requeridas.
( ) Falha que deve ser considerada na interpretação dos resultados operacionais ou de ensaios, ou no cálculo do valor de uma medida de confiabilidade.
( ) Falha que provavelmente resultará em condições perigosas e inseguras para pessoas, danos materiais significativos ou outras consequências inaceitáveis.