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I. A necrose tubular aguda é caracterizada pela presença de cilindros epiteliais granulares de cor marrom-acinzentada na urina, resultantes do desprendimento de células epiteliais que obstruem os túbulos renais distais.
II. A fase oligurica da necrose tubular aguda é causada pela obstrução dos túbulos renais pelos cilindros, impedindo a passagem adequada de fluidos e resultando em redução significativa da produção de urina.
III. Durante a fase oligurica da necrose tubular aguda, ocorre hipotensão arterial como consequência da perda de fluidos e sódio devido ao aumento da filtração glomerular.
IV. A hipercalemia (elevação de potássio sérico) é uma complicação característica da fase oligurica da necrose tubular aguda, decorrente da incapacidade renal de excretar potássio.
V. A fase não-oligurica (tardia) da necrose tubular aguda é marcada pela regeneração das células epiteliais tubulares, embora essas células ainda não funcionem adequadamente no início dessa fase.
VI. Na fase tardia da necrose tubular aguda, ocorre poliúria (aumento da produção de urina), porque os túbulos, por não se regenerar, apresentam permeabilidade diminuída.
I. Alterações como poliúria e polidipsia não costumam ocorrer em cães doentes.
II. Após a inoculação, os parasitos são fagocitados por macrófagos, que transportam os parasitos para diferentes tecidos do organismo.
III. Os principais locais de disseminação incluem órgãos linfoides, fígado e rins, e a evolução clínica depende de mecanismos patogênicos e da resposta imune do hospedeiro.
IV. A diversidade de órgãos afetados contribui para a variabilidade clínica da doença.
V. Entre as lesões cutâneas estão dermatite esfoliativa, ulcerativa e proliferativa.
VI. O diagnóstico laboratorial é complementar e independe de fatores como resposta imunológica, fase da doença e tempo de exposição ao parasito.