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I. O risco habitual engloba as crianças que não possuem risco de vida nos primeiros dois anos de vida, dentre as características do parto que proporcionam essa classificação está o apgar inferior a 5 no 5° minuto.
II. Anemia grave é definida pela hemoglobina superior a 8mg/dL sendo considerado risco intermediário, e recomenda-se a suplementação imediata de sulfato ferroso e ácido fólico.
III. O tabagismo pouco influência no desenvolvimento gestacional, deve-se considerar realizar a estratificação apenas em casos de suspeita de uso de outras substâncias.
IV. É considerado risco habitual para crianças cujas mães foram diagnosticadas com hipotireoidismo na gestação atual.
I. O aleitamento materno é fator de risco para o desenvolvimento de OMA em criança com intenso refluxo gastresofágico.
II. A OMA geralmente é desencadeada por um processo infeccioso (IVAS em geral), associado a determinado grau de disfunção da tuba auditiva e do sistema imunológico.
III. São sintomas constantes a otalgia (criança que manipula muito a orelha), o choro excessivo, a febre, as alterações de comportamento e do padrão do sono, a irritabilidade, a diminuição do apetite e até a diarreia.
IV. Para o tratamento, a primeira recomendação muito importante é tratar a dor com analgésicos, independentemente de o antibiótico ser ou não administrado.
I. Realizar atenção à saúde aos indivíduos e famílias vinculadas às equipes e, quando indicado ou necessário, no domicílio e/ou nos demais espaços comunitários (escolas, associações entre outras), em todos os ciclos de vida.
II. Realizar consulta de enfermagem e procedimentos, solicitar exames complementares e prescrever medicações conforme protocolos, diretrizes clínicas e terapêuticas ou outras normativas técnicas estabelecidas pelo gestor.
III. Realizar e/ou supervisionar acolhimento com escuta qualificada e classificação de risco, de acordo com protocolos estabelecidos.
IV. Realizar estratificação de risco e elaborar plano de cuidados para as pessoas que possuem condições crônicas no território, junto aos demais membros da equipe.
V. Implementar e manter atualizados rotinas, protocolos e fluxos relacionados com sua área de competência na Unidade Básica de Saúde.
I. A idade como fator de risco se diferencia entre os sexos, em relação ao infarto do miocárdio (IAM) associação se inicia aos 55 anos no homem e aos 65 anos na mulher.
II. Diabetes melitos precisa ser diagnosticado, pois implica em um fator de risco, e deve ser considerado os seguinte critérios: glicemia plasmática em jejum de > 126 mg/dL; hemoglobina glicada > 6,5%, aferida por cromatografia líquida de alta performance (HPLC); ou ainda, glicemia > 200mg/dL, após 2 h de sobrecarga oral de glicose no teste oral de tolerância.
III. Sedentarismo é visto como um dos critérios para definição de Síndrome Metabólica e deve ser considerado o padrão de atividade física moderada de pelo menos 150 minutos semanais.
IV. Histórico familiar de parentes de primeiro grau deve ser observado e caracterizado como fator de risco aqueles indivíduos que apresentaram casos de doença cardiovascular familiar em homens < 55 anos e mulheres < 65 anos.
V. Lesão de órgãos alvos estima o risco adicional para doença cardiovascular, entre elas a hipertrofia ventricular esquerda, que pode ser observada através de ECG (índice Sokolow-Lyon (SV1 + RV5 ou RV6) ≥ 35 mm; RaVL > 11 mm; Cornell voltagem > 2440 mm.ms ou Cornell índice > 28 mm em homens e > 20 mm em mulheres.