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Q1697908 Direito Ambiental
Leia as afirmativas a seguir:
I. À luz da Política Nacional do Meio Ambiente, entende-se por "degradação da qualidade ambiental" a alteração adversa das características do meio ambiente. II. Destruir, danificar, lesar ou maltratar, por qualquer modo ou meio, plantas de ornamentação de logradouros públicos ou em propriedade privada alheia é crime com pena de prestação de serviços comunitários. III. É crime ambiental modificar, danificar ou destruir ninho, abrigo ou criadouro natural. Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697787 Português
Aids: como prevenir?

Quando se pensava em Aids, as pessoas acreditavam que era uma doença restrita aos chamados grupos de risco, como os profissionais do sexo ou os homossexuais. Mas a epidemia mostrou que todos têm que se prevenir: homens e mulheres, casados ou solteiros, jovens e idosos, todos, independente de cor, raça, situação econômica ou orientação sexual.
Para se prevenir, deve-se usar corretamente a camisinha em todas as relações sexuais e apenas agulhas e seringas descartáveis. Para evitar que a Aids passe da mãe para o filho, todas as gestantes devem começar o pré-natal o mais cedo possível e fazer o teste de Aids.
Outro cuidado importante, é com as doenças sexualmente transmissíveis, as DST. Elas podem trazer sérios problemas de saúde e aumentam em até 18 vezes a chance de contrair o HIV.A prevenção das DST é igual à da Aids e o tratamento costuma ser muito simples.

CAMISINHA
A camisinha é a maneira mais fácil e mais eficiente de impedir o contato com o sangue, esperma e secreção vaginal, evitando a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e da Aids. Deve ser usada sempre, em todas as relações sexuais, desde o começo. Para guardá-la, prefira locais frios e secos. Deixá-la por muito tempo na carteira, por exemplo, pode danificá-la. 

Veja nossas recomendações sobre o uso correto da camisinha: • verifique a data de validade na embalagem;
• abra a embalagem com cuidado - nunca com os dentes - para não furar a camisinha;
• só use lubrificantes à base de água, evite vaselina e outros lubrificantes que contenham óleo;
• coloque-a somente quando o pênis estiver ereto;
• desenrole o preservativo até a base do pênis, mas antes aperte a ponta para retirar todo o ar, para que ela não rasgue durante o ato sexual;
• após a ejaculação, retire-a fechando com a mão a abertura para evitar que o esperma vaze da camisinha;
• jogue o preservativo usado no lixo, pois ele não é reutilizável.

DROGAS INJETÁVEIS
O uso de drogas injetáveis é uma das principais formas de infecção pelo vírus da Aids. Os programas de redução de danos, que incluem a troca de seringas, são uma estratégia de saúde pública que busca dar resposta a este crescimento.

Cuidados básicos para usuários de drogas injetáveis:
• nunca compartilhe seringas, agulhas, colheres, copos, ou qualquer outro instrumento associado ao uso de drogas injetáveis. Todos eles oferecem riscos de infecção;
• usuários de crack não devem compartilhar o cachimbo;
• não compartilhe o local no qual a dose é preparada;
• não reutilize agulhas;
• use agulhas bem pequenas;
• use pequenas quantidades de água para dissolvê-las;
• limpe o local com álcool antes de aplicar;
• pressione o local aplicado com o polegar;
• não repita a dose com a mesma seringa;
• não repita a dose na mesma veia;
• tome cuidado ao descartar seu equipamento de injeção. Coloque os instrumentos numa lata de refrigerante vazia ou numa caixa segura, por exemplo, pois a droga com impurezas pode causar infecção das válvulas do coração e dos vasos sanguíneos, feridas na pele e infecção generalizada;
• para fortalecer as veias, pressione com as mãos uma bolinha de borracha ou de papel. Repita sempre este exercício.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2OXMfDl (acesso em 14/10/2019).
Com base no texto 'AIDS: como prevenir?', leia as afirmativas a seguir:
I. No texto, o autor afirma que, para o uso correto da camisinha, após a ejaculação, ela deve ser retirada e a abertura deve ser mantida aberta para que o esperma vaze da camisinha rapidamente, evitando o risco de contaminação. Em seguida, afirma o texto, o preservativo usado deve ser jogado no lixo, pois ele não é reutilizável. II. De acordo com o texto, a epidemia de Aids mostrou que todas as entidades de saúde pública devem ter especial atenção para os grupos de risco, formados predominantemente por idosos e imigrantes, pois nesses grupos a prevalência da doença é maior em até 12 vezes. III. O texto afirma que, até o final da década de 70, quando se pensava em Aids, as pessoas acreditavam que ela era uma doença restrita aos chamados grupos de risco, como os profissionais do sexo, os imigrantes, os idosos ou os homossexuais.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697786 Português
Aids: como prevenir?

Quando se pensava em Aids, as pessoas acreditavam que era uma doença restrita aos chamados grupos de risco, como os profissionais do sexo ou os homossexuais. Mas a epidemia mostrou que todos têm que se prevenir: homens e mulheres, casados ou solteiros, jovens e idosos, todos, independente de cor, raça, situação econômica ou orientação sexual.
Para se prevenir, deve-se usar corretamente a camisinha em todas as relações sexuais e apenas agulhas e seringas descartáveis. Para evitar que a Aids passe da mãe para o filho, todas as gestantes devem começar o pré-natal o mais cedo possível e fazer o teste de Aids.
Outro cuidado importante, é com as doenças sexualmente transmissíveis, as DST. Elas podem trazer sérios problemas de saúde e aumentam em até 18 vezes a chance de contrair o HIV.A prevenção das DST é igual à da Aids e o tratamento costuma ser muito simples.

CAMISINHA
A camisinha é a maneira mais fácil e mais eficiente de impedir o contato com o sangue, esperma e secreção vaginal, evitando a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e da Aids. Deve ser usada sempre, em todas as relações sexuais, desde o começo. Para guardá-la, prefira locais frios e secos. Deixá-la por muito tempo na carteira, por exemplo, pode danificá-la. 

Veja nossas recomendações sobre o uso correto da camisinha: • verifique a data de validade na embalagem;
• abra a embalagem com cuidado - nunca com os dentes - para não furar a camisinha;
• só use lubrificantes à base de água, evite vaselina e outros lubrificantes que contenham óleo;
• coloque-a somente quando o pênis estiver ereto;
• desenrole o preservativo até a base do pênis, mas antes aperte a ponta para retirar todo o ar, para que ela não rasgue durante o ato sexual;
• após a ejaculação, retire-a fechando com a mão a abertura para evitar que o esperma vaze da camisinha;
• jogue o preservativo usado no lixo, pois ele não é reutilizável.

DROGAS INJETÁVEIS
O uso de drogas injetáveis é uma das principais formas de infecção pelo vírus da Aids. Os programas de redução de danos, que incluem a troca de seringas, são uma estratégia de saúde pública que busca dar resposta a este crescimento.

Cuidados básicos para usuários de drogas injetáveis:
• nunca compartilhe seringas, agulhas, colheres, copos, ou qualquer outro instrumento associado ao uso de drogas injetáveis. Todos eles oferecem riscos de infecção;
• usuários de crack não devem compartilhar o cachimbo;
• não compartilhe o local no qual a dose é preparada;
• não reutilize agulhas;
• use agulhas bem pequenas;
• use pequenas quantidades de água para dissolvê-las;
• limpe o local com álcool antes de aplicar;
• pressione o local aplicado com o polegar;
• não repita a dose com a mesma seringa;
• não repita a dose na mesma veia;
• tome cuidado ao descartar seu equipamento de injeção. Coloque os instrumentos numa lata de refrigerante vazia ou numa caixa segura, por exemplo, pois a droga com impurezas pode causar infecção das válvulas do coração e dos vasos sanguíneos, feridas na pele e infecção generalizada;
• para fortalecer as veias, pressione com as mãos uma bolinha de borracha ou de papel. Repita sempre este exercício.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2OXMfDl (acesso em 14/10/2019).
Com base no texto 'AIDS: como prevenir?', leia as afirmativas a seguir:
I. Infere-se do texto que a camisinha é a maneira mais fácil e mais eficiente de impedir o contato com o sangue, esperma e secreção vaginal, evitando a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DST). II. O texto aponta que o uso de drogas injetáveis é uma das principais formas de infecção pelo vírus da Aids. De acordo com o autor, os programas de redução de danos, que incluem a troca de seringas entre os usuários infectados, promovendo o compartilhamento desse material, são uma estratégia de saúde pública que busca dar resposta ao crescimento do número de indivíduos com Aids. III. O autor afirma que, para o uso correto da camisinha, deve-se desenrolar o preservativo até a base do pênis, certificando-se de que, antes, o usuário aperte a ponta para retirar todo o ar, para que não rasgue durante o ato sexual.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697785 Português
Aids: como prevenir?

Quando se pensava em Aids, as pessoas acreditavam que era uma doença restrita aos chamados grupos de risco, como os profissionais do sexo ou os homossexuais. Mas a epidemia mostrou que todos têm que se prevenir: homens e mulheres, casados ou solteiros, jovens e idosos, todos, independente de cor, raça, situação econômica ou orientação sexual.
Para se prevenir, deve-se usar corretamente a camisinha em todas as relações sexuais e apenas agulhas e seringas descartáveis. Para evitar que a Aids passe da mãe para o filho, todas as gestantes devem começar o pré-natal o mais cedo possível e fazer o teste de Aids.
Outro cuidado importante, é com as doenças sexualmente transmissíveis, as DST. Elas podem trazer sérios problemas de saúde e aumentam em até 18 vezes a chance de contrair o HIV.A prevenção das DST é igual à da Aids e o tratamento costuma ser muito simples.

CAMISINHA
A camisinha é a maneira mais fácil e mais eficiente de impedir o contato com o sangue, esperma e secreção vaginal, evitando a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e da Aids. Deve ser usada sempre, em todas as relações sexuais, desde o começo. Para guardá-la, prefira locais frios e secos. Deixá-la por muito tempo na carteira, por exemplo, pode danificá-la. 

Veja nossas recomendações sobre o uso correto da camisinha: • verifique a data de validade na embalagem;
• abra a embalagem com cuidado - nunca com os dentes - para não furar a camisinha;
• só use lubrificantes à base de água, evite vaselina e outros lubrificantes que contenham óleo;
• coloque-a somente quando o pênis estiver ereto;
• desenrole o preservativo até a base do pênis, mas antes aperte a ponta para retirar todo o ar, para que ela não rasgue durante o ato sexual;
• após a ejaculação, retire-a fechando com a mão a abertura para evitar que o esperma vaze da camisinha;
• jogue o preservativo usado no lixo, pois ele não é reutilizável.

DROGAS INJETÁVEIS
O uso de drogas injetáveis é uma das principais formas de infecção pelo vírus da Aids. Os programas de redução de danos, que incluem a troca de seringas, são uma estratégia de saúde pública que busca dar resposta a este crescimento.

Cuidados básicos para usuários de drogas injetáveis:
• nunca compartilhe seringas, agulhas, colheres, copos, ou qualquer outro instrumento associado ao uso de drogas injetáveis. Todos eles oferecem riscos de infecção;
• usuários de crack não devem compartilhar o cachimbo;
• não compartilhe o local no qual a dose é preparada;
• não reutilize agulhas;
• use agulhas bem pequenas;
• use pequenas quantidades de água para dissolvê-las;
• limpe o local com álcool antes de aplicar;
• pressione o local aplicado com o polegar;
• não repita a dose com a mesma seringa;
• não repita a dose na mesma veia;
• tome cuidado ao descartar seu equipamento de injeção. Coloque os instrumentos numa lata de refrigerante vazia ou numa caixa segura, por exemplo, pois a droga com impurezas pode causar infecção das válvulas do coração e dos vasos sanguíneos, feridas na pele e infecção generalizada;
• para fortalecer as veias, pressione com as mãos uma bolinha de borracha ou de papel. Repita sempre este exercício.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2OXMfDl (acesso em 14/10/2019).
Com base no texto 'AIDS: como prevenir?', leia as afirmativas a seguir:
I. Segundo o texto, os usuários de drogas injetáveis nunca devem compartilhar seringas, agulhas ou qualquer outro instrumento associado ao uso de drogas injetáveis, pois todos eles oferecem riscos de infecção. Especificamente os usuários de crack devem priorizar o uso de cachimbo compartilhado. II. O texto informa que os usuários de drogas injetáveis devem tomar cuidado ao descartar seu equipamento de injeção, devendo colocar os instrumentos numa lata de refrigerante vazia ou numa caixa segura, por exemplo. O texto afirma, ainda, que droga com impurezas pode causar infecção das válvulas do coração e dos vasos sanguíneos, feridas na pele e infecção generalizada. III. Não repetir a dose de droga injetável com a mesma seringa e não repeti-la na mesma veia são alguns cuidados básicos para usuários de drogas injetáveis, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697784 Português
Aids: como prevenir?

Quando se pensava em Aids, as pessoas acreditavam que era uma doença restrita aos chamados grupos de risco, como os profissionais do sexo ou os homossexuais. Mas a epidemia mostrou que todos têm que se prevenir: homens e mulheres, casados ou solteiros, jovens e idosos, todos, independente de cor, raça, situação econômica ou orientação sexual.
Para se prevenir, deve-se usar corretamente a camisinha em todas as relações sexuais e apenas agulhas e seringas descartáveis. Para evitar que a Aids passe da mãe para o filho, todas as gestantes devem começar o pré-natal o mais cedo possível e fazer o teste de Aids.
Outro cuidado importante, é com as doenças sexualmente transmissíveis, as DST. Elas podem trazer sérios problemas de saúde e aumentam em até 18 vezes a chance de contrair o HIV.A prevenção das DST é igual à da Aids e o tratamento costuma ser muito simples.

CAMISINHA
A camisinha é a maneira mais fácil e mais eficiente de impedir o contato com o sangue, esperma e secreção vaginal, evitando a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e da Aids. Deve ser usada sempre, em todas as relações sexuais, desde o começo. Para guardá-la, prefira locais frios e secos. Deixá-la por muito tempo na carteira, por exemplo, pode danificá-la. 

Veja nossas recomendações sobre o uso correto da camisinha: • verifique a data de validade na embalagem;
• abra a embalagem com cuidado - nunca com os dentes - para não furar a camisinha;
• só use lubrificantes à base de água, evite vaselina e outros lubrificantes que contenham óleo;
• coloque-a somente quando o pênis estiver ereto;
• desenrole o preservativo até a base do pênis, mas antes aperte a ponta para retirar todo o ar, para que ela não rasgue durante o ato sexual;
• após a ejaculação, retire-a fechando com a mão a abertura para evitar que o esperma vaze da camisinha;
• jogue o preservativo usado no lixo, pois ele não é reutilizável.

DROGAS INJETÁVEIS
O uso de drogas injetáveis é uma das principais formas de infecção pelo vírus da Aids. Os programas de redução de danos, que incluem a troca de seringas, são uma estratégia de saúde pública que busca dar resposta a este crescimento.

Cuidados básicos para usuários de drogas injetáveis:
• nunca compartilhe seringas, agulhas, colheres, copos, ou qualquer outro instrumento associado ao uso de drogas injetáveis. Todos eles oferecem riscos de infecção;
• usuários de crack não devem compartilhar o cachimbo;
• não compartilhe o local no qual a dose é preparada;
• não reutilize agulhas;
• use agulhas bem pequenas;
• use pequenas quantidades de água para dissolvê-las;
• limpe o local com álcool antes de aplicar;
• pressione o local aplicado com o polegar;
• não repita a dose com a mesma seringa;
• não repita a dose na mesma veia;
• tome cuidado ao descartar seu equipamento de injeção. Coloque os instrumentos numa lata de refrigerante vazia ou numa caixa segura, por exemplo, pois a droga com impurezas pode causar infecção das válvulas do coração e dos vasos sanguíneos, feridas na pele e infecção generalizada;
• para fortalecer as veias, pressione com as mãos uma bolinha de borracha ou de papel. Repita sempre este exercício.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2OXMfDl (acesso em 14/10/2019).
Com base no texto 'AIDS: como prevenir?', leia as afirmativas a seguir:
I. O autor aponta que é recomendável usar apenas lubrificantes à base de água, evitando vaselina e outros lubrificantes que contenham óleo. O texto afirma, ainda, que a camisinha deve ser colocada somente quando o pênis estiver ereto. II. É possível subentender-se a partir do texto que é necessário ter um cuidado com as doenças sexualmente transmissíveis, as DST. Pois, de acordo com o texto, elas podem trazer sérios problemas de saúde e aumentam em até 18 vezes a chance de um indivíduo contrair o HIV. A prevenção das demais DST é igual à da Aids e o tratamento costuma ser muito simples. III. Depreende-se do texto que, para se prevenir da Aids, deve-se usar corretamente a camisinha em todas as relações sexuais e usar apenas agulhas e seringas compartilhadas. O texto afirma, ainda, que para evitar que a Aids passe da mãe para o filho, todas as gestantes devem começar o pré-natal o mais cedo possível e fazer o teste de Aids.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697783 Português
Aids: como prevenir?

Quando se pensava em Aids, as pessoas acreditavam que era uma doença restrita aos chamados grupos de risco, como os profissionais do sexo ou os homossexuais. Mas a epidemia mostrou que todos têm que se prevenir: homens e mulheres, casados ou solteiros, jovens e idosos, todos, independente de cor, raça, situação econômica ou orientação sexual.
Para se prevenir, deve-se usar corretamente a camisinha em todas as relações sexuais e apenas agulhas e seringas descartáveis. Para evitar que a Aids passe da mãe para o filho, todas as gestantes devem começar o pré-natal o mais cedo possível e fazer o teste de Aids.
Outro cuidado importante, é com as doenças sexualmente transmissíveis, as DST. Elas podem trazer sérios problemas de saúde e aumentam em até 18 vezes a chance de contrair o HIV.A prevenção das DST é igual à da Aids e o tratamento costuma ser muito simples.

CAMISINHA
A camisinha é a maneira mais fácil e mais eficiente de impedir o contato com o sangue, esperma e secreção vaginal, evitando a transmissão de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e da Aids. Deve ser usada sempre, em todas as relações sexuais, desde o começo. Para guardá-la, prefira locais frios e secos. Deixá-la por muito tempo na carteira, por exemplo, pode danificá-la. 

Veja nossas recomendações sobre o uso correto da camisinha: • verifique a data de validade na embalagem;
• abra a embalagem com cuidado - nunca com os dentes - para não furar a camisinha;
• só use lubrificantes à base de água, evite vaselina e outros lubrificantes que contenham óleo;
• coloque-a somente quando o pênis estiver ereto;
• desenrole o preservativo até a base do pênis, mas antes aperte a ponta para retirar todo o ar, para que ela não rasgue durante o ato sexual;
• após a ejaculação, retire-a fechando com a mão a abertura para evitar que o esperma vaze da camisinha;
• jogue o preservativo usado no lixo, pois ele não é reutilizável.

DROGAS INJETÁVEIS
O uso de drogas injetáveis é uma das principais formas de infecção pelo vírus da Aids. Os programas de redução de danos, que incluem a troca de seringas, são uma estratégia de saúde pública que busca dar resposta a este crescimento.

Cuidados básicos para usuários de drogas injetáveis:
• nunca compartilhe seringas, agulhas, colheres, copos, ou qualquer outro instrumento associado ao uso de drogas injetáveis. Todos eles oferecem riscos de infecção;
• usuários de crack não devem compartilhar o cachimbo;
• não compartilhe o local no qual a dose é preparada;
• não reutilize agulhas;
• use agulhas bem pequenas;
• use pequenas quantidades de água para dissolvê-las;
• limpe o local com álcool antes de aplicar;
• pressione o local aplicado com o polegar;
• não repita a dose com a mesma seringa;
• não repita a dose na mesma veia;
• tome cuidado ao descartar seu equipamento de injeção. Coloque os instrumentos numa lata de refrigerante vazia ou numa caixa segura, por exemplo, pois a droga com impurezas pode causar infecção das válvulas do coração e dos vasos sanguíneos, feridas na pele e infecção generalizada;
• para fortalecer as veias, pressione com as mãos uma bolinha de borracha ou de papel. Repita sempre este exercício.

Adaptado. Disponível em: http://bit.ly/2OXMfDl (acesso em 14/10/2019).
Com base no texto 'AIDS: como prevenir?', leia as afirmativas a seguir:
I. Não reutilizar agulhas, usar agulhas bem pequenas e usar pequenas quantidades de água para dissolver a droga, são alguns cuidados básicos para usuários de drogas injetáveis, de acordo com o autor. II. O autor do texto diz que, para o uso correto da camisinha, deve-se verificar a data de validade na embalagem do preservativo, abrir a embalagem com cuidado - nunca com os dentes - para não furar a camisinha. III. No texto, é possível identificar a ideia de que a camisinha deve ser usada sempre, em todas as relações sexuais, desde o começo. Para guardá-la, o indivíduo deve preferir locais frios e secos. O texto afirma, ainda, que deixá-la por muito tempo na carteira, por exemplo, pode danificá-la.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697782 Português

DA VARÍOLA AO ANTI-VAXX: POR QUE PRECISAMOS DE VACINAS?


Em 1904, a cidade do Rio de Janeiro foi palco de uma rebelião inusitada, posteriormente batizada de Revolta da Vacina. A situação sanitária da capital era tão desastrosa na época, que o Brasil era conhecido internacionalmente como o “túmulo de estrangeiros”. Entre as doenças em circulação na época, destaca-se a varíola. Calcula-se que a varíola matava cerca de 400.000 pessoas por ano na Europa do século XVIII. Numa tentativa de erradicar a doença no Rio de Janeiro, o sanitarista Oswaldo Cruz conseguiu que o Congresso aprovasse a “Lei da Vacina Obrigatória”, que autorizava a invasão de domicílios e vacinação forçada.

Naturalmente a maioria da população não tinha nenhum conhecimento sobre vacinas e temia os possíveis efeitos do tratamento desconhecido. Houve protestos e, por razões políticas, a rebelião saiu do controle. O governo foi obrigado a amenizar suas práticas, mas retomou a vacinação e eventualmente a varíola foi eliminada da capital. Ao longo do século XX, a varíola ainda mataria 300 milhões de pessoas no mundo; o triplo das mortes por todos os conflitos do período, incluindo as duas guerras mundiais. O Brasil acabou sendo um dos últimos países onde a doença foi erradicada, na década de 1970, encerrando uma iniciativa global iniciada pela Organização Mundial da Saúde em 1967.

A história da varíola é marcante. Tanto pelo impacto devastador da doença ao longo dos séculos, como pelo inequívoco triunfo da ciência sobre a doença. Evidentemente existem aspectos biológicos deste vírus que facilitaram sua eliminação. Mas a meta só foi alcançada graças a uma campanha global de vacinação. A introdução das vacinas, assim como mais tarde, dos antibióticos, revolucionou a medicina e aumentou drasticamente nossa expectativa de vida. Não há dúvidas sobre o impacto positivo das vacinas e das campanhas de vacinação.

Vivemos hoje na época mais segura da história do ponto de vista de doenças infecciosas. Basta comparar o Rio de Janeiro atual com a descrição de 1904. O problema é que, para algumas camadas da população, o medo das doenças infecciosas acabou ficando no passado, parecendo proporcionalmente pequeno quando comparado ao medo de outros temas mais modernos.

 Nós também vivemos um desequilíbrio entre o acesso fácil à informação e a falta de uma base educacional sólida, que nos permitiria filtrar criticamente o excesso de informação e tomar decisões fundamentadas cientificamente. Isso não significa, de maneira alguma, ser um especialista: é ter a capacidade de identificar fontes confiáveis de informação, de diferenciar fatos de teorias conspiratórias, de aprender com a história. E aqui cabe salientar a responsabilidade dos cientistas profissionais em comunicar bem a ciência, com uso de linguagem clara e acessível.

Esse desequilíbrio nos traz ao fenômeno que alguns veículos brasileiros estão chamando de a “nova revolta da vacina”. Ao contrário da original, em que a suspeita em relação às vacinas partia principalmente da população mais pobre e com menos acesso à informação, o medo, agora, atinge principalmente as classes mais altas. Estas pessoas acreditam que basta se ter uma alimentação saudável (e usar produtos naturais), para se estar protegido contra doenças. Além disso, a ideia de que as vacinas podem conter “químicos” danosos à saúde acaba complementando perfeitamente uma visão de mundo de que devemos priorizar produtos naturais e tratamentos alternativos.

Infelizmente, essas pessoas estão predispostas a apoiar qualquer teoria que valide esta visão de mundo – o que acaba sendo uma receita para o desastre. Não basta ser saudável para se proteger de doenças infecciosas. A varíola é causada por um vírus. A vacina estimula o sistema imunológico a produzir defesas contra este vírus, agindo de forma preventiva. Quando o vírus entra no organismo vacinado, ele é imediatamente eliminado pela resposta imunológica. 

O movimento anti-vacinação (ou anti-vaxx) ganhou notoriedade nos Estados Unidos, apoiado em dados sem credibilidade científica e teorias conspiratórias que se espalharam por redes sociais. A consequência foi um grande surto de sarampo em 2014 (doença que havia sido eliminada nos EUA em 2000). Agora a mesma coisa ocorre na Europa, com uma epidemia de sarampo que já infectou 7,5 mil pessoas. Logo será a vez do Brasil, onde a adesão a campanhas de vacinação também vem caindo em vários grupos. Mais do que um risco às crianças não vacinadas, este é um risco para toda a população. O controle da doença depende da cobertura da vacinação. Mais do que isso, cada pessoa infectada é uma roleta-russa para a comunidade. Durante a infecção, milhões de novas partículas virais são criadas, com diversas mutações. Estas mutações aleatórias podem deixar o vírus subitamente mais agressivo – ou até mesmo resistente à vacina.

O Brasil tem um excelente programa público de vacinação e as vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde são seguras e essenciais. Elas permitem a proteção preventivamente, mas não ajudam depois da infecção. Negar vacinação a seus filhos é um ato irresponsável e perigoso que afeta a todos. Felizmente, podemos aprender com a história e com a ciência contemporânea. Apenas com educação e vacinação será possível controlar esta “nova revolta da vacina” e garantir a nossa contínua proteção contra as doenças infecciosas.


(Adaptado. Revisão linguística. ANTUNES, Dinler Amaral. Da varíola ao anti-vaxx: Por que precisamos de vacinas? Disponível em: http://bit.ly/2VPVlmG)

Com base no texto 'DA VARÍOLA AO ANTI-VAXX: POR QUE PRECISAMOS DE VACINAS?', leia as afirmativas a seguir:
I. No início do século XX, a situação sanitária do Rio de Janeiro era tão desastrosa que o Brasil ficou conhecido internacionalmente como o “túmulo de estrangeiros”. Porém, na mesma centúria, a varíola chegou a matar 300 milhões de pessoas no mundo. II. O controle das doenças, como aponta o texto, se dá, principalmente, por meio de uma alimentação saudável, mas a erradicação de epidemias acontece de acordo com a cobertura da vacinação. Além disso, à medida que as pessoas são infectadas, milhões de novas partículas virais são criadas, com diversas mutações.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697781 Português

DA VARÍOLA AO ANTI-VAXX: POR QUE PRECISAMOS DE VACINAS?


Em 1904, a cidade do Rio de Janeiro foi palco de uma rebelião inusitada, posteriormente batizada de Revolta da Vacina. A situação sanitária da capital era tão desastrosa na época, que o Brasil era conhecido internacionalmente como o “túmulo de estrangeiros”. Entre as doenças em circulação na época, destaca-se a varíola. Calcula-se que a varíola matava cerca de 400.000 pessoas por ano na Europa do século XVIII. Numa tentativa de erradicar a doença no Rio de Janeiro, o sanitarista Oswaldo Cruz conseguiu que o Congresso aprovasse a “Lei da Vacina Obrigatória”, que autorizava a invasão de domicílios e vacinação forçada.

Naturalmente a maioria da população não tinha nenhum conhecimento sobre vacinas e temia os possíveis efeitos do tratamento desconhecido. Houve protestos e, por razões políticas, a rebelião saiu do controle. O governo foi obrigado a amenizar suas práticas, mas retomou a vacinação e eventualmente a varíola foi eliminada da capital. Ao longo do século XX, a varíola ainda mataria 300 milhões de pessoas no mundo; o triplo das mortes por todos os conflitos do período, incluindo as duas guerras mundiais. O Brasil acabou sendo um dos últimos países onde a doença foi erradicada, na década de 1970, encerrando uma iniciativa global iniciada pela Organização Mundial da Saúde em 1967.

A história da varíola é marcante. Tanto pelo impacto devastador da doença ao longo dos séculos, como pelo inequívoco triunfo da ciência sobre a doença. Evidentemente existem aspectos biológicos deste vírus que facilitaram sua eliminação. Mas a meta só foi alcançada graças a uma campanha global de vacinação. A introdução das vacinas, assim como mais tarde, dos antibióticos, revolucionou a medicina e aumentou drasticamente nossa expectativa de vida. Não há dúvidas sobre o impacto positivo das vacinas e das campanhas de vacinação.

Vivemos hoje na época mais segura da história do ponto de vista de doenças infecciosas. Basta comparar o Rio de Janeiro atual com a descrição de 1904. O problema é que, para algumas camadas da população, o medo das doenças infecciosas acabou ficando no passado, parecendo proporcionalmente pequeno quando comparado ao medo de outros temas mais modernos.

 Nós também vivemos um desequilíbrio entre o acesso fácil à informação e a falta de uma base educacional sólida, que nos permitiria filtrar criticamente o excesso de informação e tomar decisões fundamentadas cientificamente. Isso não significa, de maneira alguma, ser um especialista: é ter a capacidade de identificar fontes confiáveis de informação, de diferenciar fatos de teorias conspiratórias, de aprender com a história. E aqui cabe salientar a responsabilidade dos cientistas profissionais em comunicar bem a ciência, com uso de linguagem clara e acessível.

Esse desequilíbrio nos traz ao fenômeno que alguns veículos brasileiros estão chamando de a “nova revolta da vacina”. Ao contrário da original, em que a suspeita em relação às vacinas partia principalmente da população mais pobre e com menos acesso à informação, o medo, agora, atinge principalmente as classes mais altas. Estas pessoas acreditam que basta se ter uma alimentação saudável (e usar produtos naturais), para se estar protegido contra doenças. Além disso, a ideia de que as vacinas podem conter “químicos” danosos à saúde acaba complementando perfeitamente uma visão de mundo de que devemos priorizar produtos naturais e tratamentos alternativos.

Infelizmente, essas pessoas estão predispostas a apoiar qualquer teoria que valide esta visão de mundo – o que acaba sendo uma receita para o desastre. Não basta ser saudável para se proteger de doenças infecciosas. A varíola é causada por um vírus. A vacina estimula o sistema imunológico a produzir defesas contra este vírus, agindo de forma preventiva. Quando o vírus entra no organismo vacinado, ele é imediatamente eliminado pela resposta imunológica. 

O movimento anti-vacinação (ou anti-vaxx) ganhou notoriedade nos Estados Unidos, apoiado em dados sem credibilidade científica e teorias conspiratórias que se espalharam por redes sociais. A consequência foi um grande surto de sarampo em 2014 (doença que havia sido eliminada nos EUA em 2000). Agora a mesma coisa ocorre na Europa, com uma epidemia de sarampo que já infectou 7,5 mil pessoas. Logo será a vez do Brasil, onde a adesão a campanhas de vacinação também vem caindo em vários grupos. Mais do que um risco às crianças não vacinadas, este é um risco para toda a população. O controle da doença depende da cobertura da vacinação. Mais do que isso, cada pessoa infectada é uma roleta-russa para a comunidade. Durante a infecção, milhões de novas partículas virais são criadas, com diversas mutações. Estas mutações aleatórias podem deixar o vírus subitamente mais agressivo – ou até mesmo resistente à vacina.

O Brasil tem um excelente programa público de vacinação e as vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde são seguras e essenciais. Elas permitem a proteção preventivamente, mas não ajudam depois da infecção. Negar vacinação a seus filhos é um ato irresponsável e perigoso que afeta a todos. Felizmente, podemos aprender com a história e com a ciência contemporânea. Apenas com educação e vacinação será possível controlar esta “nova revolta da vacina” e garantir a nossa contínua proteção contra as doenças infecciosas.


(Adaptado. Revisão linguística. ANTUNES, Dinler Amaral. Da varíola ao anti-vaxx: Por que precisamos de vacinas? Disponível em: http://bit.ly/2VPVlmG)

Com base no texto 'DA VARÍOLA AO ANTI-VAXX: POR QUE PRECISAMOS DE VACINAS?', leia as afirmativas a seguir:
I. Pode-se deduzir que a “nova revolta da vacina”, encabeçada pela população mais pobre e com menos acesso à informação, consiste no apoio a teorias que validam a ideia de que basta alimentar-se bem para se proteger de doenças. II. No último parágrafo do texto, o autor aponta o papel de destaque que o Brasil tem em relação aos programas públicos de vacinação, além de ser austero quando o assunto é garantir a nossa contínua proteção contra as doenças infecciosas.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697780 Português

DA VARÍOLA AO ANTI-VAXX: POR QUE PRECISAMOS DE VACINAS?


Em 1904, a cidade do Rio de Janeiro foi palco de uma rebelião inusitada, posteriormente batizada de Revolta da Vacina. A situação sanitária da capital era tão desastrosa na época, que o Brasil era conhecido internacionalmente como o “túmulo de estrangeiros”. Entre as doenças em circulação na época, destaca-se a varíola. Calcula-se que a varíola matava cerca de 400.000 pessoas por ano na Europa do século XVIII. Numa tentativa de erradicar a doença no Rio de Janeiro, o sanitarista Oswaldo Cruz conseguiu que o Congresso aprovasse a “Lei da Vacina Obrigatória”, que autorizava a invasão de domicílios e vacinação forçada.

Naturalmente a maioria da população não tinha nenhum conhecimento sobre vacinas e temia os possíveis efeitos do tratamento desconhecido. Houve protestos e, por razões políticas, a rebelião saiu do controle. O governo foi obrigado a amenizar suas práticas, mas retomou a vacinação e eventualmente a varíola foi eliminada da capital. Ao longo do século XX, a varíola ainda mataria 300 milhões de pessoas no mundo; o triplo das mortes por todos os conflitos do período, incluindo as duas guerras mundiais. O Brasil acabou sendo um dos últimos países onde a doença foi erradicada, na década de 1970, encerrando uma iniciativa global iniciada pela Organização Mundial da Saúde em 1967.

A história da varíola é marcante. Tanto pelo impacto devastador da doença ao longo dos séculos, como pelo inequívoco triunfo da ciência sobre a doença. Evidentemente existem aspectos biológicos deste vírus que facilitaram sua eliminação. Mas a meta só foi alcançada graças a uma campanha global de vacinação. A introdução das vacinas, assim como mais tarde, dos antibióticos, revolucionou a medicina e aumentou drasticamente nossa expectativa de vida. Não há dúvidas sobre o impacto positivo das vacinas e das campanhas de vacinação.

Vivemos hoje na época mais segura da história do ponto de vista de doenças infecciosas. Basta comparar o Rio de Janeiro atual com a descrição de 1904. O problema é que, para algumas camadas da população, o medo das doenças infecciosas acabou ficando no passado, parecendo proporcionalmente pequeno quando comparado ao medo de outros temas mais modernos.

 Nós também vivemos um desequilíbrio entre o acesso fácil à informação e a falta de uma base educacional sólida, que nos permitiria filtrar criticamente o excesso de informação e tomar decisões fundamentadas cientificamente. Isso não significa, de maneira alguma, ser um especialista: é ter a capacidade de identificar fontes confiáveis de informação, de diferenciar fatos de teorias conspiratórias, de aprender com a história. E aqui cabe salientar a responsabilidade dos cientistas profissionais em comunicar bem a ciência, com uso de linguagem clara e acessível.

Esse desequilíbrio nos traz ao fenômeno que alguns veículos brasileiros estão chamando de a “nova revolta da vacina”. Ao contrário da original, em que a suspeita em relação às vacinas partia principalmente da população mais pobre e com menos acesso à informação, o medo, agora, atinge principalmente as classes mais altas. Estas pessoas acreditam que basta se ter uma alimentação saudável (e usar produtos naturais), para se estar protegido contra doenças. Além disso, a ideia de que as vacinas podem conter “químicos” danosos à saúde acaba complementando perfeitamente uma visão de mundo de que devemos priorizar produtos naturais e tratamentos alternativos.

Infelizmente, essas pessoas estão predispostas a apoiar qualquer teoria que valide esta visão de mundo – o que acaba sendo uma receita para o desastre. Não basta ser saudável para se proteger de doenças infecciosas. A varíola é causada por um vírus. A vacina estimula o sistema imunológico a produzir defesas contra este vírus, agindo de forma preventiva. Quando o vírus entra no organismo vacinado, ele é imediatamente eliminado pela resposta imunológica. 

O movimento anti-vacinação (ou anti-vaxx) ganhou notoriedade nos Estados Unidos, apoiado em dados sem credibilidade científica e teorias conspiratórias que se espalharam por redes sociais. A consequência foi um grande surto de sarampo em 2014 (doença que havia sido eliminada nos EUA em 2000). Agora a mesma coisa ocorre na Europa, com uma epidemia de sarampo que já infectou 7,5 mil pessoas. Logo será a vez do Brasil, onde a adesão a campanhas de vacinação também vem caindo em vários grupos. Mais do que um risco às crianças não vacinadas, este é um risco para toda a população. O controle da doença depende da cobertura da vacinação. Mais do que isso, cada pessoa infectada é uma roleta-russa para a comunidade. Durante a infecção, milhões de novas partículas virais são criadas, com diversas mutações. Estas mutações aleatórias podem deixar o vírus subitamente mais agressivo – ou até mesmo resistente à vacina.

O Brasil tem um excelente programa público de vacinação e as vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde são seguras e essenciais. Elas permitem a proteção preventivamente, mas não ajudam depois da infecção. Negar vacinação a seus filhos é um ato irresponsável e perigoso que afeta a todos. Felizmente, podemos aprender com a história e com a ciência contemporânea. Apenas com educação e vacinação será possível controlar esta “nova revolta da vacina” e garantir a nossa contínua proteção contra as doenças infecciosas.


(Adaptado. Revisão linguística. ANTUNES, Dinler Amaral. Da varíola ao anti-vaxx: Por que precisamos de vacinas? Disponível em: http://bit.ly/2VPVlmG)

Com base no texto 'DA VARÍOLA AO ANTI-VAXX: POR QUE PRECISAMOS DE VACINAS?', leia as afirmativas a seguir:
I. Está clara para o autor a tese de que as pessoas mais abastadas e, consequentemente, com maior acesso à informação, estão provocando a chamada “nova revolta da vacina”. Isso porque elas acreditam que basta se ter uma alimentação saudável (e usar produtos naturais), para se estar protegido contra doenças. Ademais, existe uma concepção equivocada de que as vacinas podem conter “químicos” perigosos à saúde. II. Segundo o texto, o desconhecimento sobre vacinas e seus efeitos levou a população do Rio de Janeiro a uma rebelião inusitada chamada Revolta da Vacina. Esse fato também impulsionou a criação do título brasileiro de “túmulo de estrangeiros”.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697779 Português

DA VARÍOLA AO ANTI-VAXX: POR QUE PRECISAMOS DE VACINAS?


Em 1904, a cidade do Rio de Janeiro foi palco de uma rebelião inusitada, posteriormente batizada de Revolta da Vacina. A situação sanitária da capital era tão desastrosa na época, que o Brasil era conhecido internacionalmente como o “túmulo de estrangeiros”. Entre as doenças em circulação na época, destaca-se a varíola. Calcula-se que a varíola matava cerca de 400.000 pessoas por ano na Europa do século XVIII. Numa tentativa de erradicar a doença no Rio de Janeiro, o sanitarista Oswaldo Cruz conseguiu que o Congresso aprovasse a “Lei da Vacina Obrigatória”, que autorizava a invasão de domicílios e vacinação forçada.

Naturalmente a maioria da população não tinha nenhum conhecimento sobre vacinas e temia os possíveis efeitos do tratamento desconhecido. Houve protestos e, por razões políticas, a rebelião saiu do controle. O governo foi obrigado a amenizar suas práticas, mas retomou a vacinação e eventualmente a varíola foi eliminada da capital. Ao longo do século XX, a varíola ainda mataria 300 milhões de pessoas no mundo; o triplo das mortes por todos os conflitos do período, incluindo as duas guerras mundiais. O Brasil acabou sendo um dos últimos países onde a doença foi erradicada, na década de 1970, encerrando uma iniciativa global iniciada pela Organização Mundial da Saúde em 1967.

A história da varíola é marcante. Tanto pelo impacto devastador da doença ao longo dos séculos, como pelo inequívoco triunfo da ciência sobre a doença. Evidentemente existem aspectos biológicos deste vírus que facilitaram sua eliminação. Mas a meta só foi alcançada graças a uma campanha global de vacinação. A introdução das vacinas, assim como mais tarde, dos antibióticos, revolucionou a medicina e aumentou drasticamente nossa expectativa de vida. Não há dúvidas sobre o impacto positivo das vacinas e das campanhas de vacinação.

Vivemos hoje na época mais segura da história do ponto de vista de doenças infecciosas. Basta comparar o Rio de Janeiro atual com a descrição de 1904. O problema é que, para algumas camadas da população, o medo das doenças infecciosas acabou ficando no passado, parecendo proporcionalmente pequeno quando comparado ao medo de outros temas mais modernos.

 Nós também vivemos um desequilíbrio entre o acesso fácil à informação e a falta de uma base educacional sólida, que nos permitiria filtrar criticamente o excesso de informação e tomar decisões fundamentadas cientificamente. Isso não significa, de maneira alguma, ser um especialista: é ter a capacidade de identificar fontes confiáveis de informação, de diferenciar fatos de teorias conspiratórias, de aprender com a história. E aqui cabe salientar a responsabilidade dos cientistas profissionais em comunicar bem a ciência, com uso de linguagem clara e acessível.

Esse desequilíbrio nos traz ao fenômeno que alguns veículos brasileiros estão chamando de a “nova revolta da vacina”. Ao contrário da original, em que a suspeita em relação às vacinas partia principalmente da população mais pobre e com menos acesso à informação, o medo, agora, atinge principalmente as classes mais altas. Estas pessoas acreditam que basta se ter uma alimentação saudável (e usar produtos naturais), para se estar protegido contra doenças. Além disso, a ideia de que as vacinas podem conter “químicos” danosos à saúde acaba complementando perfeitamente uma visão de mundo de que devemos priorizar produtos naturais e tratamentos alternativos.

Infelizmente, essas pessoas estão predispostas a apoiar qualquer teoria que valide esta visão de mundo – o que acaba sendo uma receita para o desastre. Não basta ser saudável para se proteger de doenças infecciosas. A varíola é causada por um vírus. A vacina estimula o sistema imunológico a produzir defesas contra este vírus, agindo de forma preventiva. Quando o vírus entra no organismo vacinado, ele é imediatamente eliminado pela resposta imunológica. 

O movimento anti-vacinação (ou anti-vaxx) ganhou notoriedade nos Estados Unidos, apoiado em dados sem credibilidade científica e teorias conspiratórias que se espalharam por redes sociais. A consequência foi um grande surto de sarampo em 2014 (doença que havia sido eliminada nos EUA em 2000). Agora a mesma coisa ocorre na Europa, com uma epidemia de sarampo que já infectou 7,5 mil pessoas. Logo será a vez do Brasil, onde a adesão a campanhas de vacinação também vem caindo em vários grupos. Mais do que um risco às crianças não vacinadas, este é um risco para toda a população. O controle da doença depende da cobertura da vacinação. Mais do que isso, cada pessoa infectada é uma roleta-russa para a comunidade. Durante a infecção, milhões de novas partículas virais são criadas, com diversas mutações. Estas mutações aleatórias podem deixar o vírus subitamente mais agressivo – ou até mesmo resistente à vacina.

O Brasil tem um excelente programa público de vacinação e as vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde são seguras e essenciais. Elas permitem a proteção preventivamente, mas não ajudam depois da infecção. Negar vacinação a seus filhos é um ato irresponsável e perigoso que afeta a todos. Felizmente, podemos aprender com a história e com a ciência contemporânea. Apenas com educação e vacinação será possível controlar esta “nova revolta da vacina” e garantir a nossa contínua proteção contra as doenças infecciosas.


(Adaptado. Revisão linguística. ANTUNES, Dinler Amaral. Da varíola ao anti-vaxx: Por que precisamos de vacinas? Disponível em: http://bit.ly/2VPVlmG)

Com base no texto 'DA VARÍOLA AO ANTI-VAXX: POR QUE PRECISAMOS DE VACINAS?', leia as afirmativas a seguir:


I. A revolução causada pela introdução de vacinas e antibióticos proporcionou um aumento da nossa expectativa de vida. No entanto, conforme mostra o texto, para algumas camadas da população, o medo das doenças infecciosas acabou ficando no passado e gerando um movimento contrário, apoiado em dados sem credibilidade científica e teorias conspiratórias que se espalharam por redes sociais. Esse fato tem colocado em conflito informações relevantes sobre doenças e desencadeado, consequentemente, epidemias.

II. Como informa o texto, o desconhecimento sobre vacinas e seus efeitos levou a população da capital brasileira, no início do século XX, a uma rebelião insólita, amenizada pelo governo, que retomou o processo de vacinação. Desse modo, a varíola, por exemplo, foi eliminada do Rio de Janeiro. Entretanto, no Brasil, só se erradicou a doença na década de 1970.


Marque a alternativa CORRETA:

Alternativas
Q1697778 Português

DA VARÍOLA AO ANTI-VAXX: POR QUE PRECISAMOS DE VACINAS?


Em 1904, a cidade do Rio de Janeiro foi palco de uma rebelião inusitada, posteriormente batizada de Revolta da Vacina. A situação sanitária da capital era tão desastrosa na época, que o Brasil era conhecido internacionalmente como o “túmulo de estrangeiros”. Entre as doenças em circulação na época, destaca-se a varíola. Calcula-se que a varíola matava cerca de 400.000 pessoas por ano na Europa do século XVIII. Numa tentativa de erradicar a doença no Rio de Janeiro, o sanitarista Oswaldo Cruz conseguiu que o Congresso aprovasse a “Lei da Vacina Obrigatória”, que autorizava a invasão de domicílios e vacinação forçada.

Naturalmente a maioria da população não tinha nenhum conhecimento sobre vacinas e temia os possíveis efeitos do tratamento desconhecido. Houve protestos e, por razões políticas, a rebelião saiu do controle. O governo foi obrigado a amenizar suas práticas, mas retomou a vacinação e eventualmente a varíola foi eliminada da capital. Ao longo do século XX, a varíola ainda mataria 300 milhões de pessoas no mundo; o triplo das mortes por todos os conflitos do período, incluindo as duas guerras mundiais. O Brasil acabou sendo um dos últimos países onde a doença foi erradicada, na década de 1970, encerrando uma iniciativa global iniciada pela Organização Mundial da Saúde em 1967.

A história da varíola é marcante. Tanto pelo impacto devastador da doença ao longo dos séculos, como pelo inequívoco triunfo da ciência sobre a doença. Evidentemente existem aspectos biológicos deste vírus que facilitaram sua eliminação. Mas a meta só foi alcançada graças a uma campanha global de vacinação. A introdução das vacinas, assim como mais tarde, dos antibióticos, revolucionou a medicina e aumentou drasticamente nossa expectativa de vida. Não há dúvidas sobre o impacto positivo das vacinas e das campanhas de vacinação.

Vivemos hoje na época mais segura da história do ponto de vista de doenças infecciosas. Basta comparar o Rio de Janeiro atual com a descrição de 1904. O problema é que, para algumas camadas da população, o medo das doenças infecciosas acabou ficando no passado, parecendo proporcionalmente pequeno quando comparado ao medo de outros temas mais modernos.

 Nós também vivemos um desequilíbrio entre o acesso fácil à informação e a falta de uma base educacional sólida, que nos permitiria filtrar criticamente o excesso de informação e tomar decisões fundamentadas cientificamente. Isso não significa, de maneira alguma, ser um especialista: é ter a capacidade de identificar fontes confiáveis de informação, de diferenciar fatos de teorias conspiratórias, de aprender com a história. E aqui cabe salientar a responsabilidade dos cientistas profissionais em comunicar bem a ciência, com uso de linguagem clara e acessível.

Esse desequilíbrio nos traz ao fenômeno que alguns veículos brasileiros estão chamando de a “nova revolta da vacina”. Ao contrário da original, em que a suspeita em relação às vacinas partia principalmente da população mais pobre e com menos acesso à informação, o medo, agora, atinge principalmente as classes mais altas. Estas pessoas acreditam que basta se ter uma alimentação saudável (e usar produtos naturais), para se estar protegido contra doenças. Além disso, a ideia de que as vacinas podem conter “químicos” danosos à saúde acaba complementando perfeitamente uma visão de mundo de que devemos priorizar produtos naturais e tratamentos alternativos.

Infelizmente, essas pessoas estão predispostas a apoiar qualquer teoria que valide esta visão de mundo – o que acaba sendo uma receita para o desastre. Não basta ser saudável para se proteger de doenças infecciosas. A varíola é causada por um vírus. A vacina estimula o sistema imunológico a produzir defesas contra este vírus, agindo de forma preventiva. Quando o vírus entra no organismo vacinado, ele é imediatamente eliminado pela resposta imunológica. 

O movimento anti-vacinação (ou anti-vaxx) ganhou notoriedade nos Estados Unidos, apoiado em dados sem credibilidade científica e teorias conspiratórias que se espalharam por redes sociais. A consequência foi um grande surto de sarampo em 2014 (doença que havia sido eliminada nos EUA em 2000). Agora a mesma coisa ocorre na Europa, com uma epidemia de sarampo que já infectou 7,5 mil pessoas. Logo será a vez do Brasil, onde a adesão a campanhas de vacinação também vem caindo em vários grupos. Mais do que um risco às crianças não vacinadas, este é um risco para toda a população. O controle da doença depende da cobertura da vacinação. Mais do que isso, cada pessoa infectada é uma roleta-russa para a comunidade. Durante a infecção, milhões de novas partículas virais são criadas, com diversas mutações. Estas mutações aleatórias podem deixar o vírus subitamente mais agressivo – ou até mesmo resistente à vacina.

O Brasil tem um excelente programa público de vacinação e as vacinas recomendadas pelo Ministério da Saúde são seguras e essenciais. Elas permitem a proteção preventivamente, mas não ajudam depois da infecção. Negar vacinação a seus filhos é um ato irresponsável e perigoso que afeta a todos. Felizmente, podemos aprender com a história e com a ciência contemporânea. Apenas com educação e vacinação será possível controlar esta “nova revolta da vacina” e garantir a nossa contínua proteção contra as doenças infecciosas.


(Adaptado. Revisão linguística. ANTUNES, Dinler Amaral. Da varíola ao anti-vaxx: Por que precisamos de vacinas? Disponível em: http://bit.ly/2VPVlmG)

Com base no texto 'DA VARÍOLA AO ANTI-VAXX: POR QUE PRECISAMOS DE VACINAS?', leia as afirmativas a seguir:
I. Infere-se do texto que o autor aborda discretamente a teoria da seleção natural, que consiste na adaptação e sobrevivência dos mais fortes. Isto é, enquanto os mais ricos têm acesso a uma melhor alimentação e, portanto, à proteção contra doenças, os mais pobres acreditam que não devem se vacinar; logo, padecem mais rapidamente. II. É possível concluir que a credibilidade das teorias contra a vacinação surgiu em paralelo aos novos paradigmas de alimentação, que passaram a abolir da dieta insumos essenciais ao ser humano. Por causa de uma motivação estética, o movimento enfraqueceu o valor científico das vacinas, o que desencadeou, por exemplo, um grande surto de sarampo em 2014 nos Estados Unidos da América.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697777 Matemática
Leia as afirmativas a seguir:
I. No último mês, uma metalúrgica vendeu 41 toneladas do metal “A” a R$ 1.135 por tonelada; 32 toneladas da liga metálica “B” a R$ 1.543 por tonelada; 17 toneladas do metal “C” a R$ 1.337 por tonelada; 23 toneladas da liga metálica “D” a R$ 1.375 por tonelada; e 35 toneladas do metal “E” a R$ 3.113 por tonelada. Sabe-se que, nessa empresa, as despesas administrativas correspondem a 0,53% do valor das vendas. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que as despesas administrativas, no período considerado, representam um valor maior que R$ 1.218 e menor que R$ 1.566. II. A fração 4/9 corresponde ao número 0,563 em números decimais.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697776 Matemática
Leia as afirmativas a seguir:
I. O resultado da multiplicação de 0,7 por 2,8 corresponde a um número decimal e par, cujo valor está compreendido no intervalo entre 1,51 e 1,66. II. São números primos, entre outros, os seguintes: 97, 102, 103 e 107.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697775 Matemática
Leia as afirmativas a seguir:
I. Há dois dias, o preço da gasolina era R$ 3,10 por litro. Há uma semana, o seu preço era de R$ 3,12 por litro. Atualmente, o preço desse combustível é R$ 3,20 por litro. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que o preço médio da gasolina, no período considerado, é superior a R$ 3,10 por litro e inferior a R$ 3,21 por litro. II. No último mês, um restaurante vendeu 108 pizzas do tipo 1, no valor de R$ 64, cada. No mesmo período, esse estabelecimento vendeu 1.542 pizzas do tipo 2, no valor de R$ 26, cada. Sabe-se que a margem de lucro desse restaurante é constante e igual a 32% da receita total com todas as vendas de pizzas. Assim, considerando apenas as informações apresentadas, é correto afirmar que o lucro total desse estabelecimento com a venda de pizzas dos tipos 1 e 2, no período considerado, foi superior a R$ 14.785,00 e inferior a R$ 15.233,00. III. A série de dados representada pelos números 51, 57, 83, 32 e 29 possui como média um número maior que 51,8 e menor que 52,5.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697774 Matemática
Leia as afirmativas a seguir:
I. Um número N é divisível por 8 quando seus três últimos algarismos formam um número divisível por 8, ou seja, quando o número formado pelos algarismos das centenas, dezenas e unidades de N é divisível por 8. II. Considere o preço do dólar ao longo de 3 meses: no mês 1, o preço dessa moeda era de R$ 3,42; no mês 2, o seu preço era de R$ 3,89; e no mês 3, o preço era de R$ 3,13. Assim, considerando exclusivamente os dados apresentados, é correto afirmar que o preço médio do dólar, no período considerado, foi superior a R$ 3,32 e inferior a R$ 3,57. III. A série de dados representada pelos números 57, 66, 95, 47 e 26 possui como média um número maior que 59,2 e menor que 62,5.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697773 Matemática
Leia as afirmativas a seguir:
I. O resultado da multiplicação de 1,4 por 4,1 é um número decimal e ímpar, cujo valor está compreendido no intervalo entre 5,93 e 6,44. II. O preço da passagem aérea para São Paulo na companhia X é R$ 595. O preço da passagem para o mesmo destino na companhia Y é R$ 100 mais barato. Assim, considerando exclusivamente as informações apresentadas, é correto afirmar que, o preço da companhia X é 18,75% mais caro do que o da companhia Y. III. Os números 1316, 2208, 145728 e 74648 são divisíveis por 4, pois seus dois últimos algarismos, respectivamente 16, 08, 28 e 48, formam números divisíveis por 4. Por outro lado, os números 4443, 1817, 2015 e 63663 não são divisíveis por 4, pois seus dois últimos algarismos, respectivamente 43, 17, 15 e 63, formam números que não são divisíveis por 4.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697772 Noções de Informática
Leia as afirmativas a seguir:
I. A função DATADIF, no Excel 2019, permite calcular apenas o número de meses entre duas datas. II. A função DIA.DA.SEMANA, no Excel 2019, converte um número de série em um número percentual. III. No Windows 10, o usuário pode pressionar F8, no teclado, para atualizar a janela ativa.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697771 Noções de Informática
Leia as afirmativas a seguir:
I. No Excel 2019, a função NÚMSEMANA converte um número de série em um número que representa onde a semana cai numericamente em um ano. II. No Windows 10, o usuário pode pressionar Alt + Esc, no teclado, para percorrer itens na ordem em que foram abertos. III. No Windows 10, o usuário pode pressionar Shift + F10, no teclado, para exibir o menu de atalho do item selecionado.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697770 Noções de Informática
Leia as afirmativas a seguir:
I. No Windows 10, o usuário pode pressionar Ctrl + H, no teclado, para refazer uma ação (como fazer uma cópia de uma pasta ou de um arquivo). II. A função VALOR.TEMPO, no Excel 2019, converte um horário na forma de texto em um número percentual, considerando turnos de 12 (doze) horas. III. A função CARACT, Excel 2019, retorna o caractere especificado pelo número de código em uma sequência de texto de, no máximo, 72 caracteres.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1697769 Noções de Informática
Leia as afirmativas a seguir:
I. No Windows 10, o usuário pode pressionar PrtScn, no teclado, para fazer uma captura da tela inteira e copiá-la para a sua área de transferência. II. No Windows 10, o usuário pode pressionar Alt + PrtSc, no teclado, para alternar a seleção ou a visualização entre os aplicativos abertos. III. O usuário do Windows 10 que deseja alterar o tamanho e a aparência dos ícones de arquivos e pastas pode utilizar o atalho Ctrl + roda de rolagem do mouse.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
17481: D
17482: A
17483: C
17484: C
17485: C
17486: D
17487: B
17488: C
17489: B
17490: A
17491: D
17492: B
17493: D
17494: C
17495: C
17496: B
17497: A
17498: D
17499: A
17500: C