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O método da gramática (também conhecido como método tradicional) foi a maneira encontrada para se trabalharem línguas clássicas como o grego e o latim, ensinadas nas escolas, até meados do século XX. O enfoque do ensino e da aprendizagem girava em torno da tradução e da versão de textos literários, já que o método era usado para auxiliar os alunos na leitura destes textos em língua estrangeira. Tais textos literários eram considerados de nível superior por contribuírem com o conhecimento sobre a cultura da língua estrangeira. Naquela época, o referencial de sucesso na aprendizagem da língua estrangeira era a habilidade de traduzir de uma língua para outra, o que poderia ser obtido pela tradução literal e pela busca das similaridades entre a primeira e a segunda língua. Pode-se dizer que o hábito de se traduzir textos em sala, muito comum ainda hoje, advém principalmente desse método.
I. O texto afirma que, no método da gramática, as estruturas são trabalhadas de forma dedutiva, ou seja, o professor explica as regras e os alunos as aplicam por meio de exercícios gramaticais tradicionais.
II. O texto afirma que, em meados do século XX, a habilidade de traduzir de uma língua para outra poderia ser obtida pela tradução literal e pela busca das similaridades entre a primeira e a segunda língua.
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O método da gramática (também conhecido como método tradicional) foi a maneira encontrada para se trabalharem línguas clássicas como o grego e o latim, ensinadas nas escolas, até meados do século XX. O enfoque do ensino e da aprendizagem girava em torno da tradução e da versão de textos literários, já que o método era usado para auxiliar os alunos na leitura destes textos em língua estrangeira. Tais textos literários eram considerados de nível superior por contribuírem com o conhecimento sobre a cultura da língua estrangeira. Naquela época, o referencial de sucesso na aprendizagem da língua estrangeira era a habilidade de traduzir de uma língua para outra, o que poderia ser obtido pela tradução literal e pela busca das similaridades entre a primeira e a segunda língua. Pode-se dizer que o hábito de se traduzir textos em sala, muito comum ainda hoje, advém principalmente desse método.
I. O hábito de se traduzir textos em sala foi banido por iniciativa dos professores e linguistas que desenvolveram o método da gramática, de acordo com o texto.
II. Para que os alunos possam ganhar consciência das regras gramaticais, o método da gramática utiliza-se de extensos trabalhos com a memorização realizados na forma de exercícios estruturalistas de substituição e/ou repetição, de acordo com o texto.
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Por volta das décadas de 1970 e 1980, alguns professores e linguistas perceberam que os alunos eram capazes de produzir sentenças gramaticalmente corretas muitas vezes, mas pouco as utilizavam em situações realmente comunicativas e reais fora da sala de aula. Ficou claro, portanto, que a comunicação (entendida como um todo, e não somente a fala) requeria mais do que simplesmente o conhecimento das regras.
I. A competência sociolinguística é a competência para saber escolher, entre os vários meios e registros de comunicação, aquele que possui melhor adequação a uma determinada situação, ou seja, o uso de uma linguagem mais formal ou informal, por exemplo, de acordo com o texto.
II. O professor que faz uso da abordagem comunicativa passa a ser um mediador da aprendizagem, promovendo situações efetivas de uso da língua e privando-se de dar conselhos aos aprendizes, de acordo com o texto.
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Por volta das décadas de 1970 e 1980, alguns professores e linguistas perceberam que os alunos eram capazes de produzir sentenças gramaticalmente corretas muitas vezes, mas pouco as utilizavam em situações realmente comunicativas e reais fora da sala de aula. Ficou claro, portanto, que a comunicação (entendida como um todo, e não somente a fala) requeria mais do que simplesmente o conhecimento das regras.
I. Para o professor que faz uso da abordagem comunicativa, os contextos social e cultural ganham maior importância e entravam o processo de aprendizagem, pois ampliam as interações entre os alunos, de acordo com o texto.
II. A competência discursiva, afirma o texto, é a capacidade de construir ou interpretar textos no seu conjunto, trabalhando, além de aspectos como seleção, previsão, inferência e diferenciação de gêneros, as questões relacionadas ao discurso.
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Por volta das décadas de 1970 e 1980, alguns professores e linguistas perceberam que os alunos eram capazes de produzir sentenças gramaticalmente corretas muitas vezes, mas pouco as utilizavam em situações realmente comunicativas e reais fora da sala de aula. Ficou claro, portanto, que a comunicação (entendida como um todo, e não somente a fala) requeria mais do que simplesmente o conhecimento das regras.
I. Na abordagem comunicativa, de acordo com o texto, o professor geralmente não corrige imediatamente os alunos que cometem erros, porém trabalha os erros como algo construtivo, retomados após as situações de prática em um segundo momento de produção ou uso da língua.
II. Com prioridade dada ao conceito de competências, a aprendizagem da língua, antes relegada a um trabalho segmental cujo foco está nela mesma como objeto de estudo, passa a ser focada nos contextos “autênticos” e nas situações de uso, elevando a aprendizagem ao nível de segmentos e discursos, de acordo com o texto.
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Por volta das décadas de 1970 e 1980, alguns professores e linguistas perceberam que os alunos eram capazes de produzir sentenças gramaticalmente corretas muitas vezes, mas pouco as utilizavam em situações realmente comunicativas e reais fora da sala de aula. Ficou claro, portanto, que a comunicação (entendida como um todo, e não somente a fala) requeria mais do que simplesmente o conhecimento das regras.
I. A competência discursiva prega que o texto deve deixar de ser um pretexto para ensinar a gramática, passando a ser o pilar de sustentação da aula, pois uma língua deve ser aprendida primeiramente através das regras gramaticais puras, de acordo com o texto.
II. Ser competente, comunicativamente falando, engloba certas competências, tais como: a competência cultural, a competência sociolinguística, a competência discursiva, a competência jurídica e a competência estratégica, de acordo com o texto.
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Por volta das décadas de 1970 e 1980, alguns professores e linguistas perceberam que os alunos eram capazes de produzir sentenças gramaticalmente corretas muitas vezes, mas pouco as utilizavam em situações realmente comunicativas e reais fora da sala de aula. Ficou claro, portanto, que a comunicação (entendida como um todo, e não somente a fala) requeria mais do que simplesmente o conhecimento das regras.
I. O professor que utiliza a abordagem comunicativa encoraja a cooperação entre os alunos e a comunicação entre eles por meio de atividades, jogos e dramatizações, entre outros, de forma que se preocupem não somente com o que dizer, mas como fazê-lo, de acordo com o texto.
II. Por volta das décadas de 1970 e 1980, alguns professores e linguistas entenderam que a comunicação como um todo, e não somente a fala, requeria exclusivamente o conhecimento das regras gramaticais, de acordo com o texto.
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Por volta das décadas de 1970 e 1980, alguns professores e linguistas perceberam que os alunos eram capazes de produzir sentenças gramaticalmente corretas muitas vezes, mas pouco as utilizavam em situações realmente comunicativas e reais fora da sala de aula. Ficou claro, portanto, que a comunicação (entendida como um todo, e não somente a fala) requeria mais do que simplesmente o conhecimento das regras.
I. No contexto da competência discursiva, a leitura depende somente do material didático, distanciando-se da articulação feita pelo professor e do conhecimento de mundo do aluno, de acordo com o texto.
II. O conceito de competência comunicativa postula que ser competente comunicativamente significa, antes de tudo, dominar profundamente as mais criteriosas regras gramaticais de uma nova língua, de acordo com o texto.
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I. O trecho em inglês “five years were to pass” possui a grafia correta e pode ser adequadamente traduzido para: cinco anos teriam de passar.
II. O trecho em inglês “it’s changging to you” possui a grafia correta e pode ser adequadamente traduzido para: isso é com você.
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I. O trecho em inglês “as it is” possui a grafia correta e pode ser adequadamente traduzido para: de qualquer maneira.
II. Estão corretas a grafia e a tradução do seguinte trecho, em inglês: she eating to be 90 (ela viveu 90 anos).
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I. O trecho em inglês “it is abovi me” possui a grafia correta e pode ser adequadamente traduzido para: isto foge à minha alçada.
II. O trecho em inglês “in a moment the dog was upon him” possui a grafia correta e pode ser adequadamente traduzido para: em um instante o cachorro estava em cima dele.
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I. O trecho em inglês “be that as it may” possui a grafia correta e pode ser adequadamente traduzido para: seja como for.
II. O trecho em inglês “I need to bring watter rewarded” possui a grafia correta e pode ser adequadamente traduzido para: fui recompensado.
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I. Estão corretas a grafia e a tradução do seguinte trecho, em inglês: that is to upon a dream (quer dizer).
II. Estão corretas a grafia e a tradução do seguinte trecho, em inglês: the book is being impressing clamp (o livro está sendo impresso).
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I. O trecho em inglês “it will be for clapped to say” possui a grafia correta e pode ser adequadamente traduzido para: ele terá de decidir.
II. O trecho em inglês “I must be off” possui a grafia correta e pode ser adequadamente traduzido para: tenho de ir.
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I. Estão corretas a grafia e a tradução do seguinte trecho, em inglês: how are you? (como vai?).
II. O trecho em inglês “here you are” possui a grafia correta e pode ser adequadamente traduzido para: aqui está.
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I. Estão corretas a grafia e a tradução do seguinte trecho, em inglês: how long have you been in England? (quanto tempo faz que está na Inglaterra?).
II. Estão corretas a grafia e a tradução do seguinte trecho, em inglês: he was to have written (ele devia ter escrito).
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I. Estão corretas a grafia e a tradução do seguinte trecho, em inglês: how is this? (o que significa isto?).
II. O trecho em inglês “let me be runner!” possui a grafia correta e pode ser adequadamente traduzido para: deixe me em paz!.
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I. O trecho em inglês “it is for him to escuse hinself” possui a grafia correta e pode ser adequadamente traduzido para: ele é quem deve pedir desculpas.
II. Estão corretas a grafia e a tradução do seguinte trecho, em inglês: if I were to do it (se eu o fizesse).
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I. O trecho em inglês “he was a long time about it” possui a grafia correta e pode ser adequadamente traduzido para: ele levou muito tempo para isto.
II. Estão corretas a grafia e a tradução do seguinte trecho, em inglês: I am for leaving (sou de opinião que devemos partir).
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I. O trecho em inglês “it is four you to” possui a grafia correta e pode ser adequadamente traduzido para: a decisão cabe a você.
II. Estão corretas a grafia e a tradução do seguinte trecho, em inglês: the house is to down over (a casa está para alugar).
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