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Q1709217 Pedagogia
Analise as afirmativas a seguir:
I. O Plano Nacional de Educação prevê para a Educação Básica o atendimento a 88% da população na idade correta e a elevação da taxa bruta de matrícula na Educação Superior para 50%. II. O Plano Nacional de Educação inclui entre as suas diretrizes a formação do educando para o trabalho e para a cidadania, com ênfase nos valores morais e éticos em que se fundamenta a sociedade.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1709216 Inglês
Analise as afirmativas a seguir:
I. O trecho “there are no flies on him”, em inglês, está corretamente grafado e seu significado equivale a “ele não é bobo e não se deixa enganar”. II. A grafia do trecho a seguir, em inglês, está correta: please lety me know your arrival. A tradução mais correta para esse trecho é: reunir-se com a família; reencontrar os familiares.
Marque a alternativa CORRETA:
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Q1707288 Conhecimentos Gerais
Inflação

A inflação não é algo novo na economia brasileira. Pelo contrário, registros dos mais antigos apontam o fenômeno como crônico, pelo menos no último século. Mais ainda, o crescimento dos preços não foi estável ou oscilou entre intervalos razoáveis na economia nacional. As fases de inflação modesta foram seguidas de períodos de inflação intensa, às vezes quase atingindo a taxa de 100% ao ano, como nos anos de 1890 e 1891 e em 1963. Houve, ainda, períodos de preços estáveis e ligeiramente decrescentes, como entre 1884 até 1888, de 1908 até 1912 e de 1928 até 1933.

Os processos inflacionários são temas controvertidos e dos mais estudados na literatura, devido aos seus efeitos na economia e na qualidade de vida da população. Pode-se citar três efeitos principais de inflação: no crescimento econômico; na distribuição da renda entre regiões, setores, indivíduos e fatores de produção; e na alocação dos recursos. A bem da verdade, os efeitos da inflação são, em grande parte, provocados por mudanças não esperadas ou inevitáveis nos preços relativos dos fatores e produtos, e não pela mera existência da inflação.

Os efeitos da inflação no crescimento real da economia como um todo, e até mesmo de setores específicos, ocorrem de formas distintas no curto e no longo prazo. A curto prazo, as mudanças nos preços relativos, às vezes obscurecidas pela inflação, têm o efeito de estimular aqueles setores com relação de preços favoráveis. Evidências são abundantes a este respeito, quer sob a forma da curva de Phillips para a economia como um todo, quer sob a forma de modelos de resposta da produção, ou de utilização de fatores com respeito a mudanças nos preços. É de consenso geral que os aumentos nos preços reais, quer deflacionados pelas expectativas, quer pelos custos de produção, têm efeitos positivos, pelo menos a curto prazo, na oferta e nas decisões de produção. A longo prazo, este efeito pode desaparecer, se a inflação corroer os aumentos dos preços reais, e outros efeitos negativos tornam-se predominantes. Adaptado.

Por Cláudio R. Contador. Disponível em: https://bit.ly/3gXWceh. 
Leia o texto 'Inflação' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. É de consenso geral que os aumentos nos preços reais, quer deflacionados pelas expectativas, quer pelos custos de produção, têm efeitos positivos, pelo menos a curto prazo, na oferta e nas decisões de produção, de acordo com o texto.
II. A curto prazo, de acordo com o texto, as mudanças nos preços relativos, às vezes obscurecidas pela inflação, têm o efeito de estimular aqueles setores com relação de preços favoráveis.
III. Historicamente, os preços dos produtos agrícolas no Brasil sempre se mantiveram estáveis ou oscilaram entre intervalos razoáveis, ou seja, abaixo do piso da inflação oficial, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1707287 Conhecimentos Gerais
Inflação

A inflação não é algo novo na economia brasileira. Pelo contrário, registros dos mais antigos apontam o fenômeno como crônico, pelo menos no último século. Mais ainda, o crescimento dos preços não foi estável ou oscilou entre intervalos razoáveis na economia nacional. As fases de inflação modesta foram seguidas de períodos de inflação intensa, às vezes quase atingindo a taxa de 100% ao ano, como nos anos de 1890 e 1891 e em 1963. Houve, ainda, períodos de preços estáveis e ligeiramente decrescentes, como entre 1884 até 1888, de 1908 até 1912 e de 1928 até 1933.

Os processos inflacionários são temas controvertidos e dos mais estudados na literatura, devido aos seus efeitos na economia e na qualidade de vida da população. Pode-se citar três efeitos principais de inflação: no crescimento econômico; na distribuição da renda entre regiões, setores, indivíduos e fatores de produção; e na alocação dos recursos. A bem da verdade, os efeitos da inflação são, em grande parte, provocados por mudanças não esperadas ou inevitáveis nos preços relativos dos fatores e produtos, e não pela mera existência da inflação.

Os efeitos da inflação no crescimento real da economia como um todo, e até mesmo de setores específicos, ocorrem de formas distintas no curto e no longo prazo. A curto prazo, as mudanças nos preços relativos, às vezes obscurecidas pela inflação, têm o efeito de estimular aqueles setores com relação de preços favoráveis. Evidências são abundantes a este respeito, quer sob a forma da curva de Phillips para a economia como um todo, quer sob a forma de modelos de resposta da produção, ou de utilização de fatores com respeito a mudanças nos preços. É de consenso geral que os aumentos nos preços reais, quer deflacionados pelas expectativas, quer pelos custos de produção, têm efeitos positivos, pelo menos a curto prazo, na oferta e nas decisões de produção. A longo prazo, este efeito pode desaparecer, se a inflação corroer os aumentos dos preços reais, e outros efeitos negativos tornam-se predominantes. Adaptado.

Por Cláudio R. Contador. Disponível em: https://bit.ly/3gXWceh. 
Leia o texto 'Inflação' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Em grande parte, afirma o texto, os efeitos da inflação são provocados por mudanças não esperadas ou inevitáveis nos preços relativos aos fatores e produtos, e não pela mera existência da inflação.
II. De acordo com o texto, os efeitos da inflação no crescimento real da economia como um todo, e até mesmo de setores específicos, ocorrem de acordo com um padrão facilmente identificável, seja no curto ou no longo prazo.
III. O texto afirma que, no curto prazo, alguns setores da economia podem ser estimulados por mudanças de preços favoráveis. Evidências são abundantes a esse respeito, quer sob a forma da curva de Phillips para a economia como um todo, quer sob a forma de modelos de resposta da produção, ou de utilização de fatores com respeito a mudanças nos preços.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1707286 Conhecimentos Gerais
Inflação

A inflação não é algo novo na economia brasileira. Pelo contrário, registros dos mais antigos apontam o fenômeno como crônico, pelo menos no último século. Mais ainda, o crescimento dos preços não foi estável ou oscilou entre intervalos razoáveis na economia nacional. As fases de inflação modesta foram seguidas de períodos de inflação intensa, às vezes quase atingindo a taxa de 100% ao ano, como nos anos de 1890 e 1891 e em 1963. Houve, ainda, períodos de preços estáveis e ligeiramente decrescentes, como entre 1884 até 1888, de 1908 até 1912 e de 1928 até 1933.

Os processos inflacionários são temas controvertidos e dos mais estudados na literatura, devido aos seus efeitos na economia e na qualidade de vida da população. Pode-se citar três efeitos principais de inflação: no crescimento econômico; na distribuição da renda entre regiões, setores, indivíduos e fatores de produção; e na alocação dos recursos. A bem da verdade, os efeitos da inflação são, em grande parte, provocados por mudanças não esperadas ou inevitáveis nos preços relativos dos fatores e produtos, e não pela mera existência da inflação.

Os efeitos da inflação no crescimento real da economia como um todo, e até mesmo de setores específicos, ocorrem de formas distintas no curto e no longo prazo. A curto prazo, as mudanças nos preços relativos, às vezes obscurecidas pela inflação, têm o efeito de estimular aqueles setores com relação de preços favoráveis. Evidências são abundantes a este respeito, quer sob a forma da curva de Phillips para a economia como um todo, quer sob a forma de modelos de resposta da produção, ou de utilização de fatores com respeito a mudanças nos preços. É de consenso geral que os aumentos nos preços reais, quer deflacionados pelas expectativas, quer pelos custos de produção, têm efeitos positivos, pelo menos a curto prazo, na oferta e nas decisões de produção. A longo prazo, este efeito pode desaparecer, se a inflação corroer os aumentos dos preços reais, e outros efeitos negativos tornam-se predominantes. Adaptado.

Por Cláudio R. Contador. Disponível em: https://bit.ly/3gXWceh. 
Leia o texto 'Inflação' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Os processos inflacionários são temas controvertidos e dos mais estudados na literatura, devido aos seus efeitos na economia e na qualidade de vida da população, de acordo com o texto.
II. De acordo com o texto, a longo prazo, a inflação corrói os aumentos dos preços reais, o que leva os setores produtivos a terem maiores estímulos para aumentar a produção e contratar mão-de-obra, gerando desvalorização do câmbio e queda nos custos transportes.
III. No Brasil, as fases de inflação modesta foram seguidas de períodos de inflação intensa, às vezes quase atingindo a taxa de 100% ao ano, como nos anos de 1890, 1891 e 1963, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1707285 Conhecimentos Gerais
Inflação

A inflação não é algo novo na economia brasileira. Pelo contrário, registros dos mais antigos apontam o fenômeno como crônico, pelo menos no último século. Mais ainda, o crescimento dos preços não foi estável ou oscilou entre intervalos razoáveis na economia nacional. As fases de inflação modesta foram seguidas de períodos de inflação intensa, às vezes quase atingindo a taxa de 100% ao ano, como nos anos de 1890 e 1891 e em 1963. Houve, ainda, períodos de preços estáveis e ligeiramente decrescentes, como entre 1884 até 1888, de 1908 até 1912 e de 1928 até 1933.

Os processos inflacionários são temas controvertidos e dos mais estudados na literatura, devido aos seus efeitos na economia e na qualidade de vida da população. Pode-se citar três efeitos principais de inflação: no crescimento econômico; na distribuição da renda entre regiões, setores, indivíduos e fatores de produção; e na alocação dos recursos. A bem da verdade, os efeitos da inflação são, em grande parte, provocados por mudanças não esperadas ou inevitáveis nos preços relativos dos fatores e produtos, e não pela mera existência da inflação.

Os efeitos da inflação no crescimento real da economia como um todo, e até mesmo de setores específicos, ocorrem de formas distintas no curto e no longo prazo. A curto prazo, as mudanças nos preços relativos, às vezes obscurecidas pela inflação, têm o efeito de estimular aqueles setores com relação de preços favoráveis. Evidências são abundantes a este respeito, quer sob a forma da curva de Phillips para a economia como um todo, quer sob a forma de modelos de resposta da produção, ou de utilização de fatores com respeito a mudanças nos preços. É de consenso geral que os aumentos nos preços reais, quer deflacionados pelas expectativas, quer pelos custos de produção, têm efeitos positivos, pelo menos a curto prazo, na oferta e nas decisões de produção. A longo prazo, este efeito pode desaparecer, se a inflação corroer os aumentos dos preços reais, e outros efeitos negativos tornam-se predominantes. Adaptado.

Por Cláudio R. Contador. Disponível em: https://bit.ly/3gXWceh. 
Leia o texto 'Inflação' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. No Brasil, houve períodos de preços crescentes em ritmo acelerado (fenômeno denominado de hiperinflação), como entre os anos de 1884 até 1888, de 1908 até 1912 e de 1928 até 1933, de acordo com o texto.
II. Uma das ideias presentes no texto é a de que a inflação afeta o crescimento econômico, a distribuição da renda entre regiões, setores, indivíduos e fatores de produção, e a alocação dos recursos.
III. A inflação é algo novo na economia brasileira, pois os registros desse fenômeno no último século são escassos e os seus efeitos sobre a economia, a produção e a qualidade de vida são difíceis de identificar, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1707284 Geografia
Energia e meio ambiente no Brasil

Projeções do consumo futuro de energia no Brasil dependem criticamente do tipo de desenvolvimento e crescimento econômico que o país terá. As decisões brasileiras na área de energia não podem ser calcadas em modelos simplistas, pois a matriz energética brasileira depende dos rumos que o desenvolvimento econômico do país vai seguir. Assim, a política energética deve reconhecer esse fato fundamental, visto que parte do sistema energético foi privatizado e depende, portanto, de investimentos não-governamentais.

Em todos os casos, o licenciamento ambiental de empreendimentos de produção de energia deve ser obedecido. Dessa forma, é possível mitigar muitos dos impactos e, com políticas corretas e prévio e transparente estudo de impacto ambiental, proceder a compensações ambientais justas.

No Brasil, há muito espaço para ampliar a gestão governamental no setor de energia, principalmente quando se busca maior eficiência no uso final de energia, visto que não se podem deixar de lado aspectos de segurança no fornecimento, criação de empregos e de sustentabilidade ambiental. Por exemplo, a utilização de biomassa para a produção de energia, além de ser competitiva comercialmente com o petróleo, é mais limpa, renovável e permite gerar muitos empregos. Buscar fontes renováveis de geração de eletricidade é um poderoso estímulo aos agentes de mercado.

Programas de eficiência energética, baseados na adoção de padrões mandatórios, estimulam o setor de serviços, reduzem a poluição e prolongam a vida das reservas de petróleo e gás. Além disso, a definição do perfil industrial brasileiro tem grande impacto na quantidade e no tipo de energia final que teremos que produzir. Historicamente, o país é um grande produtor de produtos intensivos no uso de energia, como papel e celulose, ferro e aço e alumínio. A mudança desse perfil para produtos menos intensivos no consumo de energia pode alterar, no longo prazo, a demanda de energia no país e adicionar valor à nossa produção e exportações.

Por José Goldemberg e Oswaldo Lucon. Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3j7OKic. 
Leia o texto 'Energia e meio ambiente no Brasil' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O setor de energia no Brasil deve observar questões como a segurança no fornecimento aos cidadãos e à indústria, a criação de empregos para as pessoas mais carentes e a sustentabilidade ambiental das matas e florestas de toda a América Latina, de acordo com o texto.
II. Conforme o texto, a mudança do perfil industrial brasileiro para produtos menos intensivos no consumo de energia pode alterar, no longo prazo, a demanda de energia no país e adicionar valor à nossa produção e exportações.
III. O texto afirma que, para realizar um adequado planejamento energético no Brasil, é necessário buscar fontes renováveis de geração de eletricidade, pois essa prática é contrária aos interesses dos agentes de mercado.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1707283 Geografia
Energia e meio ambiente no Brasil

Projeções do consumo futuro de energia no Brasil dependem criticamente do tipo de desenvolvimento e crescimento econômico que o país terá. As decisões brasileiras na área de energia não podem ser calcadas em modelos simplistas, pois a matriz energética brasileira depende dos rumos que o desenvolvimento econômico do país vai seguir. Assim, a política energética deve reconhecer esse fato fundamental, visto que parte do sistema energético foi privatizado e depende, portanto, de investimentos não-governamentais.

Em todos os casos, o licenciamento ambiental de empreendimentos de produção de energia deve ser obedecido. Dessa forma, é possível mitigar muitos dos impactos e, com políticas corretas e prévio e transparente estudo de impacto ambiental, proceder a compensações ambientais justas.

No Brasil, há muito espaço para ampliar a gestão governamental no setor de energia, principalmente quando se busca maior eficiência no uso final de energia, visto que não se podem deixar de lado aspectos de segurança no fornecimento, criação de empregos e de sustentabilidade ambiental. Por exemplo, a utilização de biomassa para a produção de energia, além de ser competitiva comercialmente com o petróleo, é mais limpa, renovável e permite gerar muitos empregos. Buscar fontes renováveis de geração de eletricidade é um poderoso estímulo aos agentes de mercado.

Programas de eficiência energética, baseados na adoção de padrões mandatórios, estimulam o setor de serviços, reduzem a poluição e prolongam a vida das reservas de petróleo e gás. Além disso, a definição do perfil industrial brasileiro tem grande impacto na quantidade e no tipo de energia final que teremos que produzir. Historicamente, o país é um grande produtor de produtos intensivos no uso de energia, como papel e celulose, ferro e aço e alumínio. A mudança desse perfil para produtos menos intensivos no consumo de energia pode alterar, no longo prazo, a demanda de energia no país e adicionar valor à nossa produção e exportações.

Por José Goldemberg e Oswaldo Lucon. Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3j7OKic. 
Leia o texto 'Energia e meio ambiente no Brasil' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. As decisões brasileiras na área de energia não podem ser calcadas em modelos simplistas, pois a matriz energética brasileira depende dos rumos que o desenvolvimento econômico do país vai seguir, de acordo com o texto.
II. De acordo com o texto, com o licenciamento ambiental de empreendimentos de produção de energia, é possível mitigar muitos dos impactos e, com políticas corretas e prévio e transparente estudo de impacto ambiental, proceder a compensações ambientais justas.
III. A utilização de biomassa para produção de energia, além de ser competitiva comercialmente com o petróleo, é mais limpa, renovável e permite gerar muitos empregos, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1707282 Geografia
Energia e meio ambiente no Brasil

Projeções do consumo futuro de energia no Brasil dependem criticamente do tipo de desenvolvimento e crescimento econômico que o país terá. As decisões brasileiras na área de energia não podem ser calcadas em modelos simplistas, pois a matriz energética brasileira depende dos rumos que o desenvolvimento econômico do país vai seguir. Assim, a política energética deve reconhecer esse fato fundamental, visto que parte do sistema energético foi privatizado e depende, portanto, de investimentos não-governamentais.

Em todos os casos, o licenciamento ambiental de empreendimentos de produção de energia deve ser obedecido. Dessa forma, é possível mitigar muitos dos impactos e, com políticas corretas e prévio e transparente estudo de impacto ambiental, proceder a compensações ambientais justas.

No Brasil, há muito espaço para ampliar a gestão governamental no setor de energia, principalmente quando se busca maior eficiência no uso final de energia, visto que não se podem deixar de lado aspectos de segurança no fornecimento, criação de empregos e de sustentabilidade ambiental. Por exemplo, a utilização de biomassa para a produção de energia, além de ser competitiva comercialmente com o petróleo, é mais limpa, renovável e permite gerar muitos empregos. Buscar fontes renováveis de geração de eletricidade é um poderoso estímulo aos agentes de mercado.

Programas de eficiência energética, baseados na adoção de padrões mandatórios, estimulam o setor de serviços, reduzem a poluição e prolongam a vida das reservas de petróleo e gás. Além disso, a definição do perfil industrial brasileiro tem grande impacto na quantidade e no tipo de energia final que teremos que produzir. Historicamente, o país é um grande produtor de produtos intensivos no uso de energia, como papel e celulose, ferro e aço e alumínio. A mudança desse perfil para produtos menos intensivos no consumo de energia pode alterar, no longo prazo, a demanda de energia no país e adicionar valor à nossa produção e exportações.

Por José Goldemberg e Oswaldo Lucon. Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3j7OKic. 
Leia o texto 'Energia e meio ambiente no Brasil' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Historicamente, o Brasil é um grande produtor de produtos intensivos no uso de energia, como papel e celulose, eletrônicos, máquinas pesadas, eletrodomésticos, automóveis, produtos de química fina, minerais, gases nobres, ferro, aço e alumínio, de acordo com o texto.
II. Segundo o texto, em geral, o custo da energia elétrica interfere diretamente na capacidade produtiva e no crescimento de uma nação. Por isso, as projeções do consumo futuro de energia no Brasil dependem criticamente do tipo de desenvolvimento e crescimento econômico que os países do hemisfério norte terão.
III. No Brasil, parte do sistema energético foi privatizado e depende, portanto, de investimentos não-governamentais, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1707281 Geografia
Energia e meio ambiente no Brasil

Projeções do consumo futuro de energia no Brasil dependem criticamente do tipo de desenvolvimento e crescimento econômico que o país terá. As decisões brasileiras na área de energia não podem ser calcadas em modelos simplistas, pois a matriz energética brasileira depende dos rumos que o desenvolvimento econômico do país vai seguir. Assim, a política energética deve reconhecer esse fato fundamental, visto que parte do sistema energético foi privatizado e depende, portanto, de investimentos não-governamentais.

Em todos os casos, o licenciamento ambiental de empreendimentos de produção de energia deve ser obedecido. Dessa forma, é possível mitigar muitos dos impactos e, com políticas corretas e prévio e transparente estudo de impacto ambiental, proceder a compensações ambientais justas.

No Brasil, há muito espaço para ampliar a gestão governamental no setor de energia, principalmente quando se busca maior eficiência no uso final de energia, visto que não se podem deixar de lado aspectos de segurança no fornecimento, criação de empregos e de sustentabilidade ambiental. Por exemplo, a utilização de biomassa para a produção de energia, além de ser competitiva comercialmente com o petróleo, é mais limpa, renovável e permite gerar muitos empregos. Buscar fontes renováveis de geração de eletricidade é um poderoso estímulo aos agentes de mercado.

Programas de eficiência energética, baseados na adoção de padrões mandatórios, estimulam o setor de serviços, reduzem a poluição e prolongam a vida das reservas de petróleo e gás. Além disso, a definição do perfil industrial brasileiro tem grande impacto na quantidade e no tipo de energia final que teremos que produzir. Historicamente, o país é um grande produtor de produtos intensivos no uso de energia, como papel e celulose, ferro e aço e alumínio. A mudança desse perfil para produtos menos intensivos no consumo de energia pode alterar, no longo prazo, a demanda de energia no país e adicionar valor à nossa produção e exportações.

Por José Goldemberg e Oswaldo Lucon. Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3j7OKic. 
Leia o texto 'Energia e meio ambiente no Brasil' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. No Brasil, há muito espaço para ampliar a gestão governamental no setor de energia, principalmente quando se busca maior eficiência no uso final de energia, de acordo com o texto.
II. Programas de eficiência energética, baseados na adoção de padrões mandatórios, estimulam o setor de serviços, reduzem a poluição e prolongam a vida das reservas de petróleo e gás, de acordo com o texto.
III. A definição do perfil industrial brasileiro tem grande impacto na quantidade e no tipo de energia final que teremos que produzir. Assim, é perceptível que a demanda por energia elétrica no país é inversamente proporcional ao crescimento de novas industriais, afirma o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1707280 Geografia
SETOR TERCIÁRIO NO BRASIL

Na classificação da estrutura econômica, dividem-se as atividades em três principais setores: o primário (produção de matérias-primas), o secundário (atividade industrial, fontes de energia e transportes) e o terciário (comércio e serviços). Esse último setor vem ganhando cada vez mais atenção no Brasil, haja vista que é o que mais cresce tanto na produção de riquezas quanto na geração de empregos.

Desde a segunda metade do século XX, o setor terciário no Brasil vem apresentando uma acelerada expansão, totalizando atualmente a maior parte da produção econômica do país. Na década de 1950, esse setor totalizava pouco menos de 50% do PIB (Produto Interno Bruto) e menos de 30% do total de empregos. Atualmente, esses números elevaram-se, respectivamente, para 75% e 68,5%.

A expansão do setor de serviços é uma tendência mundial, que está relacionada principalmente com o crescimento das cidades, das populações e da renda, o que aumenta a demanda para a atividade comercial e também para a prestação de serviços. Além disso, a mecanização e robotização cada vez maiores da agricultura e da indústria transferem e concentram a mão de obra para esse setor.

No caso brasileiro, curiosamente, o crescimento do setor terciário está diretamente relacionado com o crescimento do setor secundário, pois a industrialização, além de demandar uma correspondente oferta de serviços e atividades comerciais, também intensifica o processo de urbanização. E é nas áreas urbanas que as atividades relacionadas com o setor de serviços no Brasil concentram-se.

Essa correlação é tão explícita que o setor terciário no Brasil se concentra exatamente nas áreas onde a industrialização concentrou-se historicamente: os grandes eixos populacionais da região Sudeste, sobretudo Rio de Janeiro e São Paulo. Ao mesmo tempo, à medida que se deslocam as indústrias e crescem as cidades médias e metrópoles regionais, cresce também o setor terciário nessas localidades.

Anteriormente, o setor terciário era tido como um setor improdutivo ou com baixas perspectivas de crescimento e geração de oportunidades na área profissional, o que se mostra totalmente diferente hoje. Esse crescimento é chamado de terciarização da economia, algo cada vez mais difundido no Brasil e no mundo, graças, principalmente, à consolidação do processo de globalização e às suas demandas.

É importante, por fim, que não se confunda os termos “terciarização” e “terceirização”. O primeiro representa o crescimento do setor terciário, ao passo que o segundo designa a transferência de serviços e mão de obra de uma organização para outra, geralmente por contratação.

Por Rodolfo F. Alves Pena. Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/32ffwON.
Leia o texto 'SETOR TERCIÁRIO NO BRASIL' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Nas últimas décadas, o crescimento das cidades brasileiras, das populações, do setor industrial, da exportação e da renda minguaram a demanda para a atividade comercial e também para a prestação de serviços relacionados a esses setores produtivos, de acordo com o texto.
II. O texto afirma que, na classificação da estrutura econômica, dividem-se as atividades em três principais setores: o primário (produção de matérias-primas), o secundário (atividade industrial, fontes de energia e transportes) e o terciário (comércio e serviços).
III. No Brasil, a industrialização, além de demandar uma correspondente oferta de serviços e atividades comerciais, também intensifica o processo de urbanização, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1707279 Geografia
SETOR TERCIÁRIO NO BRASIL

Na classificação da estrutura econômica, dividem-se as atividades em três principais setores: o primário (produção de matérias-primas), o secundário (atividade industrial, fontes de energia e transportes) e o terciário (comércio e serviços). Esse último setor vem ganhando cada vez mais atenção no Brasil, haja vista que é o que mais cresce tanto na produção de riquezas quanto na geração de empregos.

Desde a segunda metade do século XX, o setor terciário no Brasil vem apresentando uma acelerada expansão, totalizando atualmente a maior parte da produção econômica do país. Na década de 1950, esse setor totalizava pouco menos de 50% do PIB (Produto Interno Bruto) e menos de 30% do total de empregos. Atualmente, esses números elevaram-se, respectivamente, para 75% e 68,5%.

A expansão do setor de serviços é uma tendência mundial, que está relacionada principalmente com o crescimento das cidades, das populações e da renda, o que aumenta a demanda para a atividade comercial e também para a prestação de serviços. Além disso, a mecanização e robotização cada vez maiores da agricultura e da indústria transferem e concentram a mão de obra para esse setor.

No caso brasileiro, curiosamente, o crescimento do setor terciário está diretamente relacionado com o crescimento do setor secundário, pois a industrialização, além de demandar uma correspondente oferta de serviços e atividades comerciais, também intensifica o processo de urbanização. E é nas áreas urbanas que as atividades relacionadas com o setor de serviços no Brasil concentram-se.

Essa correlação é tão explícita que o setor terciário no Brasil se concentra exatamente nas áreas onde a industrialização concentrou-se historicamente: os grandes eixos populacionais da região Sudeste, sobretudo Rio de Janeiro e São Paulo. Ao mesmo tempo, à medida que se deslocam as indústrias e crescem as cidades médias e metrópoles regionais, cresce também o setor terciário nessas localidades.

Anteriormente, o setor terciário era tido como um setor improdutivo ou com baixas perspectivas de crescimento e geração de oportunidades na área profissional, o que se mostra totalmente diferente hoje. Esse crescimento é chamado de terciarização da economia, algo cada vez mais difundido no Brasil e no mundo, graças, principalmente, à consolidação do processo de globalização e às suas demandas.

É importante, por fim, que não se confunda os termos “terciarização” e “terceirização”. O primeiro representa o crescimento do setor terciário, ao passo que o segundo designa a transferência de serviços e mão de obra de uma organização para outra, geralmente por contratação.

Por Rodolfo F. Alves Pena. Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/32ffwON.
Leia o texto 'SETOR TERCIÁRIO NO BRASIL' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. A expansão do setor de serviços é uma tendência mundial, que está relacionada principalmente com o crescimento das cidades, das populações e da renda, de acordo com o texto.
II. Há cerca de dois séculos, o Brasil era um país predominantemente agrário, afirma o texto. Atualmente, o setor terciário brasileiro totaliza 45% do PIB (Produto Interno Bruto) e 86,5% do total de empregos no país.
III. O crescimento do setor terciário é chamado de terciarização da economia, algo cada vez mais difundido no Brasil e no mundo, graças, principalmente, à consolidação do processo de globalização e às suas demandas, de acordo com o texto.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1707278 Geografia
SETOR TERCIÁRIO NO BRASIL

Na classificação da estrutura econômica, dividem-se as atividades em três principais setores: o primário (produção de matérias-primas), o secundário (atividade industrial, fontes de energia e transportes) e o terciário (comércio e serviços). Esse último setor vem ganhando cada vez mais atenção no Brasil, haja vista que é o que mais cresce tanto na produção de riquezas quanto na geração de empregos.

Desde a segunda metade do século XX, o setor terciário no Brasil vem apresentando uma acelerada expansão, totalizando atualmente a maior parte da produção econômica do país. Na década de 1950, esse setor totalizava pouco menos de 50% do PIB (Produto Interno Bruto) e menos de 30% do total de empregos. Atualmente, esses números elevaram-se, respectivamente, para 75% e 68,5%.

A expansão do setor de serviços é uma tendência mundial, que está relacionada principalmente com o crescimento das cidades, das populações e da renda, o que aumenta a demanda para a atividade comercial e também para a prestação de serviços. Além disso, a mecanização e robotização cada vez maiores da agricultura e da indústria transferem e concentram a mão de obra para esse setor.

No caso brasileiro, curiosamente, o crescimento do setor terciário está diretamente relacionado com o crescimento do setor secundário, pois a industrialização, além de demandar uma correspondente oferta de serviços e atividades comerciais, também intensifica o processo de urbanização. E é nas áreas urbanas que as atividades relacionadas com o setor de serviços no Brasil concentram-se.

Essa correlação é tão explícita que o setor terciário no Brasil se concentra exatamente nas áreas onde a industrialização concentrou-se historicamente: os grandes eixos populacionais da região Sudeste, sobretudo Rio de Janeiro e São Paulo. Ao mesmo tempo, à medida que se deslocam as indústrias e crescem as cidades médias e metrópoles regionais, cresce também o setor terciário nessas localidades.

Anteriormente, o setor terciário era tido como um setor improdutivo ou com baixas perspectivas de crescimento e geração de oportunidades na área profissional, o que se mostra totalmente diferente hoje. Esse crescimento é chamado de terciarização da economia, algo cada vez mais difundido no Brasil e no mundo, graças, principalmente, à consolidação do processo de globalização e às suas demandas.

É importante, por fim, que não se confunda os termos “terciarização” e “terceirização”. O primeiro representa o crescimento do setor terciário, ao passo que o segundo designa a transferência de serviços e mão de obra de uma organização para outra, geralmente por contratação.

Por Rodolfo F. Alves Pena. Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/32ffwON.
Leia o texto 'SETOR TERCIÁRIO NO BRASIL' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. O setor de serviços e comércio tem apresentado um crescimento vertiginoso no Brasil nos dois últimos séculos, afirma o texto. Na década de 1950, por exemplo, o setor terciário brasileiro totalizava mais de 60% do PIB (Produto Interno Bruto) e mais de 45% do total de empregos.
II. Desde a segunda metade do século XX, o setor terciário no Brasil vem apresentando uma acelerada expansão, totalizando atualmente a maior parte da produção econômica do país, de acordo com o texto.
III. Segundo o texto, o setor terciário no Brasil se concentra exatamente nas áreas onde a industrialização concentrou-se historicamente: nos grandes eixos populacionais da região Sudeste, sobretudo Rio de Janeiro e São Paulo.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1707277 Geografia
SETOR TERCIÁRIO NO BRASIL

Na classificação da estrutura econômica, dividem-se as atividades em três principais setores: o primário (produção de matérias-primas), o secundário (atividade industrial, fontes de energia e transportes) e o terciário (comércio e serviços). Esse último setor vem ganhando cada vez mais atenção no Brasil, haja vista que é o que mais cresce tanto na produção de riquezas quanto na geração de empregos.

Desde a segunda metade do século XX, o setor terciário no Brasil vem apresentando uma acelerada expansão, totalizando atualmente a maior parte da produção econômica do país. Na década de 1950, esse setor totalizava pouco menos de 50% do PIB (Produto Interno Bruto) e menos de 30% do total de empregos. Atualmente, esses números elevaram-se, respectivamente, para 75% e 68,5%.

A expansão do setor de serviços é uma tendência mundial, que está relacionada principalmente com o crescimento das cidades, das populações e da renda, o que aumenta a demanda para a atividade comercial e também para a prestação de serviços. Além disso, a mecanização e robotização cada vez maiores da agricultura e da indústria transferem e concentram a mão de obra para esse setor.

No caso brasileiro, curiosamente, o crescimento do setor terciário está diretamente relacionado com o crescimento do setor secundário, pois a industrialização, além de demandar uma correspondente oferta de serviços e atividades comerciais, também intensifica o processo de urbanização. E é nas áreas urbanas que as atividades relacionadas com o setor de serviços no Brasil concentram-se.

Essa correlação é tão explícita que o setor terciário no Brasil se concentra exatamente nas áreas onde a industrialização concentrou-se historicamente: os grandes eixos populacionais da região Sudeste, sobretudo Rio de Janeiro e São Paulo. Ao mesmo tempo, à medida que se deslocam as indústrias e crescem as cidades médias e metrópoles regionais, cresce também o setor terciário nessas localidades.

Anteriormente, o setor terciário era tido como um setor improdutivo ou com baixas perspectivas de crescimento e geração de oportunidades na área profissional, o que se mostra totalmente diferente hoje. Esse crescimento é chamado de terciarização da economia, algo cada vez mais difundido no Brasil e no mundo, graças, principalmente, à consolidação do processo de globalização e às suas demandas.

É importante, por fim, que não se confunda os termos “terciarização” e “terceirização”. O primeiro representa o crescimento do setor terciário, ao passo que o segundo designa a transferência de serviços e mão de obra de uma organização para outra, geralmente por contratação.

Por Rodolfo F. Alves Pena. Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/32ffwON.
Leia o texto 'SETOR TERCIÁRIO NO BRASIL' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Algumas mudanças tecnológicas em outros setores favoreceram a terceirização da economia. A mecanização e a robotização cada vez maiores da agricultura e da indústria, por exemplo, transferiram e concentraram toda a mão de obra nacional no setor terciário, afirma o texto.
II. O setor terciário vem ganhando cada vez mais atenção no Brasil, haja vista que é o que mais cresce tanto na produção de riquezas quanto na geração de empregos, de acordo com o texto.
III. O texto destaca a importância de não se confundir os termos “terciarização” e “terceirização”. O primeiro representa o crescimento do setor terciário, ao passo que o segundo designa a transferência de serviços e mão de obra de uma organização para outra, geralmente por contratação.
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Q1707276 Geografia
SETOR TERCIÁRIO NO BRASIL

Na classificação da estrutura econômica, dividem-se as atividades em três principais setores: o primário (produção de matérias-primas), o secundário (atividade industrial, fontes de energia e transportes) e o terciário (comércio e serviços). Esse último setor vem ganhando cada vez mais atenção no Brasil, haja vista que é o que mais cresce tanto na produção de riquezas quanto na geração de empregos.

Desde a segunda metade do século XX, o setor terciário no Brasil vem apresentando uma acelerada expansão, totalizando atualmente a maior parte da produção econômica do país. Na década de 1950, esse setor totalizava pouco menos de 50% do PIB (Produto Interno Bruto) e menos de 30% do total de empregos. Atualmente, esses números elevaram-se, respectivamente, para 75% e 68,5%.

A expansão do setor de serviços é uma tendência mundial, que está relacionada principalmente com o crescimento das cidades, das populações e da renda, o que aumenta a demanda para a atividade comercial e também para a prestação de serviços. Além disso, a mecanização e robotização cada vez maiores da agricultura e da indústria transferem e concentram a mão de obra para esse setor.

No caso brasileiro, curiosamente, o crescimento do setor terciário está diretamente relacionado com o crescimento do setor secundário, pois a industrialização, além de demandar uma correspondente oferta de serviços e atividades comerciais, também intensifica o processo de urbanização. E é nas áreas urbanas que as atividades relacionadas com o setor de serviços no Brasil concentram-se.

Essa correlação é tão explícita que o setor terciário no Brasil se concentra exatamente nas áreas onde a industrialização concentrou-se historicamente: os grandes eixos populacionais da região Sudeste, sobretudo Rio de Janeiro e São Paulo. Ao mesmo tempo, à medida que se deslocam as indústrias e crescem as cidades médias e metrópoles regionais, cresce também o setor terciário nessas localidades.

Anteriormente, o setor terciário era tido como um setor improdutivo ou com baixas perspectivas de crescimento e geração de oportunidades na área profissional, o que se mostra totalmente diferente hoje. Esse crescimento é chamado de terciarização da economia, algo cada vez mais difundido no Brasil e no mundo, graças, principalmente, à consolidação do processo de globalização e às suas demandas.

É importante, por fim, que não se confunda os termos “terciarização” e “terceirização”. O primeiro representa o crescimento do setor terciário, ao passo que o segundo designa a transferência de serviços e mão de obra de uma organização para outra, geralmente por contratação.

Por Rodolfo F. Alves Pena. Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/32ffwON.
Leia o texto 'SETOR TERCIÁRIO NO BRASIL' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. De acordo com o texto, nos países europeus e na América do Norte, a maior parte das empresas e dos trabalhadores do terceiro setor estão localizados em pequenas cidades do interior, especialmente nas regiões agrícolas. , afirma o texto. No Brasil, por outro lado, é nas áreas urbanas que as atividades relacionadas ao setor de serviços se concentram.
II. O setor terciário era tido como um setor improdutivo ou com baixas perspectivas de crescimento e geração de oportunidades na área profissional, o que se mostra totalmente diferente atualmente, de acordo com o texto.
III. O surgimento de novas tecnologias, a ampliação da indústria nacional, a redução da indústria de pesca e o aumento das exportações contribuíram para que, no Brasil, o crescimento do setor terciário fosse inversamente proporcional ao crescimento do volume de negociações de moedas estrangeiras, de acordo com o texto.
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Alternativas
Q1707275 Geografia
TUNDRA

A tundra é um bioma que se situa nas regiões próximas ao polo Ártico, norte do Canadá, da Europa e da Ásia. Nesse bioma, a vegetação se desenvolve apenas no verão, que dura de dois a três meses por ano, com temperatura máxima de 10ºC. Nos outros meses do ano, a tundra permanece congelada, atingindo – 20ºC.

Na tundra, a vegetação que consegue sobreviver são plantas de pequeno porte, como musgos, líquens e arbustos, que servem de alimento aos animais que ali vivem. Nesse bioma não existem árvores, pois a pouca claridade e o frio impedem o seu crescimento.

No verão, podem ser vistos muitos animais na tundra, como as renas, lemingues, raposas, bois-almiscarados, lebres árticas, lobos árticos, urso branco, coruja-das-neves, muitos insetos e aves migratórias.

Nas épocas em que a tundra permanece congelada, os animais de grande porte que habitam esse bioma migram para o sul em direção à taiga, enquanto os outros mamíferos menores se escondem em tocas, e a maioria das aves migra para outras regiões. Os insetos permanecem em estado de dormência.

Alguns animais, como a lebre do ártico, as raposas e as ptármigas, permanecem durante todo o ano no bioma, pois têm a capacidade de mudar a cobertura do corpo conforme as estações do ano. Sendo assim, no inverno, esses animais adquirem uma cobertura branca, permitindo que sejam confundidos com o meio; e no verão adquirem uma cor mais escura.

Aves e mamíferos (seres endotérmicos) possuem várias adaptações que os permitem sobreviver em um ambiente frio, como plumagem e pelagem mais espessas e diminuição das extremidades corporais, como orelhas, caudas e patas. Dessa forma, a perda de calor para o ambiente é menor, auxiliando na manutenção da temperatura do corpo.

Por Paula L. Moraes. Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3hlWqwN.
Leia o texto 'TUNDRA' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. No verão, podem ser vistos muitos animais na tundra, como as renas, lemingues, raposas, bois-almiscarados, lebres árticas, lobos árticos, urso branco, coruja-das-neves, muitos insetos e aves migratórias, de acordo com o texto.
II. De acordo com o texto, na tundra, a vegetação que consegue sobreviver corresponde às plantas de pequeno porte, como musgos, líquens e arbustos, que servem de alimento aos animais que ali vivem.
III. Segundo o texto, ao longo do ano, a tundra permanece congelada, atingindo temperaturas abaixo de – 35ºC, exceto no outono, quando as flores e frutos começam a desabrochar nas árvores desse tipo de floresta.
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Alternativas
Q1707274 Geografia
TUNDRA

A tundra é um bioma que se situa nas regiões próximas ao polo Ártico, norte do Canadá, da Europa e da Ásia. Nesse bioma, a vegetação se desenvolve apenas no verão, que dura de dois a três meses por ano, com temperatura máxima de 10ºC. Nos outros meses do ano, a tundra permanece congelada, atingindo – 20ºC.

Na tundra, a vegetação que consegue sobreviver são plantas de pequeno porte, como musgos, líquens e arbustos, que servem de alimento aos animais que ali vivem. Nesse bioma não existem árvores, pois a pouca claridade e o frio impedem o seu crescimento.

No verão, podem ser vistos muitos animais na tundra, como as renas, lemingues, raposas, bois-almiscarados, lebres árticas, lobos árticos, urso branco, coruja-das-neves, muitos insetos e aves migratórias.

Nas épocas em que a tundra permanece congelada, os animais de grande porte que habitam esse bioma migram para o sul em direção à taiga, enquanto os outros mamíferos menores se escondem em tocas, e a maioria das aves migra para outras regiões. Os insetos permanecem em estado de dormência.

Alguns animais, como a lebre do ártico, as raposas e as ptármigas, permanecem durante todo o ano no bioma, pois têm a capacidade de mudar a cobertura do corpo conforme as estações do ano. Sendo assim, no inverno, esses animais adquirem uma cobertura branca, permitindo que sejam confundidos com o meio; e no verão adquirem uma cor mais escura.

Aves e mamíferos (seres endotérmicos) possuem várias adaptações que os permitem sobreviver em um ambiente frio, como plumagem e pelagem mais espessas e diminuição das extremidades corporais, como orelhas, caudas e patas. Dessa forma, a perda de calor para o ambiente é menor, auxiliando na manutenção da temperatura do corpo.

Por Paula L. Moraes. Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3hlWqwN.
Leia o texto 'TUNDRA' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. No inverno, alguns animais que vivem na tundra adquirem uma cobertura branca, permitindo que sejam confundidos com o meio; e no verão adquirem uma cor mais escura, de acordo com o texto.
II. Nas épocas em que a tundra permanece congelada, os insetos permanecem em estado de dormência e a maioria dos pássaros que ali habitam iniciam o período de acasalamento, a fim de beneficiarem-se com a abundância alimentar proporcionada pelo inverno, de acordo com o texto.
III. Na tundra existem diversas espécies de pinheiros e carvalhos, pois a pouca claridade e o frio impedem o crescimento de gramíneas, arbustos e frutíferas, de acordo com o texto. Nessa vegetação, é possível observar alguns tipos de aves e mamíferos migratórios com hábitos alimentares de onívoros, afirma o texto.
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Alternativas
Q1707273 Geografia
TUNDRA

A tundra é um bioma que se situa nas regiões próximas ao polo Ártico, norte do Canadá, da Europa e da Ásia. Nesse bioma, a vegetação se desenvolve apenas no verão, que dura de dois a três meses por ano, com temperatura máxima de 10ºC. Nos outros meses do ano, a tundra permanece congelada, atingindo – 20ºC.

Na tundra, a vegetação que consegue sobreviver são plantas de pequeno porte, como musgos, líquens e arbustos, que servem de alimento aos animais que ali vivem. Nesse bioma não existem árvores, pois a pouca claridade e o frio impedem o seu crescimento.

No verão, podem ser vistos muitos animais na tundra, como as renas, lemingues, raposas, bois-almiscarados, lebres árticas, lobos árticos, urso branco, coruja-das-neves, muitos insetos e aves migratórias.

Nas épocas em que a tundra permanece congelada, os animais de grande porte que habitam esse bioma migram para o sul em direção à taiga, enquanto os outros mamíferos menores se escondem em tocas, e a maioria das aves migra para outras regiões. Os insetos permanecem em estado de dormência.

Alguns animais, como a lebre do ártico, as raposas e as ptármigas, permanecem durante todo o ano no bioma, pois têm a capacidade de mudar a cobertura do corpo conforme as estações do ano. Sendo assim, no inverno, esses animais adquirem uma cobertura branca, permitindo que sejam confundidos com o meio; e no verão adquirem uma cor mais escura.

Aves e mamíferos (seres endotérmicos) possuem várias adaptações que os permitem sobreviver em um ambiente frio, como plumagem e pelagem mais espessas e diminuição das extremidades corporais, como orelhas, caudas e patas. Dessa forma, a perda de calor para o ambiente é menor, auxiliando na manutenção da temperatura do corpo.

Por Paula L. Moraes. Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3hlWqwN.
Leia o texto 'TUNDRA' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Na tundra, aves e mamíferos (seres endotérmicos) possuem várias adaptações que os permitem sobreviver em um ambiente frio, como plumagem e pelagem mais espessas e diminuição das extremidades corporais, como orelhas, caudas e patas, de acordo com o texto.
II. A tundra é um bioma que se situa nas regiões próximas ao polo Ártico, norte da África, da Europa e da Ásia, de acordo com o texto. Essa região é facilmente reconhecida pela sua vegetação de pinheiros, poucas gramíneas e dinâmica de chuvas bem determinada.
III. Alguns animais, como a lebre do ártico, as raposas e as ptármigas, permanecem durante todo o ano na tundra, pois têm a capacidade de mudar a cobertura do corpo conforme as estações do ano, de acordo com o texto.
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Alternativas
Q1707272 Geografia
TUNDRA

A tundra é um bioma que se situa nas regiões próximas ao polo Ártico, norte do Canadá, da Europa e da Ásia. Nesse bioma, a vegetação se desenvolve apenas no verão, que dura de dois a três meses por ano, com temperatura máxima de 10ºC. Nos outros meses do ano, a tundra permanece congelada, atingindo – 20ºC.

Na tundra, a vegetação que consegue sobreviver são plantas de pequeno porte, como musgos, líquens e arbustos, que servem de alimento aos animais que ali vivem. Nesse bioma não existem árvores, pois a pouca claridade e o frio impedem o seu crescimento.

No verão, podem ser vistos muitos animais na tundra, como as renas, lemingues, raposas, bois-almiscarados, lebres árticas, lobos árticos, urso branco, coruja-das-neves, muitos insetos e aves migratórias.

Nas épocas em que a tundra permanece congelada, os animais de grande porte que habitam esse bioma migram para o sul em direção à taiga, enquanto os outros mamíferos menores se escondem em tocas, e a maioria das aves migra para outras regiões. Os insetos permanecem em estado de dormência.

Alguns animais, como a lebre do ártico, as raposas e as ptármigas, permanecem durante todo o ano no bioma, pois têm a capacidade de mudar a cobertura do corpo conforme as estações do ano. Sendo assim, no inverno, esses animais adquirem uma cobertura branca, permitindo que sejam confundidos com o meio; e no verão adquirem uma cor mais escura.

Aves e mamíferos (seres endotérmicos) possuem várias adaptações que os permitem sobreviver em um ambiente frio, como plumagem e pelagem mais espessas e diminuição das extremidades corporais, como orelhas, caudas e patas. Dessa forma, a perda de calor para o ambiente é menor, auxiliando na manutenção da temperatura do corpo.

Por Paula L. Moraes. Adaptado. Disponível em: https://bit.ly/3hlWqwN.
Leia o texto 'TUNDRA' e, em seguida, analise as afirmativas abaixo:
I. Nas épocas em que a tundra permanece congelada, os animais de grande porte que habitam esse bioma migram para o sul em direção à taiga, enquanto os outros mamíferos menores se escondem em tocas, e a maioria das aves migra para outras regiões, de acordo com o texto.
II. Na tundra, aves e mamíferos (seres endotérmicos) possuem várias adaptações que reduzem a perda de calor para o ambiente, auxiliando na manutenção da temperatura do corpo, de acordo com o texto.
III. O texto afirma que, na tundra, a vegetação se desenvolve apenas no outono, que dura cerca de dois a três meses por ano, atinge a temperatura máxima de 10 ºC, é caracterizado por uma ampla dinâmica de migração de animais e pelo florescimento de plantas.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q1707271 Geografia
Analise as afirmativas a seguir:
I. A distribuição espacial dos biomas depende de diferentes elementos e fatores, entre os quais se destacam o clima e o solo. Em regiões climaticamente semelhantes, por exemplo, encontramos geobiocenoses e paisagens semelhantes.
II. No hemisfério norte, encontra-se o cinturão das florestas de coníferas e, nas altas latitudes, especialmente no hemisfério boreal, a tundra. Cada uma dessas regiões apresenta aspectos específicos.
III. Os ventos alísios são o resultado da ascensão de massas de ar que convergem de zonas de alta pressão (anticiclônicas), nos trópicos, para zonas de baixa pressão (ciclônicas) no Equador, formando um ciclo.
Marque a alternativa CORRETA:
Alternativas
Respostas
12301: C
12302: B
12303: C
12304: C
12305: C
12306: B
12307: B
12308: D
12309: B
12310: C
12311: C
12312: C
12313: C
12314: C
12315: B
12316: C
12317: B
12318: C
12319: C
12320: D