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“Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação”.
“(...) não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação”. Nesse trecho há duas ocorrências do emprego da crase. Sabe-se que na crase há situações em que o emprego é obrigatório, outras, facultativo, e outras, indevido. Assinale a alternativa em há uma situação INDEVIDA no emprego da crase.
“Todavia o que poderá se tornar novo é o pulsar dentro de cada um que não se rende ao trivial e se propõe a seguir o curso do rio da vida, deixando-se navegar pela correnteza da esperança, não se entregando à água tácita e incrédula, nem rendendo-se à tórrida estagnação”.
O emprego de trivial, no contexto, traz o mesmo sentido das palavras a seguir, EXCETO:
“O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo.” A palavra destacada pode ser substituída sem prejuízo de sentido por:
“O novo pretende ficar por um bom tempo. Ou melhor, mais precisamente por 365 dias, indubitavelmente. Contudo, percebe-se que só ele é novo. Ao abrir a janela, a rua é a mesma, as casas são as mesmas, o tempo é o mesmo.”
Os termos destacados exprimem, respectivamente:
“Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?”
“Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?” Nesse trecho, percebe-se o emprego de uma figura de linguagem, que consiste numa omissão de um termo já citado, denominada:
“Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?”
“Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?” Todas as palavras destacadas, respectivamente e morfologicamente, recebem a mesma classe gramatical, de acordo com o contexto, ou seja, todas estão como artigo definido, EXCETO:
“Outros olham o novo, o convidado especial; alguns o recebem de branco, outros de amarelo, outros mergulhados no brilho, pois o novo merece. Ele promete. Promete?”
Quanto ao que se sabe a respeito da Formação de Palavras, há no parágrafo em referência um exemplo de derivação imprópria, empregado no texto, com a palavra:
I. No nado borboleta, os braços devem ser movidos simultaneamente em um movimento circular, entrando na água à frente da cabeça.
II. Durante o nado, é importante manter as pernas completamente retas para gerar propulsão eficaz.
III. O movimento ondulatório do corpo, iniciado na cabeça e fluindo até os pés, é essencial para uma técnica eficiente de nado borboleta.
IV.A respiração no nado borboleta deve ser feita a cada três braçadas para manter um ritmo consistente e eficiente.
Estão CORRETAS as afirmativas: