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Q3773622 História
“Estudos a respeito das experiências das mulheres escravas têm apontado para o papel de resistência delas no interior das plantações. [...] Nas áreas rurais — nas quais a maior parte estava empregada nas plantações —, educavam seus filhos através da linguagem e da música, conservando elementos fundamentais de identidades construídas. A partir de tais elementos, ajudavam a reinventar tradições de protesto, muitas das quais africanas (GOMES,1995).” 
Tendo em vista o trecho acima, é possível afirmar que a historiografia vem buscando reinterpretar a noção de “resistências escrava” no contexto da escravidão colonial brasileira como:
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Q3773621 História

"[...] o que não se perdoa a Hitler não é o crime em si, o crime contra o homem, não é a humilhação do homem em si, é o crime contra o homem branco, a humilhação do homem branco e o ter aplicado à Europa processos colonialistas a que até aqui só os árabes da Argélia, os 'coolies' da Índia e os negros de África estavam subordinados (CÉSAIRE, 2020).”


Com base no trecho acima e na historiografia pertinente sobre o tema, pode-se afirmar que:

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Q3773620 História
Em meio à Primeira Guerra Mundial, o governo da Grã-Bretanha emite a Declaração Balfour (1917) onde ficava declarado o apoio da Grã-Bretanha ao estabelecimento de um "lar nacional para o povo judeu" na Palestina. Com o fim da Primeira Guerra Mundial e a divisão de terras do Império Otomano entre França e Grã-Bretanha, as tensões entre a população árabe local e imigrantes judeus cresceram enquanto a GrãBretanha controlava aquela região. Até que em maio de 1949 aconteceu a Nakba.
Acerca da Nakba, está correta a seguinte afirmativa: 
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Q3773619 História
Em diversas sociedades africanas tradicionais, as relações sociais eram ancoradas em estruturas complexas de parentesco e reciprocidade. Tais estruturas que regulavam o trabalho e o acesso à terra teriam sido mantidas mesmo após a expansão militar e comercial dos povos árabes em direção ao continente africano no século VI. Contudo, foi com a invasão europeia que esses sistemas são rompidos e novas formas de exploração e dependência são impostas aos africanos de diversas etnias e grupos culturais. 

Sobre as relações entre sociedade, economia e natureza nas sociedades africanas tradicionais, é possível afirmar que:
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Q3773618 História

O positivismo histórico postula que o historiador deve ser imparcial, atribuindo à História o status de ciência empírica, capaz de reproduzir a verdade objetiva do passado, desde que o pesquisador eliminasse suas emoções e juízos de valor. Contudo, correntes posteriores, como o caso da Escola dos Annales, elaboram uma outra noção de história pautada no que Bloch chamou de “a ciência dos homens no tempo”.


Parte dessa mudança pode ser percebida através da seguinte noção:

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Q3773617 História
A alternativa que melhor caracteriza o sistema de plantation no contexto da colonização americana:  
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Q3773616 História

Entre os anos de 2003 e 2008, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDBEN) foi alterada pelas Leis nº 10.639/2003 e nº 11.645/2008. Tais Leis reelaboram as bases curriculares, tornando obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena. A partir de 2012, com a promulgação das ações afirmativas para pessoas pretas, pardas, quilombolas e indígenas, e a democratização do acesso ao ensino superior, houve também um movimento de aumento na releitura de fontes históricas e elaboração de um maior volume de matéria historiográfica sobre temas e sujeitos outrora invisibilizados pela historiografia.


Esse movimento de releitura historiográfica buscou novas possibilidades teóricas e metodológicas para a sua escrita e investigação histórica, dentre as quais se pode destacar: 

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Q3773605 Pedagogia
De acordo com as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil, as propostas pedagógicas dessa etapa da escolarização devem respeitar princípios éticos, políticos e estéticos. Segundo esse documento, constituem princípios políticos:  
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Q3773592 Português

Texto I


I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?


Por Raphael Conceição



    O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.

    A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.

    É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.

    Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.

    É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.

    Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.

    Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.

    De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.

    A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.

    A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.

    A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).

    Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.

    Mas esse papo é para um próximo texto.

    Um abraço, enter, e até lá.



Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/10 57224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto

Em “[...] a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos” (6º parágrafo), ocorre figura de linguagem denominada:
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Q3773591 Português

Texto I


I.A., uma inteligência que não pensa. Já pensou nisso?


Por Raphael Conceição



    O assombroso avanço tecnológico dos diversos modelos de linguagem existentes no mundo de hoje deixa à margem um debate importante acerca do que se convencionou denominar “Inteligência Artificial”.

    A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano do uso do termo “inteligência” para um tipo de tecnologia que não pensa, não intui, não dispõe de consciência e, se tanto, simula a atividade cerebral humana.

    É indubitável que os bots que conversam de maneira tão natural com as pessoas transmitem uma sensação de proximidade.

    Meu ponto, porém, é que essa “pessoalidade”, por assim dizer, é tão legítima quanto a “mágica” de um ilusionista que prende nossa atenção em uma de suas mãos enquanto, com a outra, realiza processos cujo resultado nos encantará com lenços que lhe saem da boca ou uma carta de baralho rasgada que volta a aparecer em um dos bolsos de seu fraque.

    É divertido ver, admito. Mas não é mágica. Assim como conversar com um sistema também me entretém. Mas não é conversa. Sob essa ótica, desmistificamos questões que inclusive atrapalham as pessoas a usufruírem mais e melhor da tecnologia de que hoje dispomos.

    Quando nos damos conta de que tudo aquilo que perguntamos, demandamos ou pesquisamos, cujas respostas nos chegam em segundos de maneira impressionante, decorre de uma precisão estatística, matemática e padronizada, compreendemos melhor que o caminho a trilhar não é um embate IA x Humano, e sim um viés em que a dita Inteligência Artificial potencializa o que nós, pessoas, somos.

    Se de melhor ou pior, bom, o critério e a decisão ficam à nossa conta.

    De todo modo, medos de que as máquinas algum dia se revoltem contra nós como nas telas de cinema – ou no streaming que parece adivinhar a melhor série que combina com o meu perfil – podem ser minimizados quando aceitamos a IA tal qual ela é: poderosa em cálculo e correlação, mas desprovida de consciência ou compreensão semântica.

    A máquina avança pela nossa real inteligência e nos ajuda a automatizar tarefas repetitivas, calcular cenários em dimensões e magnitudes que há pouco pareciam impossíveis e até mesmo predizer possibilidades com alta taxa de acertos. Tudo isso sem tirar nem ameaçar o papel que nos cumpre: decisores sobre qual impacto queremos que a IA tenha em nossas vidas.

    A TV interferiu no rádio. O digital no impresso. O CD no vinil. A IA, claro, vai transformar muitos aspectos da nossa vida, e nossa relação com ela moldará nosso futuro.

    A pergunta que não quer calar (Como?), porém, não deve ser direcionada ao ChatGPT ou correlatos. Quem vai respondê-la seremos nós, enquanto sociedade, dentro das classes, castas e divisões a que nos submetemos (ou impomos).

    Quem sabe a gente não escolhe usar a tecnologia para um futuro mais inclusivo e menos desigual. Se é possível sonhar? Eu creio que sim.

    Mas esse papo é para um próximo texto.

    Um abraço, enter, e até lá.



Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/opiniao/artigos/2025/10/10 57224-i-a-uma-inteligencia-que-nao-pensa-ja-pensounisso.html. Acesso em 31/10/2025. Excerto

“A discussão que tenho proposto em inúmeras palestras, oficinas e workshops sobre o tema trata de uma região que figura entre a imprecisão e o engano [...]” (2º parágrafo).

Em seu contexto de uso, os dois termos em destaque são classificados, respectivamente, como:  

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Q3773584 Português

“O termo “infodemia” surgiu com força durante a pandemia da Covid-19 para descrever a grande disseminação de informações, tanto verdadeiras quanto falsas, que ocorreram de forma descontrolada. A palavra é uma junção de “informação” e “epidemia”, destacando como o excesso de dados pode se espalhar rapidamente, muitas vezes dificultando a distinção entre fatos confiáveis e desinformação. As fake news não apenas distorcem a realidade, mas têm o poder de influenciar decisões políticas, prejudicar a credibilidade de instituições e colocar em risco a saúde pública.”


Disponível em: https://www.ufsm.br/pet/educom-clima/2025/03/26/como-a-desinformacao-impacta-a-acao-climatica. Acesso: 19 Out. 2025. (Adaptado)



A enfermidade descrita no texto é causadora de um fenômeno denominado:

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Q3773582 Geologia

“Cientistas alertam que o leste da África está passando por um processo geológico de fragmentação que, ao longo de milhões de anos, pode dividir o continente em duas grandes massas. As rachaduras visíveis na superfície do Quênia estão conectadas a fraturas profundas na crosta terrestre, interligadas por canais de gases e fluidos que emergem do interior do planeta. Um estudo mais recente, publicado em agosto de 2025 na Nature Geoscience, revelou que o magma está subindo pela crosta da Etiópia em um ritmo muito mais rápido do que o estimado anteriormente, indicando uma atividade tectônica intensa e contínua.


Disponível em: https://oglobo.globo.com/mundo/stories/o-que-e-a-nova-fenda-na-africa-entenda-como-ela-sedividiu.ghtml. Acesso: 20 out. 2025.



O processo geológico em andamento apresentado no texto poderá originar, numa escala de tempo geológico, para o local citado:

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Q3773581 Geografia

“O que vai acontecer, e não precisaremos esperar por milhares de anos, é a natureza colapsar, os polos derreterem, metade da humanidade ser incinerada pelo calor. Ou quem sabe a Índia extermina o Paquistão, Israel dinamita os países árabes, as Coreias se esfarelam, ou ainda os Estados Unidos arrebentam com milhares de bombas atômicas qualquer um que os desafie?”


SENRA, Alvaro. Antiroad. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2025. p.21



Mais de três décadas após a queda do Muro de Berlin, o texto aborda temas que colocam em risco a vida no planeta caracterizados pelo aspecto descrito a seguir:

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Q3773578 Geografia

“Os resultados do Censo Demográfico 2022 apontam que o Brasil tem 6,0 milhões de mulheres a mais do que homens. A população brasileira é composta por cerca de 104,5 milhões de mulheres e 98,5 milhões de homens, o que, respectivamente, corresponde a 51,5% e 48,5% da população residente no país. O número de homens em relação ao de mulheres vem decrescendo ao longo do tempo. Para cada grupo de 100 mulheres, por exemplo, havia 98,7 homens em 1980; 96,0 em 2010; e 94,2 em 2022.”


Disponível em: https://educa.ibge.gov.br/jovens/conheca-o-brasil/populacao/18320-quantidade-de-homens-emulheres.html. Acesso 12 Out. 2025.



O indicador demográfico apresentado no texto é justificado pelo seguinte fato:

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Q3773575 Geografia

“Manwë e Varda raramente se separam e permanecem em Valinor. As suas mansões situam-se acima da neve eterna, em Oiolossë, a mais remota torre de Taniquetil, a mais alta de todas as montanhas da Terra. Quando Manwë lá sobe ao seu trono e olha em frente, se Varda está a seu lado, ele vê mais longe do que quaisquer outros olhos, através da névoa e através da escuridão e sobre as léguas do mar.”


Tolkien. J. R. R. O Silmarillion. Sintra: Publicações Europa-América, 1977, p.30.



O processo responsável pelas características apresentadas do relevo onde habitam Manwë e Varda ocorreu por:

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Q3773572 Geografia

“A transição para uma matriz energética sustentável tem sido transformada em atividades de agricultores e produtores rurais em Arapiraca e região. No agronegócio, a eletricidade é necessária para o funcionamento de sistemas de controle, refrigeração e armazenamento de grãos, além de maquinários essenciais para a produção.”


Disponível em: https://www.gtfsolar.com.br/. Acesso: 10 Out. 2025.



Levando-se em consideração a latitude e a posição geográfica do município, a matriz mais adequada ao tipo de transição citada no texto é a:  

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Q3773571 Geografia

“Em 2016 foi licenciada a primeira Central de Tratamento de Resíduos Sólidos (CTR), em Pilar (AL), com capacidade para receber o lixo da região metropolitana. No mesmo ano houve ainda: o início do funcionamento da CTR de Craíbas; o IMA notificou o Consórcio Regional de Resíduos Sólidos do Agreste Alagoano (CONAGRESTE) para que as 20 prefeituras consorciadas se adequassem. O Consórcio Intermunicipal para Gestão dos Resíduos Sólidos (CIGRES) foi concluído e regularizado.”


Disponível em: https://www2.ima.al.gov.br/ha-exatos-dois-anos-era-encerrado-o-lixao-de-arapiraca/. Acesso: 10 Out. 2025.



A medida apontada no texto é necessária porque:

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Q3773570 Geografia

“Com o crescimento do centro de Arapiraca houve um rápido aumento de bairros periféricos levando à expansão do perímetro urbano. Este processo fez com que a cidade envolvesse as nascentes principais do riacho Piauí. Outras nascentes foram desviadas, aterradas ou mesmo impermeabilizadas, o que provoca um desajuste no canal principal.”


XAVIER, Patrícia da Conceição Dornellas da Silva. Efeitos do crescimento urbano na qualidade das Águas do riacho Piauí, Arapiraca-AL. Revista de Geografia. Recife: UFPE – DCG/NAPA, v. 24, n o 3, set/dez. 2007



Uma consequência para a população local em relação ao desajuste citado no texto consiste em:

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Q3773567 Geografia

“Esta situação acontece quando as habilidades dos trabalhadores não correspondem às exigências das novas vagas disponíveis no mercado. É um fenômeno causado por mudanças profundas na estrutura econômica, como a substituição de mão de obra por tecnologia, ou mudanças na demanda por certos produtos e serviços.”


PRADO, Maria. Entenda suas causas e impactos. Disponível em: https://blog.contasonline.com.br Acesso:08 Out. 2025



O texto expressa a seguinte característica socioeconômica em andamento:

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Q3772961 História e Geografia de Estados e Municípios
Com relação aos aspectos geográficos, Arapiraca - AL limita-se ao norte e ao sul, respectivamente, com os municípios de: 
Alternativas
Respostas
1121: C
1122: A
1123: A
1124: D
1125: B
1126: A
1127: C
1128: B
1129: A
1130: B
1131: B
1132: A
1133: D
1134: A
1135: C
1136: B
1137: C
1138: A
1139: C
1140: A