Questões de Concurso Comentadas para fundep (gestão de concursos)

Foram encontradas 26.465 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2726866 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10.


TEXTO I


O estupro


Estupradores despertam em mim ímpetos de violência, a custo contidos.


Tive o desprazer de entrar em contato com muitos deles nos presídios. No antigo Carandiru, cumpriam pena isolados nas celas do último andar do Pavilhão Cinco, única maneira de mantê-los a salvo do furor assassino da massa carcerária.


Ao menor descuido da segurança interna, entretanto, eram trucidados com requintes de crueldade. As imagens dos corpos mutilados trazidos à enfermaria para o atestado de óbito até hoje me perseguem.


Para livrá-los da sanha dos companheiros de prisão, a Secretaria da Administração Penitenciária foi obrigada a confiná-los num único presídio, no interior do estado. Nas áreas das cidades em que a justiça caiu nas mãos dos tribunais do crime organizado, o estuprador em liberdade não goza da mesma benevolência.


Assinada pela jornalista Claudia Collucci, com a análise de Fernanda Mena, a Folha publicou uma matéria sobre o aumento do número de estupros coletivos no país.


Os números são assustadores: dos 22.804 casos de estupros que chegaram aos hospitais no ano passado, 3.526 foram coletivos, a forma mais vil de violência de gênero que uma mente perversa pode conceber. Segundo o Ipea, 64% das vítimas eram crianças e adolescentes.


O estupro coletivo é a expressão mais odiosa do desprezo pela condição feminina. É um modo de demonstrar o poder do macho brutal que exibe sua bestialidade, ao subjugar pela violência. Não é por outra razão que esses crimes são filmados e jogados na internet.


Oficialmente, no Brasil, ocorrem 50 mil registros de estupros por ano, dado que o Ipea estima corresponder a apenas 10% do número real, já que pelo menos 450 mil meninas e mulheres violentadas não dão queixa à polícia, por razões que todos conhecemos.


Em 11 anos atendendo na Penitenciária Feminina da Capital, perdi a conta das histórias que ouvi de mulheres estupradas. Difícil eleger a mais revoltante.


Se você, leitora, imagina que as vítimas são atacadas na calada da noite em becos escuros e ruas desertas, está equivocada. Há estimativas de que até 80% desses crimes sejam cometidos no recesso do lar. Os autores não são psicopatas que fugiram do hospício, mas homens comuns, vizinhos ou amigos que abusam da confiança da família, padrastos, tios, avós e até o próprio pai.


A vítima típica é a criança indefesa, insegura emocionalmente, que chega a ser ameaçada de morte caso denuncie o algoz. O predador tira partido da ingenuidade infantil, das falsas demonstrações de carinho que confundem a menina carente, do medo, da impunidade e do acobertamento silencioso das pessoas ao redor. Embora esse tipo de crime aconteça em todas as classes sociais, é na periferia das cidades que adquire caráter epidêmico, sem que a sociedade se digne a reconhecer-lhe existência.


A fama do convívio liberal do homem brasileiro com as mulheres é indevida. A liberdade de andarem com biquínis mínimos nas praias ou seminuas nos desfiles de Carnaval fortalece esse mito. A realidade é outra, no entanto: somos um povo machista que trata as mulheres como seres inferiores. Consideramos que o homem tem o direito de dominá-las, ditar-lhes obrigações, comportamentos e regras sociais e puni-las, quando ousarem decidir por conta própria.


Há demonstração mais contundente da cultura do estupro em nosso país do que os números divulgados pelo Ipea: 24% dos homens acham que “merecem ser atacadas as mulheres que mostram o corpo”. Ou, na pesquisa do Datafolha: 42% dos homens consideram que “mulheres que se dão ao respeito não são atacadas”.


Não se trata de simples insensibilidade diante do sofrimento alheio, mas um deboche descarado desses boçais para ridicularizar as tragédias vividas por milhares de crianças, adolescentes e mulheres adultas violentadas todos os dias, pelos quatro cantos do país.


O impacto do estupro sofrido em casa ou fora dela tem consequências físicas e psicológicas terríveis e duradouras. O estuprador pratica um crime hediondo que não merece condescendência e exige punição exemplar. Uma sociedade que cala diante de tamanha violência é negligente e covarde.


VARELLA, Drauzio. O estupro. Drauzio Varella. 4 set. 2017.

Disponível em: <https://goo.gl/QmDE86>.

Acesso em: 12 set. 2017 (Adaptação).

São características citadas pelo autor sobre a maioria dos estupros, EXCETO:

Alternativas
Q2726865 Português

INSTRUÇÃO: Leia o texto I a seguir para responder às questões de 1 a 10.


TEXTO I


O estupro


Estupradores despertam em mim ímpetos de violência, a custo contidos.


Tive o desprazer de entrar em contato com muitos deles nos presídios. No antigo Carandiru, cumpriam pena isolados nas celas do último andar do Pavilhão Cinco, única maneira de mantê-los a salvo do furor assassino da massa carcerária.


Ao menor descuido da segurança interna, entretanto, eram trucidados com requintes de crueldade. As imagens dos corpos mutilados trazidos à enfermaria para o atestado de óbito até hoje me perseguem.


Para livrá-los da sanha dos companheiros de prisão, a Secretaria da Administração Penitenciária foi obrigada a confiná-los num único presídio, no interior do estado. Nas áreas das cidades em que a justiça caiu nas mãos dos tribunais do crime organizado, o estuprador em liberdade não goza da mesma benevolência.


Assinada pela jornalista Claudia Collucci, com a análise de Fernanda Mena, a Folha publicou uma matéria sobre o aumento do número de estupros coletivos no país.


Os números são assustadores: dos 22.804 casos de estupros que chegaram aos hospitais no ano passado, 3.526 foram coletivos, a forma mais vil de violência de gênero que uma mente perversa pode conceber. Segundo o Ipea, 64% das vítimas eram crianças e adolescentes.


O estupro coletivo é a expressão mais odiosa do desprezo pela condição feminina. É um modo de demonstrar o poder do macho brutal que exibe sua bestialidade, ao subjugar pela violência. Não é por outra razão que esses crimes são filmados e jogados na internet.


Oficialmente, no Brasil, ocorrem 50 mil registros de estupros por ano, dado que o Ipea estima corresponder a apenas 10% do número real, já que pelo menos 450 mil meninas e mulheres violentadas não dão queixa à polícia, por razões que todos conhecemos.


Em 11 anos atendendo na Penitenciária Feminina da Capital, perdi a conta das histórias que ouvi de mulheres estupradas. Difícil eleger a mais revoltante.


Se você, leitora, imagina que as vítimas são atacadas na calada da noite em becos escuros e ruas desertas, está equivocada. Há estimativas de que até 80% desses crimes sejam cometidos no recesso do lar. Os autores não são psicopatas que fugiram do hospício, mas homens comuns, vizinhos ou amigos que abusam da confiança da família, padrastos, tios, avós e até o próprio pai.


A vítima típica é a criança indefesa, insegura emocionalmente, que chega a ser ameaçada de morte caso denuncie o algoz. O predador tira partido da ingenuidade infantil, das falsas demonstrações de carinho que confundem a menina carente, do medo, da impunidade e do acobertamento silencioso das pessoas ao redor. Embora esse tipo de crime aconteça em todas as classes sociais, é na periferia das cidades que adquire caráter epidêmico, sem que a sociedade se digne a reconhecer-lhe existência.


A fama do convívio liberal do homem brasileiro com as mulheres é indevida. A liberdade de andarem com biquínis mínimos nas praias ou seminuas nos desfiles de Carnaval fortalece esse mito. A realidade é outra, no entanto: somos um povo machista que trata as mulheres como seres inferiores. Consideramos que o homem tem o direito de dominá-las, ditar-lhes obrigações, comportamentos e regras sociais e puni-las, quando ousarem decidir por conta própria.


Há demonstração mais contundente da cultura do estupro em nosso país do que os números divulgados pelo Ipea: 24% dos homens acham que “merecem ser atacadas as mulheres que mostram o corpo”. Ou, na pesquisa do Datafolha: 42% dos homens consideram que “mulheres que se dão ao respeito não são atacadas”.


Não se trata de simples insensibilidade diante do sofrimento alheio, mas um deboche descarado desses boçais para ridicularizar as tragédias vividas por milhares de crianças, adolescentes e mulheres adultas violentadas todos os dias, pelos quatro cantos do país.


O impacto do estupro sofrido em casa ou fora dela tem consequências físicas e psicológicas terríveis e duradouras. O estuprador pratica um crime hediondo que não merece condescendência e exige punição exemplar. Uma sociedade que cala diante de tamanha violência é negligente e covarde.


VARELLA, Drauzio. O estupro. Drauzio Varella. 4 set. 2017.

Disponível em: <https://goo.gl/QmDE86>.

Acesso em: 12 set. 2017 (Adaptação).

Analise as afirmativas a seguir.


I. Um dos motivos apontados como causa dos estupros é o excesso de confiança.

II. Para a maioria dos entrevistados, a mulher é atacada por mostrar excessivamente o corpo.

III. Os estupros mencionados nas pesquisas se referem apenas aos cometidos contra as mulheres.


De acordo com o texto, estão incorretas as afirmativas:

Alternativas
Q1703129 Patologia
Sobre a leptospirose, analise as afirmativas a seguir e assinale com V as verdadeiras e com F as falsas.
( ) O agente etiológico é um vírus. ( ) Os reservatórios são os animais sinantrópicos domésticos e selvagens, sendo os principais os roedores das espécies Rattus norvegicus (ratazana ou rato de esgoto), Rattus rattus (rato de telhado ou rato preto) e Mus musculus (camundongo ou catita). ( ) A infecção humana resulta da exposição direta ou indireta à urina de animais infectados. ( ) As medidas de prevenção e controle devem ser direcionadas aos reservatórios, à melhoria das condições de proteção dos trabalhadores expostos e das condições higienicossanitárias da população e às medidas corretivas sobre o meio ambiente, diminuindo sua capacidade de suporte para a instalação e proliferação de roedores.
Assinale a sequência CORRETA.
Alternativas
Q1703128 Enfermagem
Os acidentes por animais peçonhentos podem ocorrer por variados tipos de agentes, entre eles o escorpião. Assinale a alternativa que não apresenta uma característica geral do escorpionismo.
Alternativas
Q1703127 Saúde Pública
O primeiro isolamento do vírus zika ocorreu em 1947, em sangue de macaco do gênero Rhesus e em mosquitos da espécie Aedes (Stegomyia) africanus na floresta de Zika, Uganda. No Brasil, em 2015, foram identificados os primeiros casos do vírus zika em amostras de soro de pacientes da cidade de Natal e de Camaçari (Bahia). Mais recentemente, o vírus circula em outros estados, como: São Paulo, Sergipe, Paraíba, Maranhão, Rio de Janeiro, Ceará, Roraima, Alagoas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Piauí, Pernambuco e Pará. São modos de transmissão do vírus zika, EXCETO:
Alternativas
Q1703126 Medicina
Sobre a dengue, observe as afirmativas a seguir.
I. Doença febril aguda, que pode apresentar um amplo espectro clínico: enquanto a maioria dos pacientes se recupera após evolução clínica leve e autolimitada, uma pequena parte progride para doença grave. II. O vetor é o único elo vulnerável da cadeia de transmissão da doença. Assim, o controle da incidência de dengue está centrado na redução da densidade de infestação dos seus vetores. III. A transmissão se faz pela picada dos mosquitos A. aegypti, no ciclo homem-A. aegypti-homem. Foram registrados casos de transmissão vertical (gestante-bebê) e por transfusão sanguínea.
Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q1703125 Direito Sanitário
De acordo com a Lei Nº 8.080 de 1990, estão incluídas no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS), EXCETO:
Alternativas
Q1703124 Português
Mineiras estão tendo filhos mais tarde e gravidez na adolescência cai
Renata Evangelista
As mineiras estão tornando-se mães mais tarde e o fenômeno da gravidez na adolescência está diminuindo no Estado. Os dados fazem parte do Levantamento Estatísticas do Registro Civil de 2015 e foram divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quinta-feira (24).
Segundo a pesquisa, os partos realizados em mulheres com idades entre 30 a 34 anos subiram 6% nos últimos dez anos, saltando de 16% para 22% no ano passado. Em contrapartida, o número de adolescentes grávidas em Minas caiu de 19,9% em 2005 para 14,8% em 2015, percentual que fica abaixo da média nacional, que é de 16,8%. [...]

De acordo com esse trecho de reportagem publicado no Jornal Hoje em dia de 24 de novembro de 2016, é possível concluir que:
Alternativas
Q1703123 Saúde Pública
Os serviços de saúde de Minas Gerais encontram-se em alerta com a chegada do período chuvoso no estado, pois nessa época e condição ocorre com mais facilidade a proliferação do vetor da dengue e da chikungunya.
Sendo ambas provocadas pelo mesmo vetor, assinale a relação correta entre as duas doenças.
Alternativas
Q1703120 História e Geografia de Estados e Municípios
São Sebastião era o padroeiro do distrito de São Sebastião da Bela Vista, nome anterior à sua emancipação. Quando da criação do município, em 1962, o nome foi alterado para Bela Vista de Minas. O município de Bela Vista de Minas foi criado pela Lei Nº 2.764, de 30 de dezembro de 1962, e, em 29 de abril de 1964, foi oficialmente declarada a emancipação política dessa cidade.
A criação do município foi resultado:
Alternativas
Q1703114 Português
Arquitetos constroem minicasas em apenas 6 horas para pessoas em situação de rua

A “Community First Village” fica no estado do Texas. Ela é capaz de fabricar 240 minicasas com tudo o que uma moradia comum tem.

Um grupo de arquitetos renomados dos Estados Unidos começou uma vila que constrói casas para moradores em situação de rua em apenas 6 horas, menos da metade de um dia.
A Community First Village fica no estado do Texas. A vila possui 240 minicasas com tudo o que uma moradia comum tem. O projeto só foi possível graças à ajuda de 19 mil voluntários, que ajudaram a comprar um terreno de quase 110 mil m2 .
O local possui um centro comunitário, jardim, teatro ao ar livre e centro médico – praticamente uma minicidade. Tudo para que os sem-teto se sintam “em casa”.
Mas, o projeto não oferece apenas moradia. Depois que são instalados na vila, os moradores são encaminhados para microempresas onde podem se profissionalizar. Eles têm o tempo que precisam para organizar suas vidas e, quando se sentirem preparados, deixar o local e ceder seu lugar para outros moradores em situação de rua terem a mesma oportunidade que eles tiveram.
Assinale a alternativa que apresenta a palavra acentuada por ser uma paroxítona
Alternativas
Q1703113 Português
Arquitetos constroem minicasas em apenas 6 horas para pessoas em situação de rua

A “Community First Village” fica no estado do Texas. Ela é capaz de fabricar 240 minicasas com tudo o que uma moradia comum tem.

Um grupo de arquitetos renomados dos Estados Unidos começou uma vila que constrói casas para moradores em situação de rua em apenas 6 horas, menos da metade de um dia.
A Community First Village fica no estado do Texas. A vila possui 240 minicasas com tudo o que uma moradia comum tem. O projeto só foi possível graças à ajuda de 19 mil voluntários, que ajudaram a comprar um terreno de quase 110 mil m2 .
O local possui um centro comunitário, jardim, teatro ao ar livre e centro médico – praticamente uma minicidade. Tudo para que os sem-teto se sintam “em casa”.
Mas, o projeto não oferece apenas moradia. Depois que são instalados na vila, os moradores são encaminhados para microempresas onde podem se profissionalizar. Eles têm o tempo que precisam para organizar suas vidas e, quando se sentirem preparados, deixar o local e ceder seu lugar para outros moradores em situação de rua terem a mesma oportunidade que eles tiveram.
Assinale a alternativa que apresenta a relação incorreta entre o verbo destacado e o modo / forma verbal em que ele está conjugado.
Alternativas
Q1703112 Português
Arquitetos constroem minicasas em apenas 6 horas para pessoas em situação de rua

A “Community First Village” fica no estado do Texas. Ela é capaz de fabricar 240 minicasas com tudo o que uma moradia comum tem.

Um grupo de arquitetos renomados dos Estados Unidos começou uma vila que constrói casas para moradores em situação de rua em apenas 6 horas, menos da metade de um dia.
A Community First Village fica no estado do Texas. A vila possui 240 minicasas com tudo o que uma moradia comum tem. O projeto só foi possível graças à ajuda de 19 mil voluntários, que ajudaram a comprar um terreno de quase 110 mil m2 .
O local possui um centro comunitário, jardim, teatro ao ar livre e centro médico – praticamente uma minicidade. Tudo para que os sem-teto se sintam “em casa”.
Mas, o projeto não oferece apenas moradia. Depois que são instalados na vila, os moradores são encaminhados para microempresas onde podem se profissionalizar. Eles têm o tempo que precisam para organizar suas vidas e, quando se sentirem preparados, deixar o local e ceder seu lugar para outros moradores em situação de rua terem a mesma oportunidade que eles tiveram.
A partir da leitura do texto, é incorreto afirmar:
Alternativas
Q1703111 Português

Engenheiras transformam escombros de guerra em tijolos para reconstruir casas em Gaza


O tijolo ecológico custa a metade do preço de um tijolo normal.


Duas engenheiras criaram um tijolo com os escombros dos conflitos em Gaza para reconstruir as casas de moradores locais.

Apesar da abundância de matéria-prima para fazer o tijolo, Maid Mashharawi e Rawan Abddllaht fizeram muitos experimentos para que o tijolo tivesse a mesma resistência e segurança de um tijolo comum.

Ao invés de rocha e areia, elas usaram concreto e cinzas de carvão, que poluem a região com cerca de dez toneladas semanais. Foi assim que elas chegaram à fórmula do “Greencake”, nome de batismo do tijolo. Com essa fórmula, o tijolo custa a metade do preço de um tijolo normal.

O desafio agora é conseguir produzir a quantidade de tijolos necessária para a construção das moradias, pois a demanda é altíssima: cerca de 40 mil por dia. Segundo a ONU, mais de 9 mil casas palestinas foram totalmente destruídas e mais de 120 mil foram danificadas pela guerra.

Maid e Rawan, então, criaram uma campanha de financiamento coletivo para ampliar a produção de tijolos e ajudar na reconstrução de Gaza, de forma sustentável, a partir de ruínas e, de quebra, diminuindo a poluição

Analise a frase a seguir.

“Engenheiras transformam escombros de guerra em tijolos para reconstruir casas em Gaza”.

Preservando o sentido original dessa frase, a palavra destacada não pode ser substituída por:

Alternativas
Q1703110 Português

Engenheiras transformam escombros de guerra em tijolos para reconstruir casas em Gaza


O tijolo ecológico custa a metade do preço de um tijolo normal.


Duas engenheiras criaram um tijolo com os escombros dos conflitos em Gaza para reconstruir as casas de moradores locais.

Apesar da abundância de matéria-prima para fazer o tijolo, Maid Mashharawi e Rawan Abddllaht fizeram muitos experimentos para que o tijolo tivesse a mesma resistência e segurança de um tijolo comum.

Ao invés de rocha e areia, elas usaram concreto e cinzas de carvão, que poluem a região com cerca de dez toneladas semanais. Foi assim que elas chegaram à fórmula do “Greencake”, nome de batismo do tijolo. Com essa fórmula, o tijolo custa a metade do preço de um tijolo normal.

O desafio agora é conseguir produzir a quantidade de tijolos necessária para a construção das moradias, pois a demanda é altíssima: cerca de 40 mil por dia. Segundo a ONU, mais de 9 mil casas palestinas foram totalmente destruídas e mais de 120 mil foram danificadas pela guerra.

Maid e Rawan, então, criaram uma campanha de financiamento coletivo para ampliar a produção de tijolos e ajudar na reconstrução de Gaza, de forma sustentável, a partir de ruínas e, de quebra, diminuindo a poluição

Analise este exemplo.
Do céu – celeste
Assinale a alternativa que apresenta a locução adjetiva que não corresponde ao adjetivo.
Alternativas
Q1703109 Português

Engenheiras transformam escombros de guerra em tijolos para reconstruir casas em Gaza


O tijolo ecológico custa a metade do preço de um tijolo normal.


Duas engenheiras criaram um tijolo com os escombros dos conflitos em Gaza para reconstruir as casas de moradores locais.

Apesar da abundância de matéria-prima para fazer o tijolo, Maid Mashharawi e Rawan Abddllaht fizeram muitos experimentos para que o tijolo tivesse a mesma resistência e segurança de um tijolo comum.

Ao invés de rocha e areia, elas usaram concreto e cinzas de carvão, que poluem a região com cerca de dez toneladas semanais. Foi assim que elas chegaram à fórmula do “Greencake”, nome de batismo do tijolo. Com essa fórmula, o tijolo custa a metade do preço de um tijolo normal.

O desafio agora é conseguir produzir a quantidade de tijolos necessária para a construção das moradias, pois a demanda é altíssima: cerca de 40 mil por dia. Segundo a ONU, mais de 9 mil casas palestinas foram totalmente destruídas e mais de 120 mil foram danificadas pela guerra.

Maid e Rawan, então, criaram uma campanha de financiamento coletivo para ampliar a produção de tijolos e ajudar na reconstrução de Gaza, de forma sustentável, a partir de ruínas e, de quebra, diminuindo a poluição

No trecho analisado, a palavra “Gaza” é um
Alternativas
Q1703108 Português

Engenheiras transformam escombros de guerra em tijolos para reconstruir casas em Gaza


O tijolo ecológico custa a metade do preço de um tijolo normal.


Duas engenheiras criaram um tijolo com os escombros dos conflitos em Gaza para reconstruir as casas de moradores locais.

Apesar da abundância de matéria-prima para fazer o tijolo, Maid Mashharawi e Rawan Abddllaht fizeram muitos experimentos para que o tijolo tivesse a mesma resistência e segurança de um tijolo comum.

Ao invés de rocha e areia, elas usaram concreto e cinzas de carvão, que poluem a região com cerca de dez toneladas semanais. Foi assim que elas chegaram à fórmula do “Greencake”, nome de batismo do tijolo. Com essa fórmula, o tijolo custa a metade do preço de um tijolo normal.

O desafio agora é conseguir produzir a quantidade de tijolos necessária para a construção das moradias, pois a demanda é altíssima: cerca de 40 mil por dia. Segundo a ONU, mais de 9 mil casas palestinas foram totalmente destruídas e mais de 120 mil foram danificadas pela guerra.

Maid e Rawan, então, criaram uma campanha de financiamento coletivo para ampliar a produção de tijolos e ajudar na reconstrução de Gaza, de forma sustentável, a partir de ruínas e, de quebra, diminuindo a poluição

Analise as afirmativas a seguir.
I. O uso das vírgulas destacadas é obrigatório. II. Em “Maid e Rawan, então, criaram uma campanha de financiamento coletivo”, o sujeito da frase é composto. III. “campanha”,“tijolos”e“sustentável” são substantivos.
Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s):
Alternativas
Q1703107 Português

Engenheiras transformam escombros de guerra em tijolos para reconstruir casas em Gaza


O tijolo ecológico custa a metade do preço de um tijolo normal.


Duas engenheiras criaram um tijolo com os escombros dos conflitos em Gaza para reconstruir as casas de moradores locais.

Apesar da abundância de matéria-prima para fazer o tijolo, Maid Mashharawi e Rawan Abddllaht fizeram muitos experimentos para que o tijolo tivesse a mesma resistência e segurança de um tijolo comum.

Ao invés de rocha e areia, elas usaram concreto e cinzas de carvão, que poluem a região com cerca de dez toneladas semanais. Foi assim que elas chegaram à fórmula do “Greencake”, nome de batismo do tijolo. Com essa fórmula, o tijolo custa a metade do preço de um tijolo normal.

O desafio agora é conseguir produzir a quantidade de tijolos necessária para a construção das moradias, pois a demanda é altíssima: cerca de 40 mil por dia. Segundo a ONU, mais de 9 mil casas palestinas foram totalmente destruídas e mais de 120 mil foram danificadas pela guerra.

Maid e Rawan, então, criaram uma campanha de financiamento coletivo para ampliar a produção de tijolos e ajudar na reconstrução de Gaza, de forma sustentável, a partir de ruínas e, de quebra, diminuindo a poluição

Assinale a alternativa em que a palavra destacada não tem a função de um adjetivo.
Alternativas
Q1703106 Português

Engenheiras transformam escombros de guerra em tijolos para reconstruir casas em Gaza


O tijolo ecológico custa a metade do preço de um tijolo normal.


Duas engenheiras criaram um tijolo com os escombros dos conflitos em Gaza para reconstruir as casas de moradores locais.

Apesar da abundância de matéria-prima para fazer o tijolo, Maid Mashharawi e Rawan Abddllaht fizeram muitos experimentos para que o tijolo tivesse a mesma resistência e segurança de um tijolo comum.

Ao invés de rocha e areia, elas usaram concreto e cinzas de carvão, que poluem a região com cerca de dez toneladas semanais. Foi assim que elas chegaram à fórmula do “Greencake”, nome de batismo do tijolo. Com essa fórmula, o tijolo custa a metade do preço de um tijolo normal.

O desafio agora é conseguir produzir a quantidade de tijolos necessária para a construção das moradias, pois a demanda é altíssima: cerca de 40 mil por dia. Segundo a ONU, mais de 9 mil casas palestinas foram totalmente destruídas e mais de 120 mil foram danificadas pela guerra.

Maid e Rawan, então, criaram uma campanha de financiamento coletivo para ampliar a produção de tijolos e ajudar na reconstrução de Gaza, de forma sustentável, a partir de ruínas e, de quebra, diminuindo a poluição

A partir da leitura do texto, não se pode concluir que:
Alternativas
Q1703105 Português

Engenheiras transformam escombros de guerra em tijolos para reconstruir casas em Gaza


O tijolo ecológico custa a metade do preço de um tijolo normal.


Duas engenheiras criaram um tijolo com os escombros dos conflitos em Gaza para reconstruir as casas de moradores locais.

Apesar da abundância de matéria-prima para fazer o tijolo, Maid Mashharawi e Rawan Abddllaht fizeram muitos experimentos para que o tijolo tivesse a mesma resistência e segurança de um tijolo comum.

Ao invés de rocha e areia, elas usaram concreto e cinzas de carvão, que poluem a região com cerca de dez toneladas semanais. Foi assim que elas chegaram à fórmula do “Greencake”, nome de batismo do tijolo. Com essa fórmula, o tijolo custa a metade do preço de um tijolo normal.

O desafio agora é conseguir produzir a quantidade de tijolos necessária para a construção das moradias, pois a demanda é altíssima: cerca de 40 mil por dia. Segundo a ONU, mais de 9 mil casas palestinas foram totalmente destruídas e mais de 120 mil foram danificadas pela guerra.

Maid e Rawan, então, criaram uma campanha de financiamento coletivo para ampliar a produção de tijolos e ajudar na reconstrução de Gaza, de forma sustentável, a partir de ruínas e, de quebra, diminuindo a poluição

Analise o trecho a seguir.
“Ao invés de rocha e areia, elas usaram concreto e cinzas de carvão, que poluem a região com cerca de dez toneladas semanais.”
Considerando o texto, o pronome destacado refere-se a:
Alternativas
Respostas
18761: D
18762: C
18763: B
18764: C
18765: C
18766: A
18767: D
18768: D
18769: D
18770: D
18771: B
18772: B
18773: C
18774: C
18775: D
18776: C
18777: A
18778: D
18779: D
18780: B