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Q3957096 Pedagogia
Segundo Vilaronga e Mendes (2014) há fatores cruciais para o sucesso do trabalho com o modelo de coensino e, em seu estudo apresentam aspectos importantes descritos por Lerh (1999). Dentre estes fatores para a efetivação do coensino no contexto da sala de aula, é considerado INCORRETO
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Q3957095 Pedagogia
Ao elaborar o plano de ensino individualizado para o estudante, o professor do AEE e o professor da classe comum devem atentar para agregar o maior número de informações relevantes, as quais sustentarão o planejamento das atividades didáticas e pedagógicas durante o ano letivo. Assim, segundo Poker (2013), em relação ao PEI, é CORRETO afirmar que:
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Q3957094 Pedagogia
No Guia de orientação para professores de educação especial: o que tem de pedagógico no AEE? (Silva e Mercado, 2025), as adequações curriculares são intervenções necessárias para garantir que os estudantes com deficiência, TEA ou AH/S tenham acesso ao conteúdo escolar de forma significativa, respeitando seus ritmos, estilos e modos de aprender. Assim, é CORRETO afirmar em relação as adequações curriculares:
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Q3957093 Pedagogia
De acordo com as Diretrizes Operacionais para o Atendimento Educacional Especializado na Educação Básica (Brasil, 2009), o AEE, tem como função: 
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Q3957092 Pedagogia
A Política Nacional de Educação Especial Inclusiva e a Rede Nacional de Educação Especial Inclusiva (Brasil, 2025) define em seu Art. 9º, as excepcionalidades para realização dos serviços de Atendimento Educacional Especializado – AEE, no âmbito do setor público. Assim, na educação básica, o AEE poderá ser realizado excepcionalmente em:
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Q3957091 Pedagogia
Há inúmeras condições que impedem ao educando público da educação especial o acesso às atividades curriculares presentes no contexto escolar. É CORRETO afirmar que, segundo o Manual de acessibilidade espacial para escolas (2009), são consideradas barreiras que comprometem essa acessibilidade:
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Q3957090 Arquitetura
Segundo o Manual de acessibilidade espacial para escolas (2009), é importante que na sala de aula exista uma mesa adequada para a aproximação e uso de crianças em cadeira de rodas; o quadro-negro, o flanelógrafo e o mural possuam altura acessível ao alcance de crianças menores ou em cadeira de rodas. Estas características se referem a possíveis soluções para garantir a acessibilidade mediante a quebra de barreiras:
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Q3957089 Pedagogia
O Currículo da Educação Infantil do município de Bauru, em consonância com o artigo 58 da LDB 9394/96, atende em sua rede de ensino os educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. Assim, em relação a compreensão de Deficiência Auditiva e Surdez, é INCORRETO afirmar que:
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Q3957088 Pedagogia
Segundo disposto na LDB 9394/96 em seu artigo 58, a Educação Especial é uma modalidade escolar oferecida para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. Assim, observados o inciso III do art. 4º e o parágrafo único do art. 60 desta Lei, a oferta desse serviço tem início na Educação Infantil e se estende:
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Q3923090 Sistemas Operacionais
Nos sistemas operacionais Windows 10 e Windows 11, considerando as configurações originais do sistema e sem qualquer personalização realizada pelo usuário, estão disponíveis mecanismos nativos de autenticação que possibilitam o acesso ao computador por meio de reconhecimento facial, leitura de impressão digital ou utilização de PIN, reduzindo a necessidade do uso da senha convencional. Esse conjunto de funcionalidades é denominado:
Assinale a alternativa CORRETA.
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Q3923089 Noções de Informática
Ao utilizar o Microsoft PowerPoint 2019 em suas atividades, um Auditor Fiscal realiza apresentações para sua equipe em ambiente que dispõe de dois monitores ou do uso de projetor. Durante a execução da apresentação, o software disponibiliza um modo de exibição específico que auxilia o apresentador, permitindo o acesso às anotações do orador, ao acompanhamento do tempo e à visualização antecipada dos próximos slides, enquanto o público visualiza exclusivamente o slide em exibição. Esse recurso é denominado: Assinale a alternativa CORRETA.
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Q3923088 Noções de Informática
No sistema operacional Windows 10, o Auditor Fiscal pode utilizar combinações de teclas previamente definidas para alternar entre programas em execução. Considerando as configurações originais do sistema, sem qualquer tipo de personalização, qual atalho de teclado permite alternar de forma imediata entre os aplicativos abertos na Área de Trabalho? Assinale a alternativa CORRETA.
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Q3923087 Noções de Informática
No exercício de suas atribuições, um Auditor Fiscal utiliza o LibreOffice Writer para a elaboração de documentos textuais. Observa-se que o aplicativo adota um formato nativo para o armazenamento de arquivos. Considerando que, no momento do salvamento inicial, não seja realizada qualquer alteração manual no tipo de arquivo, o documento será gravado, por padrão, com a extensão. Assinale a alternativa CORRETA.
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Q3923086 Noções de Informática
Durante a elaboração colaborativa de um relatório no Microsoft Word 2019, um Auditor Fiscal precisa acompanhar todas as intervenções realizadas no documento, avaliando cada modificação antes da aprovação da versão final. Para isso, utiliza o recurso “Controlar Alterações”, que, quando ativado, permite: Assinale a alternativa CORRETA.
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Q3923081 Raciocínio Lógico
Considerando todas as possíveis atribuições dos valores Verdadeiro (V) ou Falso (F) às proposições p, q, r em quantas delas a expressão a seguir é verdadeira?
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Q3923080 Português
Assinale a alternativa em que todas as palavras estejam grafadas CORRETAMENTE de acordo com o Novo Acordo Ortográfico:
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Q3923079 Português
Assinale a alternativa CORRETA quanto à regência verbal em conformidade com a norma culta:
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Q3923078 Português
Assinale a alternativa cuja palavra está CORRETAMENTE classificada quanto ao seu processo de formação:
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Q3923077 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:

 

O Brasil que Dom Pedro II sonhou e ainda não construímos

 

Duzentos anos depois, seguimos fortes no campo e frágeis na ciência. Falta ao país o projeto que o imperador já enxergava

Por Gustavo Diniz Junqueira

 

Em 2 de dezembro de 1825 nascia Dom Pedro II, o imperador que fez do saber um projeto de Estado. Duzentos anos depois, o Brasil vive daquilo que ele intuiu: a força do território, da agricultura e da ciência como fundamentos do desenvolvimento. Mas também padece do que ele temia, a incapacidade de transformar conhecimento em projeto nacional.

Dom Pedro II foi um soberano singular. Poliglota, leitor voraz, curioso das ciências naturais, foi o primeiro chefe de Estado a visitar o laboratório de Pasteur, a financiar a fotografia no país e a investir em pesquisa agrícola. Criou, em 1887, o embrião do Instituto Agronômico de Campinas, ordenou o reflorestamento da Floresta da Tijuca e estimulou a imigração para povoar e modernizar o campo. Defendia a abolição da escravidão e acreditava que o progresso de uma nação dependia da educação e da ciência, não da retórica.

O Brasil que ele governou ainda era uma promessa. O de hoje é um gigante agrícola, responsável por alimentar o mundo tropical. Tornamo-nos potência em soja, carne, açúcar e café. Mas, paradoxalmente, continuamos pequenos onde deveríamos ser grandes: na pesquisa, na tecnologia e na visão estratégica de longo prazo. O agronegócio brasileiro é produtivo, mas não suficientemente inteligente. Temos volume, mas carecemos de sistema.

Enquanto a China multiplica por cinco seus investimentos públicos em pesquisa agrícola desde o início do século, somando hoje mais que Estados Unidos e Brasil juntos, nossas instituições históricas, como Embrapa e Instituto Agronômico de Campinas, sobrevivem com orçamentos restritos, defasagem de pessoal e pouca coordenação entre si. O setor privado, embora vigoroso, pensa em safras, não em décadas. O governo, por sua vez, não coordena uma política nacional que una ciência, financiamento, mercado e território. Cada um faz o seu melhor, mas o resultado coletivo é disperso. Falta projeto.

A consequência é clara: exportamos commodities e importamos tecnologia. Criamos riqueza, mas não produzimos conhecimento suficiente para sustentá-la.

Somos o maior produtor agrícola do mundo tropical, mas não lideramos o debate global sobre segurança alimentar, biotecnologia e clima, que é o debate definidor deste século.

O bicentenário de Dom Pedro II, celebrado em 2025, permanece como um ponto de inflexão na história nacional. Mais do que uma data comemorativa, é um espelho do país que fomos e do que poderíamos ser. O Brasil precisa de uma política pública ativa que volte a colocar a pesquisa e a inteligência territorial no centro da estratégia nacional. Não se trata de saudosismo imperial, mas de um imperativo moderno. Sem integração entre ciência, agricultura, educação e sustentabilidade, não haverá protagonismo.

A Conferência do Clima de 2025, a COP30, sediada pelo Brasil, simbolizou a oportunidade de reposicionar o país no debate global sobre clima e alimentação. O desafio agora é transformar essa energia em programa permanente, com instituições fortalecidas, financiamento estável e coordenação nacional. O Brasil deve continuar a se apresentar ao mundo não apenas como celeiro verde, mas como laboratório vivo da agricultura do futuro, tropical, regenerativa, digital e socialmente inclusiva.

Duzentos anos depois, Dom Pedro II continua a ensinar que o poder mais duradouro de uma nação não está em suas riquezas naturais, mas em sua capacidade de gerar conhecimento e distribuir oportunidades. O Brasil do século vinte e um precisa resgatar esse espírito e pensar o futuro como quem governa o tempo.

 

Fonte: Junqueira, Gustavo Diniz. Revista Veja. 3 dez 2025. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/cenario-global/o-brasil-que-dom-pedro-ii-sonhou-e-ainda-naoconstruimos/ Acesso em: 07 de dezembro de 2025.

Na oração retirada do texto “Somos o maior produtor agrícola do mundo tropical”, o sujeito é classificado como:
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Q3923076 Português

Leia o texto a seguir para responder à questão:

 

O Brasil que Dom Pedro II sonhou e ainda não construímos

 

Duzentos anos depois, seguimos fortes no campo e frágeis na ciência. Falta ao país o projeto que o imperador já enxergava

Por Gustavo Diniz Junqueira

 

Em 2 de dezembro de 1825 nascia Dom Pedro II, o imperador que fez do saber um projeto de Estado. Duzentos anos depois, o Brasil vive daquilo que ele intuiu: a força do território, da agricultura e da ciência como fundamentos do desenvolvimento. Mas também padece do que ele temia, a incapacidade de transformar conhecimento em projeto nacional.

Dom Pedro II foi um soberano singular. Poliglota, leitor voraz, curioso das ciências naturais, foi o primeiro chefe de Estado a visitar o laboratório de Pasteur, a financiar a fotografia no país e a investir em pesquisa agrícola. Criou, em 1887, o embrião do Instituto Agronômico de Campinas, ordenou o reflorestamento da Floresta da Tijuca e estimulou a imigração para povoar e modernizar o campo. Defendia a abolição da escravidão e acreditava que o progresso de uma nação dependia da educação e da ciência, não da retórica.

O Brasil que ele governou ainda era uma promessa. O de hoje é um gigante agrícola, responsável por alimentar o mundo tropical. Tornamo-nos potência em soja, carne, açúcar e café. Mas, paradoxalmente, continuamos pequenos onde deveríamos ser grandes: na pesquisa, na tecnologia e na visão estratégica de longo prazo. O agronegócio brasileiro é produtivo, mas não suficientemente inteligente. Temos volume, mas carecemos de sistema.

Enquanto a China multiplica por cinco seus investimentos públicos em pesquisa agrícola desde o início do século, somando hoje mais que Estados Unidos e Brasil juntos, nossas instituições históricas, como Embrapa e Instituto Agronômico de Campinas, sobrevivem com orçamentos restritos, defasagem de pessoal e pouca coordenação entre si. O setor privado, embora vigoroso, pensa em safras, não em décadas. O governo, por sua vez, não coordena uma política nacional que una ciência, financiamento, mercado e território. Cada um faz o seu melhor, mas o resultado coletivo é disperso. Falta projeto.

A consequência é clara: exportamos commodities e importamos tecnologia. Criamos riqueza, mas não produzimos conhecimento suficiente para sustentá-la.

Somos o maior produtor agrícola do mundo tropical, mas não lideramos o debate global sobre segurança alimentar, biotecnologia e clima, que é o debate definidor deste século.

O bicentenário de Dom Pedro II, celebrado em 2025, permanece como um ponto de inflexão na história nacional. Mais do que uma data comemorativa, é um espelho do país que fomos e do que poderíamos ser. O Brasil precisa de uma política pública ativa que volte a colocar a pesquisa e a inteligência territorial no centro da estratégia nacional. Não se trata de saudosismo imperial, mas de um imperativo moderno. Sem integração entre ciência, agricultura, educação e sustentabilidade, não haverá protagonismo.

A Conferência do Clima de 2025, a COP30, sediada pelo Brasil, simbolizou a oportunidade de reposicionar o país no debate global sobre clima e alimentação. O desafio agora é transformar essa energia em programa permanente, com instituições fortalecidas, financiamento estável e coordenação nacional. O Brasil deve continuar a se apresentar ao mundo não apenas como celeiro verde, mas como laboratório vivo da agricultura do futuro, tropical, regenerativa, digital e socialmente inclusiva.

Duzentos anos depois, Dom Pedro II continua a ensinar que o poder mais duradouro de uma nação não está em suas riquezas naturais, mas em sua capacidade de gerar conhecimento e distribuir oportunidades. O Brasil do século vinte e um precisa resgatar esse espírito e pensar o futuro como quem governa o tempo.

 

Fonte: Junqueira, Gustavo Diniz. Revista Veja. 3 dez 2025. Disponível em: https://veja.abril.com.br/coluna/cenario-global/o-brasil-que-dom-pedro-ii-sonhou-e-ainda-naoconstruimos/ Acesso em: 07 de dezembro de 2025.

No período composto do quarto parágrafo “Criamos riqueza, mas não produzimos conhecimento suficiente para sustentá-la...”, o conectivo mas introduz uma oração coordenada com sentido de: 
Alternativas
Respostas
141: D
142: A
143: C
144: C
145: A
146: B
147: C
148: D
149: D
150: C
151: B
152: A
153: C
154: D
155: B
156: B
157: D
158: A
159: C
160: C