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Um consultor de vendas recebe, como rendimento mensal, um valor fixo de R$ 1200,00, mais uma comissão de 2% sobre o valor das vendas efetuadas por ele no mês. A função que representa o rendimento mensal y em função do valor x, em reais, de suas vendas é:
Após sofrer um reajuste de 12%, o valor de um produto subiu para R$ 89,60. O preço deste produto, antes do reajuste, era de:
Uma caixa d’água tem o formato de um cubo cuja aresta mede 1,5m. Uma torneira despeja nesta caixa d’água 15 litros de água por minuto. Se a caixa d’água estava inicialmente vazia, o tempo necessário para que fique completamente cheia é:
Para revestir o piso de um escritório de advocacia, um arquiteto escolheu peças de porcelanato quadradas com 3600 cm² de área. Se o piso do escritório, de formato retangular, tem 4,2 m de comprimento por 3,6 m de largura, e cada peça de porcelanato custa R$ 37,80, o custo com este material, sabendo que não haverá desperdício, será de:
TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05
A crise dos refugiados: um teste à caridade humana
O contingente de refugiados venezuelanos em Roraima, que já ganha contornos de crise humanitária, representa um teste poucas vezes colocado ao Brasil em sua história recente. Entre números oficiais e estimativas informais, são mais de 40 mil venezuelanos no Estado nortista, alterando drasticamente o cotidiano de seus habitantes. A reação do governo federal tem sido tímida e lenta, de forma que é possível prever a repetição do padrão ocorrido a partir de 2011, quando mais de 44 mil haitianos adentraram o Brasil pelo Acre: destacaram-se ações de entidades religiosas e ONGs, e muito pouco foi feito pelo governo federal para ajudar os refugiados ou mesmo as prefeituras e o governo acreano, que os acolheram inicialmente.
Vale recordar, para dotar o caso brasileiro de perspectiva, a experiência pela qual passou a Alemanha no final de 2015. Em meio à maior crise de refugiados das últimas sete décadas, o país mais rico da Europa funcionou como um ímã para multidões de desvalidos do Oriente Médio e África: após vencer as correntes do Mediterrâneo, escapar do confinamento na Grécia ou Itália e burlar os controles de fronteira em mais de meia dúzia de países, cerca de 1,1 milhão de pessoas foram recebidas na Alemanha. A chanceler Angela Merkel, destoando de quase todos os chefes de Estado do continente, anunciou uma política de portas abertas, vista como oportunidade histórica para que a Alemanha escrevesse um capítulo positivo, do ponto de vista humanitário, de sua história perante o mundo.
Desde então, o apoio popular aos refugiados desapareceu em muitas partes do país, fruto principalmente do estranhamento derivado do choque entre culturas muito distintas. As urnas refletiram essa mudança, levando ao crescimento do poder da direita radical, assim como a uma queda expressiva na própria votação de Merkel.
Formando, a duras penas, um governo de ampla composição partidária, Merkel agora se vê entre o fogo cruzado de seus ministros, que têm posições diversas em relação à imigração. Os social-democratas, esquerdistas que controlam o Ministério dos Negócios Estrangeiros, pleiteiam que, para que a Alemanha continue liderando o continente, é preciso seguir como referência em meio à crise dos refugiados, absorvendo a maior parcela do problema. Já o Ministério do Interior, responsável pelas questões de segurança, é comandado pelos democrata-cristãos, correligionários da própria Merkel: refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler, defendem critérios rígidos na concessão do direito de permanência dos refugiados na Alemanha, algo que levaria à deportação da maior parte destes.
Dentre os refugiados muçulmanos, muitos têm abraçado a fé cristã como estratégia para evitar a deportação: originários de países que punem severamente as conversões religiosas, eles buscam explorar dispositivo da lei alemã que impede a deportação quando há risco à integridade do refugiado em seu país de origem. Mesmo em tais casos extremos, há brechas legais e atores políticos dispostos a explorá-las.
Vale questionar, assim, se a falta de ação brasileira seria tão condenável quanto as idas e vindas da hospitalidade germânica. Respeitando as devidas proporções e peculiaridades, é fato que o acolhimento dos mais necessitados dificilmente é um tema bem aceito pela opinião pública: triste ocasião na qual se pode vislumbrar os limites da caridade humana.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/paulo-diniz/a-crise-dos-refugiados-um-teste-%C3%A0-caridade-humana-1.1603533. Acesso em: 03/05/2018.
Entre as alternativas abaixo, a única que possui uma conclusão não equivocada, de acordo com o texto lido, é:
TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05
A crise dos refugiados: um teste à caridade humana
O contingente de refugiados venezuelanos em Roraima, que já ganha contornos de crise humanitária, representa um teste poucas vezes colocado ao Brasil em sua história recente. Entre números oficiais e estimativas informais, são mais de 40 mil venezuelanos no Estado nortista, alterando drasticamente o cotidiano de seus habitantes. A reação do governo federal tem sido tímida e lenta, de forma que é possível prever a repetição do padrão ocorrido a partir de 2011, quando mais de 44 mil haitianos adentraram o Brasil pelo Acre: destacaram-se ações de entidades religiosas e ONGs, e muito pouco foi feito pelo governo federal para ajudar os refugiados ou mesmo as prefeituras e o governo acreano, que os acolheram inicialmente.
Vale recordar, para dotar o caso brasileiro de perspectiva, a experiência pela qual passou a Alemanha no final de 2015. Em meio à maior crise de refugiados das últimas sete décadas, o país mais rico da Europa funcionou como um ímã para multidões de desvalidos do Oriente Médio e África: após vencer as correntes do Mediterrâneo, escapar do confinamento na Grécia ou Itália e burlar os controles de fronteira em mais de meia dúzia de países, cerca de 1,1 milhão de pessoas foram recebidas na Alemanha. A chanceler Angela Merkel, destoando de quase todos os chefes de Estado do continente, anunciou uma política de portas abertas, vista como oportunidade histórica para que a Alemanha escrevesse um capítulo positivo, do ponto de vista humanitário, de sua história perante o mundo.
Desde então, o apoio popular aos refugiados desapareceu em muitas partes do país, fruto principalmente do estranhamento derivado do choque entre culturas muito distintas. As urnas refletiram essa mudança, levando ao crescimento do poder da direita radical, assim como a uma queda expressiva na própria votação de Merkel.
Formando, a duras penas, um governo de ampla composição partidária, Merkel agora se vê entre o fogo cruzado de seus ministros, que têm posições diversas em relação à imigração. Os social-democratas, esquerdistas que controlam o Ministério dos Negócios Estrangeiros, pleiteiam que, para que a Alemanha continue liderando o continente, é preciso seguir como referência em meio à crise dos refugiados, absorvendo a maior parcela do problema. Já o Ministério do Interior, responsável pelas questões de segurança, é comandado pelos democrata-cristãos, correligionários da própria Merkel: refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler, defendem critérios rígidos na concessão do direito de permanência dos refugiados na Alemanha, algo que levaria à deportação da maior parte destes.
Dentre os refugiados muçulmanos, muitos têm abraçado a fé cristã como estratégia para evitar a deportação: originários de países que punem severamente as conversões religiosas, eles buscam explorar dispositivo da lei alemã que impede a deportação quando há risco à integridade do refugiado em seu país de origem. Mesmo em tais casos extremos, há brechas legais e atores políticos dispostos a explorá-las.
Vale questionar, assim, se a falta de ação brasileira seria tão condenável quanto as idas e vindas da hospitalidade germânica. Respeitando as devidas proporções e peculiaridades, é fato que o acolhimento dos mais necessitados dificilmente é um tema bem aceito pela opinião pública: triste ocasião na qual se pode vislumbrar os limites da caridade humana.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/paulo-diniz/a-crise-dos-refugiados-um-teste-%C3%A0-caridade-humana-1.1603533. Acesso em: 03/05/2018.
O título do texto poderia ter seu contexto mantido caso a palavra caridade fosse substituída por:
TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05
A crise dos refugiados: um teste à caridade humana
O contingente de refugiados venezuelanos em Roraima, que já ganha contornos de crise humanitária, representa um teste poucas vezes colocado ao Brasil em sua história recente. Entre números oficiais e estimativas informais, são mais de 40 mil venezuelanos no Estado nortista, alterando drasticamente o cotidiano de seus habitantes. A reação do governo federal tem sido tímida e lenta, de forma que é possível prever a repetição do padrão ocorrido a partir de 2011, quando mais de 44 mil haitianos adentraram o Brasil pelo Acre: destacaram-se ações de entidades religiosas e ONGs, e muito pouco foi feito pelo governo federal para ajudar os refugiados ou mesmo as prefeituras e o governo acreano, que os acolheram inicialmente.
Vale recordar, para dotar o caso brasileiro de perspectiva, a experiência pela qual passou a Alemanha no final de 2015. Em meio à maior crise de refugiados das últimas sete décadas, o país mais rico da Europa funcionou como um ímã para multidões de desvalidos do Oriente Médio e África: após vencer as correntes do Mediterrâneo, escapar do confinamento na Grécia ou Itália e burlar os controles de fronteira em mais de meia dúzia de países, cerca de 1,1 milhão de pessoas foram recebidas na Alemanha. A chanceler Angela Merkel, destoando de quase todos os chefes de Estado do continente, anunciou uma política de portas abertas, vista como oportunidade histórica para que a Alemanha escrevesse um capítulo positivo, do ponto de vista humanitário, de sua história perante o mundo.
Desde então, o apoio popular aos refugiados desapareceu em muitas partes do país, fruto principalmente do estranhamento derivado do choque entre culturas muito distintas. As urnas refletiram essa mudança, levando ao crescimento do poder da direita radical, assim como a uma queda expressiva na própria votação de Merkel.
Formando, a duras penas, um governo de ampla composição partidária, Merkel agora se vê entre o fogo cruzado de seus ministros, que têm posições diversas em relação à imigração. Os social-democratas, esquerdistas que controlam o Ministério dos Negócios Estrangeiros, pleiteiam que, para que a Alemanha continue liderando o continente, é preciso seguir como referência em meio à crise dos refugiados, absorvendo a maior parcela do problema. Já o Ministério do Interior, responsável pelas questões de segurança, é comandado pelos democrata-cristãos, correligionários da própria Merkel: refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler, defendem critérios rígidos na concessão do direito de permanência dos refugiados na Alemanha, algo que levaria à deportação da maior parte destes.
Dentre os refugiados muçulmanos, muitos têm abraçado a fé cristã como estratégia para evitar a deportação: originários de países que punem severamente as conversões religiosas, eles buscam explorar dispositivo da lei alemã que impede a deportação quando há risco à integridade do refugiado em seu país de origem. Mesmo em tais casos extremos, há brechas legais e atores políticos dispostos a explorá-las.
Vale questionar, assim, se a falta de ação brasileira seria tão condenável quanto as idas e vindas da hospitalidade germânica. Respeitando as devidas proporções e peculiaridades, é fato que o acolhimento dos mais necessitados dificilmente é um tema bem aceito pela opinião pública: triste ocasião na qual se pode vislumbrar os limites da caridade humana.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/paulo-diniz/a-crise-dos-refugiados-um-teste-%C3%A0-caridade-humana-1.1603533. Acesso em: 03/05/2018.
No trecho “refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler”, percebe-se a utilização de uma ênclise que se justifica por:
TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05
A crise dos refugiados: um teste à caridade humana
O contingente de refugiados venezuelanos em Roraima, que já ganha contornos de crise humanitária, representa um teste poucas vezes colocado ao Brasil em sua história recente. Entre números oficiais e estimativas informais, são mais de 40 mil venezuelanos no Estado nortista, alterando drasticamente o cotidiano de seus habitantes. A reação do governo federal tem sido tímida e lenta, de forma que é possível prever a repetição do padrão ocorrido a partir de 2011, quando mais de 44 mil haitianos adentraram o Brasil pelo Acre: destacaram-se ações de entidades religiosas e ONGs, e muito pouco foi feito pelo governo federal para ajudar os refugiados ou mesmo as prefeituras e o governo acreano, que os acolheram inicialmente.
Vale recordar, para dotar o caso brasileiro de perspectiva, a experiência pela qual passou a Alemanha no final de 2015. Em meio à maior crise de refugiados das últimas sete décadas, o país mais rico da Europa funcionou como um ímã para multidões de desvalidos do Oriente Médio e África: após vencer as correntes do Mediterrâneo, escapar do confinamento na Grécia ou Itália e burlar os controles de fronteira em mais de meia dúzia de países, cerca de 1,1 milhão de pessoas foram recebidas na Alemanha. A chanceler Angela Merkel, destoando de quase todos os chefes de Estado do continente, anunciou uma política de portas abertas, vista como oportunidade histórica para que a Alemanha escrevesse um capítulo positivo, do ponto de vista humanitário, de sua história perante o mundo.
Desde então, o apoio popular aos refugiados desapareceu em muitas partes do país, fruto principalmente do estranhamento derivado do choque entre culturas muito distintas. As urnas refletiram essa mudança, levando ao crescimento do poder da direita radical, assim como a uma queda expressiva na própria votação de Merkel.
Formando, a duras penas, um governo de ampla composição partidária, Merkel agora se vê entre o fogo cruzado de seus ministros, que têm posições diversas em relação à imigração. Os social-democratas, esquerdistas que controlam o Ministério dos Negócios Estrangeiros, pleiteiam que, para que a Alemanha continue liderando o continente, é preciso seguir como referência em meio à crise dos refugiados, absorvendo a maior parcela do problema. Já o Ministério do Interior, responsável pelas questões de segurança, é comandado pelos democrata-cristãos, correligionários da própria Merkel: refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler, defendem critérios rígidos na concessão do direito de permanência dos refugiados na Alemanha, algo que levaria à deportação da maior parte destes.
Dentre os refugiados muçulmanos, muitos têm abraçado a fé cristã como estratégia para evitar a deportação: originários de países que punem severamente as conversões religiosas, eles buscam explorar dispositivo da lei alemã que impede a deportação quando há risco à integridade do refugiado em seu país de origem. Mesmo em tais casos extremos, há brechas legais e atores políticos dispostos a explorá-las.
Vale questionar, assim, se a falta de ação brasileira seria tão condenável quanto as idas e vindas da hospitalidade germânica. Respeitando as devidas proporções e peculiaridades, é fato que o acolhimento dos mais necessitados dificilmente é um tema bem aceito pela opinião pública: triste ocasião na qual se pode vislumbrar os limites da caridade humana.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/paulo-diniz/a-crise-dos-refugiados-um-teste-%C3%A0-caridade-humana-1.1603533. Acesso em: 03/05/2018.
Entre as palavras abaixo, a única que sofreu processo de formação diferente das outras, foi:
TEXTO PARA AS QUESTÕES 01 A 05
A crise dos refugiados: um teste à caridade humana
O contingente de refugiados venezuelanos em Roraima, que já ganha contornos de crise humanitária, representa um teste poucas vezes colocado ao Brasil em sua história recente. Entre números oficiais e estimativas informais, são mais de 40 mil venezuelanos no Estado nortista, alterando drasticamente o cotidiano de seus habitantes. A reação do governo federal tem sido tímida e lenta, de forma que é possível prever a repetição do padrão ocorrido a partir de 2011, quando mais de 44 mil haitianos adentraram o Brasil pelo Acre: destacaram-se ações de entidades religiosas e ONGs, e muito pouco foi feito pelo governo federal para ajudar os refugiados ou mesmo as prefeituras e o governo acreano, que os acolheram inicialmente.
Vale recordar, para dotar o caso brasileiro de perspectiva, a experiência pela qual passou a Alemanha no final de 2015. Em meio à maior crise de refugiados das últimas sete décadas, o país mais rico da Europa funcionou como um ímã para multidões de desvalidos do Oriente Médio e África: após vencer as correntes do Mediterrâneo, escapar do confinamento na Grécia ou Itália e burlar os controles de fronteira em mais de meia dúzia de países, cerca de 1,1 milhão de pessoas foram recebidas na Alemanha. A chanceler Angela Merkel, destoando de quase todos os chefes de Estado do continente, anunciou uma política de portas abertas, vista como oportunidade histórica para que a Alemanha escrevesse um capítulo positivo, do ponto de vista humanitário, de sua história perante o mundo.
Desde então, o apoio popular aos refugiados desapareceu em muitas partes do país, fruto principalmente do estranhamento derivado do choque entre culturas muito distintas. As urnas refletiram essa mudança, levando ao crescimento do poder da direita radical, assim como a uma queda expressiva na própria votação de Merkel.
Formando, a duras penas, um governo de ampla composição partidária, Merkel agora se vê entre o fogo cruzado de seus ministros, que têm posições diversas em relação à imigração. Os social-democratas, esquerdistas que controlam o Ministério dos Negócios Estrangeiros, pleiteiam que, para que a Alemanha continue liderando o continente, é preciso seguir como referência em meio à crise dos refugiados, absorvendo a maior parcela do problema. Já o Ministério do Interior, responsável pelas questões de segurança, é comandado pelos democrata-cristãos, correligionários da própria Merkel: refletindo o eleitorado da direita moderada e contrapondo-se à própria chanceler, defendem critérios rígidos na concessão do direito de permanência dos refugiados na Alemanha, algo que levaria à deportação da maior parte destes.
Dentre os refugiados muçulmanos, muitos têm abraçado a fé cristã como estratégia para evitar a deportação: originários de países que punem severamente as conversões religiosas, eles buscam explorar dispositivo da lei alemã que impede a deportação quando há risco à integridade do refugiado em seu país de origem. Mesmo em tais casos extremos, há brechas legais e atores políticos dispostos a explorá-las.
Vale questionar, assim, se a falta de ação brasileira seria tão condenável quanto as idas e vindas da hospitalidade germânica. Respeitando as devidas proporções e peculiaridades, é fato que o acolhimento dos mais necessitados dificilmente é um tema bem aceito pela opinião pública: triste ocasião na qual se pode vislumbrar os limites da caridade humana.
Disponível em: https://www.otempo.com.br/opini%C3%A3o/paulo-diniz/a-crise-dos-refugiados-um-teste-%C3%A0-caridade-humana-1.1603533. Acesso em: 03/05/2018.
Os termos destacados abaixo estão corretamente justificados por suas respectivas classes gramaticais, exceto na alternativa:
A rotulagem nutricional compreende:
Disponível em: (http://www.cfn.org.br/index.php/cfn-divulga-recomendacao-sobre-suplementos-nutricionais/Acesso em 29 jan. 2018).
Considerando as recomendações do CFN para a prescrição de suplementos nutricionais, é correto afirmar que:
Disponível em: (http://www.cfn.org.br/index.php/recomendacao-cfn-no-32016-sucralose/Acesso em 20 fev. 2018).
Em relação a sucralose, é correto afirmar que o Conselho Federal de Nutricionistas CFN recomenda:
Disponível em: (http://cib.org.br/faq/quais-alimentos-transgenicos-sao-pesquisados-no-brasil-e-no-mundo/ Acesso em 29 jan. 2018).
É posição do CFN em relação aos alimentos transgênicos:
Disponível em: (http://www.cfn.org.br/index.php/saiba-mais-sobre-oleos-de-coco-e-de-canola/Acesso em 29 jan. 2018).
Em relação às recomendações do CFN sobre o óleo de coco, é correto afirmar que: