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I. Custos administrativos podem representar até 25% do valor total do projeto, abrangendo despesas com equipe de gestão, contabilidade, locação de espaço físico e infraestrutura operacional.
II. Custos administrativos estão limitados a 15% do valor total do projeto, incluindo diárias de viagem do pessoal administrativo.
III. É admitida, dentro dos custos de administração, a contratação de consultorias especializadas em gestão para a execução de projetos culturais, bem como contratação de serviço de elaboração de prestação de contas.
IV. É vedada a utilização acima de 40% do valor dos custos de administração em uma mesma despesa.
Quais estão corretas?
I. A legendagem descritiva consiste na transcrição literal dos diálogos, e a audiodescrição é a leitura em voz alta de tudo que está escrito em cena (cartazes, letreiros, legendas).
II. A legendagem descritiva para surdos e ensurdecidos (LSE ou closed caption) transcreve diálogos e informações sonoras relevantes (música, ruídos, identificação de falantes), sendo destinada primariamente a pessoas surdas ou com deficiência auditiva. III. A audiodescrição consiste na narração de elementos visuais da cena (ações, expressões, figurinos, cenários) inserida em espaços entre diálogos, destinada a pessoas cegas ou com baixa visão, podendo ser oferecida ao vivo ou gravada.
Quais estão corretas?
I. O FNC financia prioritariamente projetos de patrimônio histórico, enquanto o mecenato financia equanimemente todas as áreas.
II. O FNC utiliza recursos do orçamento da União aplicados diretamente pelo poder público em projetos selecionados (via editais, por exemplo), enquanto o mecenato consiste na renúncia fiscal para que a iniciativa privada escolha quais projetos patrocinar.
III. O FNC possui um mecanismo que permite o acesso prioritário por pessoas jurídicas, enquanto o mecenato prioriza pessoas físicas.
IV. O FNC é exclusivo para artistas iniciantes, e o mecenato para artistas consagrados e com mais de 20 anos de carreira.
Quais estão corretas?
I. Critérios clínico-hematológicos para elegibilidade de doadores incluem: animal domiciliado, tutor responsável com termo de consentimento, estado geral saudável, temperamento cooperativo, peso mínimo e limiares laboratoriais específicos — por exemplo, para cães, hematócrito ≥40% e hemoglobina ≥13 g/dL; para gatos, limiares hematócrito ≥35% e hemoglobina ≥ 11,5 g/dL. O intervalo mínimo entre doações deve ser de 90 dias.
II. A triagem infecciosa deve ser ajustada à epidemiologia local. No Rio Grande do Sul, recomenda-se incluir na triagem infecciosa de bolsas de sangue de cães os seguintes agentes: Rangelia vitalii, Babesia spp., Ehrlichia spp., Anaplasma spp., Mycoplasma haemocanis e Leishmania sp. A testagem para Brucella canis deve ser considerada conforme risco epidemiológico e finalidade reprodutiva do doador.
III. Boas práticas técnicas de triagem e liberação de hemocomponentes incluem: coleta de amostras do doador e bolsa de sangue com antissepsia e tricotomia, quarentena das bolsas até liberação dos resultados da triagem infecciosa, preferência por técnicas sorológicas para detecção de patógenos e uso complementar de técnicas moleculares (PCR) em áreas endêmicas; bolsas com alterações identificadas no controle de qualidade (ex.: swirling 2 do concentrado de plaquetas no momento da liberação ou grau de hemólise <0,5% no dia de dispensação do concentrado de hemácias, presença de coágulos, ruptura de selos) devem ser tratadas conforme protocolo e, habitualmente, não liberadas para transfusão.
Quais estão corretas?
Coluna 1
1. Paciente felino com critérios laboratoriais e clínicos de anemia hemolítica imunomediada não associativa (Ht 12%, hemoglobina 4,1 g/dL, reticulócitos absolutos 110.000/µL, autoaglutinação).
2. Paciente felino com suspeita de ingestão de rodenticida (TP e TTPA marcadamente prolongados), sangramento ativo.
3. Paciente canino com petéquias e contagem de plaquetas 12.000/µL será submetido à cirurgia para retirada de neoplasia hepática.
4. Paciente canino com suspeita de sepse após trauma por briga com outro cão. Coagulograma com hipofibrinogenemia e aumento de dímero-D.
5. Paciente canino com hepatotoxicidade por Cyca revoluta, hipoalbuminemia (albumina sérica 1,5 g/dL) causando edema/ascite.
6. Paciente canino com perda sanguínea aguda (trauma), hipotensão e Ht 18%, hemoglobina de 5,5 g/dL, proteína plasmática total 44 g/dL (anemia com instabilidade hemodinâmica).
Coluna 2
( ) Concentrado de hemácias. ( ) Plasma fresco congelado. ( ) Concentrado de plaquetas. ( ) Crioprecipitado. ( ) Albumina intravenosa. ( ) Não indicar transfusão — manejar clinicamente (observação/tratamento etiológico).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
1. O doador deverá ser DEA 1 negativo e Dal negativo para evitar sensibilização futura do receptor.
2. Caso não se encontre doador Dal negativo, apenas Dal positivo, pode-se realizar a transfusão uma única vez, sem necessidade de teste de compatibilidade, pois o risco de reação grave é clinicamente baixo.
3. A ausência de autoanticorpos naturais para Dal em cães significa que o primeiro uso de sangue Dal positivo em receptor Dal negativo não poderá originar sensibilização. Portanto, está isento de risco de reação hemolítica.
4. Mesmo com tipagem correta, recomenda-se a realização de teste de compatibilidade sanguínea, especialmente se o receptor tiver recebido transfusão anteriormente.
5. Se o doador for DEA 1 positivo e o receptor for DEA 1 negativo, haverá risco de reação hemolítica aguda em caso de nova transfusão, podendo haver sensibilização após a primeira transfusão.
O resultado da somatória dos números referentes às afirmações corretas é:
1. O monitoramento da integridade física e a avaliação da hemólise nas bolsas de concentrado de hemácias são etapas obrigatórias do controle interno de qualidade, devendo ser realizadas periodicamente durante o armazenamento.
2. Estudos recentes demonstram que o armazenamento a frio (2–6°C) de concentrados de plaquetas pode preservar a função hemostática e reduzir o risco de contaminação bacteriana, sendo indicado principalmente para uso terapêutico em situações hemorrágicas agudas.
3. O princípio de rotação de estoque PEPS (primeiro que entra, primeiro que sai) deve ser aplicado para todos os hemocomponentes, reduzindo perdas por vencimento e garantindo rastreabilidade adequada.
4. A ausência de “swirling” e a turvação da amostra em concentrados de plaquetas indicam ativação celular reversível. Pode-se liberar o produto, desde que o pH permaneça acima de 6,0.
5. Equipamentos de armazenamento devem possuir controle contínuo de temperatura e sistema de alarme para desvios fora dos limites definidos, com registros auditáveis e calibração periódica.
O resultado da somatória dos números referentes às afirmações corretas é:
I. O PARR detecta clonalidade de linfócitos B e T através da amplificação das regiões que codificam os receptores de antígeno (IgH, IgK e TCR).
II. A sensibilidade do PARR é reduzida em neoplasias de plasmócitos, pois as mutações somáticas podem impedir a amplificação das regiões variável (V), de diversidade (D) e de junção (J) das imunoglobulinas de cadeia pesada (IGH-VDJ).
III. O PARR substitui a necessidade de avaliação citológica e imunofenotípica, pois confirma a clonalidade e, consequentemente, a neoplasia.
IV. Plasmócitos são linfócitos B terminalmente diferenciados e possuem um gene de imunoglobulina reordenado que pode ser detectável pelo PARR. Mesmo assim, ainda é menos sensível do que as neoplasias das células B.
Quais estão corretas?
I. A albumina sanguínea é afetada apenas pelo funcionamento hepático.
II. A hipoalbuminemia pode ser observada em diversas situações, como parasitismo, doença renal, síndrome de má absorção, hemorragias, doença hepática crônica e inflamação.
III. Hipoalbuminemia juntamente com diminuição dos níveis de ureia pode sugerir deficiência proteica.
Quais estão corretas?