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Q3817220 Medicina
Homem, 68 anos, cardiopata isquêmico com infarto prévio, está em seguimento ambulatorial por insuficiência cardíaca crônica com fração de ejeção reduzida (HFrEF). Usa atualmente enalapril 10 mg/dia, carvedilol 25 mg duas vezes/dia, espironolactona 25 mg/dia, furosemida 40 mg/dia. Permanece sintomático, com dispneia aos esforços correspondendo a NYHA classe II–III. Ecocardiograma: fração de ejeção do ventrículo esquerdo 30%. ECG: ritmo sinusal, bloqueio de ramo esquerdo com QRS 160 ms. Função renal estável (creatinina: 1,3 mg/dL), potássio: 4,5 mEq/L. Considerando diretrizes atuais e o manejo otimizado da HFrEF, qual é a melhor conduta terapêutica a ser adotada nesse ponto?
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Q3817219 Medicina
Homem, 48 anos, hipertenso e sedentário, procura consulta de rotina. Relata ganho ponderal nos últimos 5 anos, principalmente em região abdominal. Exames laboratoriais recentes mostram glicemia de jejum: 112 mg/dL, triglicerídeos: 210 mg/dL, HDL: 38 mg/dL, PA: 145/92 mmHg, IMC 29 kg/m² e circunferência abdominal de 104 cm. Com base nos critérios diagnósticos de síndrome metabólica e suas implicações fisiopatológicas, qual é a conduta mais adequada no caso?
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Q3817218 Medicina
Homem, 78 anos, com hipertensão arterial e DM bem controlados, há 1 ano apresenta perda urinária. Relata urgência súbita, seguida de incapacidade de chegar ao banheiro a tempo. Refere também noctúria frequente. Ao exame físico, apresenta próstata discretamente aumentada, sem nodularidade. Não há déficit motor ou sensitivo. O resíduo pós-miccional medido por ultrassonografia é mínimo. Qual é o diagnóstico mais provável de acordo com as informações apresentadas?
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Q3817217 Medicina
Idoso, 78 anos, hipertenso e diabético, internado há 5 dias após pneumonia comunitária grave. Evolui com alteração aguda do nível de consciência, desorientação, flutuação do estado mental ao longo do dia, agitação e dificuldade para manter atenção. Medicações incluem ceftriaxona, paracetamol e diurético. Exames laboratoriais: discreta hiponatremia (132 mEq/L), glicemia 180 mg/dL e função renal preservada. Qual é a conduta mais apropriada no manejo inicial desse paciente? 
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Q3817216 Medicina
Homem, 52 anos, obeso, hipertenso e tabagista, relata sonolência excessiva diurna, roncos altos durante a noite e episódios de despertar súbito referidos pela esposa, associados a engasgos. Relata ainda cefaleia matinal frequente e dificuldade de concentração no trabalho. No exame físico, apresenta circunferência do pescoço aumentada e PA: 160/95 mmHg. Qual é o diagnóstico mais provável e a conduta inicial recomendada, respectivamente?
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Q3817215 Medicina
Homem, 67 anos, apresenta tremor em repouso, de início unilateral, rigidez, bradicinesia e instabilidade postural progressiva há 3 anos. Nega quedas frequentes, mas refere piora da lentidão motora no dia a dia. Exame neurológico confirma sinais extrapiramidais típicos. Não há déficit cognitivo significativo. Qual é a conduta farmacológica inicial mais adequada para esse paciente, considerando idade, perfil clínico e evidências atuais?
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Q3817214 Medicina
 Homem, 52 anos, com doença renal crônica estágio 5, em hemodiálise há 4 anos, apresenta fadiga, dor óssea difusa e prurido. Exames laboratoriais indicam cálcio sérico: 7,9 mg/dL, fósforo sérico: 6,5 mg/dL, PTH: 1.200 pg/mL (VR: 15–65) e fosfatase alcalina elevada. Qual é a alteração do metabolismo mineral mais compatível com o quadro descrito e qual é a conduta inicial mais adequada, respectivamente?
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Q3817213 Medicina
Mulher, 44 anos, há 8 meses apresenta dor e rigidez matinal >1 hora nas mãos e punhos, com piora progressiva. Ao exame, nota-se edema simétrico em articulações metacarpofalângicas e interfalângicas proximais, com limitação funcional. Exames de laboratório indicam fator reumatoide positivo, anticorpo anti-CCP positivo, VHS elevado. Radiografia das mãos revela erosões ósseas iniciais. Com base no quadro clínico e laboratorial, qual é a conduta mais apropriada para o caso?
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Q3817212 Medicina
Gestante, 28 anos, 22 semanas de gestação, comparece ao pré-natal. Refere que nunca fez tratamento prévio para sífilis. Sorologia indica VDRL reagente 1:64 e teste treponêmico (FTA-Abs) positivo. Nega alergia a medicamentos. Não há sinais clínicos de sífilis secundária. Parceiro sexual não realizou testagem. Considerando as recomendações atuais para manejo da sífilis na gestação, qual é a conduta mais adequada no caso apresentado?
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Q3817211 Medicina
Homem, 58 anos, hipertenso e obeso (IMC 32 kg/m2 ), DM2 há 12 anos, apresenta HbA1c 9,2% apesar de uso de metformina 2 g/dia e glibenclamida 10 mg/dia. Refere episódios de hipoglicemia leves nos últimos meses. Sem doença renal crônica, função hepática normal, histórico cardiovascular positivo para infarto agudo do miocárdio há 5 anos. Para otimização do controle glicêmico e redução de risco cardiovascular, qual é a conduta terapêutica mais apropriada no caso desse paciente? 
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Q3817210 Medicina
Homem, 48 anos, previamente saudável, apresenta edema generalizado e oligúria há 5 dias. Refere astenia. Apresenta PA: 150/95 mmHg. 

Exames laboratoriais: • Creatinina: 3,2 mg/dL (baseline 1,0). • Urina 24h: proteinúria 6 g. • Albumina sérica: 2,1 g/dL. • Colesterol total: 380 mg/dL. • Hemograma: normal. • Sorologias virais e autoimunes: negativas.
Qual é a conduta inicial mais adequada para avaliação diagnóstica?
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Q3817209 Medicina
Homem, 34 anos, previamente hígido, apresenta linfonodomegalia inguinal dolorosa, unilateral, com flutuação, febre baixa e perda ponderal discreta. Refere episódio, 3 semanas antes, de uma pequena úlcera genital indolor e autolimitada, que cicatrizou espontaneamente em poucos dias. Sorologia para HIV é negativa. Qual é a hipótese diagnóstica mais provável e a conduta inicial recomendada, respectivamente?
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Q3817208 Medicina
Homem, 42 anos, previamente hígido, apresenta icterícia súbita há 5 dias, confusão mental progressiva e sangramento gengival. Exames indicam INR: 3,2, bilirrubina total: 18 mg/dL, AST/ALT: >2.000 U/L e creatinina: 2,1 mg/dL. Sorologias virais negativas. História de uso de paracetamol em altas doses. Considerando as informações apresentadas, qual é o fator mais determinante de prognóstico e indicação de transplante hepático urgente?
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Q3817207 Medicina
Homem, 58 anos, internado por pneumonia, apresenta hiponatremia (Na⁺ sérico: 118 mEq/L). Ao exame físico, sem edemas, sem sinais de desidratação, PA: 110/70 mmHg, pulso: 90 bpm. Exames adicionais indicam osmolaridade sérica: 260 mOsm/kg, osmolaridade urinária: 500 mOsm/kg, sódio urinário: 60 mEq/L. TSH e cortisol sérico normais. Qual é o diagnóstico mais provável, considerando as informações apresentadas?
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Q3817206 Medicina
Mulher, 72 anos, refere palpitações intermitentes e perda ponderal discreta nas últimas semanas. Em avaliação ambulatorial, encontra-se assintomática exceto pelas palpitações. Exames laboratoriais repetidos (intervalo de 6 semanas): TSH: 0,02 mIU/L (referência 0,4–4,0), T4 e T3 livres dentro da faixa normal. ECG: fibrilação atrial de nova detecção. Densitometria óssea prévia mostrou osteopenia. Qual é a conduta inicial mais apropriada para essa paciente?
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Q3817205 Medicina
Homem, 72 anos, internado por pneumonia há 6 dias, evolui subitamente com taquicardia (FC: 124 bpm), taquipneia (FR: 28/min) e dessaturação (SatO2: 84% em oxigênio suplementar 2 L/min). Está hemodinamicamente estável (PA: 110/70 mmHg). Há história prévia de doença renal crônica, com creatinina basal de 3,1 mg/dL. A equipe considera que angiotomografia pulmonar com contraste iodado é contraindicada por risco de nefropatia aguda por contraste. A probabilidade clínica de TEP é considerada alta (escala clínica compatível). Qual é a conduta diagnóstica mais apropriada para confirmar ou excluir tromboembolismo pulmonar nesse paciente? 
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Q3817204 Medicina
Homem, 69 anos, portador de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) grave (ex-fumante), é admitido na emergência com piora progressiva da dispneia nas últimas 48 horas, tosse com escarro amarelado e uso de musculatura acessória. Em casa, usa oxigenoterapia noturna. Ao exame físico, TA: 120/70 mmHg, FC: 110 bpm, FR: 30 irpm, SatO2: 86% com oxigênio por cateter nasal, 3 L/min. Paciente está ansioso, orientado (Glasgow 14), sem sinais de choque. Gasometria arterial em O2 a 3 L/min, pH: 7,27, PaCO2: 78 mmHg, PaO2: 58 mmHg, HCO3⁻ : 31 mEq/L. Qual é a conduta inicial mais apropriada na UTI para esse paciente, considerando que apresenta insuficiência respiratória aguda hipercápnica sobre DPOC?
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Q3817203 Medicina
Mulher, 38 anos, previamente saudável, é trazida ao pronto-socorro com confusão mental progressiva há 24 horas, febre discreta e petéquias difusas. Há 2 dias, apresentou mal-estar e náuseas, sem diarreia profusa. Ao exame físico, PA: 140/85 mmHg, FC: 110 bpm, taquipneica, saturação 96% em ar ambiente. Pele com petéquias e algumas equimoses recentes.

Exames laboratoriais iniciais: • Hemoglobina: 7,8 g/dL (queda aguda em comparação a exame há 6 meses). • Plaquetas: 18.000/mm³. • Bilirrubina indireta: elevada. • Lactato desidrogenase (LDH): marcadamente elevada. • Reticulócitos: aumentados. • Esfregaço de sangue periférico: presença de esquizócitos (fragmentocytes) em número significativo. • Creatinina: 1,6 mg/dL (leve alteração). • Tempo de protrombina (TP) e tempo de tromboplastina parcial ativada (TTPa): normais. • Fibrinogênio: normal. • Pesquisa de hemocultura e hemograma viral iniciais negativos.

Qual é a conduta inicial mais apropriada diante desse quadro, considerando o diagnóstico mais provável?
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Q3817202 Medicina
Homem, 67 anos, hipertenso e ex-tabagista, procura emergência com dor torácica opressiva há 3 horas, irradiada para o braço esquerdo, associada a náuseas e diaforese. ECG: supradesnivelamento de ST em V2–V4 e depressão de ST em DII, DIII e aVF. Diagnóstico: IAM com supra de ST anterior. O serviço dispõe de ICP primária em 60 minutos. Foi administrado AAS 300 mg, VO, sem outras medicações antitrombóticas. Considerando as recomendações atuais para terapia antitrombótica antes da ICP primária, assinale a alternativa que apresenta a conduta correta para o caso. 
Alternativas
Q3817200 Medicina
Mulher, 34 anos, previamente saudável, procura atendimento com icterícia, fadiga intensa e dor abdominal leve. Relata náuseas nas últimas semanas. Não usa drogas ilícitas, mas refere uso esporádico de dipirona. Nega transfusões. Ao exame físico, apresenta PA: 112/72 mmHg, FC: 94 bpm, icterícia ++/4+ e fígado palpável a 3 cm do RCD, doloroso.

Exames laboratoriais: • AST: 980 U/L. • ALT: 1.120 U/L. • Bilirrubina total: 6,2 mg/dL (direta 4,9). • INR: 1,6. • Sorologias virais: HBsAg negativo, anti-HBc total negativo, anti-HCV negativo, anti-HAV IgM negativo. • FAN: 1:640 (padrão homogêneo). • Anti-LKM1 positivo. • IgG sérica: 2.100 mg/dL (elevada).

Considerando as informações apresentadas, qual é o diagnóstico mais provável e a conduta inicial adequada, respectivamente? 
Alternativas
Respostas
13481: A
13482: D
13483: C
13484: C
13485: E
13486: A
13487: A
13488: D
13489: C
13490: C
13491: B
13492: B
13493: E
13494: D
13495: C
13496: E
13497: B
13498: E
13499: B
13500: A