Questões de Concurso Para fundação sousândrade

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Q2912046 Português

Observe a frase abaixo:


Aquele parlamentar inescrupuloso volta e meia dá o ar da graça.


A expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo no sentido da frase, por

Alternativas
Q2912044 Português

“O ex-presidiário precisa trabalhar bastante para integrar-se à sociedade _________ passará a viver.”


Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a frase, de acordo com a regência do verbo.

Alternativas
Q2912043 Português

Com base no texto abaixo, responda às questões de 01 a 04.


  1. _____O instituto da imunidade parlamentar é oriundo
  2. do direito britânico. Remonta à necessidade de se
  3. armar o Legislativo contra o autoritarismo dos
  4. monarcas. É consagrado até hoje em países
  5. democráticos de todo o mundo. Mas a questão é
  6. tratada, na maioria deles, de forma um pouco diferente
  7. da brasileira.
  8. _____Na Inglaterra, berço da imunidade parlamentar,
  9. assim como na França, o privilégio é concedido de
  10. forma discreta. A isenção de prisão só é cabível
  11. quando os congressistas estão em sessão, ou seja,
  12. durante três ou quatro meses por ano. Nesse período,
  13. a ação penal pública fica suspensa. Não existe
  14. imunidade quando se trata de flagrante delito.
  15. _____Nos Estados Unidos, a imunidade parlamentar
  16. não funciona durante o recesso do Congresso e
  17. também não vale para os casos de traição, falta grave
  18. ou alteração da paz. Em Portugal, a Constituição de
  19. 1976 manteve a imunidade material dos parlamentares,
  20. ao impedir a prisão sem prévia autorização do
  21. Congresso.
  22. _____A Alemanha também assegura a imunidade
  23. parlamentar, mas não torna os deputados isentos de
  24. processos que envolvam crime de ofensa. Se um
  25. deputado ofender alguém em uma entrevista, pode ser
  26. processado pela vítima, sem prévia autorização do
  27. Poder Legislativo. Em Costa Rica, democracia da
  28. América Central, a Constituição permite que um
  29. deputado renuncie a sua prerrogativa de imunidade.
  30. Essa renúncia não é permitida no Brasil.

(Visão – 10/2007)

Considere as afirmações abaixo:


I. Na Inglaterra, bem como na França, o privilégio é concedido de forma discreta.

II. Mas a questão é tratada de forma diferente da brasileira.

III. Os congressistas podem ser presos, contanto que não estejam em recesso.


Assinale a opção VERDADEIRA.

Alternativas
Q2912041 Português

Com base no texto abaixo, responda às questões de 01 a 04.


  1. _____O instituto da imunidade parlamentar é oriundo
  2. do direito britânico. Remonta à necessidade de se
  3. armar o Legislativo contra o autoritarismo dos
  4. monarcas. É consagrado até hoje em países
  5. democráticos de todo o mundo. Mas a questão é
  6. tratada, na maioria deles, de forma um pouco diferente
  7. da brasileira.
  8. _____Na Inglaterra, berço da imunidade parlamentar,
  9. assim como na França, o privilégio é concedido de
  10. forma discreta. A isenção de prisão só é cabível
  11. quando os congressistas estão em sessão, ou seja,
  12. durante três ou quatro meses por ano. Nesse período,
  13. a ação penal pública fica suspensa. Não existe
  14. imunidade quando se trata de flagrante delito.
  15. _____Nos Estados Unidos, a imunidade parlamentar
  16. não funciona durante o recesso do Congresso e
  17. também não vale para os casos de traição, falta grave
  18. ou alteração da paz. Em Portugal, a Constituição de
  19. 1976 manteve a imunidade material dos parlamentares,
  20. ao impedir a prisão sem prévia autorização do
  21. Congresso.
  22. _____A Alemanha também assegura a imunidade
  23. parlamentar, mas não torna os deputados isentos de
  24. processos que envolvam crime de ofensa. Se um
  25. deputado ofender alguém em uma entrevista, pode ser
  26. processado pela vítima, sem prévia autorização do
  27. Poder Legislativo. Em Costa Rica, democracia da
  28. América Central, a Constituição permite que um
  29. deputado renuncie a sua prerrogativa de imunidade.
  30. Essa renúncia não é permitida no Brasil.

(Visão – 10/2007)

Em “Se um deputado ofender alguém em uma entrevista...” (linha 24), o vocábulo destacado estabelece, na oração, uma relação de

Alternativas
Q2912038 Português

Com base no texto abaixo, responda às questões de 01 a 04.


  1. _____O instituto da imunidade parlamentar é oriundo
  2. do direito britânico. Remonta à necessidade de se
  3. armar o Legislativo contra o autoritarismo dos
  4. monarcas. É consagrado até hoje em países
  5. democráticos de todo o mundo. Mas a questão é
  6. tratada, na maioria deles, de forma um pouco diferente
  7. da brasileira.
  8. _____Na Inglaterra, berço da imunidade parlamentar,
  9. assim como na França, o privilégio é concedido de
  10. forma discreta. A isenção de prisão só é cabível
  11. quando os congressistas estão em sessão, ou seja,
  12. durante três ou quatro meses por ano. Nesse período,
  13. a ação penal pública fica suspensa. Não existe
  14. imunidade quando se trata de flagrante delito.
  15. _____Nos Estados Unidos, a imunidade parlamentar
  16. não funciona durante o recesso do Congresso e
  17. também não vale para os casos de traição, falta grave
  18. ou alteração da paz. Em Portugal, a Constituição de
  19. 1976 manteve a imunidade material dos parlamentares,
  20. ao impedir a prisão sem prévia autorização do
  21. Congresso.
  22. _____A Alemanha também assegura a imunidade
  23. parlamentar, mas não torna os deputados isentos de
  24. processos que envolvam crime de ofensa. Se um
  25. deputado ofender alguém em uma entrevista, pode ser
  26. processado pela vítima, sem prévia autorização do
  27. Poder Legislativo. Em Costa Rica, democracia da
  28. América Central, a Constituição permite que um
  29. deputado renuncie a sua prerrogativa de imunidade.
  30. Essa renúncia não é permitida no Brasil.

(Visão – 10/2007)

Com base no texto, assinale a alternativa CORRETA.

Alternativas
Q2911220 Português

Com base no texto abaixo, responda às questões de 01 a 04.


  1. _____O instituto da imunidade parlamentar é oriundo
  2. do direito britânico. Remonta à necessidade de se
  3. armar o Legislativo contra o autoritarismo dos
  4. monarcas. É consagrado até hoje em países
  5. democráticos de todo o mundo. Mas a questão é
  6. tratada, na maioria deles, de forma um pouco diferente
  7. da brasileira.
  8. _____Na Inglaterra, berço da imunidade parlamentar,
  9. assim como na França, o privilégio é concedido de
  10. forma discreta. A isenção de prisão só é cabível
  11. quando os congressistas estão em sessão, ou seja,
  12. durante três ou quatro meses por ano. Nesse período,
  13. a ação penal pública fica suspensa. Não existe
  14. imunidade quando se trata de flagrante delito.
  15. _____Nos Estados Unidos, a imunidade parlamentar
  16. não funciona durante o recesso do Congresso e
  17. também não vale para os casos de traição, falta grave
  18. ou alteração da paz. Em Portugal, a Constituição de
  19. 1976 manteve a imunidade material dos parlamentares,
  20. ao impedir a prisão sem prévia autorização do
  21. Congresso.
  22. _____A Alemanha também assegura a imunidade
  23. parlamentar, mas não torna os deputados isentos de
  24. processos que envolvam crime de ofensa. Se um
  25. deputado ofender alguém em uma entrevista, pode ser
  26. processado pela vítima, sem prévia autorização do
  27. Poder Legislativo. Em Costa Rica, democracia da
  28. América Central, a Constituição permite que um
  29. deputado renuncie a sua prerrogativa de imunidade.
  30. Essa renúncia não é permitida no Brasil.

(Visão – 10/2007)

Julgue Verdadeiro (V) ou Falso (F) os itens a seguir e assinale a alternativa CORRETA.


I. Na Inglaterra, a imunidade parlamentar limita-se a três ou quatro meses por ano.

II. Na França, não existe imunidade parlamentar para um congressista preso em flagrante delito.

III. Em Portugal, para que um deputado ou senador seja preso, é necessária a prévia autorização do Congresso.

IV. Nos Estados Unidos, um parlamentar que tenha cometido traição, só pode ser processado durante o recesso do Congresso.

V. A imunidade parlamentar originou-se na Inglaterra com o objetivo de proteger o Legislativo do autoritarismo dos primeiros-ministros.



Alternativas
Q2905974 Português

Considerando o que preconiza os Parâmetros Curriculares Nacionais, em relação ao ensino da Língua Portuguesa, qual a opção CORRETA?

Alternativas
Q2905973 Português

O texto C servirá de referência para responder às questões de 42 a 49.

TEXTO C


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados deu um passo atrás há uma semana. O grupo aprovou por unanimidade o projeto que pretende banir o uso de palavras estrangeiras em anúncios publicitários, meios de comunicação, documentos oficiais, letreiros de lojas e restaurantes. Caso o projeto se tome lei, quem for comprar um mouse para computador terá de procurar na prateleira por um “rato”. Aliás, ao comprar o próprio computador, terá de pedir ao lojista por um “ordenador”. Não se poderá mais promover shows, e sim apresentações musicais... e por aí afora. O projeto, que já passou pelo Senado, será agora encaminhado à votação no plenário da Câmara. Caso ele seja aprovado, o Congresso terá deflagrado um retrocesso sem precedentes na história da língua portuguesa. O projeto se baseia na premissa desmiolada de que o português estaria ameaçado pela invasão de termos em inglês usados pela população, principalmente aqueles trazidos pelas novidades tecnológicas.

A percepção de que a língua de Camões estaria perdendo a guerra contra um ataque incessante de estrangeirismo é equivocada e despreza a natureza dos idiomas.


(Rafael Corrêa e Vanessa Vieira-Revista Veja,

26 de dezembro de 2007).


“O projeto se baseia na premissa...”


Com relação ao verbo destacado, também está correta a forma verbal usada na frase:

Alternativas
Q2905972 Português

O texto C servirá de referência para responder às questões de 42 a 49.

TEXTO C


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados deu um passo atrás há uma semana. O grupo aprovou por unanimidade o projeto que pretende banir o uso de palavras estrangeiras em anúncios publicitários, meios de comunicação, documentos oficiais, letreiros de lojas e restaurantes. Caso o projeto se tome lei, quem for comprar um mouse para computador terá de procurar na prateleira por um “rato”. Aliás, ao comprar o próprio computador, terá de pedir ao lojista por um “ordenador”. Não se poderá mais promover shows, e sim apresentações musicais... e por aí afora. O projeto, que já passou pelo Senado, será agora encaminhado à votação no plenário da Câmara. Caso ele seja aprovado, o Congresso terá deflagrado um retrocesso sem precedentes na história da língua portuguesa. O projeto se baseia na premissa desmiolada de que o português estaria ameaçado pela invasão de termos em inglês usados pela população, principalmente aqueles trazidos pelas novidades tecnológicas.

A percepção de que a língua de Camões estaria perdendo a guerra contra um ataque incessante de estrangeirismo é equivocada e despreza a natureza dos idiomas.


(Rafael Corrêa e Vanessa Vieira-Revista Veja,

26 de dezembro de 2007).


Na linguagem do texto “rato” e “ordenador”

Alternativas
Q2905971 Português

O texto C servirá de referência para responder às questões de 42 a 49.

TEXTO C


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados deu um passo atrás há uma semana. O grupo aprovou por unanimidade o projeto que pretende banir o uso de palavras estrangeiras em anúncios publicitários, meios de comunicação, documentos oficiais, letreiros de lojas e restaurantes. Caso o projeto se tome lei, quem for comprar um mouse para computador terá de procurar na prateleira por um “rato”. Aliás, ao comprar o próprio computador, terá de pedir ao lojista por um “ordenador”. Não se poderá mais promover shows, e sim apresentações musicais... e por aí afora. O projeto, que já passou pelo Senado, será agora encaminhado à votação no plenário da Câmara. Caso ele seja aprovado, o Congresso terá deflagrado um retrocesso sem precedentes na história da língua portuguesa. O projeto se baseia na premissa desmiolada de que o português estaria ameaçado pela invasão de termos em inglês usados pela população, principalmente aqueles trazidos pelas novidades tecnológicas.

A percepção de que a língua de Camões estaria perdendo a guerra contra um ataque incessante de estrangeirismo é equivocada e despreza a natureza dos idiomas.


(Rafael Corrêa e Vanessa Vieira-Revista Veja,

26 de dezembro de 2007).


Considerando que os sinais de pontuação são recursos gramaticais ou estilísticos, analise as seguintes passagens do texto.


I. que pretende banir o uso de palavras estrangeiras em anúncios publicitários, meios de comunicação, documentos oficiais, letreiros de lojas e restaurantes.”

II. “Caso o projeto se tome lei, quem for comprar um mouse...”

III. “Não se poderá mais promover shows, e sim apresentações musicais...”


Pode-se AFIRMAR:

Alternativas
Q2905970 Português

O texto C servirá de referência para responder às questões de 42 a 49.

TEXTO C


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados deu um passo atrás há uma semana. O grupo aprovou por unanimidade o projeto que pretende banir o uso de palavras estrangeiras em anúncios publicitários, meios de comunicação, documentos oficiais, letreiros de lojas e restaurantes. Caso o projeto se tome lei, quem for comprar um mouse para computador terá de procurar na prateleira por um “rato”. Aliás, ao comprar o próprio computador, terá de pedir ao lojista por um “ordenador”. Não se poderá mais promover shows, e sim apresentações musicais... e por aí afora. O projeto, que já passou pelo Senado, será agora encaminhado à votação no plenário da Câmara. Caso ele seja aprovado, o Congresso terá deflagrado um retrocesso sem precedentes na história da língua portuguesa. O projeto se baseia na premissa desmiolada de que o português estaria ameaçado pela invasão de termos em inglês usados pela população, principalmente aqueles trazidos pelas novidades tecnológicas.

A percepção de que a língua de Camões estaria perdendo a guerra contra um ataque incessante de estrangeirismo é equivocada e despreza a natureza dos idiomas.


(Rafael Corrêa e Vanessa Vieira-Revista Veja,

26 de dezembro de 2007).


Em relação à forma nominal do verbo destacado em “Aliás, ao comprar o próprio computador...”, assinale a opção CORRETA.

Alternativas
Q2905969 Português

O texto C servirá de referência para responder às questões de 42 a 49.

TEXTO C


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados deu um passo atrás há uma semana. O grupo aprovou por unanimidade o projeto que pretende banir o uso de palavras estrangeiras em anúncios publicitários, meios de comunicação, documentos oficiais, letreiros de lojas e restaurantes. Caso o projeto se tome lei, quem for comprar um mouse para computador terá de procurar na prateleira por um “rato”. Aliás, ao comprar o próprio computador, terá de pedir ao lojista por um “ordenador”. Não se poderá mais promover shows, e sim apresentações musicais... e por aí afora. O projeto, que já passou pelo Senado, será agora encaminhado à votação no plenário da Câmara. Caso ele seja aprovado, o Congresso terá deflagrado um retrocesso sem precedentes na história da língua portuguesa. O projeto se baseia na premissa desmiolada de que o português estaria ameaçado pela invasão de termos em inglês usados pela população, principalmente aqueles trazidos pelas novidades tecnológicas.

A percepção de que a língua de Camões estaria perdendo a guerra contra um ataque incessante de estrangeirismo é equivocada e despreza a natureza dos idiomas.


(Rafael Corrêa e Vanessa Vieira-Revista Veja,

26 de dezembro de 2007).


Considerando o contexto, sejam os fragmentos:


“Caso o projeto se torne lei...”

“Caso ele seja aprovado...”


Os conteúdos dessas orações funcionam como

Alternativas
Q2905967 Português

O texto C servirá de referência para responder às questões de 42 a 49.

TEXTO C


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados deu um passo atrás há uma semana. O grupo aprovou por unanimidade o projeto que pretende banir o uso de palavras estrangeiras em anúncios publicitários, meios de comunicação, documentos oficiais, letreiros de lojas e restaurantes. Caso o projeto se tome lei, quem for comprar um mouse para computador terá de procurar na prateleira por um “rato”. Aliás, ao comprar o próprio computador, terá de pedir ao lojista por um “ordenador”. Não se poderá mais promover shows, e sim apresentações musicais... e por aí afora. O projeto, que já passou pelo Senado, será agora encaminhado à votação no plenário da Câmara. Caso ele seja aprovado, o Congresso terá deflagrado um retrocesso sem precedentes na história da língua portuguesa. O projeto se baseia na premissa desmiolada de que o português estaria ameaçado pela invasão de termos em inglês usados pela população, principalmente aqueles trazidos pelas novidades tecnológicas.

A percepção de que a língua de Camões estaria perdendo a guerra contra um ataque incessante de estrangeirismo é equivocada e despreza a natureza dos idiomas.


(Rafael Corrêa e Vanessa Vieira-Revista Veja,

26 de dezembro de 2007).


Leia o excerto a seguir:


Aliás, ao comprar o próprio computador, terá de pedir ao lojista por um “ordenador”.


Considerando o contexto, preserva-se o sentido da frase no texto, se a palavra em destaque for substituída por

Alternativas
Q2905965 Português

O texto C servirá de referência para responder às questões de 42 a 49.

TEXTO C


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados deu um passo atrás há uma semana. O grupo aprovou por unanimidade o projeto que pretende banir o uso de palavras estrangeiras em anúncios publicitários, meios de comunicação, documentos oficiais, letreiros de lojas e restaurantes. Caso o projeto se tome lei, quem for comprar um mouse para computador terá de procurar na prateleira por um “rato”. Aliás, ao comprar o próprio computador, terá de pedir ao lojista por um “ordenador”. Não se poderá mais promover shows, e sim apresentações musicais... e por aí afora. O projeto, que já passou pelo Senado, será agora encaminhado à votação no plenário da Câmara. Caso ele seja aprovado, o Congresso terá deflagrado um retrocesso sem precedentes na história da língua portuguesa. O projeto se baseia na premissa desmiolada de que o português estaria ameaçado pela invasão de termos em inglês usados pela população, principalmente aqueles trazidos pelas novidades tecnológicas.

A percepção de que a língua de Camões estaria perdendo a guerra contra um ataque incessante de estrangeirismo é equivocada e despreza a natureza dos idiomas.


(Rafael Corrêa e Vanessa Vieira-Revista Veja,

26 de dezembro de 2007).


Das palavras citadas abaixo, dois substantivos caracterizam, no texto, o assunto discutido. Identifique-os.

Alternativas
Q2905963 Português

O texto C servirá de referência para responder às questões de 42 a 49.

TEXTO C


A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados deu um passo atrás há uma semana. O grupo aprovou por unanimidade o projeto que pretende banir o uso de palavras estrangeiras em anúncios publicitários, meios de comunicação, documentos oficiais, letreiros de lojas e restaurantes. Caso o projeto se tome lei, quem for comprar um mouse para computador terá de procurar na prateleira por um “rato”. Aliás, ao comprar o próprio computador, terá de pedir ao lojista por um “ordenador”. Não se poderá mais promover shows, e sim apresentações musicais... e por aí afora. O projeto, que já passou pelo Senado, será agora encaminhado à votação no plenário da Câmara. Caso ele seja aprovado, o Congresso terá deflagrado um retrocesso sem precedentes na história da língua portuguesa. O projeto se baseia na premissa desmiolada de que o português estaria ameaçado pela invasão de termos em inglês usados pela população, principalmente aqueles trazidos pelas novidades tecnológicas.

A percepção de que a língua de Camões estaria perdendo a guerra contra um ataque incessante de estrangeirismo é equivocada e despreza a natureza dos idiomas.


(Rafael Corrêa e Vanessa Vieira-Revista Veja,

26 de dezembro de 2007).


No texto C, do trecho “O projeto se baseia na premissa desmiolada de que o português estaria ameaçado pela invasão de termos em inglês usados pela população, principalmente aqueles trazidos pelas novidades tecnológicas.”, é permitido inferir que o propósito dos autores é

Alternativas
Q2905961 Português

Examine o valor semântico das conjunções nas frases abaixo.


I. Prestei muita atenção à palestra, mas a entendi pouco. (oposição)

II. Fui à palestra, porém fiquei ali só um pouco. (restrição)

III. A casa fica bem localizada, contudo a rua é bem agitada. (equivalência)


Pode-se AFIRMAR, sobre os sentidos indicados nos parênteses, a respeito das conjunções nas frases acima, que:

Alternativas
Q2905960 Português

Marque a opção correta em que o sentido expresso entre parênteses corresponde à regência verbal estabelecida, de acordo com a norma culta da língua.

Alternativas
Q2905957 Português

Leia o texto B para responder às questões de 31 a 39.


TEXTO B


DE ONDE VEM NOSSA MORAL


Numa prisão em Milwaukee, nos Estados Unidos, há uma disciplina rigorosa a ser seguida. Os presos têm de ficar em lugares específicos durante as atividades diárias de limpeza, exercícios e alimentação. Isso se tornou um problema para um jovem prisioneiro, que não conseguia entender o que os carcereiros queriam que ele fizesse. Foi aí que o grupo todo de presos passou a protegê-lo. Cada vez que o jovem Kidogo se sentia agitado e confuso, gritava. Os demais presos vinham em seu socorro, pegavam-lhe a mão e lhe indicavam o que fazer. Ao ouvir uma história dessas, tendemos a definir essa demonstração de solidariedade como um comportamento humanitário. Neste caso, estaríamos errados. Kidogo era um jovem bonobo, um primata parecido com um chimpanzé, e a prisão em que foi encarcerado é o zoológico de Milwaukee. Não há, portanto, nada de humano nesse comportamento, descrito pelo biólogo holandês Frans de Waal. [...]

Um campo de estudos vem dando força, nos últimos anos, à tese de que a moral não deriva da civilização, e sim de nossa própria “porção animal”. Recentes pesquisas de neurocientistas e psicólogos sugerem que os seres humanos têm um senso inato de certo e errado. Os cientistas usaram imagens de ressonância magnética para mapear quais áreas do cérebro são acionadas quando julgamentos morais são feitos. E descobriram que tomar uma decisão ética aumenta a atividade cerebral principalmente em regiões associadas a resposta emocionais. Portanto, resolver um dilema moral está ligado à emoção, ainda que regiões encarregadas do pensamento racional também sejam ativadas. O resultado das pesquisas reforça a tese de que já nascemos com um senso moral.

Mas, se os seres humanos vêm “equipados de fábrica” com um senso moral, por que não vivemos num mundo perfeito, em que todos fazem o bem uns aos outros? O pesquisador Marc Hauser, da Universidade Harvard, responde com um conceito emprestado do estudo da linguagem, desenvolvido pelo americano Noam Chomsky. A tese de Chomsky é que todos os seres humanos nascem sabendo as estruturas fundamentais da linguagem, que seriam comuns a todas as línguas. Mas o idioma que cada um falará dependerá do ambiente e da cultura onde cresce. Segundo Hauser, o mesmo ocorreria com a moral. Todos os seres humanos nascem com esse senso codificado em seu cérebro. A estrutura seria a mesma. Mas sua interpretação mudaria de acordo com os valores do ambiente. A ciência começa a nos mostrar de onde vem a moral. Mas isso não nos exime da responsabilidade de ensiná-la, praticá-la e vigiar os que se desviam dela.


(Texto adaptado - Revista Época,

10 de dezembro de 2007).


“Cada vez que o jovem Kidogo se sentia agitado e confuso, gritava.”


Sobre o período acima, pode-se afirmar:

Alternativas
Q2905955 Português

Leia o texto B para responder às questões de 31 a 39.


TEXTO B


DE ONDE VEM NOSSA MORAL


Numa prisão em Milwaukee, nos Estados Unidos, há uma disciplina rigorosa a ser seguida. Os presos têm de ficar em lugares específicos durante as atividades diárias de limpeza, exercícios e alimentação. Isso se tornou um problema para um jovem prisioneiro, que não conseguia entender o que os carcereiros queriam que ele fizesse. Foi aí que o grupo todo de presos passou a protegê-lo. Cada vez que o jovem Kidogo se sentia agitado e confuso, gritava. Os demais presos vinham em seu socorro, pegavam-lhe a mão e lhe indicavam o que fazer. Ao ouvir uma história dessas, tendemos a definir essa demonstração de solidariedade como um comportamento humanitário. Neste caso, estaríamos errados. Kidogo era um jovem bonobo, um primata parecido com um chimpanzé, e a prisão em que foi encarcerado é o zoológico de Milwaukee. Não há, portanto, nada de humano nesse comportamento, descrito pelo biólogo holandês Frans de Waal. [...]

Um campo de estudos vem dando força, nos últimos anos, à tese de que a moral não deriva da civilização, e sim de nossa própria “porção animal”. Recentes pesquisas de neurocientistas e psicólogos sugerem que os seres humanos têm um senso inato de certo e errado. Os cientistas usaram imagens de ressonância magnética para mapear quais áreas do cérebro são acionadas quando julgamentos morais são feitos. E descobriram que tomar uma decisão ética aumenta a atividade cerebral principalmente em regiões associadas a resposta emocionais. Portanto, resolver um dilema moral está ligado à emoção, ainda que regiões encarregadas do pensamento racional também sejam ativadas. O resultado das pesquisas reforça a tese de que já nascemos com um senso moral.

Mas, se os seres humanos vêm “equipados de fábrica” com um senso moral, por que não vivemos num mundo perfeito, em que todos fazem o bem uns aos outros? O pesquisador Marc Hauser, da Universidade Harvard, responde com um conceito emprestado do estudo da linguagem, desenvolvido pelo americano Noam Chomsky. A tese de Chomsky é que todos os seres humanos nascem sabendo as estruturas fundamentais da linguagem, que seriam comuns a todas as línguas. Mas o idioma que cada um falará dependerá do ambiente e da cultura onde cresce. Segundo Hauser, o mesmo ocorreria com a moral. Todos os seres humanos nascem com esse senso codificado em seu cérebro. A estrutura seria a mesma. Mas sua interpretação mudaria de acordo com os valores do ambiente. A ciência começa a nos mostrar de onde vem a moral. Mas isso não nos exime da responsabilidade de ensiná-la, praticá-la e vigiar os que se desviam dela.


(Texto adaptado - Revista Época,

10 de dezembro de 2007).


Marque a alternativa em que a construção apresentada aparece no texto, com o sentido conotativo.

Alternativas
Q2905954 Português

Leia o texto B para responder às questões de 31 a 39.


TEXTO B


DE ONDE VEM NOSSA MORAL


Numa prisão em Milwaukee, nos Estados Unidos, há uma disciplina rigorosa a ser seguida. Os presos têm de ficar em lugares específicos durante as atividades diárias de limpeza, exercícios e alimentação. Isso se tornou um problema para um jovem prisioneiro, que não conseguia entender o que os carcereiros queriam que ele fizesse. Foi aí que o grupo todo de presos passou a protegê-lo. Cada vez que o jovem Kidogo se sentia agitado e confuso, gritava. Os demais presos vinham em seu socorro, pegavam-lhe a mão e lhe indicavam o que fazer. Ao ouvir uma história dessas, tendemos a definir essa demonstração de solidariedade como um comportamento humanitário. Neste caso, estaríamos errados. Kidogo era um jovem bonobo, um primata parecido com um chimpanzé, e a prisão em que foi encarcerado é o zoológico de Milwaukee. Não há, portanto, nada de humano nesse comportamento, descrito pelo biólogo holandês Frans de Waal. [...]

Um campo de estudos vem dando força, nos últimos anos, à tese de que a moral não deriva da civilização, e sim de nossa própria “porção animal”. Recentes pesquisas de neurocientistas e psicólogos sugerem que os seres humanos têm um senso inato de certo e errado. Os cientistas usaram imagens de ressonância magnética para mapear quais áreas do cérebro são acionadas quando julgamentos morais são feitos. E descobriram que tomar uma decisão ética aumenta a atividade cerebral principalmente em regiões associadas a resposta emocionais. Portanto, resolver um dilema moral está ligado à emoção, ainda que regiões encarregadas do pensamento racional também sejam ativadas. O resultado das pesquisas reforça a tese de que já nascemos com um senso moral.

Mas, se os seres humanos vêm “equipados de fábrica” com um senso moral, por que não vivemos num mundo perfeito, em que todos fazem o bem uns aos outros? O pesquisador Marc Hauser, da Universidade Harvard, responde com um conceito emprestado do estudo da linguagem, desenvolvido pelo americano Noam Chomsky. A tese de Chomsky é que todos os seres humanos nascem sabendo as estruturas fundamentais da linguagem, que seriam comuns a todas as línguas. Mas o idioma que cada um falará dependerá do ambiente e da cultura onde cresce. Segundo Hauser, o mesmo ocorreria com a moral. Todos os seres humanos nascem com esse senso codificado em seu cérebro. A estrutura seria a mesma. Mas sua interpretação mudaria de acordo com os valores do ambiente. A ciência começa a nos mostrar de onde vem a moral. Mas isso não nos exime da responsabilidade de ensiná-la, praticá-la e vigiar os que se desviam dela.


(Texto adaptado - Revista Época,

10 de dezembro de 2007).


“. sugerem que os seres humanos têm um senso inato de certo e errado.”


A expressão sublinhada corresponde, no texto, a:

Alternativas
Respostas
381: D
382: B
383: A
384: E
385: D
386: A
387: B
388: D
389: A
390: C
391: D
392: E
393: A
394: B
395: E
396: C
397: D
398: A
399: E
400: B