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A questão da História do Brasil na escola requer, portanto, um compromisso político e cultural, para que a História seja cuidadosamente estudada, que a seleção de conteúdos da História do Brasil seja central e prioritária e que se obedeça a critérios metodológicos e com fundamentação teórica rigorosa tanto no que se refere à historiografia quanto à pedagogia, para evitar-se um ensino dogmático e ideológico. (BITTENCOURT, Circe. História. Identidade nacional e ensino de História do Brasil. In. KARNAL, Leandro (org.). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. 5. ed. São Paulo: Contexto, 2007. p. 203).
Atualmente, tramita no poder legislativo, principalmente no âmbito municipal, já que o projeto foi retirado da pauta no âmbito federal, o Projeto Escola Sem Partido, que apresenta como objetivo a proibição de manifestações ideológicas e político-partidárias por parte de professores em sala de aula.
A autora Circe Bittencourt, ao sugerir critérios metodológicos e teóricos para “evitar-se um ensino dogmático e ideológico”,
Imagens diversas produzidas pela capacidade artística humana também nos informam sobre o passado das sociedades, sobre suas sensações, seu trabalho, suas paisagens, caminhos, cidades e guerras [...]. Para todos esses documentos existem métodos de análise comuns, mas é preciso estar atento às características de suas linguagens, de suas formas específicas de produzir e veicular as informações. (BITTENCOURT, Circe. Maria Fernandes. Ensino de História: fundamentos e métodos. São Paulo: Cortez, 2004. p. 353-354)
A autora Circe Bittencourt destaca a utilização de documentos não escritos na sala de aula. Sobre sua utilização, é CORRETO afirmar:
É um erro gravíssimo afirmar, como faz um livro didático de História para 8ª série, que nos “séculos XVI [sic] e XVII [sic], desenvolveu-se uma forma de pensamento, baseada na razão, denominada iluminismo”. Mas talvez seja apenas sinal de intolerância, má vontade ou mesmo incompreensão do avaliador do livro [...]. (MUNAKATA, Kazumi. Histórias que os livros didáticos contam, depois que acabou a ditadura no Brasil. In. FREITAS, Marcos (Org). Historiografia Brasileira em perspectiva. São Paulo: Contexto, 2000, p. 273).
No trecho acima, Munakata faz citação a uma série de artigos, publicados em abril de 1994, pela Folha de S. Paulo, sobre os trabalhos de uma comissão de professores universitários de todo o país que avaliava os livros didáticos e apontava distorções e erros. Sobre o livro didático de História, é CORRETO afirmar:
O objetivo primeiro do conhecimento histórico é a compreensão dos processos e dos sujeitos históricos, o desvendamento das relações que se estabelecem entre os grupos humanos em diferentes tempos e espaços. Os historiadores estão atentos às diferentes e múltiplas possibilidades e alternativas apresentadas nas sociedades, tanto nas de hoje quanto nas do passado, que emergiram da ação consciente ou inconsciente dos homens; procuram apontar para os desdobramentos que se impuseram com o desenrolar das ações desses sujeitos. (BEZERRA, Holien Gonçalves. Ensino de História: conteúdos e conceitos básicos. In. KARNAL, Leandro (Org). História na sala de aula: conceitos, práticas e propostas. São Paulo, 2007. p. 42)
Com relação à definição de conhecimento histórico de Bezerra (2007), o papel o historiador está corretamente sintetizado em:
De acordo com o Código de Ética dos Jornalistas Brasileiros é, dever do Jornalista:
(1) Divulgar os fatos e as informações de interesse público.
(2) Assumir responsabilidade somente por tarefas para as quais esteja capacitado.
(3) Combater e denunciar todas as formas de corrupção.
(4) Respeitar as campanhas de seus competidores, jamais procurando destruí-las.
(5) Lutar pela liberdade de pensamento e de expressão.
Estão CORRETOS os itens:
Sobre as diretrizes da Lei 12.527 de Acesso à Informação, NÃO é correto afirmar:
A qualidade e o valor dos subsídios informativos para a fonte original dependem de vários fatores. Analise as afirmativas abaixo, identificando-as com V ou F, conforme sejam verdadeiras ou falsas.
( ) A qualidade da informação definida pelos valores noticiosos.
( ) A ênfase no interesse das minorias e dissidentes, cujos direitos civis e políticos podem sofrer efeitos negativos.
( ) O relacionamento entre a fonte e o jornalista ou editor.
( ) O julgamento exclusivo do jornalista.
A sequência CORRETA, de cima para baixo, é:
Sobre a terminologia do telejornalismo, numere a coluna da direita de acordo com a da esquerda:
(1) Relação e ordem de entrada das matérias no telejornal, sua divisão por blocos chamadas etc.
(2) Recurso visual que consiste em uma imagem congelada do repórter ao telefone.
(3) Substituição de uma imagem eletrônica com material proveniente de outra fonte.
(4) Pequena chamada gravada pelo repórter sobre uma notícia para o telejornal.
(5) Ruído do ambiente ou música que acompanha, ao fundo, a fala do repórter.
( ) Chromakey
( ) Background
( ) Santinho
( ) Espelho
( ) Teaser
A sequência numérica CORRETA, de cima para baixo, é:
Sobre o telejornalismo, analise as afirmativas:
(1) Jamais gravar entrevista telejornalística sem o conhecimento da pessoa entrevistada.
(2) A repetição de palavras na televisão, desde que na medida certa, ajuda na compreensão da notícia.
(3) O repórter não deve deixar para o operador de câmera a escolha das locações da matéria.
(4) As fontes são as únicas matérias-primas para a elaboração das reportagens telejornalísticas.
(5) O repórter não deve colher o som ambiente simultaneamente com as imagens da matéria.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas:
Sobre o radiojornalismo, analise as afirmativas:
(1) As emissoras de rádio são obrigadas a preservar gravações jornalísticas por 60 dias.
(2) O ouvinte tem o direito de saber como está sendo informado.
(3) No rádio, as palavras não são suficientes para desmontar falsas imagens.
(4) O uso do ontem no lide envelhece a notícia no rádio.
(5) Jamais gravar entrevista sem o conhecimento da pessoa entrevistada.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas:
Analise as seguintes afirmativas, segundo Heródoto Barbeiro e Paulo Rodolfo de Lima, sobre o rádio via internet:
(1) Mesmo com o advento do rádio na internet, os atuais aparelhos de rádio não desaparecerão, mas coexistirão com ele.
(2) O rádio na internet ampliará a interatividade com os ouvintes, muito além da já existente.
(3) O rádio na internet integrará uma rede fora de qualquer controle de quem quer que seja.
(4) O rádio na internet caminha para a ampliação da irradiação e o aumento da concorrência.
(5) O rádio na internet agrega arquivos, dados, textos e imagens na programação normal.
Estão CORRETAS apenas as afirmativas:
Sobre as entrevistas jornalísticas, numere corretamente a coluna da direita de acordo com a da esquerda:
(1) Geralmente consiste na exposição de versões ou interpretações de acontecimentos.
(2) O interesse está mais centrado na exposição do entrevistado do que no que ele tem a dizer.
(3) A reconstituição do fato é feita do ponto de vista particular do entrevistado.
(4) O entrevistado é questionado sobre algum evento sem ter se preparado previamente.
(5) Marcada com antecipação, reúne entrevistado e entrevistador em ambiente controlado.
( ) Ocasional
( ) Temática
( ) Dialogal
( ) Testemunhal
( ) Ritual
A sequência numérica CORRETA, de cima para baixo, é:
(1) Início de uma matéria jornalística, escrito de maneira a prender a atenção do leitor. (2) Marcação feita nos originais, componentes de uma mesma matéria, para orientar a paginação. (3) Investigação, levantamento e verificação de um acontecimento, para produzir a notícia. (4) Notícia inverídica publicada por órgão de imprensa para furar os concorrentes. (5) Ato ou efeito de desdobrar uma notícia já publicada antes pelo próprio veículo.
( ) Apuração
( ) Retranca
( ) Gancho ( ) Suíte ( ) Barriga
A sequência numérica CORRETA, de cima para baixo, é: