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O resultado histopatológico mais provável e a conduta inicial mais adequada são:
Paciente com 45 anos, sexo feminino, procura clínica de endoscopia para investigação de refluxo gastroesofágico e pirose pós-prandial. Refere uso contínuo de inibidor da bomba de prótons há vários anos. Durante a endoscopia digestiva alta foram identificados múltiplos pólipos que mediam entre 2 e 5 mm, eram sésseis, de superfície lisa e localizavam-se predominantemente no corpo e fundo gástricos. Biópsias evidenciaram dilatação cística das glândulas oxínticas, sem displasia.
Como os pólipos eram numerosos, nem todos foram biopsiados.
O diagnóstico mais provável é de
Atenção: use o caso a seguir para responder à questão.
Uma paciente jovem, 29 anos, apresenta episódios de sangramento nas fezes em 2 ocasiões. Realiza uma colonoscopia que mostra um pólipo de pedículo largo (1 cm) medindo 3 cm a 15 cm da margem anal.
É realizada a polipectomia cujo histopatológico mostra adenocarcinoma bem diferenciado de aproximadamente 1cm, sem invasão angiolinfática e perineural, com margens radiais e profundas livres, tumor budding baixo e classificação Haggit 3.
Atenção: use o caso a seguir para responder à questão.
Uma paciente jovem, 29 anos, apresenta episódios de sangramento nas fezes em 2 ocasiões. Realiza uma colonoscopia que mostra um pólipo de pedículo largo (1 cm) medindo 3 cm a 15 cm da margem anal.
É realizada a polipectomia cujo histopatológico mostra adenocarcinoma bem diferenciado de aproximadamente 1cm, sem invasão angiolinfática e perineural, com margens radiais e profundas livres, tumor budding baixo e classificação Haggit 3.
Atenção: use o caso a seguir para responder à questão.
Após o cuidado inicial, o paciente apresentava saturação frequente do curativo e necrose parcial de pele, necessitando múltiplas trocas. Nesse momento, apresentava, ainda, sinais de maceração da pele e dificuldade de manutenção do curativo.
Atenção: use o caso a seguir para responder à questão.
Após o cuidado inicial, o paciente apresentava saturação frequente do curativo e necrose parcial de pele, necessitando múltiplas trocas. Nesse momento, apresentava, ainda, sinais de maceração da pele e dificuldade de manutenção do curativo.
Paciente submetido a correção de hérnia incisional volumosa evoluiu com infecção e abscesso de ferida.
O tratamento inicial deve ser
Com base no quadro clínico, o diagnóstico e a conduta terapêutica mais adequada para o caso serão:
Você atende um paciente de 38 anos, admitido na emergência após colisão automobilística de alta velocidade ocorrida há aproximadamente 2 horas. O paciente utilizava cinto de segurança e apresenta dor, edema e eritema no franco esquerdo do abdome. Na admissão, encontrava-se hemodinamicamente estável após reposição volêmica inicial.
Relata dor intensa em hemitórax esquerdo, dispneia progressiva e desconforto abdominal inespecífico. Tem
Ao exame físico tem: Frequência cardíaca: 112 bpm; Pressão arterial: 118/72 mmHg; Frequência respiratória: 26 irpm; Saturação de oxigênio: 91% em ar ambiente e tem 15 pontos na escala de Glasgow.
Observa-se redução importante do murmúrio vesicular na base pulmonar esquerda com ruídos hidroaéreos no hemitórax esquerdo. O abdome apresenta discreta dor difusa à palpação, sem sinais de irritação peritoneal.
Quando da entrada, realizou-se um FAST, cujo resultado foi: sem evidência de líquido livre intraperitoneal ou pericárdico em quantidade detectável. Uma telerradiografia de tórax monstra elevação irregular do hemidiafragma esquerdo e presença de imagem hidroaérea em víscera oca intratorácica. Com o paciente estável hemodinamicamente, realizou-se uma tomografia computadorizada de tórax e abdome, que evidencia descontinuidade do hemidiafragma esquerdo, com herniação do fundo gástrico, cólon transverso e epíplon para o interior da cavidade torácica.
Diante desse quadro, a conduta mais apropriada para esse paciente será
Em seu plantão de emergência, dá entrada um homem de 76 anos, levado por familiares devido a febre alta, icterícia e confusão mental iniciadas nas últimas 48 horas. Tem história de colecistolitíase, diagnosticada há vários anos, porém sem tratamento cirúrgico. Refere dor intensa em hipocôndrio direito associada a náuseas e vômitos há três dias.
Quando do exame físico, encontra-se em mau estado geral e obnubilado. Apresenta temperatura de 39,2°C, frequência cardíaca de 128 bpm, pressão arterial de 86/50 mmHg apesar de reposição volêmica inicial, frequência respiratória de 30 irpm e saturação de oxigênio de 92% em ar ambiente.
Observa-se icterícia intensa (+++/4+). O abdome apresenta dor importante à palpação do hipocôndrio direito, sem sinais de peritonite. O sinal de Murphy é difícil de avaliar devido ao rebaixamento do nível de consciência.
Exames laboratoriais de urgência mostram: Leucócitos: 24.800/mm³; Bilirrubina total: 14,2 mg/dL; Bilirrubina direta: 11,6 mg/dL; Fosfatase alcalina: 760 U/L; Gama-GT: 980 U/L; Creatinina: 2,8 mg/dL; Lactato: 5,4 mmol/L; Plaquetas: 82.000/mm³. Hemoculturas foram coletadas.
Realizou-se uma ultrassonografia abdominal, que monstra: colelitíase; colédoco medindo 15 mm e importante dilatação das vias biliares intra-hepáticas. A tomografia computadorizada exclui perfuração e abscesso hepático.
Após admissão na unidade de terapia intensiva, o paciente recebe antibioticoterapia de amplo espectro, reposição volêmica e suporte vasopressor.
Segundo as diretrizes atuais, a conduta mais apropriada, nesse momento, será
História patológica pregressa com: diabetes mellitus tipo 2 há 12 anos; hipertensão arterial sistêmica; dislipidemia grave e diagnóstico de Síndrome metabólica.
Está medicado com: Metformina 2.500 mg/dia; Insulina glargina 60 UI/dia; Empagliflozina; Rosuvastatina e Losartana.
Refere cansaço aos esforços moderados, roncos intensos e sonolência diurna excessiva.
Quando do exame físico observa-se: Peso de 152 quilos; altura: 1,75 m; IMC: 49,6 kg/m²; circunferência abdominal com 148 cm; e pressão arterial de150/90 mmHg.
Os exames laboratoriais: HbA1c: 9,1%; glicemia de jejum de 198 mg/dL; triglicerídeos com 420 mg/dL; HDL: 32 mg/dL; LDL: 162 mg/dL; a função renal está preservada.
Durante a investigação, realizou-se uma polissonografia que confirmou uma síndrome da apneia obstrutiva do sono moderada. A endoscopia digestiva alta demonstra discreta gastrite crônica, sem hérnia hiatal significativa e sem doença do refluxo gastroesofágico importante.
Após avaliação multidisciplinar, conclui-se que o paciente possui indicação formal para cirurgia metabólica/bariátrica.
Considerando-se as diretrizes atuais, a melhor opção de terapêutica cirúrgica para esse paciente é
Ao exame físico, apresenta-se lúcido, sem alterações ectoscópicas, em bom estado geral, corado, hidratado, sem linfonodomegalias cervicais ou supraclaviculares. O exame cardiopulmonar não apresenta alterações, assim como o exame abdominal.
Realizou-se uma endoscopia digestiva alta, que mostrou mucosa colunar circunferencial estendendo-se por 7 cm acima da junção esofagogástrica. Foram realizadas biópsias segundo o protocolo de Seattle. O resultado anatomopatológico revelou metaplasia intestinal compatível com esôfago de Barrett, mas sem displasia.
Considerando-se as diretrizes atuais, a conduta mais apropriada para esse paciente será