Foram encontradas 145.674 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
No exame físico, a paciente estava acordada e orientada, PA 100/60 mmHg, FC 122 bpm, SatO2 96%, FR 25 irpm, capacidade vital (CV) 13 mL/kg, pressão inspiratória máxima (PI max) -9 cmH20 e pressão expiratória máxima (PEmax) de +20cmH20.
A conduta mais adequada é
Exames laboratoriais iniciais: Hemoglobina 8,0 g/dL; Hct 23,6%; Leucócitos 10.000/mm³; Plaquetas 57.000/mm³; INR 1,6; Creatinina 1,0 mg/dL; Sódio 132 mEq/L; Albumina 2,8 g/dL; Bilirrubina total 1,6 mg/dL. Gasometria arterial: Ph 7,4, Bic 21 mg/dL e Lactato 2,2 mMol/L.
Diante desse cenário, você indica endoscopia digestiva alta de urgência e paracentese diagnóstica.
Com base nesse caso, avalie as afirmativas a seguir.
I. Em pacientes com doença hepática crônica avançada, elevação da creatinina sérica ≥ 0,3 mg/dL em até 48 horas em relação ao valor basal define injúria renal aguda.
II. Vasoconstritores esplâncnicos (terlipressina, somatostatina ou octreotídeo) devem ser iniciados apenas após a confirmação endoscópica de sangramento varicoso ativo.
III. Em pacientes doença hepática crônica avançada descompensada (B7 com sangramento ativo ou Child-Pugh C) deve-se considerar TIPS preemptivo nas primeiras 72 horas, desde que não haja contraindicações.
IV. A administração de eritromicina endovenosa está indicada para melhorar a visualização do trato digestivo superior e reduzir o risco de broncoaspiração durante a endoscopia.
V. Transfusão de hemácias e correção da coagulopatia com plasma fresco e plaquetas estão indicados profilaticamente antes da endoscopia digestiva alta e da paracentese diagnóstica.
Estão corretas apenas as afirmativas
Nesse contexto clínico, o achado pupilar sugere mais provavelmente
Exames laboratoriais mostram:
Hemoglobina: 14 g/dL; Leucócitos: 18.000/mm³; Plaquetas: 250.000/mm³; TP: 12 segundos (VR: 12-14s); TTPa: 30 segundos (VR: 25-35s); Fibrinogênio: 390 mg/dL (VR: 200-400 mg/dL); Amilase: 1.200 U/L (VR: <100 U/L); Lipase: 2.000 U/L (VR: < 60 U/L); Cálcio iônico: 1,0 mmol/L (VR: 1,1-1,3 mmol/L); Creatinina: 1,2 mg/dL (VR: 0,6-1,2 mg/dL); PCR 15 mg/dL (VT < 1 mg/dL); Tomografia computadorizada abdominal revela pâncreas com necrose de 50% do parênquima e coleção líquida peripancreática.
A conduta inicial mais apropriada é
Nesse cenário, a conduta mais adequada para controle inicial da hipertensão intracraniana é
A causa mais provável do distúrbio hidroeletrolítico deste paciente é
O tratamento imediato mais adequado para a infecção por C. difficile nesse paciente é
Das seguintes alternativas, assinale a que melhor se aplica a ΔPCO₂ (diferença venoarterial de CO₂) do paciente.
Um paciente de 70 anos com DPOC grave (GOLD 3) e história de múltiplas internações por exacerbação, é admitido na UTI com piora aguda apresentando dispneia intensa, FR 28 irpm, SpO2 88% em ar ambiente além do uso de musculatura acessória. Gasometria arterial: pH 7,30, PaCO2 60 mmHg, PaO2 55 mmHg.
O paciente está em uso de broncodilatadores inalatórios.
O próximo passo no manejo do paciente é
O próximo passo no manejo é
A conduta mais apropriada é
Após reposição volêmica inicial com 30 mL/kg de cristaloide, permanece hipotenso, com pressão arterial média de 55 mmHg e lactato sérico de 4 mmol/L. Encontra-se em uso de noradrenalina na dose de 0,25 mcg/kg/min, sem atingir a meta de pressão arterial média ≥ 65 mmHg.
De acordo com as recomendações atuais para o manejo do choque séptico, o próximo passo no tratamento desse paciente é
A melhor estratégia imediata é
Ao exame, pulso radial esquerdo diminuído em relação ao direito, ECG com achados inespecíficos e troponina normal. RX de tórax mostra alargamento do mediastino.
A principal suspeita é de
Os fatores fundamentais para o início de um programa de reabilitação são
De acordo com a referida norma, essa caracterização dependerá de
Considerando o plano terapêutico global, a principal contribuição do médico fisiatra, nesse contexto, é
Esse relato evidencia a presença de