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Índice de Longevidade em Santa Catarina
Santa Catarina aparece em destaque no Índice de Longevidade (IDL) de 2023, que avaliou pela primeira vez a qualidade de vida para pessoas com 60 anos ou mais, em todos os 5.570 municípios brasileiros.
Entre as grandes cidades, Florianópolis apareceu como a quarta melhor cidade do Brasil para viver após os 60 anos. Dos 295 municípios de Santa Catarina, em 171 deles há pelo menos uma pessoa com 100 anos ou mais de vida. Florianópolis é a cidade com o maior número de centenários. Dos 537,2 mil habitantes da capital catarinense, (83) têm 100 anos ou mais. Em seguida estão Joinville com (47), Blumenau com (33), São José com (24) e Chapecó com (20).
nscDC, ano 38, no 12.233.SC, adaptado.
Índice de Longevidade em Santa Catarina
Santa Catarina aparece em destaque no Índice de Longevidade (IDL) de 2023, que avaliou pela primeira vez a qualidade de vida para pessoas com 60 anos ou mais, em todos os 5.570 municípios brasileiros.
Entre as grandes cidades, Florianópolis apareceu como a quarta melhor cidade do Brasil para viver após os 60 anos. Dos 295 municípios de Santa Catarina, em 171 deles há pelo menos uma pessoa com 100 anos ou mais de vida. Florianópolis é a cidade com o maior número de centenários. Dos 537,2 mil habitantes da capital catarinense, (83) têm 100 anos ou mais. Em seguida estão Joinville com (47), Blumenau com (33), São José com (24) e Chapecó com (20).
nscDC, ano 38, no 12.233.SC, adaptado.
1. Há no primeiro parágrafo um desvio de concordância verbal.
2. O verbo acontecer, na última linha, deveria estar na 3ª pessoa do plural para atender à norma culta.
3. A próclise no terceiro parágrafo deveria ser substituída por mesóclise a fim de atender à norma culta.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Texto 2

1. “Carmen foi uma inocente brasileira altamente criativa triturada pela indústria do show business americano, que levou ela linda, nova e devolveu num caixão, inchada de injeção, de pílulas para ficar esperta”
(Folha de S. Paulo, 14/02/1998, p. 4-4)
2. “Falta ao governo FH decisões corajosas e firmes, principalmente contra os partidos que o apoiam”
(O Estado de S. Paulo, 17/09/1995, A-2, c.2)
3. “Não é verdade que a relação entre eu e Woody era tão clara que não necessitasse explicações no set de filmagens.”
(Folha de S. Paulo, 11/05/1994)
Assinale a alternativa correta em relação às construções acima.
Texto 2

Texto 2

Texto 1
O atacante e depois técnico argentino César Luís Menotti, campeão do mundo de 1978, sabe de cor trechos inteiros da prosa de Ernesto Sábato. O atacante Jorge Valdano, um dos hermanos que fizeram história no Real Madrid e também virou técnico e comentarista esportivo, lê muita poesia e, por conta dos livros de contos que escreveu e editou, ganhou o epíteto de “filósofo do futebol”.
Pelo que depreendi das crônicas de Enrique Vila-Matas no El País, os espanhóis, notadamente os bascos e catalães, convivem sem apertos com a fauna futebolística, compartilhando as mesmas mesas de bares e restaurantes e as mesmas conversas. Com o brilhante Pep Guardiola, autor de pelo menos um livro (Mi Gente, Mi Fútbol), é mole. Idem com o atacante Pardeza, ademais formado em Direito e Filologia pela Universidade de Saragoça, que, como Guardiola, prefere falar sempre mais de literatura que do esporte que lhes deu renome mundial.
Qual uma dupla de adolescentes, o catalão Vila-Matas e seu colega basco Bernardo Atxaga disputam entre si quem tem mais amigos de chuteiras. Juntos já abordaram em público vários boleiros cujos interesses se estendem além dos gramados, como o goleiro Zubizarreta e o extrema Ernesto Valverde. Conheceram ambos numa feira literária em Valência. Como? Autografando livros – de sua própria lavra.
1. O texto 1 emprega ora modelo mais formal, caso do emprego do pronome relativo cujos, (destacado no texto), alternando com expressões da variante coloquial, caso da expressão a gente, (destacada no texto).
2. O texto 2 mostra variante linguística inadequada à maioria da população brasileira.
3. No trecho a seguir, retirado do texto 1, temos emprego de acordo com a variante brasileira em relação aos pronomes: “Atletas e dirigentes racistas opuseram-lhe resistência; Franz nem precisou de prorrogação para derrotá-los”.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Texto 2

Texto 1
Sérgio Augusto, 14/01/2024, O Estado de S. Paulo
Não são muitos os jogadores de
futebol chegados a livros, mas eles existem
Desconfio que foi a propósito de Franz Beckenbauer e seu jeito sobranceiro de jogar, sempre de cabeça erguida, que ouvi ou li pela primeira vez esta observação: “Ele nem sabe qual a cor da grama”.
Outros, geralmente volantes e meio-campistas, como Didi, Falcão e Ademir da Guia, também fizeram por merecê-la, mas é quase unânime a certeza de que, no futebol das últimas décadas, o kaiser do Bayern e da seleção alemã, zagueiro de ofício, reinou absoluto no quesito elegância.

Franz Beckenbauer foi campeão da Copa do Mundo de 1974 jogando pela Alemanha Ocidental Foto: AFP
Craque dentro e fora do campo, inclusive como cartola, Beckenbauer teve participação decisiva até na entrada do primeiro negro no escrete teutônico, Erwin Kostedde. Atletas e dirigentes racistas opuseram-lhe resistência; Franz nem precisou de prorrogação para derrotá-los.
Gerd Wenzel, o jornalista que, entre nós, mais de perto acompanha o futebol alemão, revelou há dias quão determinante foi a mãe de Beckenbauer para a formação ética e moral do jogador. Se influenciou o filho intelectualmente, não sei. Mas é fato que ele adorava livros. Armando Nogueira me contou tê-lo surpreendido lendo Shakespeare na concentração dos alemães na Copa de 1974.
Não são muitos os jogadores de futebol chegados a livros e muito menos versados em escrevê-los, mas eles existem. Nenhum deles, por certo, ambiciona emular Camus, goleiro do Racing Universitário da Argélia quase cem anos atrás, e ainda estou para conhecer quem, dos nossos, além do Tostão, possa ser tranquilamente identificado como intelectual.
Até nessa disputa, os argentinos levam a melhor sobre
a gente.
O atacante e depois técnico argentino César Luís Menotti, campeão do mundo de 1978, sabe de cor trechos inteiros da prosa de Ernesto Sábato. O atacante Jorge Valdano, um dos hermanos que fizeram história no Real Madrid e também virou técnico e comentarista esportivo, lê muita poesia e, por conta dos livros de contos que escreveu e editou, ganhou o epíteto de “filósofo do futebol”.
Pelo que depreendi das crônicas de Enrique Vila-Matas no El País, os espanhóis, notadamente os bascos e catalães, convivem sem apertos com a fauna futebolística, compartilhando as mesmas mesas de bares e restaurantes e as mesmas conversas. Com o brilhante Pep Guardiola, autor de pelo menos um livro (Mi Gente, Mi Fútbol), é mole. Idem com o atacante Pardeza, ademais formado em Direito e Filologia pela Universidade de Saragoça, que, como Guardiola, prefere falar sempre mais de literatura que do esporte que lhes deu renome mundial.
Qual uma dupla de adolescentes, o catalão Vila-Matas
e seu colega basco Bernardo Atxaga disputam entre
si quem tem mais amigos de chuteiras. Juntos já abordaram em público vários boleiros cujos interesses se
estendem além dos gramados, como o goleiro Zubizarreta e o extrema Ernesto Valverde. Conheceram
ambos numa feira literária em Valência. Como? Autografando livros – de sua própria lavra.
1. Há no título uma possível ambiguidade provocada pelo pronome reto eles.
2. A construção a seguir, dentro do contexto, assinala a displicência em relação ao resto da equipe do craque Franz Beckenbauer: “Ele nem sabe qual a cor da grama”.
3. Na construção a seguir, foi empregada metáfora com linguagem típica do futebol: Franz nem precisou de prorrogação para derrotá-los.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Texto 1
Sérgio Augusto, 14/01/2024, O Estado de S. Paulo
Não são muitos os jogadores de
futebol chegados a livros, mas eles existem
Desconfio que foi a propósito de Franz Beckenbauer e seu jeito sobranceiro de jogar, sempre de cabeça erguida, que ouvi ou li pela primeira vez esta observação: “Ele nem sabe qual a cor da grama”.
Outros, geralmente volantes e meio-campistas, como Didi, Falcão e Ademir da Guia, também fizeram por merecê-la, mas é quase unânime a certeza de que, no futebol das últimas décadas, o kaiser do Bayern e da seleção alemã, zagueiro de ofício, reinou absoluto no quesito elegância.

Franz Beckenbauer foi campeão da Copa do Mundo de 1974 jogando pela Alemanha Ocidental Foto: AFP
Craque dentro e fora do campo, inclusive como cartola, Beckenbauer teve participação decisiva até na entrada do primeiro negro no escrete teutônico, Erwin Kostedde. Atletas e dirigentes racistas opuseram-lhe resistência; Franz nem precisou de prorrogação para derrotá-los.
Gerd Wenzel, o jornalista que, entre nós, mais de perto acompanha o futebol alemão, revelou há dias quão determinante foi a mãe de Beckenbauer para a formação ética e moral do jogador. Se influenciou o filho intelectualmente, não sei. Mas é fato que ele adorava livros. Armando Nogueira me contou tê-lo surpreendido lendo Shakespeare na concentração dos alemães na Copa de 1974.
Não são muitos os jogadores de futebol chegados a livros e muito menos versados em escrevê-los, mas eles existem. Nenhum deles, por certo, ambiciona emular Camus, goleiro do Racing Universitário da Argélia quase cem anos atrás, e ainda estou para conhecer quem, dos nossos, além do Tostão, possa ser tranquilamente identificado como intelectual.
Até nessa disputa, os argentinos levam a melhor sobre
a gente.
O atacante e depois técnico argentino César Luís Menotti, campeão do mundo de 1978, sabe de cor trechos inteiros da prosa de Ernesto Sábato. O atacante Jorge Valdano, um dos hermanos que fizeram história no Real Madrid e também virou técnico e comentarista esportivo, lê muita poesia e, por conta dos livros de contos que escreveu e editou, ganhou o epíteto de “filósofo do futebol”.
Pelo que depreendi das crônicas de Enrique Vila-Matas no El País, os espanhóis, notadamente os bascos e catalães, convivem sem apertos com a fauna futebolística, compartilhando as mesmas mesas de bares e restaurantes e as mesmas conversas. Com o brilhante Pep Guardiola, autor de pelo menos um livro (Mi Gente, Mi Fútbol), é mole. Idem com o atacante Pardeza, ademais formado em Direito e Filologia pela Universidade de Saragoça, que, como Guardiola, prefere falar sempre mais de literatura que do esporte que lhes deu renome mundial.
Qual uma dupla de adolescentes, o catalão Vila-Matas
e seu colega basco Bernardo Atxaga disputam entre
si quem tem mais amigos de chuteiras. Juntos já abordaram em público vários boleiros cujos interesses se
estendem além dos gramados, como o goleiro Zubizarreta e o extrema Ernesto Valverde. Conheceram
ambos numa feira literária em Valência. Como? Autografando livros – de sua própria lavra.
“Com o brilhante Pep Guardiola, autor de pelo menos um livro (Mi Gente, Mi Fútbol), é mole. Idem com o atacante Pardeza, ademais formado em Direito e Filologia pela Universidade de Saragoça, que, como Guardiola, prefere falar sempre mais de literatura que do esporte que lhes deu renome mundial.”
Assinale a alternativa correta em relação a passagem.
Texto 1
Sérgio Augusto, 14/01/2024, O Estado de S. Paulo
Não são muitos os jogadores de
futebol chegados a livros, mas eles existem
Desconfio que foi a propósito de Franz Beckenbauer e seu jeito sobranceiro de jogar, sempre de cabeça erguida, que ouvi ou li pela primeira vez esta observação: “Ele nem sabe qual a cor da grama”.
Outros, geralmente volantes e meio-campistas, como Didi, Falcão e Ademir da Guia, também fizeram por merecê-la, mas é quase unânime a certeza de que, no futebol das últimas décadas, o kaiser do Bayern e da seleção alemã, zagueiro de ofício, reinou absoluto no quesito elegância.

Franz Beckenbauer foi campeão da Copa do Mundo de 1974 jogando pela Alemanha Ocidental Foto: AFP
Craque dentro e fora do campo, inclusive como cartola, Beckenbauer teve participação decisiva até na entrada do primeiro negro no escrete teutônico, Erwin Kostedde. Atletas e dirigentes racistas opuseram-lhe resistência; Franz nem precisou de prorrogação para derrotá-los.
Gerd Wenzel, o jornalista que, entre nós, mais de perto acompanha o futebol alemão, revelou há dias quão determinante foi a mãe de Beckenbauer para a formação ética e moral do jogador. Se influenciou o filho intelectualmente, não sei. Mas é fato que ele adorava livros. Armando Nogueira me contou tê-lo surpreendido lendo Shakespeare na concentração dos alemães na Copa de 1974.
Não são muitos os jogadores de futebol chegados a livros e muito menos versados em escrevê-los, mas eles existem. Nenhum deles, por certo, ambiciona emular Camus, goleiro do Racing Universitário da Argélia quase cem anos atrás, e ainda estou para conhecer quem, dos nossos, além do Tostão, possa ser tranquilamente identificado como intelectual.
Até nessa disputa, os argentinos levam a melhor sobre
a gente.
O atacante e depois técnico argentino César Luís Menotti, campeão do mundo de 1978, sabe de cor trechos inteiros da prosa de Ernesto Sábato. O atacante Jorge Valdano, um dos hermanos que fizeram história no Real Madrid e também virou técnico e comentarista esportivo, lê muita poesia e, por conta dos livros de contos que escreveu e editou, ganhou o epíteto de “filósofo do futebol”.
Pelo que depreendi das crônicas de Enrique Vila-Matas no El País, os espanhóis, notadamente os bascos e catalães, convivem sem apertos com a fauna futebolística, compartilhando as mesmas mesas de bares e restaurantes e as mesmas conversas. Com o brilhante Pep Guardiola, autor de pelo menos um livro (Mi Gente, Mi Fútbol), é mole. Idem com o atacante Pardeza, ademais formado em Direito e Filologia pela Universidade de Saragoça, que, como Guardiola, prefere falar sempre mais de literatura que do esporte que lhes deu renome mundial.
Qual uma dupla de adolescentes, o catalão Vila-Matas
e seu colega basco Bernardo Atxaga disputam entre
si quem tem mais amigos de chuteiras. Juntos já abordaram em público vários boleiros cujos interesses se
estendem além dos gramados, como o goleiro Zubizarreta e o extrema Ernesto Valverde. Conheceram
ambos numa feira literária em Valência. Como? Autografando livros – de sua própria lavra.
1. O texto é fundamentalmente narração, pois se limita a contar episódios de jogadores e de técnicos.
2. O texto pertence ao gênero opinativo, artigo de imprensa, com a posição do articulista.
3. O texto é basicamente injuntivo, pois prescreve como devem agir os jogadores de futebol.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Texto 1
Sérgio Augusto, 14/01/2024, O Estado de S. Paulo
Não são muitos os jogadores de
futebol chegados a livros, mas eles existem
Desconfio que foi a propósito de Franz Beckenbauer e seu jeito sobranceiro de jogar, sempre de cabeça erguida, que ouvi ou li pela primeira vez esta observação: “Ele nem sabe qual a cor da grama”.
Outros, geralmente volantes e meio-campistas, como Didi, Falcão e Ademir da Guia, também fizeram por merecê-la, mas é quase unânime a certeza de que, no futebol das últimas décadas, o kaiser do Bayern e da seleção alemã, zagueiro de ofício, reinou absoluto no quesito elegância.

Franz Beckenbauer foi campeão da Copa do Mundo de 1974 jogando pela Alemanha Ocidental Foto: AFP
Craque dentro e fora do campo, inclusive como cartola, Beckenbauer teve participação decisiva até na entrada do primeiro negro no escrete teutônico, Erwin Kostedde. Atletas e dirigentes racistas opuseram-lhe resistência; Franz nem precisou de prorrogação para derrotá-los.
Gerd Wenzel, o jornalista que, entre nós, mais de perto acompanha o futebol alemão, revelou há dias quão determinante foi a mãe de Beckenbauer para a formação ética e moral do jogador. Se influenciou o filho intelectualmente, não sei. Mas é fato que ele adorava livros. Armando Nogueira me contou tê-lo surpreendido lendo Shakespeare na concentração dos alemães na Copa de 1974.
Não são muitos os jogadores de futebol chegados a livros e muito menos versados em escrevê-los, mas eles existem. Nenhum deles, por certo, ambiciona emular Camus, goleiro do Racing Universitário da Argélia quase cem anos atrás, e ainda estou para conhecer quem, dos nossos, além do Tostão, possa ser tranquilamente identificado como intelectual.
Até nessa disputa, os argentinos levam a melhor sobre
a gente.
O atacante e depois técnico argentino César Luís Menotti, campeão do mundo de 1978, sabe de cor trechos inteiros da prosa de Ernesto Sábato. O atacante Jorge Valdano, um dos hermanos que fizeram história no Real Madrid e também virou técnico e comentarista esportivo, lê muita poesia e, por conta dos livros de contos que escreveu e editou, ganhou o epíteto de “filósofo do futebol”.
Pelo que depreendi das crônicas de Enrique Vila-Matas no El País, os espanhóis, notadamente os bascos e catalães, convivem sem apertos com a fauna futebolística, compartilhando as mesmas mesas de bares e restaurantes e as mesmas conversas. Com o brilhante Pep Guardiola, autor de pelo menos um livro (Mi Gente, Mi Fútbol), é mole. Idem com o atacante Pardeza, ademais formado em Direito e Filologia pela Universidade de Saragoça, que, como Guardiola, prefere falar sempre mais de literatura que do esporte que lhes deu renome mundial.
Qual uma dupla de adolescentes, o catalão Vila-Matas
e seu colega basco Bernardo Atxaga disputam entre
si quem tem mais amigos de chuteiras. Juntos já abordaram em público vários boleiros cujos interesses se
estendem além dos gramados, como o goleiro Zubizarreta e o extrema Ernesto Valverde. Conheceram
ambos numa feira literária em Valência. Como? Autografando livros – de sua própria lavra.
O montante, em reais, ao final de 3, anos será:
Logo, o valor de a – b – c é:
Logo, o comprimento da hipotenusa deste triângulo é:
Logo, a média ponderada das notas do aluno nestas três provas é:
Quantas pessoas estavam no grupo inicialmente?
1. O número 11 √2 é maior que o número √7 . 2. O número 3 √17 é maior que o número 2√7 . 3. O número 11 √2 é maior que o número 3√17 .
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.