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“Compreender a constituição cultural do esporte e suas constantes transformações exige bem mais do que um currículo que priorize a dimensão técnica ou, ainda pior, que se limite a ela” (KUNZ, 2017).
O autor apresenta princípios pedagógicos visando a uma transformação didático-pedagógica do esporte.
Relacione os princípios da coluna 1 com suas respectivas descrições na coluna 2.
Coluna 1 Princípios
1. Princípio da totalidade
2. Princípio da cooperação
3. Princípio da continuidade e ruptura
4. Princípio da cogestão
Coluna 2 Descrição
( ) Pressupõe que todos os sujeitos envolvidos no processo educativo tenham, ou possam construir, uma intencionalidade coletiva, buscando solucionar os problemas com o grupo.
( ) Preconiza e oportuniza aos educandos perceberem e intervirem no processo de ensino e aprendizagem através de codeterminações e ações autônomas e coletivas.
( ) Pressupõe que a Educação Física escolar deva proporcionar ao aluno um entendimento crítico do que se passa na aula, na escola, na sociedade, contextualizando histórico e socialmente.
( ) Baseia-se na consideração e valorização do conhecimento que o aluno traz consigo, para que através da vivência/discussão/reflexão sobre o mesmo, possa romper com o estabelecimento, na busca da construção de um novo conhecimento.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
Desde a antiguidade até a contemporaneidade, com o status científico, a preocupação com a saúde, com o corpo sadio, o esporte e o treinamento sempre foram aspectos de destaque na sociedade” (LIMA, REIS JÚNIOR & BANDEIRA, 2020).
“Quanto maior for a diversificação dos estímulos – é óbvio que estes devem estar em conformidade com todos os conceitos de segurança e eficiência que regem a atividade – maiores serão as possibilidades de se atingir uma melhor performance.”
A qual princípio científico do treinamento desportivo o conceito se refere?
“Sob o fino controle do sistema nervoso, os músculos geram a força necessária à estabilização das estruturas esqueléticas sob uma gama vastíssima de condições” (NEUMANN, 2011).
Identifique abaixo as afirmativas verdadeiras ( V ) e as falsas ( F ) sobre a estrutura muscular esquelética.
( ) A unidade funcional de cada fibra muscular é conhecida como miofibrila.
( ) Os tecidos conjuntivos extracelulares dos músculos são divididos somente em dois grupos: epimísio e perimísio.
( ) As fibras musculares de um músculo não apresentam comprimentos variados.
( ) Os músculos podem apresentar diversos formatos, o que influencia sua função final.
( ) A área transversal fisiológica de um músculo reflete a quantidade de proteínas ativas disponíveis à geração da força de contração.
Assinale a alternativa que indica a sequência correta, de cima para baixo.
“Se fossem estendidos em uma única linha, os aproximadamente 100.000 quilômetros de vasos sanguíneos de um adulto de tamanho médio circundariam a Terra 2, 4 vezes” (MCARDLE, KATCH & KATCH, 2019).
As câmaras ocas do lado direito do coração realizam quais funções cruciais?
Analise as afirmativas abaixo:
1. Os fungos apresentam células eucariontes.
2. A unidade estrutural dos fungos é a hifa e o conjunto de hifas é chamado de micélio.
3. Esses organismos são heterotróficos e não apresentam clorofila ou qualquer outro pigmento fotossintetizante.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Texto 3
Além do já mencionado estímulo ininterrupto à elevação do grau de letramento dos alunos e da prática da reflexão linguística a partir de certa fase do percurso escolar, cabe também ao professor de língua apresentar os valores sociais atribuídos a cada variedade linguística. Como cada um de nós sabe muito bem, a língua é frequentemente usada na prática da discriminação, da exclusão social. O preconceito linguístico vivo e atuante é uma realidade inegável no Brasil (Bagno, 1999; 2000). Explicitar, explicar e combater esse preconceito é uma das tarefas incontornáveis da educação linguística.
Talvez possamos atribuir parte do preconceito linguístico (que existe em todas as culturas ocidentais) ao vigor da já mencionada crença (de inspiração platônica) na existência de uma língua “essencial”, que vive num mundo apenas inteligível, imaterial, fora do alcance dos nossos sentidos. (…)
No caso específico da língua, esse ideal é sempre situado num passado remoto e nebuloso, enquanto a situação contemporânea de suposta “decadência” é sempre analisada com pessimismo. (…)
Uma vez consciente dessa situação problemática, o professor que quiser contribuir para desconstruí-la deverá tentar se apoderar dos resultados oferecidos pela pesquisa sociolinguística e pelas teorias linguísticas de inspiração não essencialista. Já está mais do que provado que, do ponto de vista exclusivamente científico, não existe erro em língua, o que existe é variação e mudança, e a variação e a mudança não são “acidentes de percurso”, muito pelo contrário, elas são constitutivas da natureza mesma de todas as língua humanas vivas.
BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Gilles – Língua Materna, letramento, variação & ensino, ed. Parábola, São Paulo, 2002, p. 73.
Analise as afirmativas abaixo sobre o texto 3.
1. O texto é argumentativo, porque o autor busca mostrar seu ponto de vista a fim de convencer o leitor ao empregar argumentos.
2. O texto é totalmente expositivo, à medida que busca mostrar a situação da educação linguística com o objetivo de deixar o leitor tomar livremente uma posição.
3. O texto é um artigo científico, extremamente técnico, voltado a um público específico.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Texto 3
Além do já mencionado estímulo ininterrupto à elevação do grau de letramento dos alunos e da prática da reflexão linguística a partir de certa fase do percurso escolar, cabe também ao professor de língua apresentar os valores sociais atribuídos a cada variedade linguística. Como cada um de nós sabe muito bem, a língua é frequentemente usada na prática da discriminação, da exclusão social. O preconceito linguístico vivo e atuante é uma realidade inegável no Brasil (Bagno, 1999; 2000). Explicitar, explicar e combater esse preconceito é uma das tarefas incontornáveis da educação linguística.
Talvez possamos atribuir parte do preconceito linguístico (que existe em todas as culturas ocidentais) ao vigor da já mencionada crença (de inspiração platônica) na existência de uma língua “essencial”, que vive num mundo apenas inteligível, imaterial, fora do alcance dos nossos sentidos. (…)
No caso específico da língua, esse ideal é sempre situado num passado remoto e nebuloso, enquanto a situação contemporânea de suposta “decadência” é sempre analisada com pessimismo. (…)
Uma vez consciente dessa situação problemática, o professor que quiser contribuir para desconstruí-la deverá tentar se apoderar dos resultados oferecidos pela pesquisa sociolinguística e pelas teorias linguísticas de inspiração não essencialista. Já está mais do que provado que, do ponto de vista exclusivamente científico, não existe erro em língua, o que existe é variação e mudança, e a variação e a mudança não são “acidentes de percurso”, muito pelo contrário, elas são constitutivas da natureza mesma de todas as língua humanas vivas.
BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Gilles – Língua Materna, letramento, variação & ensino, ed. Parábola, São Paulo, 2002, p. 73.
Analise as afirmativas abaixo sobre o texto 3.
1. O autor afirma que a língua é usada com frequência para a prática do preconceito, da discriminação. No entanto, não aponta atitudes para combater esse problema.
2. Segundo o autor, não há erro em língua, mas variações linguísticas do ponto de vista estritamente científico.
3. Além do ponto de vista científico, há outro, que considera a existência de uma língua “essencial”.
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
Texto 3
Além do já mencionado estímulo ininterrupto à elevação do grau de letramento dos alunos e da prática da reflexão linguística a partir de certa fase do percurso escolar, cabe também ao professor de língua apresentar os valores sociais atribuídos a cada variedade linguística. Como cada um de nós sabe muito bem, a língua é frequentemente usada na prática da discriminação, da exclusão social. O preconceito linguístico vivo e atuante é uma realidade inegável no Brasil (Bagno, 1999; 2000). Explicitar, explicar e combater esse preconceito é uma das tarefas incontornáveis da educação linguística.
Talvez possamos atribuir parte do preconceito linguístico (que existe em todas as culturas ocidentais) ao vigor da já mencionada crença (de inspiração platônica) na existência de uma língua “essencial”, que vive num mundo apenas inteligível, imaterial, fora do alcance dos nossos sentidos. (…)
No caso específico da língua, esse ideal é sempre situado num passado remoto e nebuloso, enquanto a situação contemporânea de suposta “decadência” é sempre analisada com pessimismo. (…)
Uma vez consciente dessa situação problemática, o professor que quiser contribuir para desconstruí-la deverá tentar se apoderar dos resultados oferecidos pela pesquisa sociolinguística e pelas teorias linguísticas de inspiração não essencialista. Já está mais do que provado que, do ponto de vista exclusivamente científico, não existe erro em língua, o que existe é variação e mudança, e a variação e a mudança não são “acidentes de percurso”, muito pelo contrário, elas são constitutivas da natureza mesma de todas as língua humanas vivas.
BAGNO, Marcos; STUBBS, Michael; GAGNÉ, Gilles – Língua Materna, letramento, variação & ensino, ed. Parábola, São Paulo, 2002, p. 73.