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Q3579086 Português
Dormir pouco traz tanto risco quanto beber para motoristas  

        A expressão “bêbado de sono” é de uso comum para descrever uma pessoa que está muito cansada. E dirigir nessa condição pode mesmo ser tão arriscado quanto conduzir um carro após ingerir bebidas alcoólicas. É o que aponta um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade Central de Queensland, na Austrália, e publicado na revista científica Nature and Science of Sleep. O trabalho apontou que indivíduos que tenham dormido menos de cinco horas na noite anterior têm o mesmo risco de sofrer um acidente de carro que alguém que tenha bebido álcool.

        O estudo revelou que cerca de 20% dos acidentes de trânsito são causados por exaustão. Embora outros fatores que provocam batidas (por exemplo, dirigir alcoolizado) “tenham diminuído nas últimas décadas devido ao aumento das estratégias de educação pública e medidas punitivas, reduções semelhantes não foram observadas em acidentes relacionados à fadiga”, escreveram os autores no estudo. Os pesquisadores, então, tentaram definir de quanto sono prévio a pessoa precisa para dirigir com segurança. Para isso, eles analisaram as evidências científicas de estudos de laboratório e de campo.

        Depois de sintetizar as descobertas de 61 estudos únicos, descobriram que dormir menos de quatro a cinco horas nas 24 horas anteriores está associado a aproximadamente o dobro do risco de um acidente de carro. Essa é a mesma probabilidade de uma colisão de quando os motoristas têm uma concentração de álcool no sangue a partir de 0,05%. “Não apenas isso, mas o risco de um motorista sofrer um acidente aumenta significativamente a cada hora de sono perdida na noite anterior. Alguns estudos até sugeriram que, quando um motorista dormiu entre zero e quatro horas na noite anterior, ele pode ter até 15 vezes mais chances de sofrer um acidente”, relataram os autores do estudo Madeline Sprajcer e Drew Dawson ao portal The Conversation. Os pesquisadores sugerem, com base nos resultados e nas demais evidências científicas, que pode ser razoável exigir que os motoristas durmam um pouco mais antes de se sentar ao volante. “Se fôssemos alinhar com o grau de risco considerado aceitável para intoxicação, poderíamos considerar exigir um mínimo de quatro a cinco horas de sono antes.”.


Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023. 
Assinale a alternativa que apresente o tipo de relação estabelecida pela preposição em destaque no período: E dirigir nessa condição pode mesmo ser tão arriscado quanto conduzir um carro após ingerir bebidas alcoólicas.  
Alternativas
Q3579085 Português
Dormir pouco traz tanto risco quanto beber para motoristas  

        A expressão “bêbado de sono” é de uso comum para descrever uma pessoa que está muito cansada. E dirigir nessa condição pode mesmo ser tão arriscado quanto conduzir um carro após ingerir bebidas alcoólicas. É o que aponta um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade Central de Queensland, na Austrália, e publicado na revista científica Nature and Science of Sleep. O trabalho apontou que indivíduos que tenham dormido menos de cinco horas na noite anterior têm o mesmo risco de sofrer um acidente de carro que alguém que tenha bebido álcool.

        O estudo revelou que cerca de 20% dos acidentes de trânsito são causados por exaustão. Embora outros fatores que provocam batidas (por exemplo, dirigir alcoolizado) “tenham diminuído nas últimas décadas devido ao aumento das estratégias de educação pública e medidas punitivas, reduções semelhantes não foram observadas em acidentes relacionados à fadiga”, escreveram os autores no estudo. Os pesquisadores, então, tentaram definir de quanto sono prévio a pessoa precisa para dirigir com segurança. Para isso, eles analisaram as evidências científicas de estudos de laboratório e de campo.

        Depois de sintetizar as descobertas de 61 estudos únicos, descobriram que dormir menos de quatro a cinco horas nas 24 horas anteriores está associado a aproximadamente o dobro do risco de um acidente de carro. Essa é a mesma probabilidade de uma colisão de quando os motoristas têm uma concentração de álcool no sangue a partir de 0,05%. “Não apenas isso, mas o risco de um motorista sofrer um acidente aumenta significativamente a cada hora de sono perdida na noite anterior. Alguns estudos até sugeriram que, quando um motorista dormiu entre zero e quatro horas na noite anterior, ele pode ter até 15 vezes mais chances de sofrer um acidente”, relataram os autores do estudo Madeline Sprajcer e Drew Dawson ao portal The Conversation. Os pesquisadores sugerem, com base nos resultados e nas demais evidências científicas, que pode ser razoável exigir que os motoristas durmam um pouco mais antes de se sentar ao volante. “Se fôssemos alinhar com o grau de risco considerado aceitável para intoxicação, poderíamos considerar exigir um mínimo de quatro a cinco horas de sono antes.”.


Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023. 
Assinale a alternativa cuja palavra NÃO seja proparoxítona:  
Alternativas
Q3579084 Português
Dormir pouco traz tanto risco quanto beber para motoristas  

        A expressão “bêbado de sono” é de uso comum para descrever uma pessoa que está muito cansada. E dirigir nessa condição pode mesmo ser tão arriscado quanto conduzir um carro após ingerir bebidas alcoólicas. É o que aponta um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade Central de Queensland, na Austrália, e publicado na revista científica Nature and Science of Sleep. O trabalho apontou que indivíduos que tenham dormido menos de cinco horas na noite anterior têm o mesmo risco de sofrer um acidente de carro que alguém que tenha bebido álcool.

        O estudo revelou que cerca de 20% dos acidentes de trânsito são causados por exaustão. Embora outros fatores que provocam batidas (por exemplo, dirigir alcoolizado) “tenham diminuído nas últimas décadas devido ao aumento das estratégias de educação pública e medidas punitivas, reduções semelhantes não foram observadas em acidentes relacionados à fadiga”, escreveram os autores no estudo. Os pesquisadores, então, tentaram definir de quanto sono prévio a pessoa precisa para dirigir com segurança. Para isso, eles analisaram as evidências científicas de estudos de laboratório e de campo.

        Depois de sintetizar as descobertas de 61 estudos únicos, descobriram que dormir menos de quatro a cinco horas nas 24 horas anteriores está associado a aproximadamente o dobro do risco de um acidente de carro. Essa é a mesma probabilidade de uma colisão de quando os motoristas têm uma concentração de álcool no sangue a partir de 0,05%. “Não apenas isso, mas o risco de um motorista sofrer um acidente aumenta significativamente a cada hora de sono perdida na noite anterior. Alguns estudos até sugeriram que, quando um motorista dormiu entre zero e quatro horas na noite anterior, ele pode ter até 15 vezes mais chances de sofrer um acidente”, relataram os autores do estudo Madeline Sprajcer e Drew Dawson ao portal The Conversation. Os pesquisadores sugerem, com base nos resultados e nas demais evidências científicas, que pode ser razoável exigir que os motoristas durmam um pouco mais antes de se sentar ao volante. “Se fôssemos alinhar com o grau de risco considerado aceitável para intoxicação, poderíamos considerar exigir um mínimo de quatro a cinco horas de sono antes.”.


Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023. 
Assinale a alternativa cuja palavra possua mais de três sílabas:  
Alternativas
Q3579083 Português
Dormir pouco traz tanto risco quanto beber para motoristas  

        A expressão “bêbado de sono” é de uso comum para descrever uma pessoa que está muito cansada. E dirigir nessa condição pode mesmo ser tão arriscado quanto conduzir um carro após ingerir bebidas alcoólicas. É o que aponta um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade Central de Queensland, na Austrália, e publicado na revista científica Nature and Science of Sleep. O trabalho apontou que indivíduos que tenham dormido menos de cinco horas na noite anterior têm o mesmo risco de sofrer um acidente de carro que alguém que tenha bebido álcool.

        O estudo revelou que cerca de 20% dos acidentes de trânsito são causados por exaustão. Embora outros fatores que provocam batidas (por exemplo, dirigir alcoolizado) “tenham diminuído nas últimas décadas devido ao aumento das estratégias de educação pública e medidas punitivas, reduções semelhantes não foram observadas em acidentes relacionados à fadiga”, escreveram os autores no estudo. Os pesquisadores, então, tentaram definir de quanto sono prévio a pessoa precisa para dirigir com segurança. Para isso, eles analisaram as evidências científicas de estudos de laboratório e de campo.

        Depois de sintetizar as descobertas de 61 estudos únicos, descobriram que dormir menos de quatro a cinco horas nas 24 horas anteriores está associado a aproximadamente o dobro do risco de um acidente de carro. Essa é a mesma probabilidade de uma colisão de quando os motoristas têm uma concentração de álcool no sangue a partir de 0,05%. “Não apenas isso, mas o risco de um motorista sofrer um acidente aumenta significativamente a cada hora de sono perdida na noite anterior. Alguns estudos até sugeriram que, quando um motorista dormiu entre zero e quatro horas na noite anterior, ele pode ter até 15 vezes mais chances de sofrer um acidente”, relataram os autores do estudo Madeline Sprajcer e Drew Dawson ao portal The Conversation. Os pesquisadores sugerem, com base nos resultados e nas demais evidências científicas, que pode ser razoável exigir que os motoristas durmam um pouco mais antes de se sentar ao volante. “Se fôssemos alinhar com o grau de risco considerado aceitável para intoxicação, poderíamos considerar exigir um mínimo de quatro a cinco horas de sono antes.”.


Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023. 
Assinale a alternativa que apresente o significado adequado para o termo em destaque no período: O estudo revelou que cerca de 20% dos acidentes de trânsito são causados por exaustão.
Alternativas
Q3579082 Português
Dormir pouco traz tanto risco quanto beber para motoristas  

        A expressão “bêbado de sono” é de uso comum para descrever uma pessoa que está muito cansada. E dirigir nessa condição pode mesmo ser tão arriscado quanto conduzir um carro após ingerir bebidas alcoólicas. É o que aponta um novo estudo feito por pesquisadores da Universidade Central de Queensland, na Austrália, e publicado na revista científica Nature and Science of Sleep. O trabalho apontou que indivíduos que tenham dormido menos de cinco horas na noite anterior têm o mesmo risco de sofrer um acidente de carro que alguém que tenha bebido álcool.

        O estudo revelou que cerca de 20% dos acidentes de trânsito são causados por exaustão. Embora outros fatores que provocam batidas (por exemplo, dirigir alcoolizado) “tenham diminuído nas últimas décadas devido ao aumento das estratégias de educação pública e medidas punitivas, reduções semelhantes não foram observadas em acidentes relacionados à fadiga”, escreveram os autores no estudo. Os pesquisadores, então, tentaram definir de quanto sono prévio a pessoa precisa para dirigir com segurança. Para isso, eles analisaram as evidências científicas de estudos de laboratório e de campo.

        Depois de sintetizar as descobertas de 61 estudos únicos, descobriram que dormir menos de quatro a cinco horas nas 24 horas anteriores está associado a aproximadamente o dobro do risco de um acidente de carro. Essa é a mesma probabilidade de uma colisão de quando os motoristas têm uma concentração de álcool no sangue a partir de 0,05%. “Não apenas isso, mas o risco de um motorista sofrer um acidente aumenta significativamente a cada hora de sono perdida na noite anterior. Alguns estudos até sugeriram que, quando um motorista dormiu entre zero e quatro horas na noite anterior, ele pode ter até 15 vezes mais chances de sofrer um acidente”, relataram os autores do estudo Madeline Sprajcer e Drew Dawson ao portal The Conversation. Os pesquisadores sugerem, com base nos resultados e nas demais evidências científicas, que pode ser razoável exigir que os motoristas durmam um pouco mais antes de se sentar ao volante. “Se fôssemos alinhar com o grau de risco considerado aceitável para intoxicação, poderíamos considerar exigir um mínimo de quatro a cinco horas de sono antes.”.


Fonte: Jornal O Globo, 6 de abril de 2023. 
Assinale a alternativa INCORRETA de acordo com o texto:  
Alternativas
Q3579071 Farmácia
Um paciente com diabetes tipo 2 está prescrito para receber insulina regular. O médico prescreve uma dose de 0,15 U/kg de insulina regular para ser administrada antes do café da manhã. O paciente pesa 80 kg. A quantidade de insulina regular que o paciente deve receber antes do café da manhã será:
Alternativas
Q3579070 Farmácia
Um paciente está tomando um medicamento que é conhecido por inibir a atividade da enzima CYP3A4, enquanto também está tomando outro medicamento que é metabolizado principalmente por CYP3A4. O resultado mais provável dessa interação será:
Alternativas
Q3579069 Saúde Pública
A Política Nacional de Atenção Básica (PNAB) é uma política de saúde que tem como objetivo ordenar os fluxos e contrafluxos de pessoas, produtos e informações em todos os pontos de atenção à saúde. Assinale a alternativa correta sobre o princípio fundamental que norteia a Política Nacional de Atenção Básica de 2017:
Alternativas
Q3579068 Administração Geral
Um pesquisador está conduzindo um estudo de farmacoeconomia para avaliar a eficácia e os custos de dois tratamentos diferentes para uma condição médica específica. Após a coleta de dados, ele calcula o custo médio por unidade de resultado para cada tratamento. No entanto, os resultados mostram que o tratamento A é menos eficaz, mas também menos dispendioso, enquanto o tratamento B é mais eficaz, mas mais caro. Assinale a alternativa que representa a métrica mais apropriada de análise de custo para avaliar qual tratamento representa a melhor relação custo-eficácia:
Alternativas
Q3579067 Direito Sanitário
A Lei nº 8.080/90, conhecida como a "Lei Orgânica da Saúde" tem como objetivo principal: 
Alternativas
Q3579066 Farmácia
Um paciente com diabetes tipo 2 está em tratamento com metformina para controlar sua glicemia. Ele também apresentou hipertensão e foi prescrito verapamil pela sua médica de família. O paciente procura o farmacêutico para discutir a interação entre os medicamentos e a orientação mais apropriada do farmacêutico é:
Alternativas
Q3579065 Farmácia
Vários fatores interferem na biodisponibilidade de medicamentos. Assinale a alternativa que contém o fator que tem menor impacto na biodisponibilidade de um medicamento administrado por via oral: 
Alternativas
Q3579064 Farmácia
Sobre anafilaxia, analise as alternativas e assinale a correta:
Alternativas
Q3579063 Farmácia
Sobre a via intramuscular de administração de fármacos assinale a alternativa incorreta: 
Alternativas
Q3579062 Farmácia
Fármacos podem agir por meio do bloqueio seletivo dos canais de sódio em neurônios, inibindo assim a propagação dos potenciais de ação. Assinale a alternativa que apresenta um fármaco que age desta forma:
Alternativas
Q3579061 Farmácia
Assinale a alternativa correta que se refere ao termo que designa à capacidade de um medicamento de se ligar a um receptor e desencadear uma resposta biológica de eficácia ou resposta máxima funcional:
Alternativas
Q3579060 Administração Geral
No processo de unitarização e fracionamento de medicamentos para dispensação por dose unitária, a precisão e a segurança são garantidas pelo descrito na alternativa:
Alternativas
Q3579059 Farmácia
A importância do controle microbiológico para a segurança e eficácia na manipulação de produtos não estéreis é fundamental na farmácia. Em relação à reconstituição de produtos não estéreis, analise as assertivas a seguir e assinale a alternativa correta:

I - O controle microbiológico de produtos farmacêuticos não estéreis é um requerimento das Boas Práticas de Fabricação (BPF) para excluir micro-organismos indesejáveis de produtos farmacêuticos não estéreis, garantindo a sua qualidade, segurança e eficácia.
II - A importância do controle microbiológico dos produtos farmacêuticos não estéreis está ligada à preservação do paciente e das propriedades físico-químicas destes produtos, bem como à comprovação de que são seguidas as regulamentações preconizadas pelas BPF e farmacopeias.
III - O controle microbiológico é fundamental para garantir a qualidade e segurança dos medicamentos, evitando a contaminação por microrganismos indesejáveis que podem causar danos à saúde do paciente. 
Alternativas
Q3579058 Farmácia
A formulação de produtos não estéreis refere-se à criação de produtos que não requerem um ambiente estéril durante o processo de fabricação. Quando formulando produtos não estéreis, agentes de suspensão são utilizados para: 
Alternativas
Q3579057 Farmácia
A distribuição de medicamentos envolve processos e atividades destinados a garantir que os medicamentos cheguem de forma segura e eficiente às mãos dos pacientes. Assinale a alternativa correta sobre a distribuição de medicamentos:
Alternativas
Respostas
17141: B
17142: D
17143: B
17144: C
17145: D
17146: C
17147: D
17148: B
17149: C
17150: A
17151: D
17152: A
17153: B
17154: D
17155: B
17156: C
17157: E
17158: A
17159: D
17160: C