Questões de Concurso Para unioeste

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Q4379613 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
Considerando os elementos do texto, assinale a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q4379612 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
Assinale a alternativa INCORRETA, conforme o conteúdo do texto:
Alternativas
Q4379611 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
Um grupo de capoeiristas pode facilmente falar e entender a expressão “meia-lua”, enquanto pessoas de fora desse grupo talvez não entendam imediatamente o conceito específico dentro da capoeira. Um jogador de futebol pode usar a expressão “carrinho” com um sentido que não corresponde ao significado mais comum do termo e, por isso, pode não ser entendido por pessoas que não gostam de futebol. Essas situações de uso da língua retratam exemplos de
Alternativas
Q4379610 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
O uso de expressões diferentes para se referir à mesma coisa conforme a região do Brasil – como “mandioca” / “aipim” / “macaxeira” – tem relação com a
Alternativas
Q4379609 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
Segundo o texto, a variação linguística 
Alternativas
Q4379608 Não definido
    Quando falamos em variação linguística, analisamos os diferentes modos em que é possível expressar-se em uma língua, levando em conta a escolha de palavras, a construção do enunciado e até o tom da fala. A língua é a nossa expressão básica, e, por isso, ela muda de acordo com a cultura, a região, a época, o contexto, as experiências e as necessidades do indivíduo e do grupo que se expressa.
    Há quatro tipos de variação linguística: histórica (diacrônica), geográfica (diatópica), social (diastrática) e estilística (diafásica). A primeira diz respeito às mudanças ocorridas na língua com o decorrer do tempo. Algumas expressões deixaram de existir, outras novas surgiram e outras se transformaram com a ação do tempo, como o ‘você’, que, no português arcaico, era ‘vossa mercê’.
     O segundo tipo de variação refere-se à diferença de linguagem devido à região. Essas diferenças tornam-se óbvias quando ouvimos um falante brasileiro, um angolano e um português conversando: nos três países, fala-se português, mas há diferenças imensas entre cada fala. E dentro do próprio Brasil vemos diferenças de léxico (palavras) ou de fonemas (sons, sotaques).
      A variação social diz respeito às diferenças de acordo com o grupo social do falante. Por exemplo, as gírias, embora variem histórica e geograficamente, também representam um caso de variação social, estando mais ligada à faixa etária do falante, geralmente relacionada com a fala informal dos mais jovens. Há, ainda, expressões informais ligadas a grupos sociais específicos, como os skatistas, e expressões próprias de grupos profissionais específicos, como aqueles relacionados à área policial, à área médica e à área de marketing, por exemplo.
     Por fim, a variação estilística (diafásica) refere-se ao contexto que exige a adaptação da fala respeitando a situação da interação social, levando-se em conta ambiente e expectativas dos interlocutores. Aqui entram as questões de linguagem formal e informal, adequação à norma padrão ou despreocupação com seu uso. O uso de expressões rebuscadas e o respeito às normas padrão do idioma remetem à linguagem tida como culta, que se opõe àquela linguagem mais coloquial e familiar. Na fala, o tom de voz acaba tendo papel importante também. Assim, o vocabulário e a maneira de falar com amigos provavelmente não serão os mesmos que em uma entrevista de emprego, e também serão diferentes daqueles usados para falar com pais e avós.


Fonte: https://mundoeducacao.uol.com.br/gramatica/variacoes-linguisticas.htm (com alterações)
Qual frase nominal sumariza a temática do texto e poderia figurar como título?
Alternativas
Q4361754 Não definido
Qual a assertiva incorreta?
Alternativas
Q4361753 Não definido
Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4361752 Não definido
Assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q4361751 Não definido
Assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Q4361750 Não definido
Menina de 7 anos com fratura de punho direito há três dias, sendo realizada redução incruenta e imobilização com aparelho gessado axilopalmar em centro cirúrgico há 2 dias. Há um dia, apresenta dor intensa, não responsiva a analgésicos. Ao exame, observa-se edema, perfusão preservada e dor à extensão passiva dos dedos. A melhor conduta para o caso é:
Alternativas
Q4361749 Não definido
A fratura diafisária de fêmur é caracterizada por:
Alternativas
Q4361748 Não definido
Paciente homem, 20 anos, sofreu acidente automobilístico. O resgate demorou 2 horas para retirá-lo do carro. Chegou imobilizado em prancha com colar cervical, com fraturas fechadas de tíbia e fíbula esquerda, imobilizada em tala. Recebe oxigênio 5 l/min e 500ml de soro fisiológico. Queixase de muita dor, com piora progressiva, principalmente agravada à movimentação passiva do pé esquerdo. Exame físico: perna esquerda edemaciada, muito tensa e com pulsos distais diminuídos. A conduta prioritária é:
Alternativas
Q4361747 Não definido
Paciente masculino, 35 anos, há 9 meses apresentou fratura transversa fechada de tíbia esquerda, sendo operado com osteossíntese relativa, haste intramedular. Em consulta ambulatorial, ainda é observado traço de fratura na radiografia e calo ósseo exuberante. Apresenta dor local ao realizar exame. É correto afirmar que:
Alternativas
Q4361746 Não definido
Sobre a escoliose, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q4361745 Não definido
No tratamento da artrite séptica do quadril de uma criança, é fundamental:
Alternativas
Q4361744 Não definido
No tratamento da displasia de desenvolvimento do quadril, o suspensório de Pavlik para seu uso correto bloqueia:
Alternativas
Q4361743 Não definido
No exame radiológico na osteoartrose encontramos, exceto:
Alternativas
Q4361742 Não definido
Qual assertiva seguinte está incorreta?
Alternativas
Q4361741 Não definido
Com relação ao tratamento cirúrgico da fratura, assinale a alternativa incorreta:
Alternativas
Respostas
5921: C
5922: A
5923: C
5924: B
5925: D
5926: A
5927: C
5928: D
5929: E
5930: C
5931: E
5932: B
5933: A
5934: C
5935: B
5936: A
5937: E
5938: C
5939: A
5940: D