Foram encontradas 5.681 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
TEXTO I - O aumento da temperatura do globo causou mais uma vítima: osce reais. Em um novo estudo da Universidade da Columbia Britânica, no Canadá,cientistas descobriram que, nos anos em que países foram atingidos pela seca, a produção desses alimentos caiu 10% e, quando afetada pelas ondas de calor, 9%.A estimativa é que mais de três bilhões de toneladas da produção de cereais,entre 1964 e 2007, tenha sido perdida.
Foram analisados dados da produção nacional de 16 tipos de cereais, em 177 países. Os pesquisadores concluíram que os efeitos da seca eram sentidos com mais força em países ricos do que em países emergentes: na América do Norte, Europa e Austrália, 20% da safra total foi perdida. Na Ásia, o número cai para 12% e na África para 9%. Na América Latina, nenhum efeito foi reportado.
Essa diferença pode ocorrer porque os países ricos tendem a cultivar plantações mais uniformes, que podem ser mais vulneráveis à seca. A pesquisa também apontou que as secas que ocorreram a partir do ano de 1985 foram mais severas do que as que aconteceram antes desse período. Depois desse ano, as perdas somavam, em média, 14%. Antes, esse número ficava na faixa dos 7%. Eles sugeriram que a alteração climática pode afetar a frequência e intensidade desses eventos no futuro.
Disponível em:http://super.abril.com.br/ciencia/producao-decereais-e-afetada-pelo-aquecimento-global
Acesso em 08 jan. 2016 (adaptado).
TEXTO II - Ano movimentado para os escorpianos de todos os decanatos,excelente para iniciar projetos ou para retomar alguma atividade física: Marte estará transitando pelo seu signo em conjunção ao seu Sol durante boa parte doamo (entre janeiro e março, e entre junho e agosto), dando-lhe muita energia física e vitalidade para começar qualquer coisa que deseje. O seu vigor para lutar por aquilo que deseja está em alta. No que diz respeito ao amor e ao magnetismo pessoal, outubro de 2016 será o seu mês, quando Vênus fará uma passagem um tanto breve pelo seu signo. Portanto, quando outubro começar, é importante estar preparado para entrar em ação e usar seu charme para facilitara abertura de portas - tanto no nível pessoal, como no profissional. Outros momentos favoráveis para o seu magnetismo e influência pessoal incluem os períodos de 13/3 a 5/4, e de 18/6 a 12/7. Aproveite!
TEXTO III – – Bolo de Chocolate:
Massa
- 3 ovos
- 1 xícara de leite
- 1/2 xícara de azeite
- 1 xícara de achocolatado em pó
- 1/2 xícara de açúcar
- 3 xícaras de farinha de trigo
- 1 colher (sopa) de fermento
Cobertura
- 1 colher de sopa (não muito cheia) de margarina
- 200ml de creme de leite
- 5 colheres de sopa de chocolate em pó
Modo de preparo:
Massa
Em um recipiente, bater os ovos. Em seguida, acrescentar o leite e o azeite. Despejar todo achocolatado e açúcar. Despejar aos poucos a farinha de trigo. Misturar/mexer bem e acrescentar o fermento. Com o forno já aquecido,colocar o bolo e deixar uns 40 min em 200°C Cobertura: Em uma panela, em 180°colocar a margarina e deixar derreter. Colocar todo o creme de leite e o chocolate em pó, mexer bem até desgrudar da panela. Colocar no bolo ainda quente e se quiser polvilhe um pouquinho de granulado.
Faça a relação entre as colunas
(1) Carboidratos.
(2) Fibras alimentares.
(3) Proteínas.
(4) Lipídios.
(A) São macromoléculas presentes em todos os organismos vivos, constituídas por combinações entre os 21 aminoácidos (essenciais – não são produzidos pelo organismo – e não essenciais) naturalmente presente nos alimento
(B) São moléculas constituídas por carbono, hidrogênio e oxigênio, considerados fonte primária de energia para o organismo (glicose).
C) São componentes estruturais das células vegetais, indigeríveis pelas enzimas do trato gastrintestinal dos seres humanos.
(D) São moléculas insolúveis em água, chamadas de gorduras (estado sólido) ou óleos (estado líquido).
Assinale a relação CORRETA:
São objetivos complementares do Plano Nacional de Alimentação Escolar (PNAE):
I - Envolver todos os entes federados (estados, Distrito Federal e municípios) na execução do Programa.
II - Estimular o exercício do controle social.
III – Monitorar e fiscalizar a aplicação dos recursos destinados à alimentação escolar.
IV - Dinamizar a economia local, contribuindo para geração de emprego e renda.
V- Respeitar os hábitos alimentares e vocação agrícola locais.
Estão CORRETAS as afirmativas:
VISITA
Sobre a minha mesa, na redação do jornal, encontrei-o, numa tarde quente de verão. É um inseto que parece um aeroplano de quatro asas translúcidas e gosta de sobrevoar os açudes, os córregos e as poças de água. É um bicho do mato e não da cidade. Mas que fazia ali, sobre a minha mesa, em pleno coração da metrópole?
Parecia morto, mas notei que movia nervosamente as estranhas e minúsculas mandíbulas. Estava morrendo de sede, talvez pudesse salvá-lo. Peguei-o pelas asas e levei-o até o banheiro. Depois de acomodá-lo a um canto da pia, molhei a mão e deixei que a água pingasse sobre a sua cabeça e suas asas. Permaneceu imóvel. É, não tem mais jeito — pensei comigo. Mas eis que ele se estremece todo e move a boca molhada. A água tinha escorrido toda, era preciso arranjar um meio de mantê-la ao seu alcance sem, contudo afogá-lo. A outra pia talvez desse mais jeito. Transferi-o para lá, acomodei-o e voltei para a redação.
Mas a memória tomara outro rumo. Lá na minha terra, nosso grupo de meninos chamava esse bicho de macaquinho voador e era diversão nossa caçá-los, amarrá-los com uma linha e deixá-los voar acima de nossa cabeça. Lembrava também do açude, na fazenda, onde eles apareciam em formação de esquadrilha e pousavam na água escura. Mas que diabo fazia na avenida Rio Branco esse macaquinho voador? Teria ele voado do Coroatá até aqui, só para me encontrar? Seria ele uma estranha mensagem da natureza a este desertor?
Voltei ao banheiro e em tempo de evitar que o servente o matasse. “Não faça isso com o coitado!” “Coitado nada, esse bicho deve causar doença.” Tomei-o da mão do homem e o pus de novo na pia. O homem ficou espantado e saiu, sem saber que laços de afeição e história me ligavam àquele estranho ser. Ajeitei-o, dei-lhe água e voltei ao trabalho. Mas o tempo urgia, textos, notícias, telefonemas, fui para casa sem me lembrar mais dele.
GULLAR, Ferreira. O menino e o arco-íris e outras
crônicas.
VISITA
Sobre a minha mesa, na redação do jornal, encontrei-o, numa tarde quente de verão. É um inseto que parece um aeroplano de quatro asas translúcidas e gosta de sobrevoar os açudes, os córregos e as poças de água. É um bicho do mato e não da cidade. Mas que fazia ali, sobre a minha mesa, em pleno coração da metrópole?
Parecia morto, mas notei que movia nervosamente as estranhas e minúsculas mandíbulas. Estava morrendo de sede, talvez pudesse salvá-lo. Peguei-o pelas asas e levei-o até o banheiro. Depois de acomodá-lo a um canto da pia, molhei a mão e deixei que a água pingasse sobre a sua cabeça e suas asas. Permaneceu imóvel. É, não tem mais jeito — pensei comigo. Mas eis que ele se estremece todo e move a boca molhada. A água tinha escorrido toda, era preciso arranjar um meio de mantê-la ao seu alcance sem, contudo afogá-lo. A outra pia talvez desse mais jeito. Transferi-o para lá, acomodei-o e voltei para a redação.
Mas a memória tomara outro rumo. Lá na minha terra, nosso grupo de meninos chamava esse bicho de macaquinho voador e era diversão nossa caçá-los, amarrá-los com uma linha e deixá-los voar acima de nossa cabeça. Lembrava também do açude, na fazenda, onde eles apareciam em formação de esquadrilha e pousavam na água escura. Mas que diabo fazia na avenida Rio Branco esse macaquinho voador? Teria ele voado do Coroatá até aqui, só para me encontrar? Seria ele uma estranha mensagem da natureza a este desertor?
Voltei ao banheiro e em tempo de evitar que o servente o matasse. “Não faça isso com o coitado!” “Coitado nada, esse bicho deve causar doença.” Tomei-o da mão do homem e o pus de novo na pia. O homem ficou espantado e saiu, sem saber que laços de afeição e história me ligavam àquele estranho ser. Ajeitei-o, dei-lhe água e voltei ao trabalho. Mas o tempo urgia, textos, notícias, telefonemas, fui para casa sem me lembrar mais dele.
GULLAR, Ferreira. O menino e o arco-íris e outras
crônicas.
VISITA
Sobre a minha mesa, na redação do jornal, encontrei-o, numa tarde quente de verão. É um inseto que parece um aeroplano de quatro asas translúcidas e gosta de sobrevoar os açudes, os córregos e as poças de água. É um bicho do mato e não da cidade. Mas que fazia ali, sobre a minha mesa, em pleno coração da metrópole?
Parecia morto, mas notei que movia nervosamente as estranhas e minúsculas mandíbulas. Estava morrendo de sede, talvez pudesse salvá-lo. Peguei-o pelas asas e levei-o até o banheiro. Depois de acomodá-lo a um canto da pia, molhei a mão e deixei que a água pingasse sobre a sua cabeça e suas asas. Permaneceu imóvel. É, não tem mais jeito — pensei comigo. Mas eis que ele se estremece todo e move a boca molhada. A água tinha escorrido toda, era preciso arranjar um meio de mantê-la ao seu alcance sem, contudo afogá-lo. A outra pia talvez desse mais jeito. Transferi-o para lá, acomodei-o e voltei para a redação.
Mas a memória tomara outro rumo. Lá na minha terra, nosso grupo de meninos chamava esse bicho de macaquinho voador e era diversão nossa caçá-los, amarrá-los com uma linha e deixá-los voar acima de nossa cabeça. Lembrava também do açude, na fazenda, onde eles apareciam em formação de esquadrilha e pousavam na água escura. Mas que diabo fazia na avenida Rio Branco esse macaquinho voador? Teria ele voado do Coroatá até aqui, só para me encontrar? Seria ele uma estranha mensagem da natureza a este desertor?
Voltei ao banheiro e em tempo de evitar que o servente o matasse. “Não faça isso com o coitado!” “Coitado nada, esse bicho deve causar doença.” Tomei-o da mão do homem e o pus de novo na pia. O homem ficou espantado e saiu, sem saber que laços de afeição e história me ligavam àquele estranho ser. Ajeitei-o, dei-lhe água e voltei ao trabalho. Mas o tempo urgia, textos, notícias, telefonemas, fui para casa sem me lembrar mais dele.
GULLAR, Ferreira. O menino e o arco-íris e outras
crônicas.
VISITA
Sobre a minha mesa, na redação do jornal, encontrei-o, numa tarde quente de verão. É um inseto que parece um aeroplano de quatro asas translúcidas e gosta de sobrevoar os açudes, os córregos e as poças de água. É um bicho do mato e não da cidade. Mas que fazia ali, sobre a minha mesa, em pleno coração da metrópole?
Parecia morto, mas notei que movia nervosamente as estranhas e minúsculas mandíbulas. Estava morrendo de sede, talvez pudesse salvá-lo. Peguei-o pelas asas e levei-o até o banheiro. Depois de acomodá-lo a um canto da pia, molhei a mão e deixei que a água pingasse sobre a sua cabeça e suas asas. Permaneceu imóvel. É, não tem mais jeito — pensei comigo. Mas eis que ele se estremece todo e move a boca molhada. A água tinha escorrido toda, era preciso arranjar um meio de mantê-la ao seu alcance sem, contudo afogá-lo. A outra pia talvez desse mais jeito. Transferi-o para lá, acomodei-o e voltei para a redação.
Mas a memória tomara outro rumo. Lá na minha terra, nosso grupo de meninos chamava esse bicho de macaquinho voador e era diversão nossa caçá-los, amarrá-los com uma linha e deixá-los voar acima de nossa cabeça. Lembrava também do açude, na fazenda, onde eles apareciam em formação de esquadrilha e pousavam na água escura. Mas que diabo fazia na avenida Rio Branco esse macaquinho voador? Teria ele voado do Coroatá até aqui, só para me encontrar? Seria ele uma estranha mensagem da natureza a este desertor?
Voltei ao banheiro e em tempo de evitar que o servente o matasse. “Não faça isso com o coitado!” “Coitado nada, esse bicho deve causar doença.” Tomei-o da mão do homem e o pus de novo na pia. O homem ficou espantado e saiu, sem saber que laços de afeição e história me ligavam àquele estranho ser. Ajeitei-o, dei-lhe água e voltei ao trabalho. Mas o tempo urgia, textos, notícias, telefonemas, fui para casa sem me lembrar mais dele.
GULLAR, Ferreira. O menino e o arco-íris e outras
crônicas.
VISITA
Sobre a minha mesa, na redação do jornal, encontrei-o, numa tarde quente de verão. É um inseto que parece um aeroplano de quatro asas translúcidas e gosta de sobrevoar os açudes, os córregos e as poças de água. É um bicho do mato e não da cidade. Mas que fazia ali, sobre a minha mesa, em pleno coração da metrópole?
Parecia morto, mas notei que movia nervosamente as estranhas e minúsculas mandíbulas. Estava morrendo de sede, talvez pudesse salvá-lo. Peguei-o pelas asas e levei-o até o banheiro. Depois de acomodá-lo a um canto da pia, molhei a mão e deixei que a água pingasse sobre a sua cabeça e suas asas. Permaneceu imóvel. É, não tem mais jeito — pensei comigo. Mas eis que ele se estremece todo e move a boca molhada. A água tinha escorrido toda, era preciso arranjar um meio de mantê-la ao seu alcance sem, contudo afogá-lo. A outra pia talvez desse mais jeito. Transferi-o para lá, acomodei-o e voltei para a redação.
Mas a memória tomara outro rumo. Lá na minha terra, nosso grupo de meninos chamava esse bicho de macaquinho voador e era diversão nossa caçá-los, amarrá-los com uma linha e deixá-los voar acima de nossa cabeça. Lembrava também do açude, na fazenda, onde eles apareciam em formação de esquadrilha e pousavam na água escura. Mas que diabo fazia na avenida Rio Branco esse macaquinho voador? Teria ele voado do Coroatá até aqui, só para me encontrar? Seria ele uma estranha mensagem da natureza a este desertor?
Voltei ao banheiro e em tempo de evitar que o servente o matasse. “Não faça isso com o coitado!” “Coitado nada, esse bicho deve causar doença.” Tomei-o da mão do homem e o pus de novo na pia. O homem ficou espantado e saiu, sem saber que laços de afeição e história me ligavam àquele estranho ser. Ajeitei-o, dei-lhe água e voltei ao trabalho. Mas o tempo urgia, textos, notícias, telefonemas, fui para casa sem me lembrar mais dele.
GULLAR, Ferreira. O menino e o arco-íris e outras
crônicas.