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Q1285172 Matemática
A diagonal de um retângulo mede 13 centímetros e um dos lados do retângulo mede 7 centímetros a mais que o outro lado. Então, a área desse retângulo é igual a:
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Q1285171 Matemática
Em uma escola, 65% dos professores são mulheres. A média salarial dessas professoras é R$ 3.500,00 e a média salarial dos professores homens é de R$ 4.100,00. Considerando todos os professores dessa escola, a média salarial é:
Alternativas
Q1285170 Matemática
João, Pedro e Marcela trabalham em uma empresa de tecnologia e recebem, respectivamente, salários que são diretamente proporcionais aos números 3, 5 e 7. A soma dos salários dos três é igual a R$ 7.500,00. Dessa forma, podemos afirmar que:
Alternativas
Q1285169 Matemática
Em uma fábrica são produzidos dois tipos de parafusos, um para marcenaria e outro para serralheria. Para isso são utilizadas duas máquinas, uma faz a fenda na cabeça do parafuso e a outra faz a rosca. Cada máquina opera semanalmente um tempo limitado, a de fenda 4.800 minutos e a de rosca 4.950 minutos. Para produzir um parafuso para marcenaria, gastam-se 4 minutos na máquina de fenda e 3 minutos na máquina de rosca. E cada parafuso de serralheria gasta 2 minutos na máquina de fenda e 6 minutos na máquina de rosca. O número total de parafusos produzidos por semana nessa fábrica é igual a:
Alternativas
Q1285168 Português

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Assinale a alternativa que melhor interpreta a situação retratada na tirinha:

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Q1285167 Português
O MUNDO É UM MOINHO

Ainda é cedo, amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar
Preste atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco a tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és
Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho
Vai reduzir as ilusões a pó
Preste atenção, querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com os teus pés

FONTE: Música: Cartola; Compositor: Angenor De Oliveira
No verso “Ouça-me bem, amor”, a palavra “amor” tem a função de
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Q1285166 Português
O MUNDO É UM MOINHO

Ainda é cedo, amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar
Preste atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco a tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és
Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho
Vai reduzir as ilusões a pó
Preste atenção, querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com os teus pés

FONTE: Música: Cartola; Compositor: Angenor De Oliveira
No verso “Preste atenção, o mundo é um moinho” a figura de linguagem utilizada é a
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Q1285165 Português
O MUNDO É UM MOINHO

Ainda é cedo, amor
Mal começaste a conhecer a vida
Já anuncias a hora de partida
Sem saber mesmo o rumo que irás tomar
Preste atenção, querida
Embora eu saiba que estás resolvida
Em cada esquina cai um pouco a tua vida
Em pouco tempo não serás mais o que és
Ouça-me bem, amor
Preste atenção, o mundo é um moinho
Vai triturar teus sonhos, tão mesquinho
Vai reduzir as ilusões a pó
Preste atenção, querida
De cada amor tu herdarás só o cinismo
Quando notares estás à beira do abismo
Abismo que cavaste com os teus pés

FONTE: Música: Cartola; Compositor: Angenor De Oliveira
A utilização da concordância em segunda pessoa permite ao texto um recurso linguístico interessante, que consiste
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Q1285164 Português

Nunca pensei que o óleo diesel tinha tanta influência na minha vida. É produto que jamais adquiri, mas que me prestava serviços inestimáveis sem que eu me desse conta disso. Agora, com os caminhões parando por falta desse combustível, que se elevou pelo preço, à altura do Moet et Chandon bebido no Régine, sinto quanto o óleo diesel é preciso e está ligado à existência de um cronista. Sem diesel não há transporte de mercadorias; sem transporte, não há abastecimento das cidades; sem abastecimento, o cronista perece de inanição; e perecendo, adeus crônica. Sei que os leitores não perdem nada com isso. Mas a carestia, o desaparecimento desse óleo fundamental os afetará também em suas vidas e atividades normais. Se o diesel não voltar à normalidade, estamos todos fritos. Como o próprio Sr Diesel, que bolou o motor a diesel movido pelo óleo diesel, controlado pelo índice diesel, e que morreu afogado. É diesel demais na vida da gente e pouco óleo. Como sair desta?

FONTE: Carlos Drummond de Andrade, no Jornal do Brasil, 4 de agosto de 1979

No trecho “Sem diesel não há transporte de mercadorias; sem transporte, não há abastecimento das cidades; sem abastecimento, o cronista perece de inanição; e perecendo, adeus crônica” o cronista busca criar entre as orações uma relação de
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Q1285163 Português

Nunca pensei que o óleo diesel tinha tanta influência na minha vida. É produto que jamais adquiri, mas que me prestava serviços inestimáveis sem que eu me desse conta disso. Agora, com os caminhões parando por falta desse combustível, que se elevou pelo preço, à altura do Moet et Chandon bebido no Régine, sinto quanto o óleo diesel é preciso e está ligado à existência de um cronista. Sem diesel não há transporte de mercadorias; sem transporte, não há abastecimento das cidades; sem abastecimento, o cronista perece de inanição; e perecendo, adeus crônica. Sei que os leitores não perdem nada com isso. Mas a carestia, o desaparecimento desse óleo fundamental os afetará também em suas vidas e atividades normais. Se o diesel não voltar à normalidade, estamos todos fritos. Como o próprio Sr Diesel, que bolou o motor a diesel movido pelo óleo diesel, controlado pelo índice diesel, e que morreu afogado. É diesel demais na vida da gente e pouco óleo. Como sair desta?

FONTE: Carlos Drummond de Andrade, no Jornal do Brasil, 4 de agosto de 1979

Da leitura do texto, pode-se atribuir ao autor uma opinião
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Q1285162 Português

Nunca pensei que o óleo diesel tinha tanta influência na minha vida. É produto que jamais adquiri, mas que me prestava serviços inestimáveis sem que eu me desse conta disso. Agora, com os caminhões parando por falta desse combustível, que se elevou pelo preço, à altura do Moet et Chandon bebido no Régine, sinto quanto o óleo diesel é preciso e está ligado à existência de um cronista. Sem diesel não há transporte de mercadorias; sem transporte, não há abastecimento das cidades; sem abastecimento, o cronista perece de inanição; e perecendo, adeus crônica. Sei que os leitores não perdem nada com isso. Mas a carestia, o desaparecimento desse óleo fundamental os afetará também em suas vidas e atividades normais. Se o diesel não voltar à normalidade, estamos todos fritos. Como o próprio Sr Diesel, que bolou o motor a diesel movido pelo óleo diesel, controlado pelo índice diesel, e que morreu afogado. É diesel demais na vida da gente e pouco óleo. Como sair desta?

FONTE: Carlos Drummond de Andrade, no Jornal do Brasil, 4 de agosto de 1979

Apesar de ser um texto de quase quarenta anos atrás, a crônica apresenta alto teor de atualidade EXCETO porque
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Q1285161 Conhecimentos Gerais

"Candidatos do MDB espalhados pelo país imaginavam que bastaria ignorar Michel Temer em seus discursos para que deixassem de ser associados ao momento tenebroso vivido pelo presidente. Mas a crise do combustível e transporte apareceu e a tese caiu por terra. Alguns já são alvos de memes em que aparecem defendendo o 'legado' de Temer. Um deles disse a EXPRESSO: 'Isso fará parte do jogo este ano, infelizmente'." 

Fonte: Adaptado de Época em 01/06/2018. Disponível em<http://goo.gl/eJcZaw> . 

O que significa a sigla MDB?

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Q1285160 História

"Registros secretos do governo britânico relatam que o governo dos militares brasileiros atuou para abafar uma investigação de corrupção na compra de navios de escolta construídos na Inglaterra durante os anos 1970. Os papéis mostram que os governos ditatoriais dos generais Emílio Garrastazu Médici (1969-1974) e Ernesto Geisel (1974-1979) abafaram o caso de fraude milionária. Isso porque, de acordo com os registros, em 1978, o governo britânico queria investigar a denúncia de superfaturamento na compra de equipamentos para a construção dos navios vendidos ao Brasil. O Reino Unido ainda ofereceu o pagamento de uma indenização de 500 mil libras (algo que, hoje, equivale a 3 milhões de libras ou R$ 15 milhões) – o que foi rejeitado pela ditatura militar . A investigação realizada em Londres nos anos 70 revela que o estaleiro contratado para construir os navios pediu desconto aos fornecedores dos equipamentos, mas as notas fiscais saíam com o preço sem o desconto. Em determinado trecho dos papéis britânicos é revelado que o governo brasileiro preferia 'que o assunto fosse ‘deixado de lado’ o mais rapidamente possível'. E que 'o governo inglês ficou sem entender por que o Brasil não quis receber de volta o valor numa ordem de 500 mil libras'."

Fonte: Adaptado de Último Segundo - iG de 02/06/2018.

Indique a forma ou o sistema de governo que nunca ocorreu na história do Brasil:

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Q1285159 Atualidades

"Milhares de toneladas de alimentos perdidas, escassez de comida, disparada de preços. A paralisação, iniciada na semana passada, e suas consequências, quase que imediatas, em termos de abastecimento é uma oportunidade para refletirmos sobre como organizamos os processos de produção e comercialização de alimentos no Brasil. Alimentar milhões de brasileiros passa por fortalecer a conexão entre a cidade e o campo. Pensar a segurança alimentar e nutricional é pensar no acesso, distribuição, disponibilidade, consumo e, portanto, formas de abastecimento. É estimular a diversificação de culturas. É buscar a readequação da legislação sanitária de alimentos de origem animal e bebidas à produção artesanal, tradicional e familiar. É fortalecer o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica. É garantir do acesso à terra e ao território, requisito fundamental para a redução das desigualdades no campo brasileiro e para a garantia do Direito Humano à Alimentação Adequada."

Fonte: Adaptado de RECINE, Elisabetta. Le Monde Diplomatique Brasil em 30/05/2018.

Disponível em < http://goo.gl/vKjJU6>

Qual acontecimento recentemente paralisou o transporte e a distribuição de produtos variados pelo país inteiro?

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Q1239172 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Com fundamento no artigo 61 da Lei Orgânica do Município local, o Prefeito e o Vice-Prefeito, quando no exercício do cargo, não poderão, sem licença da Câmara Municipal, sob pena de perda do cargo ou do mandato, ausentar-se do Município por período superior a:
Alternativas
Q1238955 Legislação dos Municípios do Estado de São Paulo
Com fulcro no artigo 58 da Lei Orgânica do Município local, no caso de impedimento do Prefeito e do Vice- prefeito, ou ainda, no caso de vacância do cargo, qual deverá ser o procedimento adotado?
Alternativas
Q1234133 Português
Os enunciados abaixo foram extraídos e adaptados do texto A importância eleitoralmente negligenciada do Poder Legislativo, escrito por Leon Victor de Queiroz e publicado no blog Legis-Ativo, do portal estadao.com.br.
Leia-os e assinale a alternativa gramaticalmente correta.
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Q1231749 Ciências
"No dia 6 de julho, a Terra esteve mais distante do Sol do que em qualquer outro dia deste ano de 2018. Nesse dia, o planeta atingiu seu afélio, palavra de origem grega que significa 'longe do Sol'. 'O afélio é o ponto da órbita ao redor do Sol em que a Terra fica mais longe do astro e o periélio (que quer dizer 'perto do Sol') é justamente o oposto, o ponto da órbita em que a Terra fica mais próxima ao astro', disse à BBC Mundo Nayra Rodríguez Eugenio, astrofísica e professora do Instituto de Astrofísica das Canarias, em Tenerife, na Espanha. 'No periélio, o Sol está a aproximadamente 147 milhões de quilômetros da Terra; no afélio está a uns 152 milhões de quilômetros do Sol.' A distância varia porque a órbita da Terra ao redor do Sol não é uma circunferência perfeita, nosso planeta descreve uma trajetória elíptica." Fonte: BBC Brasil, 6 jul. 2018. Disponível em <https://goo.gl/FUi618>
Qual é o nome do movimento que o planeta Terra realiza em torno do Sol?
Alternativas
Q1224257 Português
CARRO: O CIGARRO DO SÉCULO 21? Por Reinaldo Canto
Muita gente talvez não concorde. Pode ser também que exista uma dose de exagero na afirmação. Ou será que não? O certo é que temos observado um inédito questionamento ao império do automóvel.  
Soberano ao longo de muitos anos e cercado de toda admiração. Assim foi a trajetória do carro. Agora muitas vozes se levantam contra ele como um grande problema, a perturbar a vida de todos. Aliás, não parece estar ocorrendo um fenômeno semelhante ao ocorrido com o cigarro no século passado? Portanto, guardadas as devidas proporções, será realmente loucura pensar que não assistiremos no século 21 com os veículos de transporte individual ao mesmo que ocorreu no passado com o cigarro?
No passado, fumar representava um símbolo de status, charme e elegância. Durante um bom período, o consumo de cigarros foi objeto do desejo de inúmeras gerações. Os muitos jovens até arriscavam levar surras paternas se fossem pegos no ato. Celebrizado, entre outros, por Clark Gable, Cary Grant, Rita Hayworth, James Dean e Clint Eastwood, os ícones do cinema entre os anos 40 e 60. Todo mundo que se prezava, naquela época, fumava. E o que aconteceu com o passar do tempo e os mais do que comprovados problemas causados pelo cigarro? Quase a demonização do ato de fumar!
Para as novas gerações, fica até difícil explicar que, na maior parte do século 20, fumar em qualquer lugar era a coisa mais comum do mundo. Em bares, restaurantes e até mesmo dentro de claustrofóbicos aviões, os fumantes viviam o auge de seu vício com toda a liberdade. Hoje, todos nós sabemos sobre os males causados pelo fumo, inclusive para aqueles expostos à fumaça de cigarros alheios, o chamado fumante involuntário. Cigarro mata e ponto final!
A publicidade ainda tinha o desplante de vincular o fumo à virilidade e à prática de atividades esportivas. Uma barbaridade digna de criminosos!! Não foi por outra razão que, posteriormente, a propaganda de cigarros foi banida dos meios de comunicação.
Bem, não dá para afirmar o mesmo em relação aos carros, ou será que é possível fazer essa relação? Dados divulgados pela ONG Saúde e Sustentabilidade em parceria com vários estudiosos, entre eles, o médico e pesquisador da USP Paulo Saldiva, mostram que a poluição no estado de São Paulo foi responsável pela morte de quase 100 mil pessoas em seis anos. Só em 2011, a pesquisa revelou que o ar contaminado, boa parte dele vindo de escapamentos de veículos, contribuiu para a morte de mais de 17 mil e 400 pessoas. Esse trabalho é o primeiro de abrangência estadual que fez uma relação direta entre índices de poluição e número de mortes. Portanto, temos aí uma relação carro e saúde semelhante como no passado foi feito entre cigarro e saúde.
Outro interessante ponto de convergência das trajetórias do cigarro e do automóvel está localizado no exercício de sua prática. Como disse antes, fumar era algo exercido com total liberdade até começarem a surgir diversas leis obrigando a exercer o hábito a lugares pré-determinados e o veto total a outros. Hoje em dia, o pobre fumante se vê quase num ato clandestino e de banimento social para poder dar algumas boas tragadas. Isso em prol da saúde coletiva.
Em relação aos carros, algo parecido está em processo acelerado de implantação. Recentemente, a prefeitura de São Paulo definiu que a velocidade máxima na cidade passou de 60 para 40 quilômetros por hora. A ação visa reduzir as mortes de pedestres e ciclistas vitimados, entre outras razões, pelo excesso de velocidade. Se somarmos essa a outras medidas em vigor, como o rodízio de veículos, a proibição de circular em faixas de ônibus e as restrições para locais de estacionamento, teremos aí mais exemplos de coerção ao livre uso do carro, até pouco tempo praticamente “dono” das ruas e avenidas das cidades contra qualquer planejamento minimamente civilizado de mobilidade urbana que buscasse uma convivência pacífica com outros usuários de transporte público, pedestres e ciclistas.
Sonho da juventude. Quem, como eu, já entrou na casa dos 50 anos de idade sabe bem o que um garoto ou garota de minha época sonhava em ter os 18 anos. Até outras gerações posteriores enxergavam e ainda enxergam no fato de ter um carro o alcance definitivo do mundo adulto e da independência. Isso, claro, ainda não mudou, mas parece ir por um caminho bem diferente.
Uma tendência observada em pesquisas realizadas na Inglaterra e nos Estados Unidos é que os jovens desses países já não possuem o mesmo desejo por veículos particulares. Eles acham mais interessante utilizar transporte público, como ônibus e metrô, e até mesmo andar de bicicleta. As pesquisas mostram que eles não estão dispostos a gastar boa parte de seus recursos na manutenção de um automóvel. E, além de mais barato, também consideram mais saudável o uso cotidiano de outras modalidades de transporte. Isso significa que a posse do carro próprio está perdendo o encanto? Com o cigarro não se passou algo bastante parecido?
Sobre a passagem “Só em 2011, a pesquisa revelou que o ar contaminado, boa parte dele vindo de escapamentos de veículos, contribuiu para a morte de mais de 17 mil e 400 pessoas”, é correto afirmar que:
Alternativas
Q1212638 Português
Assinale a alternativa correta quanto à divisão silábica:
Alternativas
Respostas
4761: A
4762: B
4763: D
4764: B
4765: B
4766: B
4767: C
4768: B
4769: B
4770: B
4771: D
4772: C
4773: D
4774: C
4775: B
4776: C
4777: D
4778: A
4779: B
4780: D