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Q4286441 Não definido
As “Fake News” surgiram nos últimos anos com muita intensidade. A Constituição Federal, em seu artigo 5º, já em 1988, trazia um remédio aos possíveis desvios da verdade. Assim, é assegurado a todos
Alternativas
Q4286440 Não definido
Segundo a Lei n.º 13.185/2015, considera-se intimidação sistemática (bullying) todo ato de violência física ou psicológica, intencional e repetitivo que ocorre sem motivação evidente, praticado por indivíduo ou grupo, contra uma ou mais pessoas, com o objetivo de intimidá-la ou agredi-la, causando dor e angústia à vítima, em uma relação de desequilíbrio de poder entre as partes envolvidas. A LDB define que se deve promover medidas de conscientização, de prevenção e de combate a todos os tipos de violência, especialmente a intimidação sistemática (bullying), no âmbito das escolas. Essa ação prescrita pela LDB cabe ao(s)
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Q4286439 Não definido
As Diretrizes Nacionais para a educação em Direitos Humanos têm a finalidade de promover a educação para a mudança e a transformação social. Nesse sentido, é correto afirmar que tem por princípio 
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Q4286438 Não definido
O Estado deve, circunscrito pela LDB, garantir padrões mínimos de qualidade do ensino, definidos como a variedade e a quantidade mínimas, por aluno, de insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo de ensino- -aprendizagem adequados à idade e às necessidades específicas de cada estudante, inclusive mediante o(a)
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Q4286436 Não definido
Sobre a questão da violência e da indisciplina escolar, no que tange às relações democráticas dentro da escola e às relações docente-aluno, segundo Guimarães, no livro, “Indisciplina na escola”, é correto afirmar que 
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Q4286430 Não definido
Leia a tirinha abaixo para responder à questão.

Captura_de tela 2026-09-07 185801.png (326×326)

De acordo com o texto da tirinha, é correto afirmar que o arrependimento 
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Q4286428 Não definido
Leia o texto abaixo para responder à questão.

    Entre as sugestões que vieram da editora sobre meu novo livro, havia a de trocar “índios” por “indígenas”. Sempre fui um defensor do politicamente correto. Algumas mudanças na ética verbal, porém, me parecem contraproducentes. Em certos momentos dos anos 90, “favela” virou “comunidade”. “Favelado” era um termo pejorativo e é compreensível que os moradores dessas áreas não quisessem ser chamados assim, mas mudar para “morador de comunidade”. Mas embora a mudança amacie na semântica, não leva água encanada, esgoto e luz para ninguém. Pelo contrário.
    A gente ouve “comunidade” e dá a impressão de que aquelas pessoas estão todas de mãos dadas fazendo uma ciranda em torno da horta orgânica, não apinhando-se em condições sub-humanas, sem esgoto, asfalto, educação, saúde. Talvez fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar toda vez que disséssemos ou ouvíssemos “favela” ou “favelados”. Nosso objetivo deveria ser dar condições de vida decente para aquela gente, não nos sentirmos confortáveis ao mencioná-la.
    O mesmo vale para “morador em situação de rua”. Parece que o cara teve um problema pra voltar pra casa numa terça, dormiu “em situação de rua” num ponto de ônibus e na quarta vai retornar ao conforto do lar. É mentira. A pessoa que mora na rua tá ferrada, é alguém que perdeu tudo na vida, até virar “mendigo”. “Mendigo” é um termo horrível não porque as vogais e consoantes se juntem de forma deselegante, mas pelo que ele nomeia: gente que dorme na calçada, revira lixo pra comer, não tem sequer acesso a um banheiro. Mas quando a gente fala “morador em situação de rua” vem junto o mesmo morninho no coração de “comunidade”: essa situação, pensamos, é temporária. Vai mudar. Logo, logo, ele estará em outra.
    Não, não estará se não nos indignarmos com a indigência, e agirmos. Algumas palavras têm que doer, porque a realidade dói. Do contrário, a linguagem deixa de ser uma ferramenta que busca representar a vida como ela é e se torna um tapume nos impedindo de enxergá-la. Sobre “índios” e “indígenas”, li alguns textos. Os argumentos giram em torno do fato de “índio” ter se tornado um termo pejorativo, ligado aos preconceitos que os brancos sempre tiveram com os povos originários da América: preguiçosos, atrasados, primitivos. Tá certo. Mas o problema, pensei, não está no termo “índio”, mas no preconceito do homem branco.

(PRATA, Antonio. As palavras e as coisas. Folha de São Paulo, 03.07.2022. Adaptado).
Analise as frases abaixo para responder à questão.

“Favelado” era um termo ‘pejorativo’ e é ‘compreensível’ que os moradores dessas áreas não quisessem ser chamados assim, mas mudar para “morador de comunidade”.
“Não, não estará se não nos indignarmos com a ‘indigência’, e agirmos”.

Assinale a alternativa cujas palavras substituem, respectivamente, os termos destacados sem alterar o sentido das frases. 
Alternativas
Q4286426 Não definido
Leia o texto abaixo para responder à questão.

    Entre as sugestões que vieram da editora sobre meu novo livro, havia a de trocar “índios” por “indígenas”. Sempre fui um defensor do politicamente correto. Algumas mudanças na ética verbal, porém, me parecem contraproducentes. Em certos momentos dos anos 90, “favela” virou “comunidade”. “Favelado” era um termo pejorativo e é compreensível que os moradores dessas áreas não quisessem ser chamados assim, mas mudar para “morador de comunidade”. Mas embora a mudança amacie na semântica, não leva água encanada, esgoto e luz para ninguém. Pelo contrário.
    A gente ouve “comunidade” e dá a impressão de que aquelas pessoas estão todas de mãos dadas fazendo uma ciranda em torno da horta orgânica, não apinhando-se em condições sub-humanas, sem esgoto, asfalto, educação, saúde. Talvez fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar toda vez que disséssemos ou ouvíssemos “favela” ou “favelados”. Nosso objetivo deveria ser dar condições de vida decente para aquela gente, não nos sentirmos confortáveis ao mencioná-la.
    O mesmo vale para “morador em situação de rua”. Parece que o cara teve um problema pra voltar pra casa numa terça, dormiu “em situação de rua” num ponto de ônibus e na quarta vai retornar ao conforto do lar. É mentira. A pessoa que mora na rua tá ferrada, é alguém que perdeu tudo na vida, até virar “mendigo”. “Mendigo” é um termo horrível não porque as vogais e consoantes se juntem de forma deselegante, mas pelo que ele nomeia: gente que dorme na calçada, revira lixo pra comer, não tem sequer acesso a um banheiro. Mas quando a gente fala “morador em situação de rua” vem junto o mesmo morninho no coração de “comunidade”: essa situação, pensamos, é temporária. Vai mudar. Logo, logo, ele estará em outra.
    Não, não estará se não nos indignarmos com a indigência, e agirmos. Algumas palavras têm que doer, porque a realidade dói. Do contrário, a linguagem deixa de ser uma ferramenta que busca representar a vida como ela é e se torna um tapume nos impedindo de enxergá-la. Sobre “índios” e “indígenas”, li alguns textos. Os argumentos giram em torno do fato de “índio” ter se tornado um termo pejorativo, ligado aos preconceitos que os brancos sempre tiveram com os povos originários da América: preguiçosos, atrasados, primitivos. Tá certo. Mas o problema, pensei, não está no termo “índio”, mas no preconceito do homem branco.

(PRATA, Antonio. As palavras e as coisas. Folha de São Paulo, 03.07.2022. Adaptado).
Analise as frases abaixo para responder à questão.

“Algumas mudanças na ética verbal, ‘porém’, me parecem contraproducentes”.

É correto afirmar que o termo destacado possui o sentido de 
Alternativas
Q4286425 Não definido
Leia o texto abaixo para responder à questão.

    Entre as sugestões que vieram da editora sobre meu novo livro, havia a de trocar “índios” por “indígenas”. Sempre fui um defensor do politicamente correto. Algumas mudanças na ética verbal, porém, me parecem contraproducentes. Em certos momentos dos anos 90, “favela” virou “comunidade”. “Favelado” era um termo pejorativo e é compreensível que os moradores dessas áreas não quisessem ser chamados assim, mas mudar para “morador de comunidade”. Mas embora a mudança amacie na semântica, não leva água encanada, esgoto e luz para ninguém. Pelo contrário.
    A gente ouve “comunidade” e dá a impressão de que aquelas pessoas estão todas de mãos dadas fazendo uma ciranda em torno da horta orgânica, não apinhando-se em condições sub-humanas, sem esgoto, asfalto, educação, saúde. Talvez fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar toda vez que disséssemos ou ouvíssemos “favela” ou “favelados”. Nosso objetivo deveria ser dar condições de vida decente para aquela gente, não nos sentirmos confortáveis ao mencioná-la.
    O mesmo vale para “morador em situação de rua”. Parece que o cara teve um problema pra voltar pra casa numa terça, dormiu “em situação de rua” num ponto de ônibus e na quarta vai retornar ao conforto do lar. É mentira. A pessoa que mora na rua tá ferrada, é alguém que perdeu tudo na vida, até virar “mendigo”. “Mendigo” é um termo horrível não porque as vogais e consoantes se juntem de forma deselegante, mas pelo que ele nomeia: gente que dorme na calçada, revira lixo pra comer, não tem sequer acesso a um banheiro. Mas quando a gente fala “morador em situação de rua” vem junto o mesmo morninho no coração de “comunidade”: essa situação, pensamos, é temporária. Vai mudar. Logo, logo, ele estará em outra.
    Não, não estará se não nos indignarmos com a indigência, e agirmos. Algumas palavras têm que doer, porque a realidade dói. Do contrário, a linguagem deixa de ser uma ferramenta que busca representar a vida como ela é e se torna um tapume nos impedindo de enxergá-la. Sobre “índios” e “indígenas”, li alguns textos. Os argumentos giram em torno do fato de “índio” ter se tornado um termo pejorativo, ligado aos preconceitos que os brancos sempre tiveram com os povos originários da América: preguiçosos, atrasados, primitivos. Tá certo. Mas o problema, pensei, não está no termo “índio”, mas no preconceito do homem branco.

(PRATA, Antonio. As palavras e as coisas. Folha de São Paulo, 03.07.2022. Adaptado).
Analise as frases abaixo para responder à questão.

“Sempre fui um defensor do ‘politicamente’ correto”.
“‘Talvez’ fosse bom deixarmos o incômodo nos tomar”.

É correto afirmar que os termos destacados possuem, respectivamente, o sentido de
Alternativas
Q4286205 Não definido
Assinale a alternativa que apresenta a capacidade de focalizar os sons das palavras, dissociando-as de seu significado, e de segmentar as palavras nos sons que as constituem. 
Alternativas
Q4286204 Não definido
Com relação aos problemas de aprendizado, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q4286203 Não definido
Ao final da avaliação do sujeito, o psicopedagogo deve 
Alternativas
Q4286202 Não definido
O psicopedagogo, em relação a sua área de atuação, pode 
Alternativas
Q4286201 Não definido
No que concerne aos aspectos clínicos de atendimento do psicopedagogo, é correto afirmar que 
Alternativas
Q4286200 Não definido
Sobre o campo de atuação da psicopedagogia, analise as proposições abaixo.
I. O psicopedagogo deve agir com neutralidade em seus atendimentos, excluindo o seu lado subjetivo e sendo o mais técnico possível.
II. Tem uma base transdisciplinar, utilizando inclusive de conhecimentos da psicanálise.
III. Estabelece com a neurociência um processo de cisão, tendo em vista que ambas concorrem com o mesmo campo de atuação.
IV. Restringe-se à aplicação direta da psicologia à pedagogia.
V. Busca compreender como aspectos afetivos, cognoscitivos e do meio se coadunam ao processo de aprendizagem.
É correto o que se afirma, apenas, em 
Alternativas
Q4286199 Não definido
O sujeito encontra-se atrasado em relação às fases do desenvolvimento piagetiano, apresentando uma restrição cognitiva que limita a aquisição do conhecimento por conta de uma defasagem no raciocínio. Se enquadra nesse perfil de desenvolvimento o(a) 
Alternativas
Q4286198 Não definido
Caracterizado pela dificuldade em assimilar as informações auditivas, seja pela alteração ou pela falta de habilidade receptiva, de análise e de processamento da informação. O indivíduo consegue detectar os sons de modo normal, mas há uma grande dificuldade em realizar a sua interpretação. O quadro acima refere-se à 
Alternativas
Q4286197 Não definido
A perspectiva a-histórica de avaliação psicopedagógica refere-se à análise 
Alternativas
Q4286196 Não definido
É um estado patológico da aprendizagem, representado dentro do modelo nosográfico, que tem como função identificar as causas dos bloqueios de aprendizagem. Assinale a alternativa que apresenta o nível do estado patológico da aprendizagem descrito acima. 
Alternativas
Respostas
4361: A
4362: D
4363: C
4364: A
4365: D
4366: D
4367: C
4368: B
4369: B
4370: A
4371: A
4372: D
4373: B
4374: B
4375: C
4376: A
4377: A
4378: D
4379: D
4380: A