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Quando a estes fatos novos é incorreto afirmar.

Memorando n.º 22/2017 – JAL/IFA/2017
Mateiros, 5 de junho de 2017.
Ao Senhor Diretor-geral do Campus Paraíso do Araguaia, do Instituto Federal do Araguaia – IFA
Assunto: Consulta sobre nome de docentes de Química e Filosofia
1. Solicitamos que nos informe os nomes dos docentes do Campus Paraíso do Araguaia, do IFA, que possuem habilitação em Química e Filosofia, para que possamos emitir convite para elaboração de questões destinadas ao próximo vestibular do Campus Jalapão, do IFA.
2. Tal solicitação se justifica pelo fato de não termos encontrado, no site desse campus, a relação de professores por área de formação ou atuação nos cursos de nível médio. Atenciosamente,
Antônio Cândido Schwartz Diretor-geral do Campus Jalapão
A partir da comunicação hipotética apresentada, Memorando n.º 22/2017 – JAL/IFA/2017, julgue as afirmativas a seguir:
I. O redator acertou ao identificar o destinatário pelo cargo que ocupa, e não pelo nome, já que se trata de um memorando.
II. Por questão de polidez, o redator do memorando em questão deveria ter registrado o primeiro parágrafo da seguinte forma: “Vimos, pelo presente, solicitar, por gentileza, que Vossa Excelência nos informe os nomes dos docentes do Campus Paraíso do Araguaia que possuem habilitação em Química e Filosofia, para que possamos emitir convite para elaboração de questões destinadas ao próximo vestibular do Campus Jalapão, do IFA”.
III. Para demonstrar seu reconhecimento quanto à informação a ser-lhe prestada, o redator, no memorando em questão, deveria ter arrematado o texto com a seguinte redação: “Em agradecimento, externamos votos de estima e apreço”.
IV. O emprego do fecho “Atenciosamente” indica que o destinatário do memorando em questão ocupa cargo de hierarquia equivalente ou superior à do cargo ocupado pelo signatário.
V. No segundo parágrafo do memorando, em vez de utilizar o pronome “desse”, o redator deveria ter empregado o pronome “deste”, já que tal pronome remete ao Campus Paraíso do Araguaia, onde se encontra o destinatário da comunicação.
Considerando as afirmativas I, II, III, IV e V desta questão, e com base nos atributos da redação oficial, assinale a alternativa correta.
Seja a função ƒ: ℝ → ℝ definida por 
Verifique qual é a afirmação falsa.
Considerando as transformações
I. T : ℝ2→ ℝ2, T(x, y) = (x2, 3y).
II. T : Pn(ℝ) → ℝ, T(p(t)) =
p(t) dt em que Pn(ℝ) é o conjunto de todos os polinômios na
variável t, de grau menor do que, ou igual a n(n natural). Também, a, b ∈ ℝ; a < b .
III. T : ℝ2→ ℝ2, T(x, y) = (x, 2).
IV. T : ℝ2→ ℝ, T(x, y) = xy.
São lineares
Assinale a alternativa que complementa de maneira correta a afirmação a seguir.
Um multímetro digital de 3 e ½ dígitos é capaz de realizar até ________ contagens.
Com o auxílio de um resistor inserido em série com um voltímetro, é possível obter-se leituras superiores ao fundo de escala do instrumento.
O valor de uma resistência série para ampliar de 10 V para 50 V o fundo de escala de um voltímetro, cuja resistência interna é de 1000 Ω, é:
Os excertos a seguir constituem texto adaptado do artigo “O poder da ética”, de Hélio Schwartsman, publicado no jornal Folha de S. Paulo. Tais excertos, no entanto, encontram-se desordenados. Numere-os de modo que sejam estabelecidas a coesão e a coerência do texto. Em seguida, assinale a opção correspondente à ordem correta dos excertos.
( ) O filósofo Eric Schwitzgebel, da Universidade da Califórnia, Riverside, tentou medir isso. Perguntou a professores de ética, isto é, gente que ganha a vida ensinando os outros sobre o que é certo e o que é errado, com que frequência votavam, ligavam para suas mães, respondiam a e-mails de alunos, comiam carne, doavam sangue, contribuíam para associações de caridade etc. e comparou suas respostas com as dadas por filósofos de outras especialidades e professores de outros cursos.
( ) A sensação que se tem é que o Brasil vive uma crise ética e, nessas horas, sempre surge a proposta de ampliar as aulas de ética nas escolas. Mas será que existe uma correlação entre estudar ética e ser ético?
( ) As delações da Odebrecht indicam que a corrupção era mais vultosa e generalizada do que supúnhamos. Políticos agem cada vez mais descaradamente para aprovar leis que os beneficiem.
( ) Duas exceções são os livros – as chances de títulos de ética desaparecerem das estantes são 50% maiores do que os de outras matérias – e o abate de animais para consumo humano: 60% dos eticistas o condenaram, contra 19% dos professores de outras áreas. A diferença, contudo, despareceu quando se mediu a frequência com que comem carne: 38% dos professores haviam jantado um mamífero na noite anterior, contra 37% dos eticistas. Como dizia Terêncio, "sou humano e nada do que é humano me é estranho".
( ) Schwitzgebel também foi aos arquivos para ver
se os eticistas relutaram mais do que colegas de
outras áreas em aderir ao nazismo ou se eles
roubavam menos livros das bibliotecas. Os
resultados, como o leitor já deve suspeitar,
indicam que não há diferenças importantes nos
comportamentos dos diversos professores.