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Q3702947 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


A ditadura do algoritmo
Nossa dependência da ferramenta que decide sucesso nas redes.

Por Walcyr Carrasco
Publicado em 27 fev. 2022

Um amigo todo dia posta uma foto sem camisa em seu perfil no Instagram. Objetivo: conquistar likes e seguidores. É o que se chama de biscoiteiro. Certa vez, abri meu celular e vi outro amigo, eternamente desempregado, em um veleiro, confortável, como se fosse dele. Postou fotos assim por semanas a fio. Certamente foi convidado para passar só o dia. Fez uns 800 cliques, que alimentavam seu perfil. Queria ser notado pelo algoritmo. Esse senhor, o algoritmo do Instagram, seleciona a exposição dos posts. De sua decisão, é obvio, depende o grau de adesão. Claro que ele leva em conta o interesse pelos posts, o grau de engajamento — likes e comentários — e vários fatores misteriosos. O algoritmo é uma ferramenta da inteligência artificial. Capaz de analisar meu histórico, trajetória, interesse, e por aí em diante. Quanto mais o algoritmo gostar de mim, maior sucesso terei no Instagram. Seu coração (embora não deva ter um) é tudo, menos óbvio. A cada instante descubro que existe alguém famoso que eu nem conheço, mas com milhões de seguidores. Seu segredo? Seduzir o dito-cujo. O império do algoritmo é tão poderoso que até Caetano Veloso fez uma música, Anjos Tronchos, falando a respeito dele.
Ter seguidores é uma mina de ouro. Quanto mais o perfil tem, maior o número de ações publicitárias. Já percebi: o algoritmo dita como as pessoas devem ser. Simpáticas, divertidas, sexy, sábias, elegantes… mas é tudo mentira, na maior parte das vezes. Quem faz sucesso tem equipes encarregadas de analisar as preferências do público no Instagram e fortalecer comportamentos de sucesso. E aí acontece essa loucura: advogado dando receita de bolo, dentista dando dicas de maquiagem masculina, “instas” especializados em fofoca, gente contando como foi estar em coma ou cachorrinhos e gatinhos fofinhos (que o algoritmo ama). Horror! Me aconselharam: “Fale mais sobre televisão”; “Conte da sua vida pessoal”; “Leia poesias”. Só que não tenho talento para virar um site de fofocas televisivas (nem seria ético), falar da minha vida ou mesmo vocação para ler poesias. Irritado, o senhor algoritmo me trata mal.
“A solução é fazer dancinha no Reels.” Ui! Permaneço em minhas fronteiras. Muitas vezes, ele elimina a publicação de alguém, o que é o terror dos terrores. Ameaça excluir a conta. Embora eu não viva do Instagram, morro de medo de isso acontecer. Como sobreviver sem um post, sem olhar o feed, os stories? (Amigos se ofendem se não confiro, mesmo se o algoritmo é que não tenha me deixado ver.) A vida social, os relacionamentos, tudo isso hoje depende das redes sociais. Tem mais. O algoritmo já saiu do Instagram. Agora ele permeia toda uma série de relações humanas. Interfere. Muitas vezes, estou conversando e, de repente, a pessoa me agarra e faz um vídeo, pensando que minha imagem vai agradar o algoritmo de suas próprias redes. Já vi acontecer até em namoro. O casal vai se beijar. Os dois agarram os celulares, fotografam e postam. É isso aí. Não existe mais relação a dois. O novo triângulo amoroso é com o algoritmo. Tome cuidado. É melhor ser simpático com ele.


Adaptado
https://veja.abril.com.br
Muitas vezes, ele elimina a publicação de alguém [...].” 3º§
A palavra destacada foi acentuada conforme a seguinte regra: 
Alternativas
Q3702946 Português
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A ditadura do algoritmo
Nossa dependência da ferramenta que decide sucesso nas redes.

Por Walcyr Carrasco
Publicado em 27 fev. 2022

Um amigo todo dia posta uma foto sem camisa em seu perfil no Instagram. Objetivo: conquistar likes e seguidores. É o que se chama de biscoiteiro. Certa vez, abri meu celular e vi outro amigo, eternamente desempregado, em um veleiro, confortável, como se fosse dele. Postou fotos assim por semanas a fio. Certamente foi convidado para passar só o dia. Fez uns 800 cliques, que alimentavam seu perfil. Queria ser notado pelo algoritmo. Esse senhor, o algoritmo do Instagram, seleciona a exposição dos posts. De sua decisão, é obvio, depende o grau de adesão. Claro que ele leva em conta o interesse pelos posts, o grau de engajamento — likes e comentários — e vários fatores misteriosos. O algoritmo é uma ferramenta da inteligência artificial. Capaz de analisar meu histórico, trajetória, interesse, e por aí em diante. Quanto mais o algoritmo gostar de mim, maior sucesso terei no Instagram. Seu coração (embora não deva ter um) é tudo, menos óbvio. A cada instante descubro que existe alguém famoso que eu nem conheço, mas com milhões de seguidores. Seu segredo? Seduzir o dito-cujo. O império do algoritmo é tão poderoso que até Caetano Veloso fez uma música, Anjos Tronchos, falando a respeito dele.
Ter seguidores é uma mina de ouro. Quanto mais o perfil tem, maior o número de ações publicitárias. Já percebi: o algoritmo dita como as pessoas devem ser. Simpáticas, divertidas, sexy, sábias, elegantes… mas é tudo mentira, na maior parte das vezes. Quem faz sucesso tem equipes encarregadas de analisar as preferências do público no Instagram e fortalecer comportamentos de sucesso. E aí acontece essa loucura: advogado dando receita de bolo, dentista dando dicas de maquiagem masculina, “instas” especializados em fofoca, gente contando como foi estar em coma ou cachorrinhos e gatinhos fofinhos (que o algoritmo ama). Horror! Me aconselharam: “Fale mais sobre televisão”; “Conte da sua vida pessoal”; “Leia poesias”. Só que não tenho talento para virar um site de fofocas televisivas (nem seria ético), falar da minha vida ou mesmo vocação para ler poesias. Irritado, o senhor algoritmo me trata mal.
“A solução é fazer dancinha no Reels.” Ui! Permaneço em minhas fronteiras. Muitas vezes, ele elimina a publicação de alguém, o que é o terror dos terrores. Ameaça excluir a conta. Embora eu não viva do Instagram, morro de medo de isso acontecer. Como sobreviver sem um post, sem olhar o feed, os stories? (Amigos se ofendem se não confiro, mesmo se o algoritmo é que não tenha me deixado ver.) A vida social, os relacionamentos, tudo isso hoje depende das redes sociais. Tem mais. O algoritmo já saiu do Instagram. Agora ele permeia toda uma série de relações humanas. Interfere. Muitas vezes, estou conversando e, de repente, a pessoa me agarra e faz um vídeo, pensando que minha imagem vai agradar o algoritmo de suas próprias redes. Já vi acontecer até em namoro. O casal vai se beijar. Os dois agarram os celulares, fotografam e postam. É isso aí. Não existe mais relação a dois. O novo triângulo amoroso é com o algoritmo. Tome cuidado. É melhor ser simpático com ele.


Adaptado
https://veja.abril.com.br
Empregou-se o verbo no pretérito imperfeito do subjuntivo em: 
Alternativas
Q3702945 Português
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A ditadura do algoritmo
Nossa dependência da ferramenta que decide sucesso nas redes.

Por Walcyr Carrasco
Publicado em 27 fev. 2022

Um amigo todo dia posta uma foto sem camisa em seu perfil no Instagram. Objetivo: conquistar likes e seguidores. É o que se chama de biscoiteiro. Certa vez, abri meu celular e vi outro amigo, eternamente desempregado, em um veleiro, confortável, como se fosse dele. Postou fotos assim por semanas a fio. Certamente foi convidado para passar só o dia. Fez uns 800 cliques, que alimentavam seu perfil. Queria ser notado pelo algoritmo. Esse senhor, o algoritmo do Instagram, seleciona a exposição dos posts. De sua decisão, é obvio, depende o grau de adesão. Claro que ele leva em conta o interesse pelos posts, o grau de engajamento — likes e comentários — e vários fatores misteriosos. O algoritmo é uma ferramenta da inteligência artificial. Capaz de analisar meu histórico, trajetória, interesse, e por aí em diante. Quanto mais o algoritmo gostar de mim, maior sucesso terei no Instagram. Seu coração (embora não deva ter um) é tudo, menos óbvio. A cada instante descubro que existe alguém famoso que eu nem conheço, mas com milhões de seguidores. Seu segredo? Seduzir o dito-cujo. O império do algoritmo é tão poderoso que até Caetano Veloso fez uma música, Anjos Tronchos, falando a respeito dele.
Ter seguidores é uma mina de ouro. Quanto mais o perfil tem, maior o número de ações publicitárias. Já percebi: o algoritmo dita como as pessoas devem ser. Simpáticas, divertidas, sexy, sábias, elegantes… mas é tudo mentira, na maior parte das vezes. Quem faz sucesso tem equipes encarregadas de analisar as preferências do público no Instagram e fortalecer comportamentos de sucesso. E aí acontece essa loucura: advogado dando receita de bolo, dentista dando dicas de maquiagem masculina, “instas” especializados em fofoca, gente contando como foi estar em coma ou cachorrinhos e gatinhos fofinhos (que o algoritmo ama). Horror! Me aconselharam: “Fale mais sobre televisão”; “Conte da sua vida pessoal”; “Leia poesias”. Só que não tenho talento para virar um site de fofocas televisivas (nem seria ético), falar da minha vida ou mesmo vocação para ler poesias. Irritado, o senhor algoritmo me trata mal.
“A solução é fazer dancinha no Reels.” Ui! Permaneço em minhas fronteiras. Muitas vezes, ele elimina a publicação de alguém, o que é o terror dos terrores. Ameaça excluir a conta. Embora eu não viva do Instagram, morro de medo de isso acontecer. Como sobreviver sem um post, sem olhar o feed, os stories? (Amigos se ofendem se não confiro, mesmo se o algoritmo é que não tenha me deixado ver.) A vida social, os relacionamentos, tudo isso hoje depende das redes sociais. Tem mais. O algoritmo já saiu do Instagram. Agora ele permeia toda uma série de relações humanas. Interfere. Muitas vezes, estou conversando e, de repente, a pessoa me agarra e faz um vídeo, pensando que minha imagem vai agradar o algoritmo de suas próprias redes. Já vi acontecer até em namoro. O casal vai se beijar. Os dois agarram os celulares, fotografam e postam. É isso aí. Não existe mais relação a dois. O novo triângulo amoroso é com o algoritmo. Tome cuidado. É melhor ser simpático com ele.


Adaptado
https://veja.abril.com.br
“A cada instante descubro que existe alguém famoso [...].” 1º§
A palavra destacada resulta do seguinte processo de formação de palavra: 
Alternativas
Q3702944 Português
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A ditadura do algoritmo
Nossa dependência da ferramenta que decide sucesso nas redes.

Por Walcyr Carrasco
Publicado em 27 fev. 2022

Um amigo todo dia posta uma foto sem camisa em seu perfil no Instagram. Objetivo: conquistar likes e seguidores. É o que se chama de biscoiteiro. Certa vez, abri meu celular e vi outro amigo, eternamente desempregado, em um veleiro, confortável, como se fosse dele. Postou fotos assim por semanas a fio. Certamente foi convidado para passar só o dia. Fez uns 800 cliques, que alimentavam seu perfil. Queria ser notado pelo algoritmo. Esse senhor, o algoritmo do Instagram, seleciona a exposição dos posts. De sua decisão, é obvio, depende o grau de adesão. Claro que ele leva em conta o interesse pelos posts, o grau de engajamento — likes e comentários — e vários fatores misteriosos. O algoritmo é uma ferramenta da inteligência artificial. Capaz de analisar meu histórico, trajetória, interesse, e por aí em diante. Quanto mais o algoritmo gostar de mim, maior sucesso terei no Instagram. Seu coração (embora não deva ter um) é tudo, menos óbvio. A cada instante descubro que existe alguém famoso que eu nem conheço, mas com milhões de seguidores. Seu segredo? Seduzir o dito-cujo. O império do algoritmo é tão poderoso que até Caetano Veloso fez uma música, Anjos Tronchos, falando a respeito dele.
Ter seguidores é uma mina de ouro. Quanto mais o perfil tem, maior o número de ações publicitárias. Já percebi: o algoritmo dita como as pessoas devem ser. Simpáticas, divertidas, sexy, sábias, elegantes… mas é tudo mentira, na maior parte das vezes. Quem faz sucesso tem equipes encarregadas de analisar as preferências do público no Instagram e fortalecer comportamentos de sucesso. E aí acontece essa loucura: advogado dando receita de bolo, dentista dando dicas de maquiagem masculina, “instas” especializados em fofoca, gente contando como foi estar em coma ou cachorrinhos e gatinhos fofinhos (que o algoritmo ama). Horror! Me aconselharam: “Fale mais sobre televisão”; “Conte da sua vida pessoal”; “Leia poesias”. Só que não tenho talento para virar um site de fofocas televisivas (nem seria ético), falar da minha vida ou mesmo vocação para ler poesias. Irritado, o senhor algoritmo me trata mal.
“A solução é fazer dancinha no Reels.” Ui! Permaneço em minhas fronteiras. Muitas vezes, ele elimina a publicação de alguém, o que é o terror dos terrores. Ameaça excluir a conta. Embora eu não viva do Instagram, morro de medo de isso acontecer. Como sobreviver sem um post, sem olhar o feed, os stories? (Amigos se ofendem se não confiro, mesmo se o algoritmo é que não tenha me deixado ver.) A vida social, os relacionamentos, tudo isso hoje depende das redes sociais. Tem mais. O algoritmo já saiu do Instagram. Agora ele permeia toda uma série de relações humanas. Interfere. Muitas vezes, estou conversando e, de repente, a pessoa me agarra e faz um vídeo, pensando que minha imagem vai agradar o algoritmo de suas próprias redes. Já vi acontecer até em namoro. O casal vai se beijar. Os dois agarram os celulares, fotografam e postam. É isso aí. Não existe mais relação a dois. O novo triângulo amoroso é com o algoritmo. Tome cuidado. É melhor ser simpático com ele.


Adaptado
https://veja.abril.com.br
“Seu coração (embora não deva ter um) é tudo, menos óbvio.” 1º§
A frase com sentido diferente da que se encontra entre parênteses é: 
Alternativas
Q3702943 Português
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A ditadura do algoritmo
Nossa dependência da ferramenta que decide sucesso nas redes.

Por Walcyr Carrasco
Publicado em 27 fev. 2022

Um amigo todo dia posta uma foto sem camisa em seu perfil no Instagram. Objetivo: conquistar likes e seguidores. É o que se chama de biscoiteiro. Certa vez, abri meu celular e vi outro amigo, eternamente desempregado, em um veleiro, confortável, como se fosse dele. Postou fotos assim por semanas a fio. Certamente foi convidado para passar só o dia. Fez uns 800 cliques, que alimentavam seu perfil. Queria ser notado pelo algoritmo. Esse senhor, o algoritmo do Instagram, seleciona a exposição dos posts. De sua decisão, é obvio, depende o grau de adesão. Claro que ele leva em conta o interesse pelos posts, o grau de engajamento — likes e comentários — e vários fatores misteriosos. O algoritmo é uma ferramenta da inteligência artificial. Capaz de analisar meu histórico, trajetória, interesse, e por aí em diante. Quanto mais o algoritmo gostar de mim, maior sucesso terei no Instagram. Seu coração (embora não deva ter um) é tudo, menos óbvio. A cada instante descubro que existe alguém famoso que eu nem conheço, mas com milhões de seguidores. Seu segredo? Seduzir o dito-cujo. O império do algoritmo é tão poderoso que até Caetano Veloso fez uma música, Anjos Tronchos, falando a respeito dele.
Ter seguidores é uma mina de ouro. Quanto mais o perfil tem, maior o número de ações publicitárias. Já percebi: o algoritmo dita como as pessoas devem ser. Simpáticas, divertidas, sexy, sábias, elegantes… mas é tudo mentira, na maior parte das vezes. Quem faz sucesso tem equipes encarregadas de analisar as preferências do público no Instagram e fortalecer comportamentos de sucesso. E aí acontece essa loucura: advogado dando receita de bolo, dentista dando dicas de maquiagem masculina, “instas” especializados em fofoca, gente contando como foi estar em coma ou cachorrinhos e gatinhos fofinhos (que o algoritmo ama). Horror! Me aconselharam: “Fale mais sobre televisão”; “Conte da sua vida pessoal”; “Leia poesias”. Só que não tenho talento para virar um site de fofocas televisivas (nem seria ético), falar da minha vida ou mesmo vocação para ler poesias. Irritado, o senhor algoritmo me trata mal.
“A solução é fazer dancinha no Reels.” Ui! Permaneço em minhas fronteiras. Muitas vezes, ele elimina a publicação de alguém, o que é o terror dos terrores. Ameaça excluir a conta. Embora eu não viva do Instagram, morro de medo de isso acontecer. Como sobreviver sem um post, sem olhar o feed, os stories? (Amigos se ofendem se não confiro, mesmo se o algoritmo é que não tenha me deixado ver.) A vida social, os relacionamentos, tudo isso hoje depende das redes sociais. Tem mais. O algoritmo já saiu do Instagram. Agora ele permeia toda uma série de relações humanas. Interfere. Muitas vezes, estou conversando e, de repente, a pessoa me agarra e faz um vídeo, pensando que minha imagem vai agradar o algoritmo de suas próprias redes. Já vi acontecer até em namoro. O casal vai se beijar. Os dois agarram os celulares, fotografam e postam. É isso aí. Não existe mais relação a dois. O novo triângulo amoroso é com o algoritmo. Tome cuidado. É melhor ser simpático com ele.


Adaptado
https://veja.abril.com.br
“O império do algoritmo é tão poderoso que até Caetano Veloso fez uma música [...].” 1º§
A oração sublinhada nessa frase tem o sentido de 
Alternativas
Q3702942 Português
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A ditadura do algoritmo
Nossa dependência da ferramenta que decide sucesso nas redes.

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Um amigo todo dia posta uma foto sem camisa em seu perfil no Instagram. Objetivo: conquistar likes e seguidores. É o que se chama de biscoiteiro. Certa vez, abri meu celular e vi outro amigo, eternamente desempregado, em um veleiro, confortável, como se fosse dele. Postou fotos assim por semanas a fio. Certamente foi convidado para passar só o dia. Fez uns 800 cliques, que alimentavam seu perfil. Queria ser notado pelo algoritmo. Esse senhor, o algoritmo do Instagram, seleciona a exposição dos posts. De sua decisão, é obvio, depende o grau de adesão. Claro que ele leva em conta o interesse pelos posts, o grau de engajamento — likes e comentários — e vários fatores misteriosos. O algoritmo é uma ferramenta da inteligência artificial. Capaz de analisar meu histórico, trajetória, interesse, e por aí em diante. Quanto mais o algoritmo gostar de mim, maior sucesso terei no Instagram. Seu coração (embora não deva ter um) é tudo, menos óbvio. A cada instante descubro que existe alguém famoso que eu nem conheço, mas com milhões de seguidores. Seu segredo? Seduzir o dito-cujo. O império do algoritmo é tão poderoso que até Caetano Veloso fez uma música, Anjos Tronchos, falando a respeito dele.
Ter seguidores é uma mina de ouro. Quanto mais o perfil tem, maior o número de ações publicitárias. Já percebi: o algoritmo dita como as pessoas devem ser. Simpáticas, divertidas, sexy, sábias, elegantes… mas é tudo mentira, na maior parte das vezes. Quem faz sucesso tem equipes encarregadas de analisar as preferências do público no Instagram e fortalecer comportamentos de sucesso. E aí acontece essa loucura: advogado dando receita de bolo, dentista dando dicas de maquiagem masculina, “instas” especializados em fofoca, gente contando como foi estar em coma ou cachorrinhos e gatinhos fofinhos (que o algoritmo ama). Horror! Me aconselharam: “Fale mais sobre televisão”; “Conte da sua vida pessoal”; “Leia poesias”. Só que não tenho talento para virar um site de fofocas televisivas (nem seria ético), falar da minha vida ou mesmo vocação para ler poesias. Irritado, o senhor algoritmo me trata mal.
“A solução é fazer dancinha no Reels.” Ui! Permaneço em minhas fronteiras. Muitas vezes, ele elimina a publicação de alguém, o que é o terror dos terrores. Ameaça excluir a conta. Embora eu não viva do Instagram, morro de medo de isso acontecer. Como sobreviver sem um post, sem olhar o feed, os stories? (Amigos se ofendem se não confiro, mesmo se o algoritmo é que não tenha me deixado ver.) A vida social, os relacionamentos, tudo isso hoje depende das redes sociais. Tem mais. O algoritmo já saiu do Instagram. Agora ele permeia toda uma série de relações humanas. Interfere. Muitas vezes, estou conversando e, de repente, a pessoa me agarra e faz um vídeo, pensando que minha imagem vai agradar o algoritmo de suas próprias redes. Já vi acontecer até em namoro. O casal vai se beijar. Os dois agarram os celulares, fotografam e postam. É isso aí. Não existe mais relação a dois. O novo triângulo amoroso é com o algoritmo. Tome cuidado. É melhor ser simpático com ele.


Adaptado
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“Tome cuidado. É melhor ser simpático com ele.” 4º§
Considerando os elementos que constituem a comunicação, predomina no trecho acima: 
Alternativas
Q3702941 Português
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A ditadura do algoritmo
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Um amigo todo dia posta uma foto sem camisa em seu perfil no Instagram. Objetivo: conquistar likes e seguidores. É o que se chama de biscoiteiro. Certa vez, abri meu celular e vi outro amigo, eternamente desempregado, em um veleiro, confortável, como se fosse dele. Postou fotos assim por semanas a fio. Certamente foi convidado para passar só o dia. Fez uns 800 cliques, que alimentavam seu perfil. Queria ser notado pelo algoritmo. Esse senhor, o algoritmo do Instagram, seleciona a exposição dos posts. De sua decisão, é obvio, depende o grau de adesão. Claro que ele leva em conta o interesse pelos posts, o grau de engajamento — likes e comentários — e vários fatores misteriosos. O algoritmo é uma ferramenta da inteligência artificial. Capaz de analisar meu histórico, trajetória, interesse, e por aí em diante. Quanto mais o algoritmo gostar de mim, maior sucesso terei no Instagram. Seu coração (embora não deva ter um) é tudo, menos óbvio. A cada instante descubro que existe alguém famoso que eu nem conheço, mas com milhões de seguidores. Seu segredo? Seduzir o dito-cujo. O império do algoritmo é tão poderoso que até Caetano Veloso fez uma música, Anjos Tronchos, falando a respeito dele.
Ter seguidores é uma mina de ouro. Quanto mais o perfil tem, maior o número de ações publicitárias. Já percebi: o algoritmo dita como as pessoas devem ser. Simpáticas, divertidas, sexy, sábias, elegantes… mas é tudo mentira, na maior parte das vezes. Quem faz sucesso tem equipes encarregadas de analisar as preferências do público no Instagram e fortalecer comportamentos de sucesso. E aí acontece essa loucura: advogado dando receita de bolo, dentista dando dicas de maquiagem masculina, “instas” especializados em fofoca, gente contando como foi estar em coma ou cachorrinhos e gatinhos fofinhos (que o algoritmo ama). Horror! Me aconselharam: “Fale mais sobre televisão”; “Conte da sua vida pessoal”; “Leia poesias”. Só que não tenho talento para virar um site de fofocas televisivas (nem seria ético), falar da minha vida ou mesmo vocação para ler poesias. Irritado, o senhor algoritmo me trata mal.
“A solução é fazer dancinha no Reels.” Ui! Permaneço em minhas fronteiras. Muitas vezes, ele elimina a publicação de alguém, o que é o terror dos terrores. Ameaça excluir a conta. Embora eu não viva do Instagram, morro de medo de isso acontecer. Como sobreviver sem um post, sem olhar o feed, os stories? (Amigos se ofendem se não confiro, mesmo se o algoritmo é que não tenha me deixado ver.) A vida social, os relacionamentos, tudo isso hoje depende das redes sociais. Tem mais. O algoritmo já saiu do Instagram. Agora ele permeia toda uma série de relações humanas. Interfere. Muitas vezes, estou conversando e, de repente, a pessoa me agarra e faz um vídeo, pensando que minha imagem vai agradar o algoritmo de suas próprias redes. Já vi acontecer até em namoro. O casal vai se beijar. Os dois agarram os celulares, fotografam e postam. É isso aí. Não existe mais relação a dois. O novo triângulo amoroso é com o algoritmo. Tome cuidado. É melhor ser simpático com ele.


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No enunciado “Irritado, o senhor algoritmo me trata mal.”, registra-se uma figura de linguagem denominada: 
Alternativas
Q3702940 Português
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A ditadura do algoritmo
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Um amigo todo dia posta uma foto sem camisa em seu perfil no Instagram. Objetivo: conquistar likes e seguidores. É o que se chama de biscoiteiro. Certa vez, abri meu celular e vi outro amigo, eternamente desempregado, em um veleiro, confortável, como se fosse dele. Postou fotos assim por semanas a fio. Certamente foi convidado para passar só o dia. Fez uns 800 cliques, que alimentavam seu perfil. Queria ser notado pelo algoritmo. Esse senhor, o algoritmo do Instagram, seleciona a exposição dos posts. De sua decisão, é obvio, depende o grau de adesão. Claro que ele leva em conta o interesse pelos posts, o grau de engajamento — likes e comentários — e vários fatores misteriosos. O algoritmo é uma ferramenta da inteligência artificial. Capaz de analisar meu histórico, trajetória, interesse, e por aí em diante. Quanto mais o algoritmo gostar de mim, maior sucesso terei no Instagram. Seu coração (embora não deva ter um) é tudo, menos óbvio. A cada instante descubro que existe alguém famoso que eu nem conheço, mas com milhões de seguidores. Seu segredo? Seduzir o dito-cujo. O império do algoritmo é tão poderoso que até Caetano Veloso fez uma música, Anjos Tronchos, falando a respeito dele.
Ter seguidores é uma mina de ouro. Quanto mais o perfil tem, maior o número de ações publicitárias. Já percebi: o algoritmo dita como as pessoas devem ser. Simpáticas, divertidas, sexy, sábias, elegantes… mas é tudo mentira, na maior parte das vezes. Quem faz sucesso tem equipes encarregadas de analisar as preferências do público no Instagram e fortalecer comportamentos de sucesso. E aí acontece essa loucura: advogado dando receita de bolo, dentista dando dicas de maquiagem masculina, “instas” especializados em fofoca, gente contando como foi estar em coma ou cachorrinhos e gatinhos fofinhos (que o algoritmo ama). Horror! Me aconselharam: “Fale mais sobre televisão”; “Conte da sua vida pessoal”; “Leia poesias”. Só que não tenho talento para virar um site de fofocas televisivas (nem seria ético), falar da minha vida ou mesmo vocação para ler poesias. Irritado, o senhor algoritmo me trata mal.
“A solução é fazer dancinha no Reels.” Ui! Permaneço em minhas fronteiras. Muitas vezes, ele elimina a publicação de alguém, o que é o terror dos terrores. Ameaça excluir a conta. Embora eu não viva do Instagram, morro de medo de isso acontecer. Como sobreviver sem um post, sem olhar o feed, os stories? (Amigos se ofendem se não confiro, mesmo se o algoritmo é que não tenha me deixado ver.) A vida social, os relacionamentos, tudo isso hoje depende das redes sociais. Tem mais. O algoritmo já saiu do Instagram. Agora ele permeia toda uma série de relações humanas. Interfere. Muitas vezes, estou conversando e, de repente, a pessoa me agarra e faz um vídeo, pensando que minha imagem vai agradar o algoritmo de suas próprias redes. Já vi acontecer até em namoro. O casal vai se beijar. Os dois agarram os celulares, fotografam e postam. É isso aí. Não existe mais relação a dois. O novo triângulo amoroso é com o algoritmo. Tome cuidado. É melhor ser simpático com ele.


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Uma das marcas linguísticas que configuram a linguagem coloquial no texto é 
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Q3702939 Português
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Ter seguidores é uma mina de ouro. Quanto mais o perfil tem, maior o número de ações publicitárias. Já percebi: o algoritmo dita como as pessoas devem ser. Simpáticas, divertidas, sexy, sábias, elegantes… mas é tudo mentira, na maior parte das vezes. Quem faz sucesso tem equipes encarregadas de analisar as preferências do público no Instagram e fortalecer comportamentos de sucesso. E aí acontece essa loucura: advogado dando receita de bolo, dentista dando dicas de maquiagem masculina, “instas” especializados em fofoca, gente contando como foi estar em coma ou cachorrinhos e gatinhos fofinhos (que o algoritmo ama). Horror! Me aconselharam: “Fale mais sobre televisão”; “Conte da sua vida pessoal”; “Leia poesias”. Só que não tenho talento para virar um site de fofocas televisivas (nem seria ético), falar da minha vida ou mesmo vocação para ler poesias. Irritado, o senhor algoritmo me trata mal.
“A solução é fazer dancinha no Reels.” Ui! Permaneço em minhas fronteiras. Muitas vezes, ele elimina a publicação de alguém, o que é o terror dos terrores. Ameaça excluir a conta. Embora eu não viva do Instagram, morro de medo de isso acontecer. Como sobreviver sem um post, sem olhar o feed, os stories? (Amigos se ofendem se não confiro, mesmo se o algoritmo é que não tenha me deixado ver.) A vida social, os relacionamentos, tudo isso hoje depende das redes sociais. Tem mais. O algoritmo já saiu do Instagram. Agora ele permeia toda uma série de relações humanas. Interfere. Muitas vezes, estou conversando e, de repente, a pessoa me agarra e faz um vídeo, pensando que minha imagem vai agradar o algoritmo de suas próprias redes. Já vi acontecer até em namoro. O casal vai se beijar. Os dois agarram os celulares, fotografam e postam. É isso aí. Não existe mais relação a dois. O novo triângulo amoroso é com o algoritmo. Tome cuidado. É melhor ser simpático com ele.


Adaptado
https://veja.abril.com.br
O posicionamento do autor do texto é marcado por 
Alternativas
Q3702938 Português
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A ditadura do algoritmo
Nossa dependência da ferramenta que decide sucesso nas redes.

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Publicado em 27 fev. 2022

Um amigo todo dia posta uma foto sem camisa em seu perfil no Instagram. Objetivo: conquistar likes e seguidores. É o que se chama de biscoiteiro. Certa vez, abri meu celular e vi outro amigo, eternamente desempregado, em um veleiro, confortável, como se fosse dele. Postou fotos assim por semanas a fio. Certamente foi convidado para passar só o dia. Fez uns 800 cliques, que alimentavam seu perfil. Queria ser notado pelo algoritmo. Esse senhor, o algoritmo do Instagram, seleciona a exposição dos posts. De sua decisão, é obvio, depende o grau de adesão. Claro que ele leva em conta o interesse pelos posts, o grau de engajamento — likes e comentários — e vários fatores misteriosos. O algoritmo é uma ferramenta da inteligência artificial. Capaz de analisar meu histórico, trajetória, interesse, e por aí em diante. Quanto mais o algoritmo gostar de mim, maior sucesso terei no Instagram. Seu coração (embora não deva ter um) é tudo, menos óbvio. A cada instante descubro que existe alguém famoso que eu nem conheço, mas com milhões de seguidores. Seu segredo? Seduzir o dito-cujo. O império do algoritmo é tão poderoso que até Caetano Veloso fez uma música, Anjos Tronchos, falando a respeito dele.
Ter seguidores é uma mina de ouro. Quanto mais o perfil tem, maior o número de ações publicitárias. Já percebi: o algoritmo dita como as pessoas devem ser. Simpáticas, divertidas, sexy, sábias, elegantes… mas é tudo mentira, na maior parte das vezes. Quem faz sucesso tem equipes encarregadas de analisar as preferências do público no Instagram e fortalecer comportamentos de sucesso. E aí acontece essa loucura: advogado dando receita de bolo, dentista dando dicas de maquiagem masculina, “instas” especializados em fofoca, gente contando como foi estar em coma ou cachorrinhos e gatinhos fofinhos (que o algoritmo ama). Horror! Me aconselharam: “Fale mais sobre televisão”; “Conte da sua vida pessoal”; “Leia poesias”. Só que não tenho talento para virar um site de fofocas televisivas (nem seria ético), falar da minha vida ou mesmo vocação para ler poesias. Irritado, o senhor algoritmo me trata mal.
“A solução é fazer dancinha no Reels.” Ui! Permaneço em minhas fronteiras. Muitas vezes, ele elimina a publicação de alguém, o que é o terror dos terrores. Ameaça excluir a conta. Embora eu não viva do Instagram, morro de medo de isso acontecer. Como sobreviver sem um post, sem olhar o feed, os stories? (Amigos se ofendem se não confiro, mesmo se o algoritmo é que não tenha me deixado ver.) A vida social, os relacionamentos, tudo isso hoje depende das redes sociais. Tem mais. O algoritmo já saiu do Instagram. Agora ele permeia toda uma série de relações humanas. Interfere. Muitas vezes, estou conversando e, de repente, a pessoa me agarra e faz um vídeo, pensando que minha imagem vai agradar o algoritmo de suas próprias redes. Já vi acontecer até em namoro. O casal vai se beijar. Os dois agarram os celulares, fotografam e postam. É isso aí. Não existe mais relação a dois. O novo triângulo amoroso é com o algoritmo. Tome cuidado. É melhor ser simpático com ele.


Adaptado
https://veja.abril.com.br
O texto acima apresenta características do gênero crônica ao: 
Alternativas
Q3702933 Direito Constitucional
O processo legislativo federal compreende a elaboração, análise e votação de vários tipos de propostas. Dentro desse contexto, é verdadeira a seguinte afirmação: 
Alternativas
Q3702927 Noções de Informática
Sobre o Hardware, utilizado nos computadores atuais, avalie as afirmações abaixo e marque a incorreta. 
Alternativas
Q3702926 Arquitetura de Computadores
A memória cache é fundamental para o funcionamento dos computadores. Qual expressão melhor descreve sua função/característica ? 
Alternativas
Q3702925 Sistemas Operacionais
Os sistemas de arquivo são os elementos responsáveis por gerenciar como os dados são escritos, armazenados e recuperados por um Sistema Operacional.
São exemplos de sistemas de arquivo, exceto? 
Alternativas
Q3702924 Redes de Computadores
Você é administrador do domínio de sua empresa na internet e acabou de configurar um servidor de e-mail e o inseriu na sua rede. Qual dos tipos de registro abaixo, você precisa modificar no arquivo de dados da zona do seu domínio para vincular o serviço de e-mails para esse novo servidor? 
Alternativas
Q3702923 Redes de Computadores
Os roteadores trocam informações sobre as redes de destino, usando um dos muitos protocolos de roteamento. São exemplos de protocolos de roteamento, exceto? 
Alternativas
Q3702922 Redes de Computadores
Você é um consultor, que foi contratado para configurar uma solução de rede, que terá a necessidade de usar 10 endereços IP para a aplicação. Você vai solicitar um bloco de endereços IP ao provedor de internet e, no formulário, pergunta qual seria a máscara da rede de que você necessita. Indique abaixo qual opção você deveria informar. Escolha a que melhor atende à quantidade de hosts necessários. 
Alternativas
Q3702921 Noções de Informática
Um browser, também conhecido como navegador, é um programa que habilita seus usuários a interagirem com documentos HTML, hospedados em um servidor web.
São exemplos de browser, exceto? 
Alternativas
Q3702920 Segurança da Informação
Logs de evento podem ajudar a encontrar e resolver eventos de segurança para que você proteja seus sistemas e dados. Esse tipo de solução é classificada em qual categoria de controle de segurança ? 
Alternativas
Q3702919 Segurança da Informação
A tríade CIA é um modelo de segurança que ajuda organizações a manterem o foco em aspectos importantes de se manter um ambiente seguro.
Avalie as afirmações abaixo, sobre o texto acima e marque a errada. 
Alternativas
Respostas
141: B
142: E
143: B
144: C
145: B
146: A
147: D
148: D
149: E
150: A
151: X
152: B
153: A
154: B
155: A
156: D
157: E
158: E
159: B
160: E