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Com o aumento do uso da internet e a dependência da tecnologia em nossas vidas, as ameaças virtuais têm se tornado cada vez mais comuns e preocupantes, pois podem afetar nossa privacidade, segurança, e causar perda financeira.
Analise as seguintes afirmações sobre ameaças virtuais.
I. Um worm é um programa tipicamente malicioso que se propaga inserindo cópias de si mesmo e se tornando parte de outros programas e arquivos.
II. Rootkit é um conjunto de programas e técnicas que permite esconder e assegurar a presença de um invasor ou de outro código malicioso em um computador comprometido.
III. E-mail spoofing é uma técnica que consiste em alterar campos do cabeçalho de um e-mail, de forma a aparentar que ele foi enviado de uma determinada origem quando, na verdade, foi enviado de outra.
Está(ão) CORRETA(S):
O período chamado de Brasil Colônia, consistia em um tempo que o Brasil estava sob o domínio de Portugal. Datada do início dos anos 1500 até o seu fim em 1822, onde a economia foi de exportação, para atender o interesse do mercado externo.
https://brasilescola.uol.com.br/historiab/brasilcolonia.htm#:~:text=A%20economia%20colonial%20consistia%20na,pol% C3%ADticos%20entre%20col%C3%B4nia%20e%20metr%C3%B3pole.
Referente a economia do Brasil Colônia, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
Leia o texto II e responda às questões de 6 a 10.
Nunes Marques pede 'empatia' a mulheres; Cármen responde: 'Não somos coitadas, precisamos é de respeito'
A ministra Cármen Lúcia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divergiu nesta quinta-feira (27) dos argumentos do ministro Nunes Marques, também integrante da Corte, durante um julgamento sobre uma suposta fraude em cota de gênero nas eleições de 2020. Em determinado momento, ele pediu "empatia" às mulheres. Cármen afirmou que as mulheres não são "coitadas" e precisam de "respeito", não de empatia.
O TSE analisava se o partido Cidadania teria lançado candidaturas femininas fictícias para cumprir o requisito de ao menos 30% de candidatas mulheres nas eleições para o cargo de vereador em Itaiçaba (CE).
Na discussão do caso, Nunes Marques avaliou que não seria possível classificar o caso como fraude e pediu mais “empatia” com mulheres em disputas eleitorais. O ministro avaliou que “não é fácil para uma mulher do povo, simples, se candidatar e ter 9 votos numa cidade”.
“Há uma tentativa republicana de cumprimento da norma eleitoral [a cota de gênero], na busca de pessoas do gênero feminino que se disponham a se candidatar. No entanto, a partir do momento que ela se filia e há um completo abandono, a gente precisa ter um pouco de empatia com essas mulheres”, disse.
“Elas nunca participaram de nada, de campanha, não sabem como percorrer esse caminho durante o pleito. Devemos ter empatia porque não é fácil para uma mulher do povo, simples, se candidatar e ter 9 votos numa cidade dessa”, acrescentou o ministro.
Cármen Lúcia respondeu então que a discussão não passava por ter “empatia” com mulheres em disputas políticas.
“A Justiça Eleitoral tem a tradição de reconhecer como pessoa dotada de autonomia, e não precisar de amparo. Isso é o que nós não queremos, ministro. E eu entendo quando o senhor afirma, de uma forma que soa paternal, dizendo que haja empatia. É preciso, na verdade, que haja educação cívica”, afirmou. A ministra ainda argumentou que é necessário “dar efetividade jurídica” à regra constitucional que exige um mínimo de candidaturas femininas.
“Não acho que é uma questão de empatia, é uma questão de constitucionalidade. Não é constitucional ter no Brasil um dispositivo que não é cumprido. Tem uma legislação que, desde 1996, estabelece uma cota. Mais de 30% dos casos que nos chegam nesta Corte são de descumprimento da lei. Temos de dar efetividade jurídica e social com igualdade”, disse.
“O que a gente quer, nós, mulheres, não é empatia da Justiça, é respeito aos nossos direitos. É preciso que tenha educação cívica para todos os brasileiros igualmente participarem livremente, autonomamente, com galhardia, das campanhas eleitorais e da vida política de um país”, concluiu.
https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/04/27
“É preciso que tenha educação cívica para todos os brasileiros igualmente participarem livremente, autonomamente, com galhardia, das campanhas eleitorais”
Assinalar a alternativa em que a palavra substitui o termo sublinhado sem alterar o sentido do texto:
Leia o texto II e responda às questões de 6 a 10.
Nunes Marques pede 'empatia' a mulheres; Cármen responde: 'Não somos coitadas, precisamos é de respeito'
A ministra Cármen Lúcia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divergiu nesta quinta-feira (27) dos argumentos do ministro Nunes Marques, também integrante da Corte, durante um julgamento sobre uma suposta fraude em cota de gênero nas eleições de 2020. Em determinado momento, ele pediu "empatia" às mulheres. Cármen afirmou que as mulheres não são "coitadas" e precisam de "respeito", não de empatia.
O TSE analisava se o partido Cidadania teria lançado candidaturas femininas fictícias para cumprir o requisito de ao menos 30% de candidatas mulheres nas eleições para o cargo de vereador em Itaiçaba (CE).
Na discussão do caso, Nunes Marques avaliou que não seria possível classificar o caso como fraude e pediu mais “empatia” com mulheres em disputas eleitorais. O ministro avaliou que “não é fácil para uma mulher do povo, simples, se candidatar e ter 9 votos numa cidade”.
“Há uma tentativa republicana de cumprimento da norma eleitoral [a cota de gênero], na busca de pessoas do gênero feminino que se disponham a se candidatar. No entanto, a partir do momento que ela se filia e há um completo abandono, a gente precisa ter um pouco de empatia com essas mulheres”, disse.
“Elas nunca participaram de nada, de campanha, não sabem como percorrer esse caminho durante o pleito. Devemos ter empatia porque não é fácil para uma mulher do povo, simples, se candidatar e ter 9 votos numa cidade dessa”, acrescentou o ministro.
Cármen Lúcia respondeu então que a discussão não passava por ter “empatia” com mulheres em disputas políticas.
“A Justiça Eleitoral tem a tradição de reconhecer como pessoa dotada de autonomia, e não precisar de amparo. Isso é o que nós não queremos, ministro. E eu entendo quando o senhor afirma, de uma forma que soa paternal, dizendo que haja empatia. É preciso, na verdade, que haja educação cívica”, afirmou. A ministra ainda argumentou que é necessário “dar efetividade jurídica” à regra constitucional que exige um mínimo de candidaturas femininas.
“Não acho que é uma questão de empatia, é uma questão de constitucionalidade. Não é constitucional ter no Brasil um dispositivo que não é cumprido. Tem uma legislação que, desde 1996, estabelece uma cota. Mais de 30% dos casos que nos chegam nesta Corte são de descumprimento da lei. Temos de dar efetividade jurídica e social com igualdade”, disse.
“O que a gente quer, nós, mulheres, não é empatia da Justiça, é respeito aos nossos direitos. É preciso que tenha educação cívica para todos os brasileiros igualmente participarem livremente, autonomamente, com galhardia, das campanhas eleitorais e da vida política de um país”, concluiu.
https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/04/27
“Em determinado momento, ele pediu "empatia" às mulheres. Cármen afirmou que as mulheres não são "coitadas" e precisam de "respeito", não de empatia. ”
Considerando o contexto, assinale a alternativa que contém a análise CORRETA.
Leia o texto II e responda às questões de 6 a 10.
Nunes Marques pede 'empatia' a mulheres; Cármen responde: 'Não somos coitadas, precisamos é de respeito'
A ministra Cármen Lúcia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divergiu nesta quinta-feira (27) dos argumentos do ministro Nunes Marques, também integrante da Corte, durante um julgamento sobre uma suposta fraude em cota de gênero nas eleições de 2020. Em determinado momento, ele pediu "empatia" às mulheres. Cármen afirmou que as mulheres não são "coitadas" e precisam de "respeito", não de empatia.
O TSE analisava se o partido Cidadania teria lançado candidaturas femininas fictícias para cumprir o requisito de ao menos 30% de candidatas mulheres nas eleições para o cargo de vereador em Itaiçaba (CE).
Na discussão do caso, Nunes Marques avaliou que não seria possível classificar o caso como fraude e pediu mais “empatia” com mulheres em disputas eleitorais. O ministro avaliou que “não é fácil para uma mulher do povo, simples, se candidatar e ter 9 votos numa cidade”.
“Há uma tentativa republicana de cumprimento da norma eleitoral [a cota de gênero], na busca de pessoas do gênero feminino que se disponham a se candidatar. No entanto, a partir do momento que ela se filia e há um completo abandono, a gente precisa ter um pouco de empatia com essas mulheres”, disse.
“Elas nunca participaram de nada, de campanha, não sabem como percorrer esse caminho durante o pleito. Devemos ter empatia porque não é fácil para uma mulher do povo, simples, se candidatar e ter 9 votos numa cidade dessa”, acrescentou o ministro.
Cármen Lúcia respondeu então que a discussão não passava por ter “empatia” com mulheres em disputas políticas.
“A Justiça Eleitoral tem a tradição de reconhecer como pessoa dotada de autonomia, e não precisar de amparo. Isso é o que nós não queremos, ministro. E eu entendo quando o senhor afirma, de uma forma que soa paternal, dizendo que haja empatia. É preciso, na verdade, que haja educação cívica”, afirmou. A ministra ainda argumentou que é necessário “dar efetividade jurídica” à regra constitucional que exige um mínimo de candidaturas femininas.
“Não acho que é uma questão de empatia, é uma questão de constitucionalidade. Não é constitucional ter no Brasil um dispositivo que não é cumprido. Tem uma legislação que, desde 1996, estabelece uma cota. Mais de 30% dos casos que nos chegam nesta Corte são de descumprimento da lei. Temos de dar efetividade jurídica e social com igualdade”, disse.
“O que a gente quer, nós, mulheres, não é empatia da Justiça, é respeito aos nossos direitos. É preciso que tenha educação cívica para todos os brasileiros igualmente participarem livremente, autonomamente, com galhardia, das campanhas eleitorais e da vida política de um país”, concluiu.
https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/04/27
“Há uma tentativa republicana de cumprimento da norma eleitoral [a cota de gênero], na busca de pessoas do gênero feminino que se disponham a se candidatar”.
Assinale a alternativa CORRETA:
Leia o texto II e responda às questões de 6 a 10.
Nunes Marques pede 'empatia' a mulheres; Cármen responde: 'Não somos coitadas, precisamos é de respeito'
A ministra Cármen Lúcia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divergiu nesta quinta-feira (27) dos argumentos do ministro Nunes Marques, também integrante da Corte, durante um julgamento sobre uma suposta fraude em cota de gênero nas eleições de 2020. Em determinado momento, ele pediu "empatia" às mulheres. Cármen afirmou que as mulheres não são "coitadas" e precisam de "respeito", não de empatia.
O TSE analisava se o partido Cidadania teria lançado candidaturas femininas fictícias para cumprir o requisito de ao menos 30% de candidatas mulheres nas eleições para o cargo de vereador em Itaiçaba (CE).
Na discussão do caso, Nunes Marques avaliou que não seria possível classificar o caso como fraude e pediu mais “empatia” com mulheres em disputas eleitorais. O ministro avaliou que “não é fácil para uma mulher do povo, simples, se candidatar e ter 9 votos numa cidade”.
“Há uma tentativa republicana de cumprimento da norma eleitoral [a cota de gênero], na busca de pessoas do gênero feminino que se disponham a se candidatar. No entanto, a partir do momento que ela se filia e há um completo abandono, a gente precisa ter um pouco de empatia com essas mulheres”, disse.
“Elas nunca participaram de nada, de campanha, não sabem como percorrer esse caminho durante o pleito. Devemos ter empatia porque não é fácil para uma mulher do povo, simples, se candidatar e ter 9 votos numa cidade dessa”, acrescentou o ministro.
Cármen Lúcia respondeu então que a discussão não passava por ter “empatia” com mulheres em disputas políticas.
“A Justiça Eleitoral tem a tradição de reconhecer como pessoa dotada de autonomia, e não precisar de amparo. Isso é o que nós não queremos, ministro. E eu entendo quando o senhor afirma, de uma forma que soa paternal, dizendo que haja empatia. É preciso, na verdade, que haja educação cívica”, afirmou. A ministra ainda argumentou que é necessário “dar efetividade jurídica” à regra constitucional que exige um mínimo de candidaturas femininas.
“Não acho que é uma questão de empatia, é uma questão de constitucionalidade. Não é constitucional ter no Brasil um dispositivo que não é cumprido. Tem uma legislação que, desde 1996, estabelece uma cota. Mais de 30% dos casos que nos chegam nesta Corte são de descumprimento da lei. Temos de dar efetividade jurídica e social com igualdade”, disse.
“O que a gente quer, nós, mulheres, não é empatia da Justiça, é respeito aos nossos direitos. É preciso que tenha educação cívica para todos os brasileiros igualmente participarem livremente, autonomamente, com galhardia, das campanhas eleitorais e da vida política de um país”, concluiu.
https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/04/27
“No entanto, a partir do momento que ela se filia e há um completo abandono, a gente precisa ter um pouco de empatia com essas mulheres, disse.”
Assinale a alternativa CORRETA:
Leia o texto II e responda às questões de 6 a 10.
Nunes Marques pede 'empatia' a mulheres; Cármen responde: 'Não somos coitadas, precisamos é de respeito'
A ministra Cármen Lúcia, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), divergiu nesta quinta-feira (27) dos argumentos do ministro Nunes Marques, também integrante da Corte, durante um julgamento sobre uma suposta fraude em cota de gênero nas eleições de 2020. Em determinado momento, ele pediu "empatia" às mulheres. Cármen afirmou que as mulheres não são "coitadas" e precisam de "respeito", não de empatia.
O TSE analisava se o partido Cidadania teria lançado candidaturas femininas fictícias para cumprir o requisito de ao menos 30% de candidatas mulheres nas eleições para o cargo de vereador em Itaiçaba (CE).
Na discussão do caso, Nunes Marques avaliou que não seria possível classificar o caso como fraude e pediu mais “empatia” com mulheres em disputas eleitorais. O ministro avaliou que “não é fácil para uma mulher do povo, simples, se candidatar e ter 9 votos numa cidade”.
“Há uma tentativa republicana de cumprimento da norma eleitoral [a cota de gênero], na busca de pessoas do gênero feminino que se disponham a se candidatar. No entanto, a partir do momento que ela se filia e há um completo abandono, a gente precisa ter um pouco de empatia com essas mulheres”, disse.
“Elas nunca participaram de nada, de campanha, não sabem como percorrer esse caminho durante o pleito. Devemos ter empatia porque não é fácil para uma mulher do povo, simples, se candidatar e ter 9 votos numa cidade dessa”, acrescentou o ministro.
Cármen Lúcia respondeu então que a discussão não passava por ter “empatia” com mulheres em disputas políticas.
“A Justiça Eleitoral tem a tradição de reconhecer como pessoa dotada de autonomia, e não precisar de amparo. Isso é o que nós não queremos, ministro. E eu entendo quando o senhor afirma, de uma forma que soa paternal, dizendo que haja empatia. É preciso, na verdade, que haja educação cívica”, afirmou. A ministra ainda argumentou que é necessário “dar efetividade jurídica” à regra constitucional que exige um mínimo de candidaturas femininas.
“Não acho que é uma questão de empatia, é uma questão de constitucionalidade. Não é constitucional ter no Brasil um dispositivo que não é cumprido. Tem uma legislação que, desde 1996, estabelece uma cota. Mais de 30% dos casos que nos chegam nesta Corte são de descumprimento da lei. Temos de dar efetividade jurídica e social com igualdade”, disse.
“O que a gente quer, nós, mulheres, não é empatia da Justiça, é respeito aos nossos direitos. É preciso que tenha educação cívica para todos os brasileiros igualmente participarem livremente, autonomamente, com galhardia, das campanhas eleitorais e da vida política de um país”, concluiu.
https://g1.globo.com/politica/noticia/2023/04/27
Analise os trechos a seguir, quanto ao emprego da crase.
I. Em: “Nunes Marques pede 'empatia' a mulheres”, há uma inadequação na palavra destacada “a”, pois deveria ser “à” por anteceder a palavra feminina “mulheres”.
II. Em: “ele pediu "empatia" às mulheres”, a palavra destacada “às” segue a regra geral do uso da crase.
III. Em: “dar efetividade jurídica” à regra constitucional”, a crase é opcional.
IV. Em: “Nunes Marques pede 'empatia' a mulheres”, a palavra destacada “a” está adequada pelo fato do termo regido pela preposição "a" acompanhar um nome no plural, portanto o acento grave indicativo da crase não é admitido.
Estão CORRETO(S):
Leia o texto I e responda às questões de 1 a 5.
Pelé vira verbete em dicionário para significar 'aquele que é fora do comum'
"Que ou aquele que é fora do comum". Nesta quarta-feira (26), Pelé foi eternizado também na língua portuguesa e virou um verbete no dicionário Michaelis. O Rei do Futebol já foi inserido na versão digital e será incluído nas próximas versões impressas.
pe.lé® adj m+f sm+f Que ou aquele que é fora do comum, que ou quem em virtude de sua qualidade, valor ou superioridade não pode ser igualado a nada ou a ninguém, assim como Pelé®, apelido de Edson Arantes do Nascimento (1940-2022), considerado o maior atleta de todos os tempos; excepcional, incomparável, único. Exemplos: Ele é o Pelé do basquete, ela é a Pelé do tênis, ela é a Pelé da dramaturgia brasileira, ele é o Pelé da medicina.
A campanha para eternizar o Rei do Futebol no dicionário recebeu mais de 125 mil assinaturas. O objetivo é eternizar Pelé como um adjetivo sinônimo de excepcional, incomparável, único.
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2023/04/26
“Nesta quarta-feira (26), Pelé foi eternizado também na língua portuguesa e virou um verbete no dicionário Michaelis”. Nesse trecho tem-se:
Leia o texto I e responda às questões de 1 a 5.
Pelé vira verbete em dicionário para significar 'aquele que é fora do comum'
"Que ou aquele que é fora do comum". Nesta quarta-feira (26), Pelé foi eternizado também na língua portuguesa e virou um verbete no dicionário Michaelis. O Rei do Futebol já foi inserido na versão digital e será incluído nas próximas versões impressas.
pe.lé® adj m+f sm+f Que ou aquele que é fora do comum, que ou quem em virtude de sua qualidade, valor ou superioridade não pode ser igualado a nada ou a ninguém, assim como Pelé®, apelido de Edson Arantes do Nascimento (1940-2022), considerado o maior atleta de todos os tempos; excepcional, incomparável, único. Exemplos: Ele é o Pelé do basquete, ela é a Pelé do tênis, ela é a Pelé da dramaturgia brasileira, ele é o Pelé da medicina.
A campanha para eternizar o Rei do Futebol no dicionário recebeu mais de 125 mil assinaturas. O objetivo é eternizar Pelé como um adjetivo sinônimo de excepcional, incomparável, único.
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2023/04/26
Analise os trechos.
I. “Nesta quarta-feira (26), Pelé foi eternizado também na língua portuguesa ...”
II. “Exemplos: Ele é o Pelé do basquete, ela é a Pelé do tênis, ela é a Pelé da dramaturgia brasileira, ele é o Pelé da medicina. ”
III. “O objetivo é eternizar Pelé como um adjetivo sinônimo de excepcional, incomparável, único.”
De acordo com a pontuação, coloque V para VERDADEIRO e F para FALSO:
( )No item I, a vírgula isola adjunto adverbial deslocado.
( )No item II, as vírgulas separam as orações coordenadas assindéticas.
( )No item III, as vírgulas separam orações coordenadas sindéticas.
( )No item II, os dois pontos são usados para introduzir um discurso indireto.
A sequência CORRETA é:
Leia o texto I e responda às questões de 1 a 5.
Pelé vira verbete em dicionário para significar 'aquele que é fora do comum'
"Que ou aquele que é fora do comum". Nesta quarta-feira (26), Pelé foi eternizado também na língua portuguesa e virou um verbete no dicionário Michaelis. O Rei do Futebol já foi inserido na versão digital e será incluído nas próximas versões impressas.
pe.lé® adj m+f sm+f Que ou aquele que é fora do comum, que ou quem em virtude de sua qualidade, valor ou superioridade não pode ser igualado a nada ou a ninguém, assim como Pelé®, apelido de Edson Arantes do Nascimento (1940-2022), considerado o maior atleta de todos os tempos; excepcional, incomparável, único. Exemplos: Ele é o Pelé do basquete, ela é a Pelé do tênis, ela é a Pelé da dramaturgia brasileira, ele é o Pelé da medicina.
A campanha para eternizar o Rei do Futebol no dicionário recebeu mais de 125 mil assinaturas. O objetivo é eternizar Pelé como um adjetivo sinônimo de excepcional, incomparável, único.
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2023/04/26
Em: “O Rei do Futebol já foi inserido na versão digital e será incluído nas próximas versões impressas”, a expressão destacada é
Leia o texto I e responda às questões de 1 a 5.
Pelé vira verbete em dicionário para significar 'aquele que é fora do comum'
"Que ou aquele que é fora do comum". Nesta quarta-feira (26), Pelé foi eternizado também na língua portuguesa e virou um verbete no dicionário Michaelis. O Rei do Futebol já foi inserido na versão digital e será incluído nas próximas versões impressas.
pe.lé® adj m+f sm+f Que ou aquele que é fora do comum, que ou quem em virtude de sua qualidade, valor ou superioridade não pode ser igualado a nada ou a ninguém, assim como Pelé®, apelido de Edson Arantes do Nascimento (1940-2022), considerado o maior atleta de todos os tempos; excepcional, incomparável, único. Exemplos: Ele é o Pelé do basquete, ela é a Pelé do tênis, ela é a Pelé da dramaturgia brasileira, ele é o Pelé da medicina.
A campanha para eternizar o Rei do Futebol no dicionário recebeu mais de 125 mil assinaturas. O objetivo é eternizar Pelé como um adjetivo sinônimo de excepcional, incomparável, único.
https://g1.globo.com/educacao/noticia/2023/04/26
Sobre o gênero textual verbete, coloque V para VERDADEIRO e F para FALSO:
( )É um gênero do tipo argumentativo que tem o objetivo de defender teorias sobre determinada palavra.
( )É um gênero textual que pode ser encontrado também em glossários e enciclopédias.
( )É um texto impessoal e, geralmente escrito em linguagem mais formal.
( )É um texto de linguagem subjetiva que tem a finalidade de informar o leitor.
( )É um gênero que pode conter: uso de siglas e abreviaturas, ilustrações, explicações gramaticais sobre a palavra e subdivisões para complementar as informações.
A sequência CORRETA é:
Para aumentar a flexibilidade na delimitação dos currículos e propostas curriculares, tendo em vista a adequação às realidades locais, as habilidades de Educação Física para o Ensino Fundamental – Anos Finais, assim como no Ensino Fundamental – Anos Iniciais, estão sendo propostas na BNCC organizadas em dois blocos (6º e 7º anos; 8º e 9º anos) e se referem aos seguintes objetos de conhecimento, em cada unidade temática:
De acordo com a BNCC, analise a relação CORRETA entre a Unidade Temática, o Objeto do Conhecimento e os blocos de 6º e 7º anos e 8º e 9º anos:
|
Unidade Temática |
Objetos do Conhecimento |
||
6º e 7º anos |
8º e 9º anos |
||
I. |
Brincadeiras e jogos |
Jogos eletrônicos |
Jogos eletrônicos |
II. |
Esportes |
Esportes de marca Esportes de precisão Esportes de invasão Esportes técnico-combinatórios |
Esportes de rede/parede Esportes de campo e taco Esportes de invasão Esportes de combate |
III. |
Ginásticas |
Ginástica de condicionamento físico |
Ginástica de condicionamento físico Ginástica de conscientização corporal |
IV. |
Danças |
Danças urbanas |
Danças de salão |
V. |
Lutas |
Lutas do Brasil |
Lutas do mundo |
VI. |
Práticas Corporais de aventura |
Práticas corporais de aventura urbanas |
Práticas corporais de aventura na natureza |
Estão CORRETOS os itens:
A ginástica rítmica é fortemente influenciada pela linguagem artística, como o teatro, a música e a dança, em um árduo trabalho de preparação física, criativa e afetiva. Os elementos que envolvem a modalidade são os movimentos de mãos livres, sem utilização de aparelhos, e a utilização dos cinco materiais oficiais: arco, bola, corda, maças e fita.
Sobre os elementos da ginástica rítmica, relacione e enumere os tipos de aparelhos aos respectivos conceitos:
1. Aparelho maças.
2. Aparelho arco.
3. Aparelho fita.
4. Aparelho corda.
5. Aparelho bola.
( )É o aparelho utilizado na apresentação de saltos e pivots, por exemplo. O material utilizado deve medir entre 80 e 90 cm de diâmetro, além do peso mínimo de 300 g.
( ) Fabricada em material de borracha, utilizada na ginástica rítmica deve ser apresentada nos exercícios de flexibilidade e ondas, com um diâmetro de 18 a 20 cm e peso mínimo de 400 g.
( )São utilizadas na execução de movimentos que envolvam equilíbrio. As especificações técnicas deste aparelho são: cada deve ter entre 40 e 50 cm, além de pesar no mínimo 150 g.
( ) Nas competições deve ter pelo menos 6 metros, com largura de 4 a 6 cm, e pesar 35 g. Deve ser presa a um estilete com 50 a 60 cm de base e no máximo 1 cm de diâmetro.
( )É utilizada para desenvolver, predominantemente, com o exercício de salto. O material desse aparelho pode ser de sisal ou sintético, com comprimento compatível à altura da ginasta.
https://www.todamateria.com.br/ginastica-ritmica/
Assinale a sequência CORRETA:
O basquetebol, ou simplesmente basquete, é um esporte coletivo praticado entre duas equipes. Ele é jogado com uma bola, onde o objetivo é inseri-la no cesto fixo que está localizado nas extremidades da quadra. Atualmente, o basquetebol é um dos jogos olímpicos mais populares no mundo. Nas escolas, é um dos esportes mais praticados nas aulas de educação física.
Sobre as Regras do Basquetebol, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
Os esportes de invasão possuem como o objetivo o ataque ao campo adversário e a conquista de sua meta. Essa meta, em geral, deve ser alcançada por uma bola ou objeto semelhante (puck, no hóquei). O ponto é marcado quando se atinge o gol, a cesta, o touchdown ou o try, por exemplo.
São esportes de invasão, entre outros, EXCETO:
De acordo com o art. 26, parágrafo 3º da LDB, Lei nº 9.9394/96, “A educação física, integrada à proposta pedagógica da escola, é componente curricular obrigatório da educação básica, sendo sua prática facultativa ao aluno:
Assinale a alternativa INCORRETA:
O profissional de Educação Física deve ser capacitado e preparado para, em casos emergenciais, agir de forma segura e eficaz, visto que, como será tratado adiante, o professor deve ter um saber pleno, pois a sua prática não pode ser pautada pela tentativa e pelo erro. O erro, neste caso, pode significar sequelas gravíssimas ou até mesmo a morte.
As medidas de prevenção são norteadas por princípios que respeitem a individualidade pessoal e prolongue a vida, aderindo a ações destinadas a contribuir com a saúde e com a prevenção de lesões esportivas. Sobre as medidas de prevenção, analise os itens a seguir:
I. Prevenção primária: aquecimento, roupas e calçados apropriados, hábito alimentar saudável, hidratação, acomodações esportivas adequadas e outros.
II. Prevenção secundária: orientação médica antes do início da prática de atividade física e prognóstico precoce de predisposição às lesões esportivas.
III. Prevenção terciária: avaliação e reabilitação das alterações ocorridas no corpo como consequência da prática de atividade física.
Está(ão) CORRETO(S):
Sobre a Psicologia do esporte, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
Sobre a fisiologia do exercício, analise as alternativas e assinale a INCORRETA:
A aprendizagem motora é uma melhora significativa no desempenho motor de determinado movimento específico. Tem a função de interferir na capacidade do indivíduo de executar determinada tarefa e melhorá-la através da prática e assim aperfeiçoando suas habilidades.
As fases da aprendizagem motora, são:
I. Fase Cognitiva: A criança efetua os movimentos com erros grosseiros, só que ela não consegue visualizar seu erro e nem corrigi-lo.
II. Fase Associativa: A criança efetua o movimento com erros grosseiros, visualiza o seu erro, mas não consegue corrigi-lo.
III. Fase Autônoma: É o terceiro estágio da aprendizagem motora, onde o indivíduo efetua os movimentos com erros grosseiros, visualiza seu erro, onde errou, e consegue corrigi-lo. É nessa fase que a percepção ocorre de maneira mais consciente.
Está(ão) CORRETO(S):