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Durante o seu atendimento de enfermagem você recebe um paciente que refere os seguintes sintomas: Sensação de fraqueza, dor de cabeça e uma mancha escura na sua visão. Com base nos termos técnicos utilizados para registros de enfermagem em prontuários do paciente, julgue as afirmativas abaixo, assinalando coma letra (C) as CORRETAS e (E) para as INCORRETAS:
I. ( )Sensação de fraqueza : miastenia, Dor de Cabeça: cefaleia, Manchas Escuras na visão : xantopsia.
II. ( )Sensação de fraqueza : astenia, Dor de Cabeça: cefaleia, Manchas Escuras na visão :alucinações visuais.
III. ( )Sensação de fraqueza : astenia, Dor de Cabeça: cefaleia, Manchas Escuras na visão : escotomas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta das afirmativas:
Conforme os termos técnicos abaixo e seus significados:
I. Xerostomia: sensação de boca amarga.
II. Gonalgia : dor no joelho;
III. Estridor: Respiração ruidosa, algo parecido com cornagem.
IV. Sialose (sialorreia ou ptialismo). Produção diminuída de secreção salivar.
V. Metrorragia : sangramento uterino fora da época apropriada do ciclo menstrual ou na menopausa.
Assinale a alternativa que apresenta sequência de termos técnicos correspondente aos seus significados:
Observe a tirinha “Calvin e Haroldo”, de Bill Watterson, e julgue as proposições:

Calvin e Haroldo, criação do desenhista americano Bill Watterson. Os verbos também podem ser estudados a partir da análise de tirinhas
I – O verbo “colocou”, no primeiro quadrinho, está no pretérito perfeito;
II – A forma verbal “olhando”, no segundo quadrinho, está no modo indicativo;
III – A forma verbal “poderia”, no segundo quadrinho, está no futuro do pretérito do modo subjuntivo;
IV – A forma verbal “acharmos”, no quarto quadrinho, está no futuro do subjuntivo;
V - A forma verbal “fosse”, no quarto quadrinho, está no pretérito imperfeito do modo indicativo.
Estão corretas:
Menina
máquina de costura avançava decidida sobre o pano. Que bonita que a mãe era, com os alfinetes na boca. Gostava de olhá-la calada, estudando seus gestos, enquanto recortava retalhos de pano com a tesoura. Interrompia às vezes seu trabalho, era quando a mãe precisava da tesoura. Admirava o jeito decidido da mãe ao cortar pano, não hesitava nunca, nem errava. A mãe sabia tanto Tita chamava-a de () como quem diz (). Tentava não pensar as palavras, mas sabia que na mesma hora da tentativa tinha-as pensado. Oh, tudo era tão difícil. A mãe saberia o que ela queria perguntar-lhe intensamente agora quase com fome depressa depressa antes de morrer, tanto que não se conteve e - Mamãe, o que é desquitada? atirou rápida com uma voz sem timbre. Tudo ficou suspenso, se alguém gritasse o mundo acabava ou Deus aparecia sentia Ana Lúcia. Era muito forte aquele instante, forte demais para uma menina, a mãe parada com a tesoura no ar, tudo sem solução podendo desabar a qualquer pensamento, a máquina avançando desgovernada sobre o vestido de seda brilhante espalhando luz luz luz.
ANGELO, I. Menina. In: A face horrível. São Paulo: Lazuli, 2017.
Escrita na década de 1960, a narrativa põe em evidência uma dramaticidade centrada na