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Q4161947 Matemática
Um cidadão negociou o pagamento de seus impostos municipais atrasados. A Administração ofereceu um desconto linear de 15% sobre o valor total da dívida consolidada caso o pagamento fosse efetuado à vista. O cidadão aceitou a proposta e quitou a sua obrigação financeira desembolsando a quantia exata de R$ 680,00 em dinheiro na agência bancária. Diante das regras de descontos aplicadas, determine o valor original, em reais, da dívida desse cidadão antes da concessão do abatimento e assinale a alternativa com a resposta CORRETA. 
Alternativas
Q4161946 Matemática
Um setor de compras adquiriu insumos e recebeu uma tabela de preços organizada em forma de matriz quadrada de ordem 2. O determinante dessa matriz de custos representa o fator de desconto logístico que será aplicado sobre o contrato. Sabe-se que o elemento da primeira linha e primeira coluna é 8, o da primeira linha e segunda coluna é 4, o da segunda linha e primeira coluna é 6, e o da segunda linha e segunda coluna é x. Diante disso, determine o valor de x para que o desconto seja igual a 20 e assinale a alternativa com a resposta CORRETA.
Alternativas
Q4161945 Matemática
Um reservatório público de água tem o formato geométrico de um cilindro circular reto. O engenheiro responsável informa que o raio da base desse reservatório mede exatamente 3 metros e que a área da sua superfície lateral externa é de exatamente 150 metros quadrados. Sabendo que o reservatório se encontra com sua capacidade máxima preenchida, determine o volume total de água, em metros cúbicos, armazenado nesse local e assinale a alternativa com a resposta CORRETA. Utilize o valor aproximado de Π igual a 3,14.
Alternativas
Q4161944 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo

    Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento das reais necessidades de saúde da mulher em sua integralidade foram prementes ao longo das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto da saúde da mulher e suas especificidades, sob a perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil na contemporaneidade.
    Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este componente denota que todos têm o direito de definir o curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade, ao desvincular a maternidade da vida sexual.
    O PR traz a magnitude da educação sexual e conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se que os serviços de PR de alta qualidade e os seus provedores devem respeitar, proteger e cumprir os direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para resultados positivos na saúde sexual, assim como oportunízando a qualificação da relação interpessoal com os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente e sua satisfação com o serviço de saúde.
    No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza como medida prioritária para os orgãos ministeriais e expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao assegurar os componentes de concepção e contracepção de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo. É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda populacional. Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade é distinta, de modo que se denota a carência de métodos contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis, haja vista que a maior parte das mulheres que passam por uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso, descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos contraceptivos. 
    O Fundo de População das Nações Unidas detalha que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
    As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às políticas públicas, mediante ampliação do acesso e conhecimento para as mulheres que mais necessitam.

Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
Na oração Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários, o termo sublinhado constitui o sujeito da ação verbal. Sobre a estrutura sintática desse sujeito, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4161943 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo

    Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento das reais necessidades de saúde da mulher em sua integralidade foram prementes ao longo das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto da saúde da mulher e suas especificidades, sob a perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil na contemporaneidade.
    Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este componente denota que todos têm o direito de definir o curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade, ao desvincular a maternidade da vida sexual.
    O PR traz a magnitude da educação sexual e conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se que os serviços de PR de alta qualidade e os seus provedores devem respeitar, proteger e cumprir os direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para resultados positivos na saúde sexual, assim como oportunízando a qualificação da relação interpessoal com os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente e sua satisfação com o serviço de saúde.
    No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza como medida prioritária para os orgãos ministeriais e expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao assegurar os componentes de concepção e contracepção de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo. É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda populacional. Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade é distinta, de modo que se denota a carência de métodos contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis, haja vista que a maior parte das mulheres que passam por uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso, descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos contraceptivos. 
    O Fundo de População das Nações Unidas detalha que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
    As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às políticas públicas, mediante ampliação do acesso e conhecimento para as mulheres que mais necessitam.

Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
Considere a seguinte frase extraída do quarto parágrafo do texto e, com base em aspectos de estrutura e formação das palavras, fonetica e tonicidade, analise as assertivas que seguem: 

É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda poputacional.

I. A palavra populacional é um exemplo de derivação parassintética, pois exige o acréscimo simultâneo de um prefixo e de um sufixo para fazer sentido.
II. Nas palavras qualidade e quantidade, a sequência qu é classificada como dígrafo consonantal, assim como ocorre na palavra adequada.
IlI. Considerando a posição da sílaba tônica das palavras que compõem o trecho, verifica-se o predomínio de vocábulos paroxítonos e a completa inexistência de palavras proparoxÍtonas.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4161942 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo

    Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento das reais necessidades de saúde da mulher em sua integralidade foram prementes ao longo das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto da saúde da mulher e suas especificidades, sob a perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil na contemporaneidade.
    Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este componente denota que todos têm o direito de definir o curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade, ao desvincular a maternidade da vida sexual.
    O PR traz a magnitude da educação sexual e conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se que os serviços de PR de alta qualidade e os seus provedores devem respeitar, proteger e cumprir os direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para resultados positivos na saúde sexual, assim como oportunízando a qualificação da relação interpessoal com os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente e sua satisfação com o serviço de saúde.
    No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza como medida prioritária para os orgãos ministeriais e expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao assegurar os componentes de concepção e contracepção de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo. É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda populacional. Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade é distinta, de modo que se denota a carência de métodos contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis, haja vista que a maior parte das mulheres que passam por uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso, descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos contraceptivos. 
    O Fundo de População das Nações Unidas detalha que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
    As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às políticas públicas, mediante ampliação do acesso e conhecimento para as mulheres que mais necessitam.

Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
No primeiro parágrafo, os autores iniciam o texto com a seguinte construção: Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento... Caso a primeira vírgula do período fosse suprimida, haveria a seguinte consequência para o texto:
Alternativas
Q4161941 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo

    Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento das reais necessidades de saúde da mulher em sua integralidade foram prementes ao longo das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto da saúde da mulher e suas especificidades, sob a perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil na contemporaneidade.
    Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este componente denota que todos têm o direito de definir o curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade, ao desvincular a maternidade da vida sexual.
    O PR traz a magnitude da educação sexual e conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se que os serviços de PR de alta qualidade e os seus provedores devem respeitar, proteger e cumprir os direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para resultados positivos na saúde sexual, assim como oportunízando a qualificação da relação interpessoal com os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente e sua satisfação com o serviço de saúde.
    No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza como medida prioritária para os orgãos ministeriais e expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao assegurar os componentes de concepção e contracepção de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo. É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda populacional. Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade é distinta, de modo que se denota a carência de métodos contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis, haja vista que a maior parte das mulheres que passam por uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso, descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos contraceptivos. 
    O Fundo de População das Nações Unidas detalha que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
    As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às políticas públicas, mediante ampliação do acesso e conhecimento para as mulheres que mais necessitam.

Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
No último parágrafo do texto, os autores encerram a argumentação apresentando um diagnóstico sobre o panorama atual do Planejamento Reprodutivo. Essa conclusão cumpre a função de: 
Alternativas
Q4161940 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo

    Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento das reais necessidades de saúde da mulher em sua integralidade foram prementes ao longo das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto da saúde da mulher e suas especificidades, sob a perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil na contemporaneidade.
    Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este componente denota que todos têm o direito de definir o curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade, ao desvincular a maternidade da vida sexual.
    O PR traz a magnitude da educação sexual e conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se que os serviços de PR de alta qualidade e os seus provedores devem respeitar, proteger e cumprir os direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para resultados positivos na saúde sexual, assim como oportunízando a qualificação da relação interpessoal com os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente e sua satisfação com o serviço de saúde.
    No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza como medida prioritária para os orgãos ministeriais e expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao assegurar os componentes de concepção e contracepção de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo. É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda populacional. Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade é distinta, de modo que se denota a carência de métodos contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis, haja vista que a maior parte das mulheres que passam por uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso, descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos contraceptivos. 
    O Fundo de População das Nações Unidas detalha que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
    As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às políticas públicas, mediante ampliação do acesso e conhecimento para as mulheres que mais necessitam.

Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
No terceiro parágrafo, os autores discutem as atribuições e o impacto da atuação dos profissionais de saúde nos serviços de planejamento reprodutivo. A partir da análise da argumentação construída nesse trecho, a relação logica que se estabelece entre a qualidade do serviço ofertado e o impacto na vida dos usuários e de:
Alternativas
Q4161939 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo

    Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento das reais necessidades de saúde da mulher em sua integralidade foram prementes ao longo das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto da saúde da mulher e suas especificidades, sob a perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil na contemporaneidade.
    Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este componente denota que todos têm o direito de definir o curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade, ao desvincular a maternidade da vida sexual.
    O PR traz a magnitude da educação sexual e conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se que os serviços de PR de alta qualidade e os seus provedores devem respeitar, proteger e cumprir os direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para resultados positivos na saúde sexual, assim como oportunízando a qualificação da relação interpessoal com os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente e sua satisfação com o serviço de saúde.
    No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza como medida prioritária para os orgãos ministeriais e expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao assegurar os componentes de concepção e contracepção de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo. É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda populacional. Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade é distinta, de modo que se denota a carência de métodos contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis, haja vista que a maior parte das mulheres que passam por uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso, descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos contraceptivos. 
    O Fundo de População das Nações Unidas detalha que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
    As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às políticas públicas, mediante ampliação do acesso e conhecimento para as mulheres que mais necessitam.

Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
No trecho o PR também se caracteriza como medida prioritária para os órgãos ministeriais, no quarto parágraÍo, a palavra sublinhada atua sob determinada classe gramatical e valor semântico para:
Alternativas
Q4161938 Saúde Pública
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo

    Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento das reais necessidades de saúde da mulher em sua integralidade foram prementes ao longo das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto da saúde da mulher e suas especificidades, sob a perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil na contemporaneidade.
    Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este componente denota que todos têm o direito de definir o curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade, ao desvincular a maternidade da vida sexual.
    O PR traz a magnitude da educação sexual e conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se que os serviços de PR de alta qualidade e os seus provedores devem respeitar, proteger e cumprir os direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para resultados positivos na saúde sexual, assim como oportunízando a qualificação da relação interpessoal com os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente e sua satisfação com o serviço de saúde.
    No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza como medida prioritária para os orgãos ministeriais e expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao assegurar os componentes de concepção e contracepção de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo. É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda populacional. Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade é distinta, de modo que se denota a carência de métodos contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis, haja vista que a maior parte das mulheres que passam por uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso, descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos contraceptivos. 
    O Fundo de População das Nações Unidas detalha que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
    As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às políticas públicas, mediante ampliação do acesso e conhecimento para as mulheres que mais necessitam.

Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
Ao analisar o cenário brasileiro no quarto parágrafo, o texto aponta uma contradição entre as diretrizes das políticas públicas e a realidade prática dos serviços de saúde. Essa contradição se manifesta na:
Alternativas
Q4161937 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo

    Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento das reais necessidades de saúde da mulher em sua integralidade foram prementes ao longo das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto da saúde da mulher e suas especificidades, sob a perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil na contemporaneidade.
    Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este componente denota que todos têm o direito de definir o curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade, ao desvincular a maternidade da vida sexual.
    O PR traz a magnitude da educação sexual e conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se que os serviços de PR de alta qualidade e os seus provedores devem respeitar, proteger e cumprir os direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para resultados positivos na saúde sexual, assim como oportunízando a qualificação da relação interpessoal com os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente e sua satisfação com o serviço de saúde.
    No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza como medida prioritária para os orgãos ministeriais e expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao assegurar os componentes de concepção e contracepção de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo. É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda populacional. Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade é distinta, de modo que se denota a carência de métodos contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis, haja vista que a maior parte das mulheres que passam por uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso, descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos contraceptivos. 
    O Fundo de População das Nações Unidas detalha que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
    As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às políticas públicas, mediante ampliação do acesso e conhecimento para as mulheres que mais necessitam.

Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
No que se refere às metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e ao direito ao planejamento reprodutivo (PR) descritos no texto, analise as assertivas, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se Falsas:

( ) O texto sustenta que a definição sobre o curso da propria vida reprodutiva constitui um direito que deve ser exercido à margem de repressões ou hostilidades.
( ) Depreende-se do trecho sobre os ODS que o conceito de "acesso universal" em saúde reprodutiva repudia qualquer tipo de filtragem ou discriminação social, garantindo o direito a todas as pessoas.
( ) Segundo as diretrizes do ODS apresentadas, o planejamento reprodutivo só deve ser considerado um direito legítimo se o indivíduo optar por constituir um modelo de família tradicional.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4161936 Português
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo

    Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento das reais necessidades de saúde da mulher em sua integralidade foram prementes ao longo das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto da saúde da mulher e suas especificidades, sob a perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil na contemporaneidade.
    Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este componente denota que todos têm o direito de definir o curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade, ao desvincular a maternidade da vida sexual.
    O PR traz a magnitude da educação sexual e conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se que os serviços de PR de alta qualidade e os seus provedores devem respeitar, proteger e cumprir os direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para resultados positivos na saúde sexual, assim como oportunízando a qualificação da relação interpessoal com os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente e sua satisfação com o serviço de saúde.
    No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza como medida prioritária para os orgãos ministeriais e expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao assegurar os componentes de concepção e contracepção de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo. É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda populacional. Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade é distinta, de modo que se denota a carência de métodos contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis, haja vista que a maior parte das mulheres que passam por uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso, descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos contraceptivos. 
    O Fundo de População das Nações Unidas detalha que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
    As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às políticas públicas, mediante ampliação do acesso e conhecimento para as mulheres que mais necessitam.

Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
O primeiro parágrafo cumpre o papel de introdução do texto, delimitando o tema da saúde da mulher sob o recorte da perspectiva reprodutiva. Considerando os termos empregados e seus respectivos efeitos de sentido, analise as partes que seguem: 

(1ª parte): O termo integralidade introduz a ideia de que a saúde da mulher deve ser enxergada como um todo.
(2ª parte): A pa/avra prementes e empregada no sentido de algo secundário, indicando que as demandas hístóricas pela saúde da mulher eram irrelevantes no passado.
(3ª parte): O uso da expressão obstáculos e lutas confere um tom político e social à íntrodução, índicando que os direltos reprodutivos das mulheres não foram concessões naturais, mas conquistas hrstórícas.

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4161935 Direitos Humanos
Para responder à questão, Ieia o texto abaixo.

Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo

    Historicamente, obstáculos e lutas em prol do reconhecimento das reais necessidades de saúde da mulher em sua integralidade foram prementes ao longo das décadas, ao passo que discorrer acerca deste contexto da saúde da mulher e suas especificidades, sob a perspectiva da reprodução, não tem sido uma tarefa fácil na contemporaneidade.
    Uma das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) é de até 2030 "garantir o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva", incluindo ações de assistência para o planejamento reprodutivo (PR). Este componente denota que todos têm o direito de definir o curso de suas próprias vidas, ou seja, se e quando ter filhos, quantos e com quem desejam partilhar sua jornada reprodutiva, são partes importantes desse direito, sem segregação, constrangimento ou repressão e hostilidade, ao desvincular a maternidade da vida sexual.
    O PR traz a magnitude da educação sexual e conhecimentos sobre a saúde sexual e reprodutiva. Os profissionais de saúde envolvidos neste cuidado têm o privilégio e a responsabilidade para garantia de uma tomada de decisão consciente pelos usuários. Destaca-se que os serviços de PR de alta qualidade e os seus provedores devem respeitar, proteger e cumprir os direitos humanos de todos os clientes, contribuindo para resultados positivos na saúde sexual, assim como oportunízando a qualificação da relação interpessoal com os usuários, promovendo o cuidado centrado no paciente e sua satisfação com o serviço de saúde.
    No contexto brasileiro, o PR também se caracteriza como medida prioritária para os orgãos ministeriais e expresso nas políticas públicas de saúde vigentes, ao assegurar os componentes de concepção e contracepção de modo integral e ofertar aconselhamento contraceptivo. É fundamental que estes serviços estejam organizados para garantia da qualidade e quantidade adequada de contraceptivos que atendam à demanda populacional. Entretanto, no cotidiano dos serviços de saúde a realidade é distinta, de modo que se denota a carência de métodos contraceptivos ou a dificuldade de acesso a estes, bem como necessidade de acréscimo nas opções disponíveis, haja vista que a maior parte das mulheres que passam por uma gravidez não planejada relaciona-se ao não uso, descontinuidade ou utilização incorreta dos métodos contraceptivos. 
    O Fundo de População das Nações Unidas detalha que em virtude das suspensôes de atendimento oriundas da pandemia por COVID-19, aproximadamente 12 milhões de mulheres, nos 115 países de media e baixa renda estudados, incluindo o Brasil, perderam acesso aos serviços de PR, ocasionando em 1,4 milhão de gestações não planejadas. Deste modo, no âmbito nacional a apreensão deste panorama negativo em saúde sexual e reprodutiva reside nas zonas mais distantes dos grandes centros, a exemplo das regiões Norte e Nordeste do Brasil.
    As falhas em PR ainda se fazem presentes no Brasil e no mundo, posto que estes serviços não alcançam todas as mulheres e estas lacunas precisam ser incorporadas às políticas públicas, mediante ampliação do acesso e conhecimento para as mulheres que mais necessitam.

Fonte: LIMA, E. R. de, et al. Construção de tecnologia MHealth para Promoção da Saúde em Planejamento Reprodutivo: inovações na atenção primária. Ciência & Saúde Coletiva, v. 30, n. 8, 2025 (com adaptações).
No que se refere aos direitos reprodutivos, às políticas de saúde e aos impactos da pandemia de COVID-19 discutidos no texto, analise as assertivas abaixo: 

I. De acordo com o texto, a atuação dos profissionais de saúde no planejamento reprodutivo vai além do ato técnico, configurando-se como uma responsabilidade de assegurar escolhas conscientes por parte dos usuários.
II. De acordo com o panorama apresentado no texto, as mulheres que residem nos grandes centros urbanos do Brasil foram as que mais sofreram com a perda de acesso ao planejamento reprodutivo na pandemia.
III. O texto estabelece que um dos pilares do direito ao planejamento reprodutivo e a separação entre o exercício da vida sexual e a obrigatoriedade da maternidade.

Está CORRETO o que se afirma em: 
Alternativas
Q4161934 Eletrotécnica
Ao iniciar o expediente, o Motorista entra em um veículo do Município e gira a chave de ignição para dar a partida. O componente do sistema elétrico que dá o primeiro impulso para que o motor comece a funcionar e o: 
Alternativas
Q4161933 Engenharia Mecânica
Durante a condução diária de uma máquina rodoviária da Prefeitura, o Motorista monitora o painel de instrumentos para manter as condições corretas de funcionamento do motor. No sistema de arrefecimento, a peça responsável por controlar a circulação da água entre o motor e o radiador é a:
Alternativas
Q4161932 Legislação de Trânsito
Ao circular pelas avenidas do município com um veículo oficial, o Motorista encontra cruzamentos com semáforos. De acordo com as regras de trânsito, quando o semáforo apresenta a luz amarela piscando de forma alternada, isso indica ao condutor:
Alternativas
Q4161931 Legislação de Trânsito
As linhas pintadas no chão (sinalização horizontal) servem para organizar o fluxo de veículos e orientar o Motorista sobre as regras de trânsito. Sobre as cores dessas marcas no asfalto, assinale a alternativa que traz a regra CORRETA.
Alternativas
Q4161930 Legislação de Trânsito
A direção defensiva ensina que o Motorista deve guiar de forma a evitar acidentes. Para dirigir com segurança veículos ou caminhões nas ruas da cidade, o condutor deve guardar uma distância segura: 
Alternativas
Q4161929 Legislação de Trânsito
Ao realizar o transporte de passageiros com o veículo do Município, o Motorista precisa conhecer as normas de circulação. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a imobilização do veículo pelo tempo estritamente necessário para efetuar o embarque ou desembarque rápido de pessoas é definida como:
Alternativas
Q4161928 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul

Analise as assertivas que seguem, conforme o Regime Jurídico Único dos Servidores Públicos do Município:



I. Todos os afastamentos, exceto o gozo de férias legais, suspendem a avaliação do estágio probatório.


II. Durante o processo de avaliação, o servidor não pode ter vista de cada boletim de estágio, para não interferir no seu desempenho.



Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:

Alternativas
Respostas
161: C
162: A
163: B
164: D
165: A
166: B
167: B
168: A
169: D
170: B
171: D
172: B
173: C
174: D
175: A
176: C
177: B
178: B
179: B
180: A