Questões de Concurso Comentadas para instituto legalle

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Q4044491 Direito Constitucional
Analise as assertivas que seguem, as quais trazem competências consideradas como sendo exclusivas da Câmara Ir/unicipal, conforme Lei Orgânica:

I. Sustar atos do Poder Executivo que exorbitem da sua competência, ou se mostrem contrários ao interesse público.
II. Exercer a fiscalização da administração financeira e orçamentária do tr/unicípio, com o auxílio do Tribunal de Contas do Município, e julgar as contas do Prefeito.
III. Fixar a remuneração de seus membros, do Prefeito e do Vice-Prefeito.

Está(ão) CORRETA(S)
Alternativas
Q4044490 Direito Constitucional
Pode-se afirmar, com base na Lei Orgânica, que importam responsabilidade os atos do Prefeito ou do Vice-Prefeito que atentam contra a Constituição Federal e a Constituição Estadual e, especialmente contra o previsto em quantos dos seguintes itens? I. A Lei Orçamentária; II. O cumprimento das leis, salvo quando decisões judiciais; III. A improbidade na Administração; IV. O livre exercício dos poderes constituídos. 
Alternativas
Q4044489 Direito Constitucional
As alternativas que seguem apresentam afirmações relacionadas com o Poder Executivo, conforme Lei Orgânica. Diante disso, analise essas alternativas e assinale a que apresenta informação que pode ser considerada como sendo INCORRETA.
Alternativas
Q4044486 Saúde Pública
Segundo o Ministério da Saúde, fora dos perÍodos de sazonalidade e de epidemia, o controle do mosquito Aedes aegypti é o principal método de prevenção contra a dengue. Qual é uma ação recomendada diretamente à população para evitar a proliferação do vetor nas residências?
Alternativas
Q4044485 Conhecimentos Gerais
O Panorama do Censo 2022 levantou informações demográficas sobre a crença da população. Segundo o IBGE, qual é o grupo religioso que possui o maior número de adeptos no Brasil, com mais de 100 milhões de pessoas?
Alternativas
Q4044484 Atualidades
O Poder Executivo do município de Arroio Grande é comandado por um governante específico. Quem é o atual prefeito da cidade?
Alternativas
Q4044478 Português
A relação entre as letras e os fonemas revela particularidades na escrita de diversas palavras. Considerando isso, leia o trecho inicial da fala do menino na charge: MAS ESSE NEGÓCIO. Considerando a grafia das palavras, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4044477 Português
Na charge, os balões de fala dos personagens apresentam uma pontuação específica no final de cada frase. Diante disso, analise as assertivas abaixo sobre o emprego dos sinais de pontuação:

I. O ponto de interrogação foi empregado na fala do menino para expressar uma dúvida ou um questionamento sobre o funcionamento do livro.
II. O ponto de exclamação na fala da menina serve para dar ênfase ao seu entusiasmo e demonstrar a sua firmeza ao dar a resposta afirmativa.
III. O ponto de exclamação é utilizado na charge com a função exclusiva de indicar que a personagem está chorando e gritando com o amigo.

Está CORRETO o que se afirma em
Alternativas
Q4044476 Português
A classificação da sílaba tônica e a separação silábica são fundamentais nas regras da Língua Portuguesa. Diante disso, analise as palavras retiradas da charge: NEGÓCIO e NÃO. Considerando essas regras, analise as assertivas abaixo e julgue-as em Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

( ) A palavra NEGÓCIO possui três sílabas, sendo separadas da seguinte forma: ne-gó-cio.
( ) A sílaba tônica da palavra NEGÓCIO e a última, o que a classifica gramaticalmente como uma palavra oxítona.
( ) A palavra NÃO é formada por apenas uma sÍlaba, sendo classificada como uma palavra monossílaba.

Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
Alternativas
Q4044475 Português
Analise o trecho a seguir:

A menina afrrma animada que o livro vai turbinar o seu tico e teco. Nesse cenário da charge, a palavra turbinar possui o sentido de ______, enquanto a expressão popu/ar tico e teco refere-se ______.

Preenche, CORRETA e respectivamente, as lacunas:
Alternativas
Q4044474 Português
A charge apresenta um menino questionando a ausência de uma rede social no livro impresso no primeiro balão de fala. Levando em conta a interpretação e a lntenção comunicativa, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4044453 Legislação Federal
A Lei n" 13.722/2018, que torna obrigatoria a Capacitação em Noções Básicas de Primeiros Socorros de ProÍessores e Funcionários de Estabelecimentos de Ensino Públicos e Privados de Educação Básica e de Estabelecimentos de Recreação Infantil, estabelece medidas administrativas a serem aplicadas em caso de descumprimento de suas disposições, definindo uma gradação de penalidades conforme a reincidência da infração. Tais sanções variam desde medidas de caráter educativo até penalidades mais severas, especialmente quando persistir o desrespeito às normas legais. Com base nas penalidades referidas nessa Lei, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4044452 Educação Física
Com o avanço da idade, o corpo humano passa por diversas alterações fisiologicas que podem impactar a rotina e o corpo. Nesse contexto, a inclusão de programas de ginástica voltados para a população idosa é um tema amplamente discutido na Educação Física. Sobre a relação entre a prática de ginástica e a terceira idade, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4044451 Educação Física
Durante uma partida de futebol, um jogador da equipe atacante recebe um passe de seu companheiro estando mais próximo da linha de gol adversária do que a bola e o penúltimo defensor. Em seguida, esse jogador faz o gol. Com base na regra do impedimento, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4044450 Educação Física
A avaliação física e um procedimento amplamente utilizado pelos profissionais de Educação Física em diferentes contextos de atuação. Sobre os objetivos e as características desse processo, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4044399 Legislação Federal
Durante o segundo bimestre, em uma turma do 1° ano do Ensino Medio integrado, um Professor percebe que um estudante de 16 anos, regularmente matriculado, apresenta faltas frequentes, queda significativa no rendimento e comportamento apático em sala de aula. Ao conversar com o estudante, descobre que ele passou a trabalhar no período noturno para ajudar financeiramente a família. O Professor comunica o fato à equipe pedagogica, que decide manter o aluno na mesma rotina, argumentando que "as regras são iguais para todos" e que "não cabe flexibilização". Diante dessa situação, o Professor questiona a decisão da equipe, fundamentando-se na Lei no 9.394/1996 (Lei de Diretrizes e Bases - LDB). A luz da LDB, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4044363 Literatura
O Arcadismo brasileiro, também chamado de Neoclassicismo, desenvolveu-se no século XVIII em diálogo com valores estéticos de equilíbrio, simplicidade e retomada de modelos clássicos. Sobre esse movimento literário, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4044361 Português
A praça e o lixo


    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.

    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.

   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.

     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.

     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.

    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."


Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
Quanto à configuração fonetica de vocábulos do texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q4044360 Português
A praça e o lixo


    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.

    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.

   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.

     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.

     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.

    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."


Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
A passagem final, em que o autor associa o contêiner de lixo à frase de Manuel Bandeira, aprofunda a crítica social do texto porque:
Alternativas
Q4044359 Português
A praça e o lixo


    A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a diferença não e defeito, é condição.

    A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e quem venda profecia para a alma; há quem cante com técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado. A praça funciona como moldura, um enquadramento para a vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por isso mesmo, mais frágil.

   Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós, sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que isso, trocar, aprender, ser atravessado.

     Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre iguais, além de não ser totalmente verdade, é profundamente empobrecedor.

     Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"? A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como uma acusação.

    Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."


Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
No texto, a praça é apresentada como um espaço simbolico que ultrapassa sua dimensão física. A partir da progressão argumentativa construída pelo autor, a principal função dessa imagem é representar:
Alternativas
Respostas
121: D
122: C
123: B
124: B
125: E
126: B
127: C
128: C
129: C
130: B
131: C
132: D
133: D
134: B
135: C
136: C
137: D
138: B
139: A
140: E