Questões de Concurso Para uno chapecó

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Q3614105 Segurança e Saúde no Trabalho
O uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) é crucial para garantir a segurança e saúde dos trabalhadores, minimizando riscos de acidentes e doenças ocupacionais. Um funcionário finalizou a limpeza de um banheiro utilizando luvas de proteção. É CORRETO afirmar que para garantir segurança e evitar contaminação, ele deve:
Alternativas
Q3614104 Segurança e Transporte
Carregar mercadorias em um veículo envolve garantir que a carga seja fixada corretamente, respeitando os limites de peso e dimensões do veículo, e seguindo as leis de trânsito para garantir a segurança durante o transporte. É CORRETO afirmar que ao carregar mercadorias em um veículo, o procedimento correto é:
Alternativas
Q3614103 Engenharia Ambiental e Sanitária
A coleta de lixo é uma forma de recolhimento desse material que permite a sua destinação correta. Um trabalhador deve coletar resíduos sólidos em recipientes identificados por cores diferentes. É CORRETO afirmar que essa prática tem como principal objetivo:
Alternativas
Q3614102 Engenharia Ambiental e Sanitária
O tratamento de água envolve várias etapas para torná-la potável e segura para o consumo humano. Com base nas etapas do tratamento de água com sua função principal, assinale a alternativa CORRETA que corresponde a etapa de decantação.
Alternativas
Q3614101 Conhecimentos de Serviços Gerais
Para realizar limpezas em geral, são necessários diversos instrumentos e materiais, que variam de acordo com o tipo de superfície e a natureza da sujeira. Assinale a alternativa CORRETA que corresponde qual instrumento é adequado para a limpeza de superfícies lisas, como pisos e azulejos. 
Alternativas
Q3592246 Matemática
Em uma loja, um produto teve um aumento de 20% no preço original e após um mês, o proprietário resolveu dar um desconto de 10% sobre o novo preço. Qual foi a variação percentual aproximada em relação ao preço inicial?
Alternativas
Q3592245 Matemática
A Prefeitura está transformando um terreno retangular em um parque educativo para crianças, com áreas de lazer e jardinagem. O terreno mede 15 metros de comprimento por 10 metros de largura. No centro do parque, será construído um canteiro triangular em formato de triângulo retângulo, com catetos medindo 6 m e 8 m, para plantar flores e árvores temáticas. Após a construção desse canteiro, qual será a área restante disponível para circulação e outros equipamentos no terreno?
Alternativas
Q3592243 Matemática Financeira
Paula investiu R$ 5.000,00 em um título que rende juros compostos de 3% ao trimestre. Qual será o juros acumulado após 6 meses?
Alternativas
Q3592241 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Do morango do amor ao pudim: por que brasileiros gostam tanto de açúcar


Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?


A história do açúcar no Brasil começa séculos atrás, bem antes dos doces modernos, e tem relação direta com a colonização portuguesa.


A cana-de-açúcar, de onde boa parte do açúcar utilizado no país é extraído, é originária da Papua Nova Guiné, na Oceania. 


Mas, durante muito tempo, a oferta de açúcar era bem limitada e ficava restrita às farmácias, onde havia uso na formulação de remédios ou como tônico para dar energia.


Isso começou a mudar a partir do século 14, quando Portugal investiu nas suas primeiras grandes plantações de cana-de-açúcar na Ilha de Madeira, modelo que foi expandido para o Brasil — em uma escala ainda maior — a partir do século


O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos.


Em seu livro História da Alimentação no Brasil, o historiador Luís da Câmara Cascudo estima que, entre 1583 e 1587, os 66 engenhos de Pernambuco produziram quase 3 mil toneladas de açúcar. 


Ainda que boa parte dessa produção fosse exportada pra Europa, a facilidade no acesso ao açúcar no Brasil influenciou diretamente as receitas de bolos e outras sobremesas, além das conservas e compotas com frutas.


"No século 16, você já começa a perceber a alteração através dos livros de receitas das rainhas, principalmente, a alteração de receitas que eram feitas com mel ou tinham uma outra configuração. Por exemplo, o manjar branco, que antes era um prato que não era feito nem com açúcar nem mel, passa a ser feito com açúcar", explica a historiadora e professora da USP Vera Ferlini.


"Gradativamente, o açúcar vai entrando como um elemento da dieta e da constituição de um receituário, principalmente conventual, de doces, que são os que nós conhecemos: os fios de ovos, vários tipos de pasteis, esses doces com massas, o pão de ló e tudo aquilo que ainda encontramos na doçaria portuguesa. Então a doçaria brasileira vai ser uma herdeira dessa doçaria portuguesa", acrescenta.


Houve ainda a influência dos africanos e dos indígenas, que de acordo com a pesquisa de Câmara Cascudo, preferiam o gosto que vinha direto da cana, de frutas como o cupuaçu, o açaí, o guaraná e o caju, ou dos favos de mel das abelhas.


Mesmo hoje, séculos depois, o Brasil continua sendo o maior exportador de açúcar do mundo.


A partir do século 20, a relação do brasileiro com o açúcar se diversificou. A industrialização dos alimentos trouxe novos produtos à mesa: refrigerantes, bolachas recheadas e o leite condensado.


Em 2021, em uma reportagem da BBC Brasil, a Nestlé disse — citando dados de uma pesquisa do Kantar Ibope, realizada em 2020 — que o leite condensado estava presente na casa de 94% dos brasileiros, que consomem em média 6 quilos e meio de leite condensado por ano.


 A empresa, que é uma das maiores fabricantes do produto, afirma que o leite condensado é parte de cerca de 60% das sobremesas feitas no Brasil, um número sem paralelo em nenhum outro país.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3eqv91x1vo

Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?

Alternativas
Q3592240 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Do morango do amor ao pudim: por que brasileiros gostam tanto de açúcar


Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?


A história do açúcar no Brasil começa séculos atrás, bem antes dos doces modernos, e tem relação direta com a colonização portuguesa.


A cana-de-açúcar, de onde boa parte do açúcar utilizado no país é extraído, é originária da Papua Nova Guiné, na Oceania. 


Mas, durante muito tempo, a oferta de açúcar era bem limitada e ficava restrita às farmácias, onde havia uso na formulação de remédios ou como tônico para dar energia.


Isso começou a mudar a partir do século 14, quando Portugal investiu nas suas primeiras grandes plantações de cana-de-açúcar na Ilha de Madeira, modelo que foi expandido para o Brasil — em uma escala ainda maior — a partir do século


O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos.


Em seu livro História da Alimentação no Brasil, o historiador Luís da Câmara Cascudo estima que, entre 1583 e 1587, os 66 engenhos de Pernambuco produziram quase 3 mil toneladas de açúcar. 


Ainda que boa parte dessa produção fosse exportada pra Europa, a facilidade no acesso ao açúcar no Brasil influenciou diretamente as receitas de bolos e outras sobremesas, além das conservas e compotas com frutas.


"No século 16, você já começa a perceber a alteração através dos livros de receitas das rainhas, principalmente, a alteração de receitas que eram feitas com mel ou tinham uma outra configuração. Por exemplo, o manjar branco, que antes era um prato que não era feito nem com açúcar nem mel, passa a ser feito com açúcar", explica a historiadora e professora da USP Vera Ferlini.


"Gradativamente, o açúcar vai entrando como um elemento da dieta e da constituição de um receituário, principalmente conventual, de doces, que são os que nós conhecemos: os fios de ovos, vários tipos de pasteis, esses doces com massas, o pão de ló e tudo aquilo que ainda encontramos na doçaria portuguesa. Então a doçaria brasileira vai ser uma herdeira dessa doçaria portuguesa", acrescenta.


Houve ainda a influência dos africanos e dos indígenas, que de acordo com a pesquisa de Câmara Cascudo, preferiam o gosto que vinha direto da cana, de frutas como o cupuaçu, o açaí, o guaraná e o caju, ou dos favos de mel das abelhas.


Mesmo hoje, séculos depois, o Brasil continua sendo o maior exportador de açúcar do mundo.


A partir do século 20, a relação do brasileiro com o açúcar se diversificou. A industrialização dos alimentos trouxe novos produtos à mesa: refrigerantes, bolachas recheadas e o leite condensado.


Em 2021, em uma reportagem da BBC Brasil, a Nestlé disse — citando dados de uma pesquisa do Kantar Ibope, realizada em 2020 — que o leite condensado estava presente na casa de 94% dos brasileiros, que consomem em média 6 quilos e meio de leite condensado por ano.


 A empresa, que é uma das maiores fabricantes do produto, afirma que o leite condensado é parte de cerca de 60% das sobremesas feitas no Brasil, um número sem paralelo em nenhum outro país.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3eqv91x1vo

"A industrialização dos alimentos trouxe novos produtos à mesa: refrigerantes, bolachas recheadas e o leite condensado."


Analise o emprego da crase no enunciado acima e identifique a alternativa correta:

Alternativas
Q3592239 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Do morango do amor ao pudim: por que brasileiros gostam tanto de açúcar


Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?


A história do açúcar no Brasil começa séculos atrás, bem antes dos doces modernos, e tem relação direta com a colonização portuguesa.


A cana-de-açúcar, de onde boa parte do açúcar utilizado no país é extraído, é originária da Papua Nova Guiné, na Oceania. 


Mas, durante muito tempo, a oferta de açúcar era bem limitada e ficava restrita às farmácias, onde havia uso na formulação de remédios ou como tônico para dar energia.


Isso começou a mudar a partir do século 14, quando Portugal investiu nas suas primeiras grandes plantações de cana-de-açúcar na Ilha de Madeira, modelo que foi expandido para o Brasil — em uma escala ainda maior — a partir do século


O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos.


Em seu livro História da Alimentação no Brasil, o historiador Luís da Câmara Cascudo estima que, entre 1583 e 1587, os 66 engenhos de Pernambuco produziram quase 3 mil toneladas de açúcar. 


Ainda que boa parte dessa produção fosse exportada pra Europa, a facilidade no acesso ao açúcar no Brasil influenciou diretamente as receitas de bolos e outras sobremesas, além das conservas e compotas com frutas.


"No século 16, você já começa a perceber a alteração através dos livros de receitas das rainhas, principalmente, a alteração de receitas que eram feitas com mel ou tinham uma outra configuração. Por exemplo, o manjar branco, que antes era um prato que não era feito nem com açúcar nem mel, passa a ser feito com açúcar", explica a historiadora e professora da USP Vera Ferlini.


"Gradativamente, o açúcar vai entrando como um elemento da dieta e da constituição de um receituário, principalmente conventual, de doces, que são os que nós conhecemos: os fios de ovos, vários tipos de pasteis, esses doces com massas, o pão de ló e tudo aquilo que ainda encontramos na doçaria portuguesa. Então a doçaria brasileira vai ser uma herdeira dessa doçaria portuguesa", acrescenta.


Houve ainda a influência dos africanos e dos indígenas, que de acordo com a pesquisa de Câmara Cascudo, preferiam o gosto que vinha direto da cana, de frutas como o cupuaçu, o açaí, o guaraná e o caju, ou dos favos de mel das abelhas.


Mesmo hoje, séculos depois, o Brasil continua sendo o maior exportador de açúcar do mundo.


A partir do século 20, a relação do brasileiro com o açúcar se diversificou. A industrialização dos alimentos trouxe novos produtos à mesa: refrigerantes, bolachas recheadas e o leite condensado.


Em 2021, em uma reportagem da BBC Brasil, a Nestlé disse — citando dados de uma pesquisa do Kantar Ibope, realizada em 2020 — que o leite condensado estava presente na casa de 94% dos brasileiros, que consomem em média 6 quilos e meio de leite condensado por ano.


 A empresa, que é uma das maiores fabricantes do produto, afirma que o leite condensado é parte de cerca de 60% das sobremesas feitas no Brasil, um número sem paralelo em nenhum outro país.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3eqv91x1vo

" A partir do século 20, a relação do brasileiro com o açúcar se diversificou."


Com base nos tipos de predicados, analise a frase acima e identifique a alternativa correta:

Alternativas
Q3592238 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Do morango do amor ao pudim: por que brasileiros gostam tanto de açúcar


Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?


A história do açúcar no Brasil começa séculos atrás, bem antes dos doces modernos, e tem relação direta com a colonização portuguesa.


A cana-de-açúcar, de onde boa parte do açúcar utilizado no país é extraído, é originária da Papua Nova Guiné, na Oceania. 


Mas, durante muito tempo, a oferta de açúcar era bem limitada e ficava restrita às farmácias, onde havia uso na formulação de remédios ou como tônico para dar energia.


Isso começou a mudar a partir do século 14, quando Portugal investiu nas suas primeiras grandes plantações de cana-de-açúcar na Ilha de Madeira, modelo que foi expandido para o Brasil — em uma escala ainda maior — a partir do século


O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos.


Em seu livro História da Alimentação no Brasil, o historiador Luís da Câmara Cascudo estima que, entre 1583 e 1587, os 66 engenhos de Pernambuco produziram quase 3 mil toneladas de açúcar. 


Ainda que boa parte dessa produção fosse exportada pra Europa, a facilidade no acesso ao açúcar no Brasil influenciou diretamente as receitas de bolos e outras sobremesas, além das conservas e compotas com frutas.


"No século 16, você já começa a perceber a alteração através dos livros de receitas das rainhas, principalmente, a alteração de receitas que eram feitas com mel ou tinham uma outra configuração. Por exemplo, o manjar branco, que antes era um prato que não era feito nem com açúcar nem mel, passa a ser feito com açúcar", explica a historiadora e professora da USP Vera Ferlini.


"Gradativamente, o açúcar vai entrando como um elemento da dieta e da constituição de um receituário, principalmente conventual, de doces, que são os que nós conhecemos: os fios de ovos, vários tipos de pasteis, esses doces com massas, o pão de ló e tudo aquilo que ainda encontramos na doçaria portuguesa. Então a doçaria brasileira vai ser uma herdeira dessa doçaria portuguesa", acrescenta.


Houve ainda a influência dos africanos e dos indígenas, que de acordo com a pesquisa de Câmara Cascudo, preferiam o gosto que vinha direto da cana, de frutas como o cupuaçu, o açaí, o guaraná e o caju, ou dos favos de mel das abelhas.


Mesmo hoje, séculos depois, o Brasil continua sendo o maior exportador de açúcar do mundo.


A partir do século 20, a relação do brasileiro com o açúcar se diversificou. A industrialização dos alimentos trouxe novos produtos à mesa: refrigerantes, bolachas recheadas e o leite condensado.


Em 2021, em uma reportagem da BBC Brasil, a Nestlé disse — citando dados de uma pesquisa do Kantar Ibope, realizada em 2020 — que o leite condensado estava presente na casa de 94% dos brasileiros, que consomem em média 6 quilos e meio de leite condensado por ano.


 A empresa, que é uma das maiores fabricantes do produto, afirma que o leite condensado é parte de cerca de 60% das sobremesas feitas no Brasil, um número sem paralelo em nenhum outro país.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3eqv91x1vo

"No século 16, você já começa a perceber a alteração através dos livros de receitas das rainhas, principalmente, a alteração de receitas que eram feitas com mel ou tinham uma outra configuração." Com base na estruturação linguística do texto, julgue as afirmativas:


I.As expressões 'das rainhas' e 'de receitas' exercem a mesma função sintática no período apresentado.


II.A expressão 'feitas' exerce a mesma função sintática da expressão destacada em: A tarde permaneceu 'chuvosa'.


III.A expressão 'principalmente' exerce a função sintática de adjunto adverbial, destacando qual aspecto da alteração é mais evidente.


IV.As expressões 'você' e 'que' desempenham a mesma função sintática na estrutura da oração, atuando como termos essenciais, indispensáveis para a construção do sentido completo do enunciado.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3592235 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Do morango do amor ao pudim: por que brasileiros gostam tanto de açúcar


Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?


A história do açúcar no Brasil começa séculos atrás, bem antes dos doces modernos, e tem relação direta com a colonização portuguesa.


A cana-de-açúcar, de onde boa parte do açúcar utilizado no país é extraído, é originária da Papua Nova Guiné, na Oceania. 


Mas, durante muito tempo, a oferta de açúcar era bem limitada e ficava restrita às farmácias, onde havia uso na formulação de remédios ou como tônico para dar energia.


Isso começou a mudar a partir do século 14, quando Portugal investiu nas suas primeiras grandes plantações de cana-de-açúcar na Ilha de Madeira, modelo que foi expandido para o Brasil — em uma escala ainda maior — a partir do século


O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos.


Em seu livro História da Alimentação no Brasil, o historiador Luís da Câmara Cascudo estima que, entre 1583 e 1587, os 66 engenhos de Pernambuco produziram quase 3 mil toneladas de açúcar. 


Ainda que boa parte dessa produção fosse exportada pra Europa, a facilidade no acesso ao açúcar no Brasil influenciou diretamente as receitas de bolos e outras sobremesas, além das conservas e compotas com frutas.


"No século 16, você já começa a perceber a alteração através dos livros de receitas das rainhas, principalmente, a alteração de receitas que eram feitas com mel ou tinham uma outra configuração. Por exemplo, o manjar branco, que antes era um prato que não era feito nem com açúcar nem mel, passa a ser feito com açúcar", explica a historiadora e professora da USP Vera Ferlini.


"Gradativamente, o açúcar vai entrando como um elemento da dieta e da constituição de um receituário, principalmente conventual, de doces, que são os que nós conhecemos: os fios de ovos, vários tipos de pasteis, esses doces com massas, o pão de ló e tudo aquilo que ainda encontramos na doçaria portuguesa. Então a doçaria brasileira vai ser uma herdeira dessa doçaria portuguesa", acrescenta.


Houve ainda a influência dos africanos e dos indígenas, que de acordo com a pesquisa de Câmara Cascudo, preferiam o gosto que vinha direto da cana, de frutas como o cupuaçu, o açaí, o guaraná e o caju, ou dos favos de mel das abelhas.


Mesmo hoje, séculos depois, o Brasil continua sendo o maior exportador de açúcar do mundo.


A partir do século 20, a relação do brasileiro com o açúcar se diversificou. A industrialização dos alimentos trouxe novos produtos à mesa: refrigerantes, bolachas recheadas e o leite condensado.


Em 2021, em uma reportagem da BBC Brasil, a Nestlé disse — citando dados de uma pesquisa do Kantar Ibope, realizada em 2020 — que o leite condensado estava presente na casa de 94% dos brasileiros, que consomem em média 6 quilos e meio de leite condensado por ano.


 A empresa, que é uma das maiores fabricantes do produto, afirma que o leite condensado é parte de cerca de 60% das sobremesas feitas no Brasil, um número sem paralelo em nenhum outro país.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3eqv91x1vo

Quanto à acentuação dos vocábulos extraídos do texto, julgue as afirmativas a seguir:


I.Considerando-se unicamente as regras de acentuação, o vocábulo 'Luís' está acentuado corretamente; porém, se fosse grafado com 'z', como em 'Luiz', não levaria acento.


II.Os vocábulos 'país', 'extraído' e 'açaí' são palavras acentuadas corretamente, no entanto, seguem regras distintas de acentuação.


III.Os vocábulos 'séculos' e 'Páscoa' seguem as regras de acentuação das palavras proparoxítonas.


IV.O vocábulo 'oceania' é um exemplo de palavra que possui dupla prosódia, isto é, pode ser pronunciada de duas maneiras: Oceania ou Oceânia.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3592234 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Do morango do amor ao pudim: por que brasileiros gostam tanto de açúcar


Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?


A história do açúcar no Brasil começa séculos atrás, bem antes dos doces modernos, e tem relação direta com a colonização portuguesa.


A cana-de-açúcar, de onde boa parte do açúcar utilizado no país é extraído, é originária da Papua Nova Guiné, na Oceania. 


Mas, durante muito tempo, a oferta de açúcar era bem limitada e ficava restrita às farmácias, onde havia uso na formulação de remédios ou como tônico para dar energia.


Isso começou a mudar a partir do século 14, quando Portugal investiu nas suas primeiras grandes plantações de cana-de-açúcar na Ilha de Madeira, modelo que foi expandido para o Brasil — em uma escala ainda maior — a partir do século


O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos.


Em seu livro História da Alimentação no Brasil, o historiador Luís da Câmara Cascudo estima que, entre 1583 e 1587, os 66 engenhos de Pernambuco produziram quase 3 mil toneladas de açúcar. 


Ainda que boa parte dessa produção fosse exportada pra Europa, a facilidade no acesso ao açúcar no Brasil influenciou diretamente as receitas de bolos e outras sobremesas, além das conservas e compotas com frutas.


"No século 16, você já começa a perceber a alteração através dos livros de receitas das rainhas, principalmente, a alteração de receitas que eram feitas com mel ou tinham uma outra configuração. Por exemplo, o manjar branco, que antes era um prato que não era feito nem com açúcar nem mel, passa a ser feito com açúcar", explica a historiadora e professora da USP Vera Ferlini.


"Gradativamente, o açúcar vai entrando como um elemento da dieta e da constituição de um receituário, principalmente conventual, de doces, que são os que nós conhecemos: os fios de ovos, vários tipos de pasteis, esses doces com massas, o pão de ló e tudo aquilo que ainda encontramos na doçaria portuguesa. Então a doçaria brasileira vai ser uma herdeira dessa doçaria portuguesa", acrescenta.


Houve ainda a influência dos africanos e dos indígenas, que de acordo com a pesquisa de Câmara Cascudo, preferiam o gosto que vinha direto da cana, de frutas como o cupuaçu, o açaí, o guaraná e o caju, ou dos favos de mel das abelhas.


Mesmo hoje, séculos depois, o Brasil continua sendo o maior exportador de açúcar do mundo.


A partir do século 20, a relação do brasileiro com o açúcar se diversificou. A industrialização dos alimentos trouxe novos produtos à mesa: refrigerantes, bolachas recheadas e o leite condensado.


Em 2021, em uma reportagem da BBC Brasil, a Nestlé disse — citando dados de uma pesquisa do Kantar Ibope, realizada em 2020 — que o leite condensado estava presente na casa de 94% dos brasileiros, que consomem em média 6 quilos e meio de leite condensado por ano.


 A empresa, que é uma das maiores fabricantes do produto, afirma que o leite condensado é parte de cerca de 60% das sobremesas feitas no Brasil, um número sem paralelo em nenhum outro país.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3eqv91x1vo

"O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos."


Os vícios de linguagem são erros gramaticais causados por descuido ou falta de conhecimento das normas em diversos níveis da língua.


No trecho acima, observa-se um vício de linguagem denominado:

Alternativas
Q3592233 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Do morango do amor ao pudim: por que brasileiros gostam tanto de açúcar


Do morango do amor aos brigadeiros gourmet, passando pelos bolos de pote e ovos de Páscoa recheados, o Brasil viveu sucessivas "febres" de doces.


Mas, afinal, por que os brasileiros gostam tanto de açúcar?


A história do açúcar no Brasil começa séculos atrás, bem antes dos doces modernos, e tem relação direta com a colonização portuguesa.


A cana-de-açúcar, de onde boa parte do açúcar utilizado no país é extraído, é originária da Papua Nova Guiné, na Oceania. 


Mas, durante muito tempo, a oferta de açúcar era bem limitada e ficava restrita às farmácias, onde havia uso na formulação de remédios ou como tônico para dar energia.


Isso começou a mudar a partir do século 14, quando Portugal investiu nas suas primeiras grandes plantações de cana-de-açúcar na Ilha de Madeira, modelo que foi expandido para o Brasil — em uma escala ainda maior — a partir do século


O açúcar, então, se tornou a grande commodity da então colônia portuguesa, que dependia da mão-de-obra dos escravizados nas lavouras e nos engenhos.


Em seu livro História da Alimentação no Brasil, o historiador Luís da Câmara Cascudo estima que, entre 1583 e 1587, os 66 engenhos de Pernambuco produziram quase 3 mil toneladas de açúcar. 


Ainda que boa parte dessa produção fosse exportada pra Europa, a facilidade no acesso ao açúcar no Brasil influenciou diretamente as receitas de bolos e outras sobremesas, além das conservas e compotas com frutas.


"No século 16, você já começa a perceber a alteração através dos livros de receitas das rainhas, principalmente, a alteração de receitas que eram feitas com mel ou tinham uma outra configuração. Por exemplo, o manjar branco, que antes era um prato que não era feito nem com açúcar nem mel, passa a ser feito com açúcar", explica a historiadora e professora da USP Vera Ferlini.


"Gradativamente, o açúcar vai entrando como um elemento da dieta e da constituição de um receituário, principalmente conventual, de doces, que são os que nós conhecemos: os fios de ovos, vários tipos de pasteis, esses doces com massas, o pão de ló e tudo aquilo que ainda encontramos na doçaria portuguesa. Então a doçaria brasileira vai ser uma herdeira dessa doçaria portuguesa", acrescenta.


Houve ainda a influência dos africanos e dos indígenas, que de acordo com a pesquisa de Câmara Cascudo, preferiam o gosto que vinha direto da cana, de frutas como o cupuaçu, o açaí, o guaraná e o caju, ou dos favos de mel das abelhas.


Mesmo hoje, séculos depois, o Brasil continua sendo o maior exportador de açúcar do mundo.


A partir do século 20, a relação do brasileiro com o açúcar se diversificou. A industrialização dos alimentos trouxe novos produtos à mesa: refrigerantes, bolachas recheadas e o leite condensado.


Em 2021, em uma reportagem da BBC Brasil, a Nestlé disse — citando dados de uma pesquisa do Kantar Ibope, realizada em 2020 — que o leite condensado estava presente na casa de 94% dos brasileiros, que consomem em média 6 quilos e meio de leite condensado por ano.


 A empresa, que é uma das maiores fabricantes do produto, afirma que o leite condensado é parte de cerca de 60% das sobremesas feitas no Brasil, um número sem paralelo em nenhum outro país.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cp3eqv91x1vo

"Gradativamente, o açúcar vai entrando como um elemento da dieta e da constituição de um receituário, principalmente conventual, de doces, que são os que nós conhecemos."


O pronome oblíquo 'os' substituiu 'doces' adequadamente. Agora, analise as substituições propostas nos enunciados a seguir:


I.O escritor compõe os livros. (O escritor compõe-no)

II.Os negociantes vendem as mercadorias. (Os negociantes vendem-nas).

III.O chapeleiro faz chapéus. (O chapeleiro fá-los).

IV.Eu amo você muito. (Eu lhe amo muito).


Quanto à substituição dos complementos pelos pronomes oblíquos, estão corretas:

Alternativas
Q3592231 Pedagogia
Um professor percebe que uma criança tem dificuldade de aprendizagem e decide primeiro acolhê-la, ouvindo suas necessidades e sentimentos antes de introduzir conteúdos acadêmicos. De acordo com Wallon, essa prática está alinhada a:
Alternativas
Q3592230 Pedagogia
 O trabalho docente é avaliado como parte integrante do processo educativo e da preparação dos membros de uma sociedade por sua importância social. Entre as opções abaixo, qual corresponde diretamente a uma das funções atribuídas ao professor no contexto social? 
Alternativas
Q3592229 Pedagogia

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) é considerado o maior símbolo dessa nova forma de se tratar a infância e a adolescência no país. 


Acesse:https://www.larbompastor.com.br/o-estatuto-da-crianca-e-do-ad olescente/


Sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente analise as afirmativas:


I.O Estatuto da Criança e do Adolescente considera crianças e adolescentes como sujeitos de direitos, com prioridade absoluta.


II.A responsabilidade de garantir os direitos previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente é exclusiva do Estado.


III.O Estatuto da Criança e do Adolescente visa proteger crianças e adolescentes de discriminação, exploração e violência.


IV.O Estatuto da Criança e do Adolescente não se preocupa com o pleno desenvolvimento da população infantil e adolescente.



Assinale a alternativa correta: 

Alternativas
Q3592228 Pedagogia
Segundo as Diretrizes da Educação Infantil, o currículo deve considerar o cotidiano das unidades como um espaço de vivência, aprendizagem e desenvolvimento. Para favorecer o crescimento integral das crianças e suas interações, é necessário que a organização contemple principalmente:
Alternativas
Q3592227 Pedagogia
A função da escola no contexto da diversidade étnico-racial vai além da produção de saberes, incluindo:
Alternativas
Respostas
1361: D
1362: B
1363: B
1364: D
1365: B
1366: B
1367: D
1368: A
1369: A
1370: B
1371: A
1372: A
1373: D
1374: C
1375: C
1376: C
1377: C
1378: A
1379: B
1380: A