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I. Localizações pontuais ou em áreas dos meios necessários às operações de produção.
II. Localizações pontuais ou lineares dos meios de circulação.
III. Localizações pontuais em áreas dos meios de vida consumidos individual ou coletivamente.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s):
Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos. Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o touro pelos chifres, mergulhar para depois ver o que acontece: porque a vida não tem de ser sorvida como uma taça que se esvazia, mas como o jarro que se renova a cada gole bebido. Para reinventar-se é preciso pensar: isso aprendi muito cedo. Apalpar, no nevoeiro de quem somos, algo que pareça uma essência: isso, mais ou menos, sou eu. Isso é o que eu queria ser, acredito ser, quero me tornar ou já fui. Muita inquietação por baixo das águas do cotidiano. Mais cômodo seria ficar com o travesseiro sobre a cabeça e adotar o lema reconfortante: “Parar pra pensar, nem pensar!” (...) Somos demasiado frívolos: buscamos o atordoamento das mil distrações, corremos de um lado a outro achando que somos grandes cumpridores de tarefas. Quando o primeiro dever seria de vez em quando parar e analisar: quem a gente é, o que fazemos com a nossa vida, o tempo, os amores. E com as obrigações também, é claro, pois não temos sempre cinco anos de idade, quando a prioridade absoluta é dormir abraçado no urso de pelúcia e prosseguir, no sono, o sonho que afinal nessa idade ainda é a vida. Mas pensar não é apenas a ameaça de enfrentar a alma no espelho: é sair para as varandas de si mesmo e olhar em torno, e quem sabe finalmente respirar. Compreender: somos inquilinos de algo bem maior do que o nosso pequeno segredo individual. É o poderoso ciclo da existência. Nele todos os desastres e toda a beleza têm significado como fases de um processo. Se nos escondermos num canto escuro abafando nossos questionamentos, não escutaremos o rumor do vento nas árvores do mundo. Nem compreenderemos que o prato das inevitáveis perdas pode pesar menos do que o dos possíveis ganhos. (...) Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança. Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade. Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a pena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for. E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer.
(Lya Luft , texto adaptado, http://www.pensador.info/p/artigo_de_opiniao_lya_luft/1/)
Em “para que ela valha a pena”, na expressão sublinhada não ocorre o uso do sinal indicativo de crase. Indique a opção em que este sinal foi usado INCORRETAMENTE:
A contadeira de histórias
Não sei se é impressão de meninice, mas a verdade é que, até hoje, não encontrei ninguém que tivesse mais jeito para contar histórias infantis.
Na sua boca, as coisas simples e as coisas insignificantes tomavam um tom de grandeza que nos arrebatava; tudo era surpresa e maravilha que nos entrava de um jato na compreensão e no entusiasmo.
E não sei onde ela ia buscar tanta coisa bonita. Ora eram princesas formosas, aprisionadas em palácios de coral, erguidos no fundo do oceano ou das florestas; ora reis apaixonados que abandonavam o trono para procurar pelo mundo a mulher amada, que as fadas invejosas tinham transformado em coruja ou rã.
Não perdíamos uma só das suas palavras, um só dos seus gestos.
Ela ia contando, contando... Os nossos olhinhos nem piscavam.
A lua, como se fosse uma princesa encantada, ia vagando pelo céu, toda vestida de branco, a mandar para a terra a suavidade dos seus alvos véus de virgem.
Lá para as tantas, um de nós encostava a cabeça no companheiro mais próximo e fechava os olhos cansados. Depois outro; depois outro.
E quando vovó Candinha acabava a história, todos nós dormíamos uns encostados aos outros, a sonhar com os palácios do fundo do mar e as princesas maravilhosas.
(Viriato Corrêa, Cazuza, Nacional)
De acordo com o texto, vovó Candinha:
I. A assistência ao trabalhador vítima de acidentes de trabalho ou portador de doença profissional e do trabalho.
II. A participação, no âmbito de competência do SUS, em estudos, pesquisas, avaliação e controle dos riscos e agravos potenciais à saúde existentes no processo de trabalho.
III. A avaliação do impacto que as tecnologias provocam à saúde.
IV. A revisão periódica da listagem oficial de doenças originadas no processo de trabalho, tendo na sua elaboração, a colaboração de entidades sindicais.
Estão corretas apenas as alternativas:
I. De acordo com a NBR 6118, vigas que possuem a relação entre o vão e a altura da seção transversal com valores inferiores a três, no caso de vigas contínuas, e dois, no caso de vigas bi-apoiadas, atendem a hipótese de permanência das seções planas após a deformação e podem ser dimensionadas utilizando a teoria da flexão.
II. De acordo com a NBR 6118, vigas que possuem a relação entre o vão e a altura da seção transversal com valores igual ou superiores a três, no caso de vigas contínuas, e dois, no caso de vigas bi-apoiadas, não atendem a hipótese de permanência das seções planas após a deformação e seu dimensionamento dever ser feito através de teorias mais aprofundadas, como por exemplo, o método de bielas e tirantes.
III. Uma hipótese básica utilizada no dimensionamento de vigas de concreto armado é a perfeita aderência entre aço e concreto
IV. Vigas de concreto armado que possuem seção transversal em forma de “T”, em que o valor de 80% da altura da linha neutra seja inferior à espessura da mesa, podem ser dimensionadas como vigas retangulares, adotando a largura do bloco comprimido igual à da mesa.
Estão corretas apenas as afirmativas: