Questões de Concurso
Para consulplan
Foram encontradas 19.889 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
( ) O aluno é sujeito cultural, que usa sua experiência e seu conhecimento para resolver problemas colocados pelo projeto.
( ) O projeto parte sempre de um processo de problematização.
( ) Um projeto trabalha com uma perspectiva aberta à crítica da realidade.
( ) O professor é um especialista, e como tal, assume a coordenação do processo, fazendo valer a sua lógica.
( ) Os conteúdos das disciplinas são trabalhados de forma contextualizada e atualizada.
( ) O projeto é planejado a partir de um rico processo de negociação coletiva, envolvendo professores e alunos.
A sequência está correta em:
Em “Somos um território mais difícil de invadir, ...” a palavra destacada apresenta como antônimo:
Assinale a seguir, a única palavra que se encontra no feminino:
I. É livre o exercício da enfermagem em todo o território nacional, observadas as disposições dessa Lei, que regem o exercício da profissão do Técnico de Enfermagem, sem incluir as categorias de nível auxiliar e superior.
II. A enfermagem é exercida privativamente pelo Enfermeiro, pelo Técnico de Enfermagem, pelo Auxiliar de Enfermagem e pela Parteira, respeitados os respectivos graus de habilitação.
III. É privativa do Técnico de Enfermagem a organização e direção dos serviços de enfermagem e de suas atividades técnicas e auxiliares nas empresas prestadoras desses serviços.
IV. O Técnico de Enfermagem exerce atividade de nível médio, envolvendo orientação e acompanhamento do trabalho de enfermagem em grau auxiliar e participação no planejamento da assistência de enfermagem.
Estão corretas apenas as afirmativas:
I. O pop-up é uma janela extra que abre no navegador ao visitar uma página web ou acessar uma hiperligação específica. O Internet Explorer tem a opção de bloqueio dessas janelas indesejadas no próprio navegador.
II. A combinação das teclas de atalho CTRL+L localiza um texto determinado na página atual.
III. Favoritos tem a função de armazenar as páginas visitadas, hora de visitação e seus respectivos links.
IV. www.google.com.br é um exemplo de URL (Uniform Resource Locator), em português, Localizador Padrão de Recursos digitado no Internet Explorer para a localização de uma página.
Estão corretas apenas as afirmativas:
O país anda tão desconfiado, mas tão desconfiado, que todos nós viramos suspeitos. Cada cheque é uma CPI particular. O vendedor, por mais amável que tenha sido, lança um olhar de suspeita. E pergunta a primeira coisa que vem à cabeça:
– É de São Paulo?
– Não, de Hong Kong.
Enquanto ele decide se sorri ou me morde, atiro o cheque no balcão e fujo com as compras.
É duro falar em geral, quando nem todo mundo é assim. Acabo injustiçando as centenas de pessoas simpáticas que já me atenderam nos balcões sem me tratar como um mafioso. Mas também sou injustiçado. Sei que a crise, a falta de ética e a corrupção escorreram sobre nossas vidas, precipitando desconfianças. O pior é que todas as exigências não adiantam nada, se o portador do cheque estiver interessado em dar o golpe.
Pedem a carteira de identidade. Ofereço a minha, com uma linda foto em que apareço esbelto, com os cabelos cobrindo as orelhas e uma franja gigantesca sobre os óculos. Algo como uma versão década de 60 de um cachorro lulu. Sou eu mesmo, mas só os parentes sabem. A vendedora me olha, conferindo. Ou filosofando sobre a passagem do tempo, não sei. Sorri, como se tivesse me reconhecido, o que sei ser impossível. Sorrio de volta, com ar suspeito, e até uma certa emoção. Serei eu mesmo?
Aí, ela compara a assinatura. Acontece que tenho o prazer de falsificar minha própria assinatura. De raiva. Às vezes boto só um rabisco. Pois a vendedora confere e aceita.
Também pedem o telefone e o endereço. Outro dia, desabei na quitanda de uma coreana. Recém-chegada. Comprei um maço de rabanetes, um quilo de batatas e uma dúzia de bananas. Peguei o cheque. Ela estreitou os olhinhos. Expliquei que era especial. As pestanas, dois riscos irritados. Ela olhou o cheque, virado de cabeça para baixo. Chamou um ajudante, tipo nordestino. Resmungaram entre si. Em que língua eu não sei. Ele explicou:
– Ela aceita se o senhor for virar freguês.
Quase me ajoelhei. Ia gente em casa, e aquelas batatas eram a diferença entre ser um lorde ou um cafona. Prometi passar lá todos os dias, quem sabe até ser sócio. O rapaz tentou soletrar meu nome. Empacou no W. Quase sufocou. Cantei alegremente todas as letras. Ele pediu de tudo: até o endereço da mãe. Escrevi no verso do cheque: Pirulito que bate bate / Pirulito que já bateu / Quem gosta de mim é ela / Quem gosta dela sou eu.
Aceitaram. Até hoje não sei como o banco pagou.
Pode parecer piada, mas é um sofrimento. Faz pouco tempo, estive em um hipermercado de uma rede que está em todo o país. Fiz o cheque. A caixa apertou um botão, acendeu uma luzinha. Explicou que precisava conferir. Esperei meia hora. Ninguém apareceu. Pedi licença, fui reclamar. A moça do balcão de atendimento rosnou:
– Não adianta reclamar.
Chamei o gerente, briguei. Demorou mais meia hora. Aliás, para garantir meu cheque, já chamei até polícia. Estava em um restaurante chinês, com uma amiga. Depois de me conciliar com alguns camarõezinhos empanados, pedi a conta. Fui fazer o cheque, o garçom explicou:
– Não aceitamos.
– E por que não avisam antes?
Ele me mostrou um cartaz na parede. Iludido pelo molho de ostras, eu não havia visto. Expliquei que não tinha dinheiro. Ele correu ao caixa. Vi um chinês velho abanando a cabeça como um leque. O garçom voltou. Eu disse, calmamente:
– Chame a polícia.
– O quê?
– Chame a polícia. Quero pagar, vocês não querem receber. Chame.
Foi um bafafá. Um jovem veio correndo da cozinha. Pensei que ia me soterrar com um prato de sopa de tubarão, tal a fúria. Repeti o pedido, gentil: queria a polícia. Aceitaram o cheque, com suspiros de nervosismo. Houve um momento em que pareciam tentados a me transformar num porco agridoce.
Bilheteria de show ou teatro, nem se fala. Alguns teatros grandes já chegaram a exigir avalista e fazer consulta telefônica para vender ingressos.
[...] Melhor vivem os fantasmas. Porque a esses, tudo se permite. Não enfrentam filas e descontam cheques de madrugada. Não precisam de CPF nem devem ter RG. Endereço e assinatura, nem se fala.
Difícil, mesmo, é estar entre os simples mortais.
(Walcyr Carrasco. O Golpe do aniversariante e outras crônicas. São Paulo: Ática, 200/Para Gostar de Ler, 20/Fragmento.)
“[...] O vendedor, por mais amável que tenha sido, lança um olhar de suspeita. E pergunta a primeira coisa que vem à cabeça:
– É de São Paulo?
– Não, de Hong Kong....”
A resposta ao vendedor demonstra, por parte do autor:
( ) A bomba liga mas não joga água porque a canalização de sucção e a bomba não estão completamente cheias de água.
( ) A bomba deixa gradativamente de jogar água porque o líquido bombeado contém ar.
( ) O motor não liga ou não consegue partir porque o rotor está arrastando na carcaça.
A sequência está correta em: