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Trata-se de:
Nesse contexto, surge o Atendimento Educacional Especializado (AEE), na Educação Básica, regulamentado pelo do Decreto nº 6.571, de 18 de setembro de 2008.
Não é considerado público-alvo para o Atendimento Educacional Especializado:
Numa época em que quase todo mundo carrega um GPS facílimo de operar no bolso ou na bolsa, imagens de satélite nunca foram tão banais. Dois toques na tela do celular são suficientes para que o sujeito consiga examinar uma representação mais ou menos realista e atualizada da Terra vista do espaço.
Mesmo assim, uma forma inovadora de enxergar o nosso planeta, bolada por uma equipe internacional de cientistas, é capaz de deixar surpreso – e cabreiro – quem ainda tem um pouco de imaginação. O trabalho revela um globo retalhado por estradas, um “bolo planetário” cortado em 600 mil pedacinhos.
Note, aliás, que essa estimativa do número de fatias separadas pela ação humana provavelmente é conservadora – ainda faltam dados a respeito de certas áreas, o que significa que o impacto global das estradas deve ser ainda maior. De qualquer jeito, se você achava que a Terra ainda está repleta de vastas áreas intocadas pela nossa espécie, pense de novo.
A pesquisa, que acaba de sair na revista “Science”, indica que mais da metade dos pedaços de chão não atravessados por estradas têm área de menos de 1 km², e 80% desses trechos medem menos de 5 km² de área. Grandes áreas contínuas (com mais de 100 km²), sem brechas abertas especificamente para o tráfego humano, são apenas 7% do total.
E daí? Decerto uma estradinha passando nas vizinhas não faz tão mal assim, faz? Muito pelo contrário, indica a literatura científica avaliada pela equipe do estudo, que inclui a brasileira Mariana Vale, do Departamento de Ecologia da UFRJ. Para calcular as fatias em que o planeta foi picado, Mariana e seus colegas utilizaram como critério uma distância de pelo menos 1 km da estrada mais próxima – isso porque distâncias iguais ou inferiores a 1 km estão ligadas a uma série de efeitos negativos das estradas sobre os ambientes naturais que cortam.
Estradas são, é claro, vias de acesso para caçadores e gente munida de motosserras; trazem poluentes dos carros e caminhões para as matas e os rios; além de trazer gente, trazem espécies invasoras (não nativas da região) que muitas vezes deixam as criaturas nativas em maus lençóis. Considere ainda que estradas, em certo sentido, dão cria: a abertura de uma rodovia em regiões como a Amazônia quase inevitavelmente estimula a abertura de ramais secundários, dos quais nascem outras picadas, num processo que vai capilarizando a devastação. [...]
(Reinaldo José Lopes. Folha de S. Paulo. 18 de dezembro de 2016.) O título do texto apresenta-se em forma de um questionamento. Em relação a tal pergunta é correto afirmar que
I. Os descolamentos oriundos dessa doença produzem, ao atingir a mácula, sintomas agudos ou crônicos de metamorfopsia e visão turva.
II. O diagnóstico é mais fácil por meio de angiografia com fluoresceína, que mostra o corante entrando no espaço sub-retiniano.
III. A fotocoagulação a laser tem sido benéfica em alguns casos da referida doença.
Estão corretas as afirmativas
I. A terapia mais efetiva para a retinopatia diabética é a prevenção. O controle glicêmico e da pressão arterial retardarão o surgimento ou tornarão mais lenta a progressão da retinopatia nos indivíduos com diabetes.
II. A retinopatia proliferativa é tratada habitualmente com fotocoagulação a laser pan-retiniana, enquanto o edema macular é tratado com fotocoagulação a laser focal.
III. Exames oculares abrangentes e regulares são essenciais para todos os indivíduos diabéticos.
Estão corretas as afirmativas
I. É uma neuropatia óptica caracterizada por diminuição da camada de fibras nervosas da retina, diminuição da relação escavação/disco e defeito de campo visual; porém, sem evidência de aumento da pressão intraocular.
II. O seu diagnóstico é fácil de ser feito. Porém, o diagnóstico precoce ainda é difícil.
III. O diagnóstico deve ser feito por exclusão, após extensa investigação de outras causas, através de cuidadosa coleta da história e exame ocular e sistêmico.
IV. Nos casos típicos de GPN, a visão periférica está comprometida nos estágios mais precoces da doença, em que já há danos identificados de campo visual.
V. Esclerose múltipla e doenças meníngeas são diagnósticos diferencias para o glaucoma de pressão normal.
Estão corretas apenas as afirmativas
(Monday, Dec 12, 2016. Josh Noel.)
I’ve been a travel writer for almost eight years, but here's the irony: I’m probably a worse traveler now. Back when I was freewheeling and in my early 20s, I’d get into my car every summer with an atlas, a bag stuffed with CDs and very little forethought about where I was headed.
I’d be gone for two weeks to three months. The extent of the technology I carried was the portable disc player connected to my tape player by a snaking wire. I stayed in pristine riverside campgrounds, quiet roadside motels operated by charming gray-haired couples and on the couches of people I’d met earlier that day. Once I forced myself to pick up a hitchhiker, a peaceful-looking, hippie-type dude. It wasn’t the life-altering experience I’d hoped for; he just needed a ride to work at a restaurant 10 miles up the road. Another time I got to talking with a guy who said he wasn’t sure he’d be able to afford his next tank of gas. I gave him five bucks — all I could spare — and he gave me a pink crystal that he said had special powers or some such. I rode around with that crystal on my dashboard for 15 years until I gave it to a friend who was dying of cancer. I wanted her to have something meaningful to me, and that was it, secured by chance at an Oklahoma rest stop and hauled everywhere I went until it became hers.
I don’t travel so much anymore. As much as I’d like to say it’s because of having a family and a job and obligations weightier than whether to turn left or turn right, it has more to do with the shiny little machines in our pockets. When it comes to conquering the unknown, those shiny little machines can tell us everything about everything: the top 10 hotels, top 10 attractions, top 10 kid-friendly sushi places and the top 10 vegan-and-dog-friendly cafes with Wi-Fi and a pool table. Worse, we’ve mostly given up thinking about how we get from point A to point B. I have mistyped a couple of letters of a street name into Waze, and unquestioningly driven a route that I knew made no sense. But the shiny little machine says it is so! When I realized my mistake, I was furious not because I was going to be late or because I had wasted time, but because I had surrendered my critical thinking about how I got from point A to point B.
So as I can, I build unpredictability into my routine. I walk different ways to work, to the train, to the bus and around our neighborhood with my little son. When traveling, I demand unpredictability. Yes, the quickest route and top-ranked whatever is mighty attractive (especially the quickest route), but when I can build in time for wandering, I do it. When I can spend time finding my way by foot — no apps or phone maps
— I do that. When I can leave a hotel room with only a minimal plan, I walk out the front door. I duck into a bar. I sip a beer that I can’t find back home. I chat with a local. I ask for a dinner recommendation. And I value that answer over the wisdom of the online crowd every time.
(Available: http://www.chicagotribune.com. Adapted.)
Wi-Fi and restaurants are examples of: