O Câncer Diferenciado da Tireoide (CDT) é a forma mais comum...
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Tema central: O enunciado aborda o Câncer Diferenciado da Tireoide (CDT), destacando a avaliação dos nódulos tireoidianos pelo ultrassom, análise dos linfonodos cervicais e métodos de mensuração do volume nodular. Este tema é relevante para concursos da saúde, pois envolve diagnóstico inicial e critérios de suspeição para neoplasia maligna da tireoide.
Justificativa da alternativa INCORRETA – Alternativa A:
A alternativa A descreve a fórmula de cálculo do volume de um nódulo tireoidiano como “a x b x c”, o que não condiz com a prática padronizada. Conforme indicado nas principais referências (Manual MSD, Ministério da Saúde), a fórmula correta é:
V = (π/6) × a × b × c
Esse cálculo utiliza o fator π/6 para representar a forma elipsoide comum dos nódulos tireoidianos, proporcionando maior precisão na mensuração. O simples produto das três dimensões (a x b x c) superestima o volume real, podendo impactar negativamente na decisão clínica e acompanhamento.
Análise das alternativas corretas:
B) Correta. Avaliar linfadenomegalia e características dos linfonodos cervicais é fundamental, uma vez que a presença de linfonodos alterados pode indicar comprometimento metastático, direcionando o estadiamento e conduta.
C) Correta. O uso do ultrassom com Doppler para diferenciar nódulos benignos e malignos realmente é controverso, com estudos mostrando utilidade limitada para predizer malignidade unicamente pelo padrão vascular.
D) Correta. Microcalcificações e padrão psamomatoso são sinais ultrassonográficos clássicos de risco aumentado para malignidade, conforme diretrizes do Ministério da Saúde e sociedades endocrinológicas.
Estratégia de prova: Fique atento a detalhes técnicos, como fórmulas, parâmetros quantitativos e critérios de imagem. Esses pontos costumam ser explorados como pegadinhas para avaliar o conhecimento prático e atualizado do candidato.
Referência normativa: Segundo o Manual do Ministério da Saúde (Doenças da Tireoide, 2025): “Indicação: calcular o volume do bócio, avaliar a ecotextura da tireoide... avaliar a presença de nódulos, sua localização e tamanho.” E, quanto ao cálculo volumétrico, utiliza-se a fórmula baseada em elipsoide.
Resumo: A alternativa incorreta é a A, pois apresenta uma fórmula inadequada para calcular o volume de nódulo de tireoide. As demais refletem boa prática clínica e estão de acordo com diretrizes e literatura científica.
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